Formação Curricular FLNC

now browsing by category

 

PISCDIL – Relatório de Actividades: 1976-2020

RELATÓRIO DE ATIVIDADES

PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona.

Englobando, Diáspora e Interior: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste/Lorosa?e, Goa/Damão/Diu, Macau, Galiza – Academia Galega da Língua Portuguesa.

Actualizaão: 1976-27set2010 – 31dez2017 – 2020 ss.

 

ANTECEDENTES

(Apenas algumas atividades mais significativas)

– 1976: Antecedente inicialmente pessoal, mas ao serviço de todos daqueles irmãos que, constrangidos pela guerra civil, provocada pelas lutas partidárias sedentas do poder, se viram obrigados a abandonar a Mãe-Terra, alguns para regressarem depois e outros para viverem definitivamente no exterior – DIÁSPORA TIMORENSE, que, então, eu chamava “Folhas Soltas”. Com a independência nacional em 20 de maio de 2002, a DIASPORA TIMORENSE faz parte integrante da Constituição Nacional Timorense: Artigo 22.º (Timorenses no estrangeiro) Os cidadãos timorenses que se encontrem ou residam no estrangeiro gozam da protecção do Estado para o exercício dos direitos e estão sujeitos aos deveres que não sejam incompatíveis com a ausência do país.” Construir uma POLÍTICA DE DIÁSPORA, enquanto parceira de sustentabilidade da: Viabilidade, Estabilidade, Capacidade e Qualidade da INDEPENDÊNCIA NACIONAL. Para que as “Folhas Soltas”, ao morrerem, possam gerir nova vida para a Mãe-Terra e o Pai-Céu.

– 1983-1985 – Juntamente com os Quadros Timorenses (AT) então existentes em Portugal, fundamos a Associação Timorense, tendo como objectivo estatutário ( Artigo 4º d)), a formação de Quadros qualificados, englobando diáspora e no interior. Oportunamente será publicado uma filmagem da RTP, registando um dos momentos importantes do EVENTO histórico.

– 1998, 23-27abril – 1ª Convenção Nacional Timorense em Peniche, Portugal, e elaboração do Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento (PED) de Longo, Médio e Curto Prazo.

– 22set2010: Encontro da AADB (Associação Apoio à Diocese de Baucau) e AT com D. Basílio do Nascimento, Bispo de Baucau, Timor Leste/Lorosa’e – Solicitação do Prelado, representando a Igreja em Timor, para se desenvolver em Portugal o Projeto de Formação da Nova Liderança Timorense. Projeto denominado “Projeto Maubisse – Timor L/L”, um projeto conjunto da Igreja, Estado e Sociedade Civil.

 

– Constituição da Comissão Organizadora de Conferências e Congressos (COCC TD2012

 

– 22set2010 – 19nov2010: Elaboração e aprovação do “Projecto de Formação em Liderança e Chefia (FLC)” por Alberto Araújo e Joana Araújo, sua aprovação por D. Basílio do Nascimento e sua apresentação ao então Presidente da Academia das Ciências de Lisboa e de Instituto de Altos Estudos, Prof. Doutor Adriano Moreira.

PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona 

– 19nov2010 – Audiência e apresentação do Projeto FLC (Formação em Liderança e Chefia) ao Prof. Doutor Adriano Alves Moreira, Presidente da Academia das Ciências de Lisboa e Presidente do Instituto de Altos Estudos.

 

 

 

 

 

– Até 31jan2012: Reuniões e conferências na Universidade Lusófona, Centro Social Paroquial do Calhariz de Benfica, Colégio Universitário Pio XII.

 

– 31jan2012 – Audiência e apresentação do Projeto FLC ao Prof. Doutor Guilherme d’Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas, Lisboa.           31jan2019 (7º Ano de caminhada)

 

– 20jun2013 – Audiência e apresentação do Projeto FLC ao Prof. Doutor e Deputado Narana Coissoró, Deputado e Professor do Instituto de Ciências Sociais e Políticas, às 10h30. Objetivo:  Envolvimento de Goa/Damão/Diu no projeto PISCDIL.

 

– Até 19jul2013: Reuniões, conferências, etc. na Universidade Lusófona de Lisboa, Centro Social Paroquial do Calhariz de Benfica e Colégio Universitário Pio XII; incluindo a Reunião com o Conselho da Diáspora Portuguesa, 11jul2013, às 11h00.

 

Quase todas as sessões estão gravadas com vídeo-câmara.

– Calendarização do Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Timorense para 20-22set2013 – Não foi realizado, dada a constatação de não reunião de condições necessárias.

 

– 19jul2013, 17h00-18h30: Primeiro encontro das associações da diáspora lusófona, na Universidade Lusófona de Lisboa, 17h00-18h30, com a presença de representantes de: Angola (Dr. Zeferino Boal, representando Dra. Susete Antão);  Brasil (Dr. Ricardo Amaral Pessôa); Cabo Verde (Eng. Alberto Rui Machado); Guiné Bissau (Dr. ?); Moçambique (Dr. Delmar Maia Gonçalves); Portugal (Dra. Elisabete Lourenço, em representação do Reitor da Universidade Lusófona de Lisboa, Prof. Doutor Manuel Damásio); São Tomé e Príncipe (Dr. Luís Trindade); Timor L/L (Presidente da Associação Timorense Alberto Araújo); Macau (Dr. Mário Matos); Goa/Damão/Diu (Dr. Valentino Viegas).

. Evento gravado com vídeo-câmara, podendo oportunamente ser visionado.

 

– 23-25ago2013 – Apresentação do Projeto Maubisse aos bolseiros timorenses, edifício dos Salesianos no Campo de Ourique, Lisboa, em coordenação com Adido da Educação, Embaixada da RDTL em Lisboa.

– Evento registado com vídeo-câmara, podendo oportunamente ser visionadas aS conferências e intervenções dos participantes.

 

– 07set2013 – Conferência Internacional – “Educação, Cultura e Valores”, organizada pelo Ciclo de Escritores Moçambicanos da Diáspora (CMED), Presidente Dr. Delmar Maia Gonçalves, Vinhais Clube Desportivo, São Domingos de Rana, Cascais.

 

– 20set2013,16h00: Reunião com Presidente do Observatório da Língua Portuguesa, Eng. Eugénio Anacoreta Correia, Fundação da Cidade de Lisboa, Campo Grande, às 16h00. Apresentação do Projeto Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (I CDIL).

 

– 14out2013, 15h00: Reunião com Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD). Apresentação da PISCDIL, tentando parcerias.

 

– 13jan2014, 18h30; 23jun2014, 19h00; 15dez2014, Instalações AFAP e outros locais: Reunião com Plataforma Ativa da Sociedade Civil (PASC). Envolvimento da PASC no Projeto Maubisse.

 

– 06fev2014, 10h30: Reunião com Instituto Camões. Apresentação do Projeto PISCDIL.

 

– 14fev2014, 17h00: Reunião com Pe. António Colimão, Pároco da Igreja de S. Francisco Xavier, Algés. Envolvimentos de Goa/Damão/Diu na PISCDIL.

– 03abr2014, 10h00; 18abr2014, 10h30; 22abr2014, 10h0; 27mai2014, 11h00; outros encontros de trabalho: Reunião com Universidade Católica, Centro de Estudos de Filosofia, Prof. Doutor Mendo Henriques e o grupo. Seguimento de um Guia de Cidadania Lusófona.

 

– 19ago2014 a 25set2014, em Timor L/L: Constituição de um Grupo Parceiro da PISCDIL, aproveitado o tempo de Celebrações Rituais e Sociais, na continuidade/resiliência dos tempos antes da chegada dos Portugueses.

 

– 27nov2014, 14h30-17h30; outros encontros de trabalho (26fev2015, 18h00): Reuniões com CEFI, Universidade Católica: Europe Global Values 2020. Tentando apoios, parcerias e financiamento para PISCDIL. Candidatura final, assinada pela ACL, Prof. Doutor Adriano Moreira.

 

– 27jan2015, 10h30: Solicitação ao Professor Doutor Adriano Moreira para a elaboração do CURRÍCLO da Formação em Liderança e Chefia. Concordando, passa a ser designada Formação em Liderança e Cidadania, ou mais especificamente, Formação em Liderança Nacional e Cidadania (FLNC).

 

– 03abr2015: PISCDIL – Passagem do Plano A (representação de associações da diáspora lusófona) para Plano B (representação a titulo individual da sociedade civil da diáspora lusófona).

 

– 10abr2015, 18h00: Em busca de parcerias para PISCDIL– Com Dr. Carlos Marques e Francisco Rêgo, Instituto Português para Desenvolvimento (IPD) e Universidade Católica, Restaurante Pastelaria Califa, Lisboa.

 

– 20fev2015, 16H00 – Estudantes lusófonos da Universidade Católica Portuguesa (UCP); 05mar2015, 15h00 – com Gilson Baia e colegas da Universidade Nova de Lisboa; 12mar2015, 15h00 – com Oli Pedro, UCP; 16mai2015, Biblioteca de Odivelas – com Júnior (Januário Júnior Gonçalves Ceita, São Tomé e Príncipe, Mário Júnior, relacionados com Oli Pedro). Júnior tornou-se uma ponte determinante para o futuro Protocolo entre a Academia das Ciências de Lisboa e a Fundação Atena/Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, pondo-nos em contacto com Prof. Dr. Liberato Moniz. Júnior organizou o encontro com os estudantes lusófonos de Coimbra (ver 22ago2015).

 

– 30mai2015: Pró-Ordem dos Professores, Federação Portuguesa dos Professores – Hotel Vila Rica, Lisboa. 11h00, Conselho Geral Pró-Ordem; Almoço; 14h30, VI Congresso Nacional Pró-Ordem. Apresentação da PISCDIL, tendo em vista uma parceria. A partir de então, temos recebido regularmente emails da organização.

 

– 04ago2015, 11h00: Assinatura de Protocolo de Cooperação entre Academia das Ciências de Lisboa e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D. Jaime Garcia Goulart, representado por Prof. Dr. Pe. Domingos Alves.

