Liderança Profissional da Nação – Angola

Liderança Profissional da Nação vs Liderança Amadora da Nação

  • Debate à Distância

  • TEMÁTICA: Liderança Profissional da Nação

  • DATA: 30 DE MAIO DE 2020.

  • HORA:  11h00 de Portugal e horas correspondentes das Comunidades Lusófonas.

  • LOCAL: ZOOM – Videoconferência, com capacidade para 100 participantes, para mais de duas horas de duração.

  • COMO PARTICIPAR: Cada interessado receberá, através do seu email pessoal: Link, ID e Senha

 

Dr. Vitor Burity da Silva

Vice-Presidente da PISCDIL por ANGOLA  

 

A seguir:

1. Texto do qual Dr. Vitor Burity fará 5 minutos de apresentação e estará à disposição dos interlocutores para quaisquer questões sobre a temática.

2. Curriculum.

 

1. TEXTO

LIDERANÇA PROFISSIONAL / LIDERANÇA AMADORA / SOLUÇÕES?

Talvez seja sonhar sem estigmatizar, a realidade de factos consumados consubstanciam verdades de incoerências orgânicas, fenómenos sociais intrínsecos às verdades de quotidianos diversos onde se possam colocar verdades em papel timbrado os leques de voos sem que as asas se abram ou até nunca se fechem.

As realidades são inequivocamente transcendentais pelas verdades apenas consumidas num alguidar de bairros onde vaidades se assombram nos leques de mundos outros, essas verdades sociais numa assembleia de votos líderes e sem preconceitos evacuarem de si as formulas para a subsistências de tendências desaparecidas num voraz sedimento de actos convencionais e sem adulterarem vícios criados por hábitos acoplados à simples caminhada do ir, como quem se aglomera num comboio sem rumo, rumos diferentes dos que a necessidade mais deles precisa.

Segundo George Terry (2006, p.12) sintetiza a ideia central do conceito de liderança em apenas: “A liderança é a actividade de influenciar pessoas fazendo-as empenharem-se voluntariamente em objectivos de grupo”.

Tempos sempre presentes, desde todas e quaisquer formas de intervir nos contextos a elaborar produção, influenciando grupos e sociedades numa mobilidade produtiva de forma sã, motivada, acrescendo-lhes dividendos e contrapartidas adequadas. Acredito que exemplos possam vir e chegar de estruturas já com melhores provas dadas neste âmbito pudessem ser usadas como referência, excluindo delas valores intrínsecos e inspiradores, para a criação de um mercado competitivo.

Considerando que vivemos em um mercado competitivo e em constante modificação o tema liderança tem ocupado lugar de destaque em qualquer oportunidade em que as pessoas se encontrem para discutir os destinos dos negócios.

De acordo com Ram Charam em seu livro: Liderança na era da turbulência económica, (2009, p.19) encontramos seis características essenciais da liderança em tempos difíceis:

. Honestidade e credibilidade;

. Capacidade de inspirar;

. Conexão em tempo real com a realidade;

. Realismo com uma pitada de optimismo;

. Administração com intensidade;

. Ousadia para se preparar para o futuro.

    Teoricamente, a liderança exige um conjunto de procedimentos e actividades que necessita da capacidade de saber fazer, da sensibilidade de saber perceber e da sabedoria de saber entender, deixando claro que uma pessoa não lidera tudo o tempo todo, mas ela poderá sempre, liderar nessas condições.

Teríamos como base de forma didáctica a evolução do conceito de liderança tendo por base os filósofos e os estudiosos em administração, defendo que a liderança é a arte de inspirar, motivar, animar ideias e pessoas tanto no conceito empresarial como estendendo-se para um conceitos global, estado, país, e, por ventura, continental, libertando as gestões para um arbítrio menos oprimido e pesado,  augurando por objectivos e resultados e que não se preocupem tanto com a pressão de chefias menos pesadas e cansativas, das que levam a um descontentamento geral, desvirtuando assim, valores acrescentados, limitando o progresso com estruturas cansativas e pesadas, repetindo-me, desviamo-nos então dos preceitos mais proveitosos na procura de mais e melhor, numa constante e permanente forma de crescimento e resultados comuns, sendo que liderança já implica em si autoridade, mas numa administração mais respeitosa para com os subordinados.

