LOGOTIPO-PISCDIL – Sentido

LOGOTIPO – PISCDIL

   

 

 

  1. Chamamos Novo Logotipo, não pelo gosto pela simples vontade de novidade, mas pela inibição de se publicar através das IGAC (Inspeção de Atividades Culturais) símbolos que contenham as bandeiras das Comunidades/Nações envolvidas.
  2. Ambos os Logotipos foram desenhados por duas Sócias Fundadoras, que interiorizaram bem a natureza e os SONHOS da PISCDIL – Vera Novo Fornelos e Bonnie Silva.

 

  • – Vera Novo Fornelos. É a desenhadora do primeiro Logotipo. É Sócia Fundadora da PISCDIL, desde 2013, juntamente com Dr. Delmar Maia Gonçalves, ambos escritores, poetas, profissionais no seu ramo de atividades.

Da publicação “MANGWANA – AGENDA 2014”, transcrevemos a seguinte nota biográfica:

“Nasceu em Viana do Castelo. Desde muito cedo revelou paixão pelas artes dramáticas, pintura e poesia. É autora de blogues culturais e de poesia e está presente em algumas antologias poéticas. Faz parte da direcção do Círculo de Leitores Moçambicanos na Diáspora. www.veranovofornelos.tk”.

 

  • –   Bonnie Silva. É a desenhadora do novo Logotipo. De ascendentes de              Cabo Verde, nasceu em …. É Sócia Fundadora da PISCDIL, desde abril de 2017.     

Da nota biográfica, transcrevemos o seguinte: Fez o Ensino Secundário na E.S. Ferreira Dias. Sintra. 2013-2016 – Licenciatura em Designer Gráfica Ilustradora e Designer de Comunicação, Escola Superior de Tecnologia e Artes de Lisboa (ESTAL.). Competências Informáticas: Ai (Ilustradora); PS (Photoshop); ID (inDesign); AE (AflterEfects); DW (Dreamwever); PR (Premier).

 

  1. Ambos os logotipos têm um sentido comum. De uma e mesma Comunidade Lusófona: ir-para-mundo, construir o mundo, migração e diáspora: um fenómeno milenar, desde as origens da humanidade, que, hoje, assume novos espaços, funções e desafios, em todo o mundo, incluindo a Velha Europa.
    • 3.1 – O primeiro logotipo representa uma narrativa do clássico ir-para-o-mundo, em busca de novos mundos e de novas e melhores formas de vida. De Portugal, a narrativa de Joaquim Magalhães de Castro: “Os Filhos Esquecidos do Império. Descendentes de aventureiros, comerciantes ou soldados-da fortuna, transportaram no sangue um Portugal que amam, mas continua a ignorá-los”. No Oriente, tratamo-los-por Topazes/Topasses… “Esses mestiços, dos quais mais relevo tinham os Larantuqueiros, apesar de dissensões e lutas que, por vezes, com eles tivemos, foram os que choraram, compungidamente, abraçados à Bandeira, quando o nosso domínio da Flores e mais ilhas, passou para o Neerlandês.” (Luna de Oliveira, Timor na História e Portugal, Vol. I, p. 99, Fundação Oriente, Lisboa, 2004).
    • 3.2 – O novo Logotipo representa o mesmo fenómeno. Porém de forma diferente: ir-para-mundo-mundo, não de forma individual, espontânea, sem qualificação profissional, sem pré-acordos intergovernamentais, etc.; mas, sim, ir-para-mundo, trabalhando em REDE. Pretende representar um novo tipo migração e diáspora, isto é, de cidadãos profissional e academicamente profissionais, com programas constantes de aproximação recíproca, pressupondo pré-acordos intergovernamentais, com programas nacionais integrados em Planos Estratégicos Nacionais (PEDs) de Longo, Médio e Curto Prazo.
      • 3.2.1 – O Logotipo apresenta no centro o mapa do mundo, salientado em branco. O branco que é símbolo da PAZ. A sigla PISCDIL foi intencionalmente construída para exprimir este objetivo fundamental, sendo pronunciado em inglês: peace deal, peace dealer, peace dealing: os cidadãos sócios da PISCDIL assumem, portanto, o compromisso de “construir a paz; serem construtores da paz; participarem ativa e permanentemente na construção da paz”. E tudo isto poderá ser possível, não com uma liderança nacional de amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder, mas, sim, por uma liderança nacional de profissionais, vocacionados e com formação própria.
      • 3.2.2 – As bandeiras nacionais, as suas cores, estão subjacentes, através do jogo de cores.
      • 3.2.3 – As Comunidades Lusófonas são representadas através de triângulos, onde os vértices convergem para um centro comum, formando um losango.
      • 3.2.4 – O triângulo significa que a RELAÇÃO entre as Comunidades é de natureza de relação triangular e multitriangular (neologismo?). Um exemplo torna este tipo de relação mais visível. A construção, a sobrevivência e o desenvolvimento de Timor Leste/Lorosa’e (um ângulo) implicam a CPLP/CPLL (outro ângulo) e a ONU (o terceiro ângulo). Estes ângulos convergem para o centro do referido losango, que representa o mundo/cosmos (v.g. Preocupações do mais recente Acordo de Paris, 2015). A multitriangularidade relacional consiste em que não se pode pretender uma relação construtiva com Timor L/L, ou outro qualquer país da CPLP/CPLL ou da ONU, sem se ter presente a rede de todo o tipo de relações naturais/geográficas e sociopolíticas, uma rede que vai sendo tecida e continuamente reconstruída com as naturais crises, conflitos, etc. Significa, no caso de Timor L/L, ter presente Indonésia, Austrália e Nova Zelândia, Ilhas do Pacífico, Japão, China, as Coreias, Tailândia, Singapura, CPLP, ASEAN.
        • – A estratégia das interpelações consiste numa forma muito simples, elementar e até primitiva: “Timor L/L não chega, completa-se com a CPLP/CPLL. Esta não é suficiente, melhora-se com Timor L/L. Timor L/L e CPLP/CPLL não chegam, completam-se com a ONU. A ONU não é suficiente, melhora-se com Timor e CPLP/CPLL. Entre todos estes intervenientes criam-se relações operacionais de complementaridade, reciprocidade e reversibilidade. Estas relações operacionais, traduzem, através de avanços de todo o tipo, a nova e verdadeira realidade resultante, enquanto índice efetivo e real do desenvolvimento e crescimento de cada país e do conjunto de países intervenientes”.    

 

 

 

  • – É apenas uma das perspetivas. Cada um dos Sócios terá a sua, diferente, mais esclarecedora e rica.

3.2.5 – Ir-para-mundo: tornar a Lusofonia uma realidade efetivamente mundial, indo ao encontro dos lusófonos mais distantes e mais esquecidos; tornar a Lusofonia uma Potência Mundial, onde o Brasil já parte do grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia, China).

 

Nas vésperas da Assembleia Geral de 24jun2017, no Colégio Universitário Pio XX, Lisboa.

 

Alberto Araújo

Presidente da Direção da PISCDIL.

 

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