 

– 22ago2015: Deslocação a Coimbra – Encontro com os estudantes lusófonos da Universidade de Coimbra, organizado por Januário Júnior.

 

– 10set2015, 10h30: Sede da Fundação AMI, com Dr. Fenado Nobre. Posterior assinatura de Sócios Fundadores da PISCDIL.

 

– 23set2015, 10h00 – Reunião com Prof. Dr. Liberato Moniz, Presidente da Fundação Atena, preparando a futura assinatura de protocolo entre ACL e Fundação Atena/Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe.

 

– 02out2015: Elaboração do documento para Assinatura de Protocolo de Cooperação entre a Fundação Atena e Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, levado por Prof. Dr. Liberato Moniz, para ser estudada e discutida com a Reitora da Universidade, e assinada pela Professora Doutora Maria Fernanda Pontífice. Assinatura final do Protocolo: 21jan2016 (ver).

 

– 06out2015, 15h00: Reunião com Fundação Oriente, Museu do Oriente, Alcântara, com Dr. João Amorim. Em busca de parceria e apoio para PISCDIL e seus objetivos.

 

15out2015, 10h00: Fundação Calouste Gulbenkian, audiência com Dra. Maria Hermínia Cabral – Apresentação da PISCDIL e Formação em Liderança Nacional e Cidadania, em cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa.

 

– 19-21nov2015: Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (ICDIL) – Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa.

 

– 21dez2015, 15h00: Registo da PISCDIL – Instituto de Registo Nacional de Pessoas Coletivas (IRNPC), Lisboa.

 

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2016

 

– 05jan2016: primeiro telefonema ao Prof. Doutor Tolentino Corsino, membro da ACL (?) e fundador da Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde (ACH-CV). Preparando Assinatura de Protocolo de Cooperação (vindo a ser efetuada em 20abr2017 – ver).

 

– 21jan2016, 15h00: Assinatura de Protocolo de Cooperação entre a Academia das Ciências de Lisboa e a Fundação Atena e Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe.

 

– 30jan2016, 15h00: Lançamento da Revista Bue Fixe, Casa Internacional de São Tomé e Príncipe. Descoberta da Dra. Zakyia Mamad, que tornou possível a futura Assinatura e Protocolo entre PISCDIL e APQ (Associação Portuguesa para Qualidade) – Ver 28abr2016.

 

– 18fev2016, 11h00: Primeira Reunião com Reitor da Universidade Aberta – Prof. Doutor Paulo Dias e Dra. Rosa Sequeira, CEMIR. A Direção da PISCDIL presente: Dr. Ricardo Amaral Pessôa, Dr. Manuel dos Santos, Dra. Maria Dovigo (Galiza). Assunto: Biblioteca Virtual/Digital da PISCDIL.

 

– 21mar2016: Abertura da Conta Bancária da PISCDIL – Banco Millenium BCP. Agência Centro Comercial Colombo. NIB: 0033-0000-45481534892-05; IBAN:  PT50-0033-0000-45481534892-05.

 

– 22mar2016, 15h00: Reunião PISCDIL e APQ (Associação Portuguesa para Qualidade), com Eng. António Ramos Pires, Presidente, e Dra. Zakyia Mamad. Preparação de condições para Assinatura de Protocolo de Cooperação.

 

– 28abr2016, 19h00: Assinatura de Protocolo de Cooperação entre PISCDIL e APQ. Casa Internacional de São Tomé e Príncipe, com jantar dos presentes.

 

– 23mai2016-21jun2016: Presidente da Direção PISCDIL – Em Timor L/L.

– Criação do Centro Coordenador e de rede de Núcleos de Formação em Liderança Nacional e Cidadania (FLNC). Reuniões em Dili, Aileu e Baucau.

– Condições logísticas e outras para o funcionamento da FNLC.

– Audiências e apresentação da PISCDIL e da FNLC com o Governo de Timor L/L:

* 10jun2016, 08h30: Presidente da RDTL (República Democrática de Timor Leste), Tahur Matan Ruak.

* 13jun2016, 11h00: Primeiro Ministro, Dr. Rui Maria de Araújo.

* 16jun2016, 08h30: Ministro de Estado, Coordenador dos Assuntos Sociais e Ministro da Educação, Dr. António Constâncio.

* 16jun2016, 11h00: Novo Bispo da Diocese de Dili, D. Virgílio

* 16jun2016, 14h00(?): Ministro do Comércio, Indústria e Ambiente, Dr. Constâncio Pinto

* 17jun2016, 13h00: Ministério dos Negócios Estrangeiros – Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros, Dr. Roberto Sarmento de Oliveira Soares.

– 26jul2016: Com Dr. Ricardo Amaral Pessôa, início de contato telefónico e email com Brasil, André Moro. Em busca de um promotor e de uma Instituição Formadora para Assinatura de Protocolo de Cooperação com ACL.

– 22ago2016: Contato telefónico com Reitora da Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe. Seguimento da Assinatura de Protocolo de Cooperação com ACL.

– 30ago2016, 11h00; 16nov2016, 11h00; 21nov2016: Com Tenente-Coronel Carlos Rouco, Secção de Formação da Academia Militar, e Dr. Américo Ferreira, intermediário: Estudo da possibilidade Organização de DEBATES, no âmbito da Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

 

– 02set2016: Contato telefónico com Prof. Doutor Tolentino Corsino, que indica Prof. Doutor Jorge de Sousa Brito, enquanto Presidente da Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde (ACH-CV), com competência para avançar com o processo da Assinatura de Protocolo de Cooperação ACL-ACH-CV. Ver Assinatura do Protocolo, 20ab2017.

 

– 16set2016, 10h00: Audiência com Prof. Doutor Adriano Moreira. Entrega do Programa de Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania, sob forma da DEBATES.

 

– 20set2016, 11h00: Reunião com Presidente do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), Prof. Doutor Manuel Meirinho e Coordenador da Área de Cooperação e Desenvolvimento, Dr. Pedro Abreu. Presente representante da Casa de Moçambique, Dr. Enoque João. Em busca de uma Sede para PISCDIL e de parceira no âmbito do Programa de Formação Não-curricular, através da organização conjunta de DEBATES, com o envolvimento do Professores e Alunos.

 

– 22set2016 12h00: Reunião com Associação para Desenvolvimento Económico Empresarial (ADEE), Secretário Executivo Zahir Habibo, Dr. Miguel Pipa e Dr. Na qualidade de apresentante da PISCDIL, possibilitou o encontro Eng. António Ramos Pires, Presidente da Direção da Associação Portuguesa para Qualidade (APQ). Em busca de apoio, parceria e financiamento.

 

– 30set2016, 10h30: Reunião com a Diretora da Obra Católica Portuguesa (OCP), Dra. Eugénia Quaresma, Quinta do Cabeço, Olivais. Em busca de contatos de lusófonos espalhados pelo mundo – comunidades, paróquias, organizações, famílias e indivíduos – tendo como objetivo os objetivos fundantes da PISCDIL: “Troca de informações/notícias/mensagens/experiências. Coordenação de ações”

 

– 13set2016, 16h00: Continuação da reunião de 20set2016, com a hierarquia do ISCSP – com a presença de Dr. Enoque João, Presidente da Casa de Moçambique, e de Dr. Edson Macuácua, Presidente da Primeira Comissão (Comissão dos Assuntos Constitucionais Direitos Humanos e Legalidade da Assembleia da República de Moçambique. Assunto: Parcerias, protocolos de cooperação no âmbito de Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

– 31out2016: Solicitação de audiência com Prof. Doutor Guilherme d’Oliveira Martins. Em busca de financiamentos, parcerias e protocolo no campo da Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

 

– 09nov2016, 15h00: Audiência com Prof. Doutor Guilherme d’Oliveira Martins, Diretor Executivo da Fundação Calouste Gulbenkian. Apresentação da PISCDIL e seus objetivos – Formação em Liderança Nacional e Cidadania. Para dar continuidade: apresentação pela PISCDIL de objetivos mais detalhados e operacionais.

– 02nov2016: Solicitação de audiência com a nova Reitora da Universidade Católica Prof. Doutora Isabel de Oliveira C. Gil.

 

– 06nov2016: Contato, via email, com Presidente da Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde (ACH-CV). Apresentação da PISCDIL e seus objetivos – Formação em Liderança Nacional e Cidadania. Proposta e solicitação de parcerias e protocolos.

– 07nov2016: Contato, via email, com Prof. Doutor Guilherme d’Oliveira Martins – solicitando o favor de, por ocasião da sua deslocação a Moçambique, desenvolver diligências no sentido de se encontrar uma Instituição Formadora capaz e disposta a assinar um protocolo com a Academia das Ciências de Lisboa, no âmbito do projeto de Formação em Liderança Nacional e Cidadania.

 

– 08dez016, 11h00: Encontro de trabalho com Dr. e Formador José Águas, indicado por Dra. Zakyia Mamad da Associação Portuguesa para Qualidade (APQ). Assunto elaboração do Orçamento do Programa da Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania, tendo como objetivo corresponder à solicitação do Prof. Doutor Guilherme d’Oliveira Martins, na audiência atrás referida.

 

– 09nov2016: Solicitação de audiência com o Presidente da República Portuguesa, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa.

. Audiência realizada em 18jan2017 (ver a Ata)

 

– 13dez2016: Contato, via email, com Reitor da Universidade do Algarve. Solicitação de audiência para apresentação da PISCDIL e seus objetivos, tendo em vista parcerias e protocolos de cooperação.

 

– Audiência realizada em 13jan2017, com a Pró-Reitora Prof. Doutora Gabriela Schütz. Audiência gravada em vídeo-câmara e com fotos, registos que foram enviados em pen, via correio normal, em 13fev2017.

 

-13dez2016: Solicitação de audiência com a Presidente da Câmara Municipal da Amadora, Dra. Carla Tavares, tem em vista: uma Sede para PISCDIL, relacionada com a antiga Sede da Associação Portuguesa para Qualidade (APQ); e, associado à Sede, um Centro Desportivo Lusófono.