Entendamos que, para um líder, entender o mundo, tenha de antemão a capacidade de perceber o que esteja em mudança, o que é necessário para que, com ele, mude o mundo da sua gestão no trabalho e lugar de prazer para os demais, pois, com isso, a seriedade nunca seja posta em causa, elaborando num regime de prazer e alegria em circunstâncias de reconhecimento, para que possam vir à tona. Questões essas que variam com as diferentes praças universais, distinções e conceitos de líder que variam desde as diferenças físicas, morais e históricas.

Entre a imensidão existem um sem número de tipos e estilos de liderança que se enumeram desde a antiga Grécia, citando, entretanto, alguns para nos guiemos no raciocínio possível e que aqui pretendemos, pelo menos, compreender.

”As mais belas qualidades tornam-se inúteis, quando a força do carácter não as sustenta.” Theophile Gautier.

”Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para ser vitorioso você precisa ver o que não está visível.” Sun Tzu.

”É como se fôssemos forçados a lidar com o imponderável, ao mesmo tempo que o imponderável é a única certeza que temos na vida.” Saulo Beiler.

“É difícil ser bem-sucedido sem ser esperançoso. Quando se acredita que o futuro vai ser melhor que o presente, começamos a trabalhar duro hoje.” Gallup.

”Ter empatia é ver o mundo com os olhos do outro e não ver o nosso mundo reflectido nos olhos do outro.” Carl Rogers.

“Se a humanidade tivesse, realmente, desejado o que está, já há muito tempo o teria conseguido.” William Hazill.

Desde os tipos aos estilos de liderança, uma centelha de ideais se espalham proclamando virtudes e defeitos, cabendo-nos a nós, como povo e cidadãos, escolher o que nos parecerá melhor u mais conveniente, com líderes que possuem as suas próprias características e estilos, e de entre elas venham as escolhas, quando ainda for possível melhorar o mundo e a pessoas que nele habitam.

Teorias sobre liderança política baseadas em estudos de Aristóteles, como a Ética a Nicómaco, Tratado da Virtude Moral, surge-nos a frase, também de Aristóteles, “A política é a ciência do bem para o homem”, apercebermo-nos aqui que, desde sempre, foi um assunto que nos intrigou como homens de uma sociedade, desde os tempos mais antigos aos de hoje, onde se encontram estudos sobre o tema.

Max Weber cita, “Poder é toda a chance, seja ela qual for, de impor a própria vontade numa relação social, mesmo contra a relutância dos outros”. Daí se derivam teorias e análises sobre estilos de liderança política, estudadas por cientistas, políticos e professores, etc.

    Não nos afastando da questão em debate, observarmos contextos muito próprios e específicos, como o exemplo a seguir:

    ” Em países que por herança colonial se constituem de povos com culturas e tradições diversas, algumas até rivais, o tema liderança é desafiador e até provocador.

Liderar, segundo Salim, et al (2004) citado por Silva, A. (2015) é “saber definir objectivos, orientar tarefas, combinar métodos, estimular as pessoas no rumo e metas traçadas e favorecer relações equilibradas dentro da equipe de trabalho (…)”.

Angola oferece-nos um contexto multicultural, onde ainda existe o predomínio das tradições tribais passando a liderança intermediária para os sobas, que podem ser eleitos, nomeados e de forma predominante escolhidos por sangue ou por herança familiar.

A par de uma necessidade intrínseca de levar a bom porto os objectivos nacionais é necessário coaduna-los com as necessidades regionais e de acordo com as tradições locais.