 

– 16dez2016: Solicitação de Audiência com Ministro da Educação, Dr. Tiago Brandão Rodrigues. Apresentação da PISDIL e seus objetivos no âmbito da Língua Lusófona – Dicionário, Gramática, Manual e contatos permanentes através de textos de apoio, noticias, etc.

. Audiência realizada em 02mar2017, Av. 5 de outubro, 12º, com Secretário de Estado da Educação, Dr. Jorge Sarmento Morais, e com a presença dos membros da Direção da PISCDIL e do Eng. António Ramos Pires, Presidente da Direção da Associação Portuguesa para Qualidade (APQ), com a qual foi assinado um Protocolo de Cooperação). (Ver Ata).

 

– 16dez2016: Solicitação de audiência com Primeiro-Ministro, Dr. António Costa, tendo como objetivo a apresentação da PISCDIL e dos seus objetivos gerais e específicos.

 

– 20dez2016: Reunião com Prof. Doutor Lourenço Dias da Silva, Cooperate Business School (CBS) e Escola Superior de Gestão Corporativa e Social (ESGCS). Em busca de mais um intermediário para contactos com Reitor da Universidade Católica de Moçambique (UCM), Prof. Doutor Pe. Alberto Ferreira, tendo presente a Universidade de Zambeze e tendo em vista parcerias e protocolos com a Academia das Ciências de Lisboa, no âmbito da Formação Curricular, e com PISCDIL, no âmbito de Formação Não-Curricular. Tivemos, a seguir, mais duas reuniões para esclarecimento de questões.

 

– 23dez2016: Solicitação de audiência com Sua Eminencia o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa D. Manuel Clemente, tendo como objetivo a apresentação da PISCDIL e seus objetivos e o papel da Igreja em Timor L/L, n âmbito do projeto de Formação em Liderança Nacional e Cidadania. Foi confirmada, através de contato telefónico, a receção do email.

 

– 23dez2016: Solicitação de audiência, via email, com Sua Alteza Real Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, também cidadão oficial timorense. Apresentação da PISCDIL e seus objetivos gerais e específicos.

 

– SOLICITAÇÃO DE AUDIÊNCIAS COM AS UNIVERSIDADES E INSTITUTO SUPERIORES, tendo em vista parcerias e protocolos no âmbito de Formação Não-Curricular, através de organização conjunta de DEBATES em torno de questões relacionadas; esclarecendo que é através destes DEBATES, que envolvem docentes, discentes e convidados, que os futuros líderes nacionais se irão afirmando, ao apresentar e defender os seus pontos de vista perante as questões nacionais e mundiais. Um formado pode ter um conjunto de diplomas de Licenciatura, Doutoramento, Espacialização, Pós-Graduação, mas se, perante uma questão concreta e premente, não for capaz contribuir positiva e qualitativamente, de nada servem os referidos diplomas:

. 26dez2016: Reitor da Universidade de Lisboa, Prof. Doutor António Manuel da Cruz Serra.

. 26dez2016: Reitor da Universidade Nova de Lisboa, Prof. Doutor António Manuel Bensabat Rendas.

. 26dez2016: Presidente do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Prof. Doutor Manuel Meirinho, com apoio do Prof. Doutor Adriano Moreira, Presidente do Instituto de Altos Estuos (IEA) da Academia das Ciências de Lisboa (ACL). Foram realizadas duas reuniões (ver Audiências 27set2016).

. 26dez2016: Reitor do Instituto Universitário de Lisboa – ISCTE-IUL, Prof. Doutor Luís Reto.

. 30dez2016: Reitor da Universidade Lusíada de Lisboa, Prof. Doutor João Gabriel Silva.

. 30dez2016: Reitor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, Prof. Doutor Mário Caneva Moutinho.

. 30de2016: Reitor da Universidade do Porto, Prof. Doutor Sebastião Feio.

. 30dez2016: Reitor da Universidade do Mino, Prof. Doutor António Manuel Cunha.

31dez2017: Presidente do Instituto Piaget, Amada, Lisboa, Prof. Doutor António Oliveira Cruz.

. 05jan2017: Reitor da Universidade Católica de Moçambique (UCM), Prof. Doutor Pe. Alberto Ferreira.

. 28jan2017: Reitor da Universidade de Aveiro, Prof. Doutor Manuel António C. de Assunção.

. Reitor da Universidade de Coimbra

 

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2017

 

– 15jan2017: Solicitação de audiência com a Embaixadora da República de Timor Leste em Lisboa, Dra. Maria da Paixão Costa. Tem por objetivo relatar a apresentação da PISCDIL já feita ao governo central e envolver, do ponto de vista político, a diáspora timorense no Projeto Maubisse – Formação de Liderança Nacional: um projeto que passou de timorense para ser das Comunidades/Estados e das comunidades lusófonas espalhadas pelo mundo.

 

– 24jan2017 – Solicitação de audiência com PM Dr. António Costa. A resposta foi rápida, mas para comunicar que a solicitação foi reencaminhada para o Ministério de Negócios Estrangeiros. Também daqui a resposta foi breve: através de um telefonema, dando início a todo o processo que culminou na audiência com o Secretário de Estado das Comunidades Dr. José Luís Carneiro, e, finalmente, com uma sessão presidida por um Secretário Adjunto do departamento.

 

– 04fev2017: Aproximações entre formandos timorenses e guineenses de Bissau: envio da lista de formandos timorenses, esperando a mesma resposta, reiterada em 16mar2017. O processo tem como objetivo permitir contatos diretos das Instituições Formadoras entre si, cabendo a cada uma gerir contatos interpessoais entre os formandos.

 

– 04fev2017, 06fev2017, 09fev2017, 11fev2017, no seguimento de vários anteriores logrados – Troca de emails com Dr. Alvimar Pinto e Dr. Marcelo Fraga Coelho, Universidade Espirito Santo, sem referir contatos telefónicos e via Skype.

 

– 26mar2017: Mensagem dirigida à Reitora da Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, Prof. Doutora Maria Fernanda Pontífice, e ao Presidente da Fundação Atena, Prof. Doutor Liberato Moniz, solicitando lista de formandos em Liderança Nacional e Cidadania, possibilitando relações diretas e interpessoais com congéneres de Guiné Bissau e de Timor L/L.

 

– 26mar2017: Mensagem dirigida à Direção da Associação Uma Timor Salurik, Dr. Tiago Santana Cardoso, tendo como objetivo a apresentação do Projeto Maubisse, integrada na PISCDIL,  e tendo em vista parcerias e protocolos de cooperação.

 

– 06abr2017, 15abr2017: Elaboração final dos termos do Protocolo de Cooperação entre Academia das Ciências de Lisboa (ACL) e Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde (ACH-CV).

 

– 18abr2017: Assinatura de Protocolo de Cooperação entre a ACL e ADH-CV, na Academia das Ciências de Lisboa, com a presença, por parte de Portugal, do Presidente da ACL, Prof. Doutor Artur Anselmo, do Presidente do Instituto de Altos Estudos da ACL, Prof. Doutor Adriano Moreira, da Secretária Geral da ACL, Prof. Doutora Maria Salomé Pais; por parte da ACH-CV, estiveram presentes o Presidente da ACH-CV, Dr. Jorge de Sousa Brito, a Presidente da Academia de Letras de Cabo Verde, Prof. Doutora Vera Duarte. Não podendo estar presentes os restantes membros da Direção, a PISCDIL foi representada por Dr. Ricardo Amaral Pessôa (Brasil), Drs. Sérgio Vieira e Rolando dos Reis Borges (Cabo Verde), Dr. Wilson Almeida (Casa Internacional de São Tomé e Príncipe), José Carlos Tiago de Oliveira (?), Dr. Mário Matos (Presidente da Fundação Casa de Macau), Eng. António Ramos Pires (Associação Portuguesa para Qualidade – APQ), Alberto Araújo, Timor L/L e Presidente da Direção da PISCDIL. (VER Acta).

 

– 01mai2017 – Registo, simbólico, electrónico (on line) do Programa de Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania (FLNC) na Inspecção Geral de Actividades Culturais (IGAC).

– 03mai2017 – Pagamento do registo, por transferência bancária, através da Caixa Geral de Depósitos, no valor de 29,80€ (vinte e nove euros e oitenta cêntimos).

– 16mai2017 – Terceira Reunião entre PISCDIL e ISCSP (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas), Rua Almerindo Lessa, Monsanto, Lisboa. Objeto: Estudar a organização conjunta ou separada de DEATES, envolvendo Academia das Ciências de Lisboa e ISCSP,  no âmbito de Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

 

– (cont.)

Lisboa, 22abr2017

P’la Direção da PISCDIL

Alberto Araújo, Presidente

 

Relatório de Atividades 2018

As atividades de 2018 foram coordenadas e convergiram no sentido de descobrir e conseguir parcerias ou cooperação para a concretização do Projeto de Formação em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania.

As atividades a seguir referidas situam-se no âmbito de relações escritas, através de email. Os inúmeros contactos telefónicos que convergiram e se seguiram para tais relações escritas não estão aqui referidos.

Começando com as REUNIÕES e partindo do acordo de estas serem por via digital, só estão aqui mencionadas aquelas que foram direta ou indiretamente expressas como tais. Assume-se, portanto, que toda a correspondência entre os membros da Direcção ou Órgãos Sociais da PISCDIL, incluindo os amigos e possíveis parceiros, tiveram como intenção implícita provocar reações/respostas por parte dos destinatários.

Fundamentalmente, as Reuniões e toda a correspondência tiveram um duplo objetivo comum: a) Protocolos de Cooperação no âmbito de Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania entre a Academia das Ciências de Lisboa/Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE) e as Instituições Formadoras interessadas das Comunidades Lusófonas. b) Cooperação, formal ou informal, de todas as entidades interessadas na Formação Não-Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania, através de DEBATES À DISTÂNCIA.

Este ano, em vez da estrutura cronológica geral e habitual, optamos por uma cronologia setorial:

    REUNIÕES

– 06março – Universidade Nova de Lisboa: sondagem de possibilidades

– 12abril – Universidade Católica de Brasília, através de uma série de tentativas por parte do nosso Vice-Presidente Ricardo Amaral Pessôa, em Portugal, e do (seu irmão) Eduardo Henrique Amaral Pessoa – Via WhatsApp.

– 20junho – Presença na Inauguração da Sede da da sua Representação Permanente em Portugal, Av. 24 de julho, nº 118. Seguiram-se uma série de reuniões, tendo como objetivo Assinaturas de Protocolos de Cooperação com ACL/IAS e PISCDIL, algumas das quais serão seguidamente mencionadas.

 

– 26 junho – Primeira Reunião entre PISCDIL e g7+ (foto)

 

– 01agosto – Segunda Reunião entre PISCDIL e g7+

– 03agosto – Proposta de comemoração conjunta com outras organizações do Dia Mundial dos Estudantes – 11nov2018.

-09setembro – Projeto de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona, orientado para parceria ou cooperação da PISCDIL e CPLP/IILP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e Instituto Internacional da Língua Portuguesa, com Sede em Cabo Verde).

11setembro – Definição da temática para o II Congresso Nacional da PISCDIL, tendo como temática: Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento por parte de cada uma das Comunidades/Estados lusófonas interessadas (PED, Longo, Médio e Curto Prazo).

04outubro – Calendarização da reunião entre ACL/IAE e g7+

29outubro – Reunião entre ACL/IAE, PISCDIL e g7+

 

19novembro – Assinatura de Protocolos de Cooperação entre ACL/IAE e g7+, lograda/adiada.

 

Em busca de parcerias e protocolos de cooperação entre ACL/IAE, PISCDIL e Instituições Formadoras lusófonas interessadas na concretização do PROJETO LUSÓFONO – Formação em Liderança da Nacional/Nacional e Cidadania:

 

> ANGOLA

– 20março – Secretária Pessoal do Magnifico Reitor da Universidade Católica de Angola – UCAN

– 21maço – Secretário Geral da UCAN

– 23março – Secretaria do Magnífico Reitor

– 25março – Reitoria da UCAN

– 04, 07ABRIL – Reitor da UCAN

 

> BRASIL

– 24,25,26janeiro – Novo intermediário, Eduardo Henrique Amaral Pessôa, e representante do Vice-Presidente da PISCDIL por Brasil, Ricardo Amaral Pessoa. Vem continuar os contatos no Brasil, iniciados nos anos anteriores, Álvaro Amorim Pinto.

– 02fevereiro,01,12abril – Reitoria da Universidade Católica de Brasília – UCB.

– 22junho – Vice-Presidente da UCB.

– 15JULHO – Centro do Ensino Superior de Vitória – CESV.

– 04AGOSTO – Agente de investimento internacional António Távora, Pastelaria Suíça, Lisboa.

– 27novembro, 06dezembro – Centro Universitário de Brasília – UNICEUB.

 

> CABO VERDE

– Contatos telefónicos, sem correspondência escrita: em compasso de espera pelo início do Curso de Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania, após a Assinatura de Protocolos de Cooperação, realizada na Academia das Ciências de Lisboa, em 18 de abril de 2017 (foto).

 

> GUINÉ BISSAU

– 21agosto – Reitor da Universidade Piaget de Guiné Bissau – Inscrições de candidatos e condições para o funcionamento da Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania.

– Em compasso de espera pelo início do Curso de Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania, após a Assinatura de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa, realizada via Internet, em 05 de outubro de 2015.

 

> MOÇAMBOQUE

– 23janeiro – Mais um novo intermediário, a enriquecer os anteriores, Paulino Alface.

– 17fevereiro – Encontro com Deputado pela Diáspora da Europa e do Mundo e Professor Rui Sixpence, na Embaixada de Moçambique em Portugal.

– 30novembro – Homenagem ao Samora Machel Júnior. Em busca de parcerias em Moçambique.

 

 

 

> PORTUGAL

Sem referir as outras universidades anteriormente contatados:

– UCoimbra

– 16,20maio – Coordenadora de Programa de Ensino à Distância da UCoimbra

– 06novembro – Vice-Reitora da UCoimbra.

– 08novembro – Reunião com Vice-Reitora UCoimbra.

 

– 15fevereiro2019 – O Programa de ENSINO À DISTÂNCIA da PISCDIL não se enquadra no Programa Geral da UCoimbra. Possibilidade de realização com o Projecto Especial de Ensino à Distância da UCoimbra.

 

– UMinho

– 16maio,06junho – Diretor de Departamento de Ensino à Distâancia UMinho.

– 17julho – Resposta: “Não se enquadra com a missão atual de Ensino à Distância da UMinho”.

 

– UNLisboa

– 06março – Diretor do Departamento de Ensino à Distância da UNL.

– 21maio – Resposta: “Não temos Departamento de Ensino à Distância”.

 

 

> SÃO TOMÉ E PRINCIPE

– 28maio, 21agosto, 06novembro: Solicitando Inscrições no projeto Formação em Liderança Nacional e Cidadania.

– Em compasso de espera pelo início do Curso de Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania, após a Assinatura de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa, realizada em 02 de outubro de 2015.

 

 

 

> TIMOR LESTE/LOROSA’E

– Contatos frequentes, via WhatsApp e email, no sentido de alargar as inscrições no Projeto/Programa Formação em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania. As listas de inscrição foram sendo atualizada.

– Em compasso de espera pelo início do Curso de Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania, após a Assinaturas de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa, realizadas30 de julho de 2015 e 23 de novembro de 2017.

 

> G7+ Representação Permanente de Portugal

– 20junho – Inauguração da Sede do g7+ – Representação Permanente de Portugal.

 

– 26 junho – Primeira reunião entre Direção da PISCDIL e g7+: Apresentação do PROJETO-MAUBISSE/PROJETO-LSÓFONO, Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania.

 

– 02, 06, 12, 29, 31julho: Esclarecimentos sobre as propostas da Primeira Reunião.

– 01agosto – Segunda reunião entre a Direção da PISCDIL e g7+.

– 02, 31aosto, 07setembro, 04,19outubro – Preparação da Assinatura de Protocolos de Cooperação entre Academia das Ciências de Lisboa e g7+.

– 29outubro – Reunião entre ACL, PISCDIL e Representante do g7+.

 

– 20dezembro – Agendamento Assinatura de Protocolos de Cooperação entre ACL e g7+ : adiada.

 

>  CPLP

– 28agosto – Audiência com a Secretária Executiva da CPLP, Dr.ª Maria do Carmo Silveira: Apresentação do PROJETO LUSÓFONO, Projeto/Programa Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação/Cidadania, proposta de Programa de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona.

 

 

– 16setembro – Proposta de Programa de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona.

 

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

Relatório de Atividades 2019

 

– 10jan2019 – Reunião com Adido de Educação da RDTL em Lisboa. Em busca de parcerias para o Projecto-Maubisse / Projecto Lusófono de Formação em Liderança da Nação e Cidadania (FLNC).

– 10jan2019 – Reunião do Directora da Escola Profissional Gustave Eiffel (EPGE), Prof. Dr.ª Sandra Cida. Em busca de PARCERIAS e de um espaço para actividades da PISCDIL.

– 16jan2019 – Primeiro contacto telemóvel com Instituto de Educadores Globais de Brasília, Brasil, Prof, Dr.ª Cláudia Arantes. Fruto dos esforços do Vice-Presidente da PISCDIL por Brasil, Dr. Ricardo Amaral Pessôa. (foto três profs.as)

– 22jan2019 – Primeiro Debate à Distância, no âmbito de Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania. Organizado em parceria com a Direcção da EPGE, Professores e alunos. Temática escolhida por EPGE: “O meu lugar no mundo – Liderança individual e cooperativa”. (fotos)

– 22jan2019 –  Lançamento do primeiro curso de Formação em Liderança da Nação e Cidadania, Conferência de Prof. Doutor Adriano Moreira: “As comunidades lusófonas e um mundo em rupturas”.

– 28jan2019 – Reunião com Arq. Odete Fernandes, nova Direcção da APQ (Associação Portuguesa para Qualidade). Renovação do Protocolo de Cooperação com PISCDIL, firmado em 28 de abril d 2016, na Casa Internacional de São Tomé e Príncipe em Lisboa. (Fotos).

– 04fev2019 – Início do primeiro curso de Formação em Liderança da Nação e Cidadania: “Ciências Sociais e Humanas”, Cátedra EDUWELL, Academia das Ciências de Lisboa /Instituto de Altos Estudos.

– 23fev2019 – Reunião da Assembleia Geral da PISCDIL, Colégio Universitário Pio XI, Lisboa. OT: …(Fotos?)

– 04mar2019 – Reunião com a Associação de Estudantes de ISCTE (Instituto Superior de Ciências Tecnológicas. Em busca de parcerias para a organização do Dia Mundial dos Estudantes, 11 de novembro de 2019. (Fotos).

– 22mar2019 – Reunião com MIL/PASC (Movimento Internacional Lusófono e Plataforma Activa da Sociedade Civil), Prof. Doutor Renato Epifânio, Palácio de Independência, Lisboa. Em busca de Protocolos de Cooperação com PISCDIL.(Fotos)

– 30mar2018 – Assembleia Geral extraordinária da PIACDIL, 16h-18h, Colégio Universitário Pio XII, Lisboa. OT:  (FOTOS).

– 06abr2019, 17h30 – Reunião com a Direcção de Uma Luik Salurik, Associação Timorense. Em busca de protocolo de cooperação no âmbito da ealização do Projecto Maubisse –  Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania. (Foto?).

– 08abr2019, 15h00 – Reunião com Presidente da Fundação Casa de Macau. Contribui com 570,00€ para o contrato de aluguer do Sistema de Transmissão à Distância para os Debates à Distância, contrato total no valor de 1.402,20€, sendo a restante soma paga pela família Alberto Araújo.

– 09abr2019, 15h30 – Reunião com Prof. Doutor Adriano Moreira, Presidente do Instituto de Altos Estudos (IAE) da ACL. Apresentação de Ponto de Situação do Programa de Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.