Existe um permanente conflito que necessita uma intervenção diplomática, formativa mas acima de tudo colaborativa com as lideranças tribais para que se possa olhar para estas metas como uma única meta, obrigando muitas vezes a desenvolver métodos diversos que possam de alguma forma agradar à maioria, por vezes flexibilizar para que no mínimo se possa remar na mesma direcção.

A procura por uma identidade e muitas vezes a busca incessante das raízes familiares provoca uma necessidade de aproximação entre as regiões mais urbanas e as rurais onde maioritariamente se encontra as tribos. Esta oportunidade de criar empatias dá-nos uma oportunidade única de flexibilizar o pensamento e permitir actos conjuntos que anteriormente não seriam possíveis.

Ao contrário do que se possa transparecer para o mundo fora fronteiras, esta constante busca pelo diálogo e um acordo entre todos torna-se um desafio em termos de tempo, mas necessário para que se possa avançar um pouco como um todo. As decisões tornam-se mais lentas o que pode por vezes levar-nos a pensar que nada se fez ou se decidiu, pode parecer uma liderança fraca, ou omissa, mas no fundo é um conjugar de interesses que nem sempre são racionais mas que atendem aquilo que serão as tradições e o medo pelo desconhecido fruto de uma falta de formação intrínseca e muitas vezes forçada pela própria tradição.

No contexto social, as unidades familiares são alargadas onde a figura paternal com mais idade (o mais velho) é por inerência o líder e a ele se devem todas as explicações sem nada poder ser decidido sem o seu aval ou anuência. O mais velho também o mais experiente detém o conhecimento da vida e a ele se deve obediência, simples actos com namorar, casar, divorciar, trabalhar devem ser imediatamente comunicados em assentada familiar (concelho de família) e nada poderá ser decidido sem a permissão do líder familiar. A família tem que ser protegida e deve ser financiada por todos de igual forma tendo a responsabilidade de quem ganhar mais (salário) o dever de partilhar com os membros da família que têm menos.

A vida pertence a todos da família, é uma comunidade que detém alguma autonomia, sendo que só o mais velho (líder familiar) pode pedir para falar com o soba (líder tribal). Esta hierarquia está intrínseca na educação de todos e muitos poucos se atrevem a não cumpri-la sob pena do desconhecido os castigar de forma impensável e dolosa para todos. Existe um conceito forte e inequívoco de que por todos se vive e a todos se castiga pelo erro de um. A responsabilidade é colectiva, e movem-se como um corpo uníssono, quem não cumprir as regras é banido ou pior.

As regiões urbanas encontram-se cada vez mais afastadas destas tradições tendo maioritariamente os jovens tornando-se em híbridos culturais que ora buscam as suas raízes ou se afastam delas conforme o seu interesse e objectivos a alcançar. Não conseguem, contudo, viver mediante normas e comportamentos sociais que menosprezem os líderes familiares ou tribais, podem até se afastar, mas temem-nos.

O vazio que existe entre aquilo que é a crença dos seus ancestrais e demais e o mundo ocidentalizado fê-los perder rasto do desconhecido que é muitas vezes preenchido pela necessidade de agregações religiosas, trocando o feitiço por deus, e muitas vezes complementando um com o outro, conforme a necessidade.

O temor do que poderá vir além da morte e do invisível é algo que a ciência ainda não lhes deu resposta. A educação e a partilha do conhecimento é débil e encontra muitas barreiras culturais para o seu desenvolvimento, não é um terreno fértil para a ciência.

Os líderes religiosos tornam-se cada vez mais importantes, sobretudo nas regiões urbanas, pois são eles que determinam o comportamento por aconselhamento aos seus discípulos, ávidos por uma explicação e conforto diante do amanhã invisível. A eles se deve uma obediência cega, como aliás se o fará nas tribos com os sobas, por convicção de que estes líderes são os instrumentos de Deus para os liderar, tudo é de todos os irmãos da Igreja ou congregação, é a família que deve ser protegida e sustentada financeiramente, assim como na família rural, o que ganha mais tem obrigação de dar mais, não a todos, mas sim de dar à Igreja ou congregação que tem por responsabilidade dividir com os irmãos mais desfavorecidos.