– 12abr2019, 10,30 – Reunião com uma responsável de uma Associação de Estudantes da Universidade Nova de Lisboa, tendo como objectivo a comemoração do Dia Mundial de Estudantes, 11 de novembro de 2019, evento subordinado à temática: Liderança da Nação e Cidadania.

– 27abr2019 – 10º Aniversário da fundação do MIL (Movimento Internacional Lusófono, Sede das Associações Caboverdianas, Rua Duque de Palmela, 2-8º, tMmbém Sede provisória da PISCDIL. (FOTOS)

– 07MAI2019, 9H30-12H00 – ii Encontro sobre Mobilidade Académica, organizado por CPLP. Prspectivas da PISCDIL:  Mobilidade Digital, mais que mobilidade física. Fotos)

– 14mai2019 – Ensaio do Equipamento de Transmissão de Debates à Distância, empresa VEEDEEO, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede, Prof. Doutor Paulo Gonçalves.

– 21mai2019, 11h00 – Audiência com o Secretário Executivo da CPLP, Embaixador Fernando Ribeiro Telles, representado por…. Apresentação Ponto de Situação do Projecto Lusófono Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania. (fotos

– 24mai2020, 10h00 – Debate à Distância no âmbito da Formação Não Curricular em Liderança e Cidadania, Pivô Prof. Doutor Fernando Nobre, A Lusofonia e a Saúde no Mundo, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede. fotos

– 28mai2019 – Primeira conferência sobre Fragilidade dos Estados, organização conjunta de g7+ e Clube de Lisboa, Edifício Comité Olímpico de Portugal, Travessa da Memória, 36. Em busca de parcerias ou protocolos de cooperação com PISCDIL.

– 07JUN2019 – Debate à Distância, FNCLNC, Pivôs Arquitectos José Manuel Fernandes e Maria de Lurdes Janeirinho,  “A Cidade de Expressão Portuguesa – uma realidade histórica e um legado multi-cultural”.  Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).

– 21jun2019, 12h15 – Reunião com Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. Ferrnando Medina, delegado em Vereador Manuel Grilo, reencaminhado para Departamento da Direção de Direitos Sociais, Dr. Paulo Santos. Reunião adiada, por motivos de mudança de escritórios. Nunca foi realizada. Procurando uma Sede para PISDIL e/ou um espaço equipado para Debates à Distância.

– 25jun2019, a partir das 09h30 – Primeira Conferência sobre Fragilidade dos Estados, organização conjunta de g7+ e Clube de Lisboa, Edifício EDP, Av. 24 de julho, 12. Continuando à procura de Parcerias e/ou protocolos de cooperação com PISCDIL

– 28jun2019, 11h00 – Debate à Distância, FNCLNC, Pivô Eng. António Ramos Pires, já Presidente da Direcção da APQ (Associação Portuguesa para a Qualidade), “Qualidade, Cidadania e Boa Governação”, Biblioteca Orlando Ribeiro, Estrada de Telheira, 146.

– 16jul2019, 11h00 – Reunião com Vereador Agostinho Marques, em representação da Presidente da Câmra Municipal da Amadora. Continuado à procura de uma Sede para PISCDIL e de um espaço para Debates à Distância. Reencaminha para Dr. Hugo Cipriano, Complexo Desportivo Monte da Galega e para a Direcção da Biblioteca Municipal da Amadora. (Foto).

– 23jul2019, 14h00 – Reunião com a Directora da Bibliotec Municipal da Amadora, Dr.ª Ângela Rodrigues. Procurando um espaço pro bono ou o aluguer do Auditório da Biblioteca para Debates à Disância. Fotos

– 09ago2019 – Reunião, via WhatsApp, com Dr. Alvimar Pinto, representante do Vice-Presidente da PISCDIL por Brasil. Assinatura de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE, agendada para novembro de 2019. Evento não realizado.

– 11set2019, 10h00 – Contacto, via WhatsApp, com Prof. Doutor Leonardo Lúcio Vieira Machado, Universidade Federal do Espirito Santo, Brasil, graças à mediação do Vice-Presidente por Brasil, Dr. Ricardo Amaral Pessôa. Mais uma tentativa para constituição de um grupo representativo nacional para assinatura de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE, no seguimento dos anteriores com Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor L/L.

– 24set2019 – Audiência com Prof. Doutor Adriano Moreira, Presidente do Instituto de Altos Estudos e promotor da Cátedra EDUWELL. Ponto de situação do Programa Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania. Convite para almoço de homenagem.

– 27set2019, 12h30 – Reunião com Adido de Educação da RDTL em Lisboa, Dr. Natalino Gusmão. Apresentação e ponto de situação do Projecto-Maubisse / Projecto-Lusófono Formação em Liderança da Nação e Cidadania. Em busca de cooperação ou protocolos de cooperação. Comemoração conjunta do Dia Mundial de Estudantes, 11 de novembro 2019.

– 28-29set2019, dois dias inteiros – Participação no “Open Call – Festival Palco do Mundo 2019, Jardim do Cerco, Câmara Municipal de Mafra, Coordenação de Unitygate. Stand: Promoção/Divulgação de Associações e outros – Divulgação do Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania. Algumas visitas muito úteis, nomeadamente a do Professor e Investigador da Universidade de Católica de Lisboa, Nuno Emanuel André, posteriormente Vice-Presidente da PISSCDIL por Portugal.

-28out2019, 11h30 – Reunião com já Embaixador do Brasil Dr. Lauro Moreira, promovida pelo Vice-Presidente da PISCDIL pelo Brasil, Dr. Ricardo Amaral Pessôa, Pastelaria Versalhes, Av. Da República. Objecto: Plano Estratégico de Desenvolvimento para Brasil – PED Longo, Médio e Curto Prazo. Para o Brasil, um país muito extenso, com uma população muito numerosa e com uma estrutura sociopolítica complexa, é utopia pensar nesta perpectiva, pensa o alto membro do governo brasileiro. fotos

– 23nov2019 –  6º Debate à Distância. Pivô: Dr. António Carlos, Coordenador de Saúde, Zona CM Amadora. Temática: “SNS (Sistema Nacional de Saúde) e (Liderança da Nação) Comunidades Lusófonas)”. Local: Auditório Fernando Piteira Santos, Biblioteca Municipal da Amadora.

– 14dez2019, 11h00 – 7º Debate à Distância. Pivô: Dr. Américo Ferreira, já Director Executivo das Águas de Portugal, Presidente da Direcção da PASC (Plataforma Activa da Sociedade Civil). Temática: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona nas Infraestruturas”. Local: Auditório Fernando Piteira Santos, Biblioteca Municipal da Amadora. Fotos

 

 

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

 

Relatório de actividades 2020

 

01jan2020 – Publicação de “Debates à Distância – Procedimentos e Calendarização através do Site da PISCDIL – http://plataformadadiasporalusofona.org.

 

01jan2020 – Publicação de “Dossier PISCDIL” através do Sítio da PISCDIL – http://plataformadadiasporalusofona.org

 

02jan2020 – Envio d “Programa de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona para Instituto de Educadores Globais de Brasília e para Universidade Federal do Espírito Santo do Sul – UFES.

 

– 10jan2020, 14h00 – Em busca de associações de estudantes lusófonos, portuguesas, diáspora e interior, reunião com o Presidente das Associações Moçambicanas, Rui Bauhofer. Objecto: Apresentação da PISCDIL; ponto de situação do Programa de Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania – possibilidades de inscrição de candidatos na Cátedra EDUWELL, Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE).

– 16-17jan2020 – The Global Coucil for Tolerance and Peace e Academia das Ciências de Lisboa. No seguimento da assinatura de Protocolo de Cooperação entre as duas entidades, em 12 de novembro de 2019: dois dias de ENCONTRO MUNDIAL entre ORGNIZAÇÕES que tem trabalhado no mesmo objectivo de estabilidade da PAZ MUNDIAL. Univrsal Peace  Federation esteve representado pelo seu Secratary Generakl Middle East/North Africa, Dr. David Fraser Harris, englobando Federação Universal da Paz, com Sede em Barcarena, Sintra, e, conjuntamente PISCDIL, no âmbito do Protocolo de Cooperação assinado no Dia Mundial da Mulher comemorado na Biblioteca Municipal de Loures, 16 de junho de 2019. Objectivo da PISCDIL: descobrir PARCERIAS MUNDIAIS que têm investindo na Formação em Liderança da Nação e Cidadania, assim como Timor Lete/Lorosa’e, desde 2020, Comunidades Lusófonas, desde 2013 e ACL/IAE, desde 2015. Fotos

– 22Jjan2020, 14h00 – Reunião entre PISCDIL e FAIP, CC Colombo. FAIP: Faculdades (4) do Ensino Superior Paulista do Interior, organização liderada por xxxxxxx, mantida por ACIP (Associação Cultural e Educacional )do Interior Paulista. Protocolo informal de Cooperação no campo do Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania,  com intuito da futura Assinatura Formal de Cooperação. fotos

 

– 23jan2020 – Reunião, via WhatsApp, entre PISCDIL e um grupo da Universidade Federal do Espírito Santo Sul, Brasil, evento promovido pelo Vice-Presidente da PISCDIL, Dr. Ricardo Amaral Pessôa e o seu representante no Brasil Sul, Dr. Alvimar Pinto. Objecto: continuando mais uma tentativa para encontrar uma PARCERIA local, no imenso Brasil, decidida a assinar Protocolos de Cooperação com PISCDIL e ACL/IAE.

– 11fev2020, 10h30 – Reunião com Presidente do Instituto de Altos Estudos /Academia das Ciências de Lisboa, Prof. Doutor Adriano Moreira. Objecto: Ponto de situação da Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania; preparação do II Congresso da PISCDIL, agendado para 27-28 de novembro de 2020, subordinado à QUESTÃO: Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento. foto

– 13fev2020 – Palestra “Está a Europa condenada a perder a competição com a Ásia?”, conferencista Dr. José Manuel Durão Barroso e outros. Organização da Câmara Municipal de Municipal de Mafra, com a inauguração dos seis ORGÃOS DE TUBO  DO Convento de Mafra. Objectivo da PISCDIL: descobrir PARCERIAS, individuais e colectivas, antigas e novas, no campo de Formação em Liderança da Nação e Cidadania. fpotos

– 18fev2020, 18h00 – Audiência com o Presidente da Assembleia da República Portuguesa, Dr. Ferro Rodrigues, representado por Deputado Porfírio Silva, Presidente da Delegação da Assembleia da República à Assembleia Parlamentar da CPLP, acompanhado por Assessor Parlamentar da AR, Dr. Rodrigo Knopfli. Objecto: Apresentação do Projecto PISCDIL e Ponto de Situação do Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania; solicitação de apoio institucional e operacional. Fotos

-26fev2020, 17,00-18h00 – Videoconferência com o grupo ABIPIR ( Associação Brasileira Internacional dos Inventores, Cientistas e Empreendedores Inovadores) associada a IFIA (International Federation of Inventors Association). Evento promovido pelo Vice-Presidente da PISCDIL pelo Brasil, Dr. Ricardo Amaral Pessôa, e pelo seu representante no Brasil, Eng. Alvimar Pinto, com a participação de Prof. Doutor Alessandro Coutinho Ramos, Universidade Vila Velha (UVV) e com Dr. Marcelo Vivacqua, Secretário de Inovação do Estado Espírito Santoe Gerente de Ciência e Tecnologia e Inovação de SECTI

– 11mar2020, 12h30 – Reunião com Adido da Educação da RDTL em Portugal, Dr. Natalino Gusmão, e Prof. Dr. Pedro Nunes, … Objecto: Ponto de situação do Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania; PED e II Congresso da PISCDIL, agendado para 27-28nov2020.

– 25MAR2020 – Adiamento para 2021 dos Debates à Distância agendados para março e abril de 2020, em virtude da pandemia Coronavírus /COVID 19.

– 18abr2020, 17h00 – Conversa via WhatsApp Dr. Marcelo Vivacqua, Grupo ABIPIR. Objecto: Ponto de situação do processo de Protocolos de Cooperação com Academia das Ciências de Lisboa / Instituto Altos Estudos, no âmbito da Formação Curricular em Liderança da Nação e Cidadania. Agendamento de uma próxima reunião entre PISCDIL e o grupo de Espirito Santo, Brasil.

– 19abr2020, 14h00 – Conversa via WhatsApp com Eng. Álvaro Amorim, representante no Brasil do Vice-presidente da PISCDIL, Dr. Ricardo Amaral Pessôa. Agendamento para a semana seguinte ou próxima de Videoconferência via ZOOM entre PISCDIL  e o grupo de Espirito Santo Sul, Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assembleia da República Portuguesa – Audiência PISCDIL

Presidência da Assembleia da República Portuguesa – Audiência PISCDIL

 Fonte: Wikypedia, Lisbon_Portugal (Sharon_Hah…

 

A PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona) foi recebida em audiência pela Presidência da Assembleia da República Portuguesa, Dr. Ferro Rodrigues, representado por Deputado Dr. Porfírio Silva, Presidente da Delegação da
Assembleia da República à Assembleia Parlamentar da CPLP, acompanhado pelo Assessor Parlamentar Dr. Rodrigo Knopfli, na Sala 7, dia 18 de fevereiro de 2020.

Da PISCDIL, estiveram presentes, seguindo a lista enviada:

  1. Alberto Araújo – Presidente da Direcção e representante de Timor Leste/Lorosa’e.

  2. Dr. Ricardo Amaral Pessoa, Vice-Presidente por Brasil.

  3. Dr. José Sérgio Vieira, Vice-Presidente por Cabo Verde.

  4. Prof. Investigador Doutor Nuno Emanuel André, Vice-Presidente por Portugal.

  5. Dr. Vitor Ferreira, representação Portugal

  6. Pe. António Colimão, Vice-Presidente por Damão e Diu.

  7. Adv. Marta Carvalho Rodrigues, Conselho Consultivo da PISCDIL e Presidente da Fundação de Mulheres para a Paz Mundial (FMPM).

  8. Estudante universitário Rui Bauhofer, Presidente da Direcção da Associação de Estudantes Moçambicanos em Portugal.

  9. Prof.ª Dr.ª Fernanda Silva, Formação em Liderança da Nação e Cidadania.

  10. Dr.ª Joaninha Denise Correia, já Vice-Presidente e actual membro do Conselho Consultivo por Guiné Bissau.

  11. Jurista Mário Anselmo Fernandes, Formação em Liderança da Nação e Cidadania, Cabo Verde.

  12. Economista Maria Nazaré Henriques, Protocolo de Cooperação com Federação Universal da Paz /Universal Peace Federation (FPU/UPF).

  13. Dr.ª Nelzete, Conselheira do Conselho de Cidadãos Brasileiros.

Transmitimos à Presidência da Assembleia da República Portuguesa o objectivo fundamental e diferenciador das actividades da PISCDIL:

“A Nação (Lusófono e do Mundo) é melhor liderada por profissionais, vocacionados/nascidos-para e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder. (…)”

Neste sentido, a Assembleia da República deveria ser constituída por profissionais, vocacionados/nascidos-para e com formação própria, e não por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder.

Profissional é aquele que exerce uma actividade para a qual tem formação própria. Amador é aquele que exerce uma actividade para a qual não tem formação própria, embora possa possuir diplomas curriculares nas mais diversas áreas nacional e/ou internacionalmente reconhecidas.

Fazendo um ponto de situação, referímos que a Formação em Liderança da Nação e Cidadania engloba Formação Curricular e Formação Não-Curricular, esta através de Debates à Distância.

A Formação Curricular digital é coordenada em Portugal por Academia das Ciências de Lisboa /Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE), enquanto entidade autónoma/independente e apoiante do Programa de Formação da Liderança da Nação e Cidadania da PISCDIL. Nas outras Comunidades Lusófonas é coordenada autonomamente pelas Instituições Formadoras competentes, assinantes de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE. Assim: Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde, enquanto coordenadora; Universidade Piaget de Guiné Bissau; Universidade Lusíada e Fundação Atena de São Tomé e Príncipe; Instituto de Ciência e Tecnologia de Aileu e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D. Jaime Garcia Goulart de Timor L/L. Em curso o processo de Protocolos de Cooperação por parte de Angola, Brasil, Moçambique e Guiné Equatorial.

A Formação Não-Curricular adopta a estratégia de Debates à Distância, englobando tanto as comunidades lusófonas como as comunidades internacionais interessadas.

Ambos os Programas (Formação Curricular e Formação Não-Curricular) tiveram início em janeiro de 2019.

Tendo assinado Protocolo de Cooperação com a Fundação Universal da Paz, representação em Portugal da Universal Peace Federation , durante o recente Dia Mundial da Mulher, o facto indica que os Debates à Distância vão englobar os 194 países representantes da UPF.

Ao mesmo tempo que FPU/UPF. temos Protocolos de Cooperação com: APQ (Associação Portuguesa para a Qualidade; MIL (Movimento Internacional Lusófono); PAS (Plataforma Activa da Sociedade Civil); Escola de Educadores Globais de Brasília, Brasil); Universidade Federal do Espírito Santo Sul (UFES); FAIP (Faculdade de Ensino Superior Interior Paulista, associado a ACIP (Associação Cultural Educacional Interior Paulista). Nos Debates à Distância tem participado, sempre que as  condições informáticas o permitem, para além das Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE: Moçambique (CBS – Cooperate Business Schol, ESGCS), Austrália (Perth e Synei), Malaka.

Salientámos o sentido da estratégia de Debates:

“Um cidadão pode possuir um conjunto de diplomas curriculares (Licenciaturas, Mestrados, Doutoramentos, Especializações, Pós-graduações, etc., mas se, perante uma questão de interesse da Nação, não for capaz de dar um contributo concreto e viável/sustentável, para nada servem tais certificados académicos.”

É nos debates nacionais e internacionais que a Liderança da Nação se irá revelando e se irá formando a si própria.

Não deixámos de aproveitar a oportunidade para apresentar as dificuldades que a PISCDIL tem encontrado, desde o início das suas actividades em 2013, em relação a um espaço equipado com tecnologias informáticas altamente potentes, tanto para os Debates à Distância como para o Ensino da Língua Portuguesa/Lusófona à Distância, cujo Projecto/Programa foi apresentado ao Secretariado Executivo da CPLP de Dr. Maria do Carmo Silveira e do Embaixador Francisco Ribeiro Telles, proposta que foi reencaminhado para o  Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), com sede em Cabo Verde.

Registo fotográfico, que vale mil palavras:

          

 

Logotipo dos Parceiros e Intervenientes:

                                                                  

 

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

+ 351 939 224 312 (WhatsApp)

+351 214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

UPF – WORLD SUMMIT 2020, Seoul, Coreia

Universal Peace Federation – WORLD  SUMMIT 2020

 

No seguimento do Protocolo de Cooperação entre PISCDIL  e FPU/UPF, presentes virtualmente no WORL SUMMIT 2020, publicamos o seguinte documento de apresentação, transcrito de Google: http://www.upf.org/events/icalrepeat.detail/2020/02/03/221/-/world-summit-2020?filter_reset=1

 

“Contact Mrs. Genie Kagawa @ gkagawa@upf.org

World Summit 2020 will be held in Seoul, Korea, Feb. 3-7, 2020.