Liderar representa no fundo a agremiação de sobas, líderes religiosos e só por fim os políticos para que se consiga a uma única voz, caminhar juntos. Esta é uma liderança extremamente complexa, por vezes morosa, mas se tiver como objectivo a estabilidade e a paz, será com certeza a mais segura”.

E como sabemos, podemos definir a liderança política como a capacidade de um individuo em colocar-se à frente de processos políticos numa atitude que leva outros indivíduos a seguirem determinadas formas de pensar e de agir.

Com as suas características, a percepção do seu contexto histórico a partir daí, tornar-se numa figura capaz de presentar movimentos perspicazes de perfis analíticos para se relacionarem com as pessoas certas e coloca-las em prática com poderes persuasivos que visem mudar os rumos da história, logo, não existe apenas um estilo de liderança, mas sim vários, dependendo das personalidades e experiências nas vidas político-partidárias.

Para Ernesto Lacau, “o populismo é ainda a melhor maneira de organização política, pois, é o estilo de liderança que mais oferece representatividade e espaço às classes mais excluídas noutros tipos de liderança”.

Daí, resultados como motivação. Uma definição clara que se refere ao a um direccionamento instantâneo do pensamento, da acção, a um objectivo positivo do individuo, tais como desejo, anseio, vontade, esperança, etc., levando a que um mesmo objectivo possa levar diferentes pessoas e por diferentes razões a objectivos mais ou menos desejáveis, gerando competitividade entre as pessoas, e a essas preferências estáveis atribuímos-lhes mais estabilidade e motivação.

A motivação gere ânimo, o ânimo mais produtividade, a produtividade mais eficiente que proporcionará melhores resultados num ambiente seguro de trabalho, assunto que nos leva a produzir com mais motivos de alegria e satisfação.

E para nos concentrarmos no epicentro do tema, recuamos séculos de história ligam-nos à tradição da antiga filosofia e particularmente a Platão e Aristóteles, onde este último define o sujeito como um dos modos de substância possa ser aquilo que nos diga alguma coisa, mas que por sua vez pode não ser dito nada (metafísica, século VII a.C.).

Para vários pensadores da história da liderança e correntes filosóficas, temos como referência alguns exemplos:

Para Marx, não funcionava como o motor da história, mas sim como um sujeito auto consciente das classes sociais e as relações de produção. Para Nietzsche, eram o sujeito e a consciência como mascaras da vontade do poder.  Para Freud, que o colocou o sujeito na psique e não no cogito, mas num conjunto de desejos inconscientes que o dominam e dele se assenhoram, tal processo de contestação chegou ao auge na moda anti-humanista e anti subjectivista que caracterizou o estruturalismo, a hermenêutica, o pensamento fraco e todas as correntes que pregaram a necessidade de se pensar além do sujeito e das suas pretensas certezas gnosiológicas, morais, políticas, sociais e culturais. Correntes influenciadas por Heidegger pela sua inclinação em ver o sujeito cartesiano no mesmo patamar, sujeito-objecto, preconizando a figura do homem tecnocrático e violento do século XX.

Um exemplo moderno de formulação do conceito de liderança, Robert Maclver e Page (1937), consideravam como “capacidade de persuadir ou dirigir homens, resultado de qualidades pessoais, independentemente da função exercida”. Daí, diferentes tipos de liderança se encaminhavam e ainda se preconizam num mundo ainda em aberto à vida e a novas propostas, sem que se desliguem radicalmente das matrizes preconizadoras de todo o sempre para futuros ainda por chegar, nas mais variadas tipologias adoptadas.

De qualquer maneira, vai-se concretizando a transacção, o problema é saber por quem se é guiado e se segue o guia, ou seja, um problema do poder legitimado. Actualmente, no mundo, as lideranças revelam imprecisões, repelem-se análises psicológicas e sociológicas da ciência política em podemos radicalizar ao ponto de afirmar que a liderança tem sido objecto de enormes quantidades pensamentos nem sempre correctos ou pensamentos dogmáticos de influência.