World Summit 2020 will take place in honor of the centenary of the co-founder, Rev. Dr. Sun Myung Moon (1920-2012), and will be UPF’s most ambitious undertaking to date. It is expected to attract several thousand leaders from diverse fields and from throughout the world, including current and former heads of state, first ladies, parliamentarians, religious leaders, academicians, media and business leaders, youth, and representatives of civil society. The whole world will be represented. Highlights will include:

  • World Assembly of the International Summit Council for Peace• World Assembly of the International Association of Parliamentarians for Peace• World Assembly of the Interreligious Association for Peace and Development• Inauguration of the International Media Association for Peace• Inauguration of the International Association for Peace and Economic Development

  • Inauguration of the International Association of Academicians for Peace • The 4th Sunhak Peace Prize Award Ceremony• The Assembly of the Youth and Students for Peace• The Sunhak Peace Concert• The Family Blessing Festival• Centenary Lectures and Exhibition.  “

Se uma imagem vele mil palavras, partilhamos a reportagem fotográfica do Presidente da FUP (Federação Universal da Paz, Com Sede em Barcarena, Sintra, Portugal), Dr. Sérgio Vieira.

No âmbito da dupla função de Presidente da FUP e Vice-Presidente POR Cabo-Verde da PISCDIL, confiamos ao Dr. Sérgio Vieira a missão de, nos corredores do UPF WEBSUMMIT 2020:

  1. tentar colher informações sobre a existência de ESCOLAS DE FORMAÇÃO EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA nos 194 países ou mais parceiros da UPF;

  2. avançar para Protocolos de Cooperação entre Academia das Ciências de Lisboa e Universal Peace Federation, no âmbito de Formação Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.

  3. tentar avançar para a cooperação específica no campo da Formação Curicular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.

Esperamos que as fotos e os vídeos do EVENTO possam despertar na sensibilidade de todos a deteminação em colaborar com todas as organizações que, apesar de todas as dificuldades, têm investido na CONSTRUÇÃO DA PAZ UNIVERSAL, PAZ REGIONAL, PAZ NACIONAL E LOCAL

  Fonte: Google, Wikipedia

As seguintes fotos foram enviados via WhatsApp  por Dr. Sérgio Vieira, Presidente da Fundação Universal da Paz, UPF em Portugal, e Vice-Presidente por Cabo Verde da PISCDIL (Plataforma ISC da Diáspora Lusófona)

 

 

 

    

    

Dossier PISCDIL – 2010-2019

Dossier PISCDIL  2010-2019

Plataforma Interacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona 

 

Diz uma sabedoria indiana o seguinte (Zakyia Mamad): “Um criança leva nove meses para nascer. Um projecto leva 9 anos para nascer”.

COINCIDÊNCIA: em janeiro de 2019, nasceu o Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania – Formação Curricular e Formação Não-Curricular.

  • Em 2020 vai nascer o Programa de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona?

 

 

 

 

 

 

A LUSOFONIA: UMA POTÊNCIA MUNDIAL – SONHO/UTOPIA

 

 

 

 

INDICE

 

 

pág.

 

– indice———————————————  2

 

– Apresentação da piscdil ——————————  3

 

– Dois processos do projecto/programa lusófono —————————–  9

 

– programa de formação não-curricular em

liderança da nação e cidadania —————–  12

 

– primeiro grupo de questões para formação não-curricular:

debates à distância

I – formação náo-curricular em liderança da nação e cidadania———– 19

 

– indicadores para seleccionar vocacionalidade para

liderança da nação ———————-  26

 

– cronograma ———————————  28

 

– orçamento ————————————–29

 

– avaliação —————————————-30

 

– procedimentos e calendarização dos debates à distância ——32

 

– programa de ensino da língua portuguesa/lusófona à distância ——-  36

 

 

ii – formação curricular em liderança da nação e cidadania —————-  40

 

– cartaz da cátecra eduwell ——————-  41

 

– carta de apresentação da cátedra eduwell ——————-  42

 

– disciplinas da cátedra eduwell ———————-  44

 

– disponibilização DIGITAL da cátedra eduwell ———————  46

 

– inscrição na cátedra eduwell ———————  47

 

 

PISCDIL

Plataforma internacional da sociedade civil da diáspora lusófona

 

Diáspora Lusófona: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste/Lorosa’e

E

Comunidades Lusófonas em todo o Mundo

Representadas por Goa/Damão/Diu, Macau, Galiza (Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa

Fundada pelo Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa, 19-21 de novembro de 2015

Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa

A PISCDIL foi fundada para a Formação em Liderança da Nação e Cidadania

Este organograma, enquanto ordem de pensamento/ideia, deve ser lido de baixo (Englobantes/Visionários) para cima; enquanto ordem de acção, deve ser lido de cima para baixo.

OBJECTIVOS DA PISCDIL

O material didáctico referente à LÍNGUA é de formato DIGITAL

O sentido fundamental, que engloba a Liderança Nacional é LIDERANÇA DA NAÇÃO

 

SÍNTESE DE APRESENTAÇÃO DA PISCDIL

 

Projeto/Programa Formação em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania

 

  1. A Formação em Liderança da Nação e Cidadania começou por ser, a partir de 2010, um SONHO da primeira nação lusófona independente do século XXI – Timor Leste/Lorosa’e – sendo conhecido como PORJETO MAUBISSE.
  2. A partir de 2013, passou a ser um PROJETO LUSÓFONO, envolvendo, sucessivamente, as nove Comunidades/Estados e as comunidades lusófonas espalhadas por todos os recantos do mundo, entretanto representadas por Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza (Pró-Academia Academia Galega da Língua Portuguesa).

2.1 – Veio-se a descobrir a coincidência com um análogo projeto da Academia das Ciências de Lisboa; e, provavelmente, com similares projetos em outras nações do mundo.

  1. Este Projeto tornou-se público quando as referidas comunidades lusófonas fundaram a Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (PISCDIL) ou, abreviando, Plataforma da Diáspora Lusófona, com a realização do Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, entre 19 e 21 de novembro de 2015, no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa, Portugal.
  2. A Formação em Liderança da Nação e Cidadania engloba dois processos: Formação Curricular e Formação Não-Curricular.

4.1 – A formação Curricular é coordenada, em Portugal, pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL). Nas restantes comunidades lusófonas, e em todos dos os países do mundo interessados, é coordenada pelas Instituições Formadoras competente que assinam Protocolos de Cooperação com a ACL.

4.1.1 – Já assinaram os referidos Protocolos de Cooperação: Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde; Universidade Piaget de Guiné Bissau; Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe; Instituto de Ciência Tecnologia de Aileu e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D. Jaime Garcia Goulart de Dili, Timor Leste/Lorosa’e. Está em Curso o processo de análoga assinatura, envolvendo Instituições Formadoras de: Angola, Brasil, Moçambique e o g7+.

4.2 –  O primeiro curso de Formação Curricular em Liderança Nacional e Cidadania tem início em  janeiro de 2019. As inscrições estão abertas a partir de setembro de 2018.

4.3 – A preparação do processo de assinatura de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa passa pela PISCDIL.

  1. A Formação Não-Curricular é coordenada, na diáspora, pela PISCDIL. No interior das comunidades lusófonas e em todos os possíveis países interessados, é coordenada pelas mencionadas Instituições Formadora assinantes de Protalos de Cooperação.

5.1 – A formação Não-Curricular adota a estratégia de Debates – DEBATES À DISTÂNCIA. Baseia-se na seguinte convicção: um cidadão pode possuir um conjunto de diplomas curriculares (Licenciaturas, Mestrados, Doutoramentos, Especializações, Pós-graduações, etc.), mas se, perante uma questão de interesse nacional, não for capaz de produzir um contributo concreto e operacional, para nada de nacional servem tais diplomas curriculares.

5.2 – Os Debates serão realizados à medida que forem sendo anunciados.

5.3 – O Programa de Formação Não-Curricular encontra-se publicado através da Inspeção Geral de Atividades Culturais (IGAC), com sede na Praça dos Restauradores, Lisboa, em 19 de maio de 2017.

5.3.1 – Encontra-se igualmente publicado através do Sítio/site da PISCDIL: https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

https://plataformadadiasporalusofona.org/formacao-nao-curricular-em-lideranca-da-nacao-e-cidadania-programa/

 

  1. Em síntese, a Formação em Liderança Nacional e Cidadania parte da seguinte PREMISSA:

“A Nação é melhor liderada por profissionais, vocacionados (nascidos-para) e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder.

Profissionais comprometidos: com os valores universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais; com os valores regionais, vg., inscritos na Constituição da CPLP; com os valores locais, próprios e inalienáveis de cada uma das comunidades.

Profissionais comprometidos com a construção da PAZ.

Profissionais comprometidos com os cidadãos, seus eleitores e avaliadores.”

 

Por uma Lusofonia Potência Mundial

Lisboa, 07 de setembro de 2018

 

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

+ 939 224 312 (whatsApp)

+214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

Dois processos do  PROJECTO/PROGRAMA Formação em Liderança da Nação e Ciddania:

 

I – FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA

DEBATES À DISTÂNCIA

Coordenado pela PISCDIL

 

II- FORMAÇÃO CURRICULAR EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA:

 

– Coordenado, em Portugal, pela Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE)

– Coordenado, nas Comunidades Lusófonas e Internacionais, pela Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE

 

 

I – FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR EM LIDERANÇA NACIONAL E CIDADANIA

DEBATES À DISTÂNCIA

  1. PROGRAMA – Publicado:
  2. a) através do Sítio: https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/programa/
  3. b) através da IGAC – Inspecção Geral de Actividades Culturais, 19 de maio de 2017:

FORMAÇÃO EM LIDERANÇA NACIONAL E CIDADANIA

                       PROGRAMA  – FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR, Formação Contínua

 

SÍNTESE

 

1. O quê é? “Formação em Liderança Nacional e Cidadania” é um processo de formação virtual (e-learning) e representa um SONHO/necessidade/urgência, que, em 2010, começou por ser timorense, mas, a partir de 2013, passou a ser assumido autonomamente pela sociedade civil da diáspora lusófona das nove Comunidades/Estados e de Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza – PISCDIL.

 

A PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona), desde a sua génese, está profundamente convicta de que:

 

“- A Nação é melhor liderada por profissionais, vocacionados e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder.

– Profissionais comprometidos com os Princípios e Valores Universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais; com os Princípios e Valores Regionais, assumidos pelas comunidades lusófonas e inscritos, vg., na Constituição da CPLP; e com os Princípios e Valores Locais, próprios e inalienáveis de cada uma das comunidades.