Necessitam-se ainda hoje de estudos e abordagens sobre o tema e enfatizam a necessidade de aprofundar estudos, considerando-o como relacionamento de reciprocidade entre líderes, trabalhadores, povo e etc., em planos de caracter social, simbólico, identitário e cultural.

Um líder precisa e depende da legitimidade e atrelados à ressonância que existe entre problemas pessoais do próprio líder para com os demais, numa relação que possa assim vingar e correspondendo à necessidade dos liderados. Apenas com um processo de identificação se consegue de facto concluir e terminar em bom porto toda esta maresia que nos traz de há séculos, tentando edificar o individuo sem se desmobilizar o todo, tornando-os ordenadores e ordenados num significado de valores e de práticas. Tanto para o indivíduo como para o colectivo.

Vítor Burity da Silva

 

2. CURRICULUM

COMPLEMENTANDO O CURRICULUM:

 

Vítor Burity da Silva, is Academician  of the department of Philosophy, Scientific secretary of the department of Literature, member of the editorial council of the Publishing House of International Mariinskaya Academy n.a. M.D. Shapovalenko & member of the editorial board of the scientific journal “Mariinskaya Academy”.

Honorary Doctor Philosophy and Literature – 2019.

Cypress International Institute University (Texas – USA). No Polo situado no Malawi.

CYPRESS INTERNATIONAL CENTER FOR ACADEMIC RESEARCH.

Publico semanalmente Crónicas Literárias de pendor Filosófico (existencialista), no Jornal Tornado – Portugal. No Site Reaserchgate, na área de investigação – área de reflexão e trabalhos de pendor Filosófico.

 

Licenciado em Jornalismo pela Universidade Autónoma de Lisboa, em 1989.

 

Vítor Burity da Silva nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 28 de Dezembro

de 1961, filho de Fernando Burity da Silva e de Beatriz Amaro.

Vive em Luanda. (Angola).

Licenciado em Jornalismo.

Doutor Honorário em Literatura e Filosofia.

Professorship em Literatura e Filosofia.

Pós-graduado em Estudos Comparados – Literatura e Outras Artes.

Pós-Graduado em Bibliotecnia, Documentação e Investigação Científica.

Pós-Graduado em Gestão Académica.

Pós-Graduado em Gestão de Projectos.

Pós-Graduado em Gestão do Tempo.

Curso de Editor e Revisor Literário.

É autor dos livros:

– Rua dos Anjos, do qual se extraiu parte do texto para manuais escolares de Português (12.ª classe – Angola),

– Este lago não Existe;

– Novembro;

– O velho do rio sem nome;

– Emma, a menina triste. do livro infantil-juvenil:

Participou em várias colectâneas de prosa:

– Poiesis, (2007);

– Intemporal, (2008);

– A Arte pela escrita, (2008);

– Taras de Luanda (2015);

– Colectânea Bar dos Canalhas (2016);

– Arte Pela Escrita Nove (2016).

Com mais de vinte livros escritos, (romances e crónicas).

Autor de crónicas semanais em vários jornais e revistas de Angola, Moçambique, Portugal e Brasil.

Publicou em jornais e revistas, tendo obtido vários prémios e menções honrosas.

International Author of books respected globally by International Association of Writers (USA)

(Autor internacional de livros respeitados globalmente pela Associação Internacional de Escritores) (EUA.

Membro Efectivo da Academia de Artes do Brasil.

– Colaborador residente do Jornal da Cultura, Angola.

Redactor e Colaborador residente do Jornal O TORNADO, Portugal.

– Membro Honorário do Círculo de escritores Moçambicanos na Diáspora, galardoado

com “Mérito de Qualidade nas Letras”.

Professor Universitário de língua portuguesa, literatura de expressão portuguesa, infanto-juvenil e de literatura de expressão angolana.

Director do Gabinete de Comunicação e Imagem da Universidade Independente de Angola.

 

 

 

 

 

 

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