– Liderança comprometida com uma sociedade civil, consciente e responsável pelos seus deveres e direitos constitucionais.”

 

2. Quem? – Autores e Atores – Os fundadores e dinamizadores são pessoas, a título individual, da sociedade civil das comunidades lusófonas acima referidas, pessoas convictas do mesmo SONHO.

São fundadores, ao lado das entidades públicas e privadas, os que assumirem pessoalmente o mesmo Sonho e o compromisso para a sua concretização.

3. Porquê? Porque a experiência da alta competitividade e da concorrência globalizante em curso assim o exigem, e cada vez mais. Exigem a profissionalização na formação curricular, a profissionalização em exercício, a formação contínua. Exigem a excelência na liderança nacional, que não é a mesma coisa que a liderança partidária, empresarial ou de qualquer grupo humano. Porque o profissional é simplesmente melhor que o amador, na sua área de formação.
4. Para quê – Finalidades – Para assegurar a viabilidade, estabilidade, capacidade e qualidade da autonomia/independência nacional, colocando-a em pé de igualde com aquelas mais bem-sucedidas e exemplares.

– Estas quatro metas serão melhor asseguradas pelo Projeto de Formação em Liderança Nacional e Cidadania, que tem como objetivo fundamental ou fundante a Construção da Paz.

– Em ordem a isto, consolidar a Lusofonia enquanto uma realidade mundial e tornar a Lusofonia uma Potência Mundial.

5. Para quem? – Destinatários – Para a sociedade civil, para cada pessoa, da diáspora e do interior do respetivo país.

– Dos formados na diáspora, alguns irão definitivamente para o interior, enquanto outros ficarão definitivamente no exterior.

– Dos formados no interior, a maior parte ficará no país, enquanto outros virão definitivamente para a diáspora.

– De ambas as estratégias, alguns irão-para-dentro e ouros virão-para-fora, consoante projetos específicos e conjunturais.

6. Onde? – Na diáspora e no interior de cada comunidade lusófona.

– No centro coordenador e na respetiva REDE de Instituições Formadoras da diáspora e do interior.

7. Como? – O processo de Formação de Liderança e Cidadania engloba duas modalidades: Formação Curricular e Formação-Não Curricular.

– A Formação Curricular é da competência das Instituições Formadoras competentes e interessadas, tanto da diáspora como do interior; em Portugal, em virtude da génese histórica do próprio projeto, é coordenada pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL).

– Cada uma das Instituições Formadoras das comunidades lusófonas assinará um Protocolo de Cooperação com a ACL, mantendo a sua própria autonomia na parceria.

– A Formação Não-Curricular é coordenada pela PISCDIL, criando parcerias com todas as entidades interessadas na transição da liderança amadora para liderança profissional.

– A Formação Não-Curricular é complementar ou parceira da Formação Curricular, dentro da seguinte ótica: A primeira é do campo afetivo, de sensibilidade e de sabedoria, de natureza de formação contínua; a segunda é do campo cognitivo, científico e tecnológico. Representam dois pilares fundamentais do desenvolvimento sustentável da nação ou do país.

– Adota a estratégia de trabalho em REDE, estratégia implícita no seu próprio Logotipo.

8. Quando – No âmbito da Formação Curricular, já começou, com as pré-inscrições de formandos, sendo, em novembro de 2016, mais de 200 inscritos em Timor Leste/Lorosa’e e por volta de 100 de Guiné Bissau. Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste/Lorosa’e e Cabo Verde já assinaram o Protocolo de Cooperação com a ACL.  O início do processo está condicionado pela busca e pelo compromisso de financiadores do projeto.

– No quadro da Formação Não-Curricular, a PISCDIL está a envidar todos os esforços para o seu lançamento ainda em 2016 ou nos inícios de 2017.

 

(Segue: Apresentação do Programa de Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania, registado na Inspeção Geral de Atividades Culturais – IGAC – SIIGAC/2017/3767, 19-05-2017 )

 

PROGRAMA DE FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR EM LIDERANÇA NACIONAL E CIDADANIA

 

INTORDUÇÃO

 

  1. (O que é?). Se toda a atividade humana, cada vez mais, exige a formação profissional da parte dos seus cooperadores e parceiros, a fortiori, esta atividade estruturadora/estruturante – A LIDERANÇA NACIONAL.

1.1 – A PISCDIL estabelece distinções entre Liderança Nacional e Liderança Grupal (político partidária, empresarial, etc.). A primeira engloba a segunda, mas não necessariamente a segunda representa a primeira. A Formação Nacional de Liderança pode representar uma bolsa de recursos de liderança, onde as forças grupais poderão ir buscar recursos para completar os seus quadros ou par suprir as suas lacunas.

1.2. A Formação em Liderança Nacional e Cidadania faz parte fundamental dos Objetivos da PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona), juntamente com a LÍNGUA LUSÓFONA e a EDUCAÇÃO. São objetivos fundamentalmente interligados entre si, onde a Formação, nomeadamente a Formação em Liderança Nacional, representa fator determinante.

1.3 – A Formação em Liderança Nacional e Cidadania começou por ser timorense – Projeto Maubisse – isto é, um projeto acordado entre a Igreja, o Estado e a Sociedade Civil Timorense, nos encontros realizados em Maubisse, nos princípios de 2010, nesta vila ao sopé do Monte Ramelau, o mais alto do antigo Império Ultramarino Português.

1.3.1 – Tendo partido da iniciativa da Igreja, D. Basílio do Nascimento, Bispo de Baucau e Presidente da Conferência Episcopal, em agosto de 2010, solicitou à Associação Apoio à Diocese de Baucau (AADB) e à Associação Timorense (AT) o desenvolvimento do nascente Projeto em Portugal e na diáspora.

1.3.2 – Neste sentido, o Prelado orientou as duas associações no sentido de solicitarem apoio a três personalidades, das mais representativas, às quais tinha apresentado pessoalmente o Projeto.

1.3.3 – O processo teve início em janeiro de 2011, na sequência da aprovação do projeto inicial elaborada pelo Prelado de Baucau.

1.3.4 – Perante as dificuldades sentidas por parte da diáspora timorense em levar a cabo um Primeiro Congresso da Sociedade Civil Timorense na Diáspora, as duas associações, avançaram para contatos com as associações das outras comunidades lusófonas na diáspora, passando a seguir para pessoas singulares, a título individual, representativas, por força das respetivas Constituições Nacionais, das mesmas comunidades.

 

  1. (Quem? – Autores E atores). Em 19 de julho de 2013, o projeto passou de timorense para um projeto assumido em primeira pessoa pelos representantes da sociedade civil da diáspora de cada uma das oito Comunidades/Estados e de Goa/Damão/Diu e Macau, os quais estiveram presentes nesta primeira reunião na Universidade Lusófona de Lisboa, com a Presença da Diretora da DRIE, Dra. Elisabete Lourenço, em representação do Reitor da Instituição Universitária. E, durante os anos 2013 e 2014, as reuniões da nascente Plataforma foram realizadas na UL.

 

2.1 – Em 19-21 de novembro de 2015, as referidas comunidades lusófonas, incluindo já Guiné Equatorial e Galiza e perfazendo o simbólico número de 12 autores e atores, levaram a cabo o Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (I CDIL), no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa. Este Evento teve como objetivo principal a fundação de uma Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, abreviadamente PISCDIL.

2.2 – A PISCDIL foi registada m Lisboa, em 21 de dezembro de 2015, com NIPC 513799338. Tem como Sede provisória a Sede das Associações Cabo-verdianas, Rua Duque de Palmela, 2 – 8º, Freguesia de Santo António, Lisboa

 

  1. (Porquê?) – Razão de ser da Formação da Liderança Nacional e de Cidadania

3.1 – Questões de passagem de liderança e de testemunho.  A geração das décadas de 40 e 50, que, direta ou indiretamente se tronou protagonista da descolonização na década de 70, ou ainda antes, na fase atual da história está a terminar a sua liderança. Neste sentido, não cremos haver diferença entre aquelas comunidades lusófonas que se tronaram independentes desde a década de 75 e Timor Leste/Lorosa’e, que só conseguiu a sua independência efetivamente democrática em 20 de maio de 2002. O fato da pronta adesão de 100% ao projeto PISCDIL e ao processo de Formação em Liderança e Cidadania, e logo ao primeiro contato, indicia que, de uma forma geral, os referidos protagonistas, durante esta primeira metade da independência nacional não se decidiram sobre a importância da formação da nova geração em Liderança.

3.1.1 – A transição da colonização para independência, nalguns casos, criou ruturas com o passado, concentrando-se no presente, no imediato ou no curto prazo, deixando o futuro de lado e adotando mesmo atitudes de necolonizadores.

3.2 – Os países incipientes e em vias de desenvolvimento podem correr o risco de ameaças internas e externas, aproveitamento oportunista de investidores externos. Ao solicitarem o apoio exterior para a formação dos seus recursos e para o processo de desenvolvimento podem passar a um novo tipo de dependência

3.3 – Desafios da Globalização e perigos de formas de neocolonização.

3.4 –  Competitividade exige alta qualidade de recursos humanos, nomeadamente da liderança, sob pena não conseguir equilibrar finanças nacionais e endividamentos soberanos, que colocam o país sob subjugação externa.

 

  1. Para que? – Finalidade –

4.1 – Garantir a sustentabilidade da viabilidade, estabilidade, capacidade, qualidade da independência nacional das Nações/Estados em construção.

4.1.1 – Viabilidade – A continuidade da independência de um país não está garantida. Fatores imprevistos ou falta de capacidade de previsão podem ocasionar uma crise profunda ou o seu desaparecimento do mapa. Esta possibilidade pode significar uma preocupação real para um pequeno país, que ganhou uma guerra de 25 anos contra a poderosa Indonésia e seus satélites e que tem sido historicamente cobiçado pela Austrália anglo-saxónica.

4.1.2 – A estabilidade a todos os níveis, nomeadamente a estabilidade política, representa condição importante, tanto para o autodesenvolvimento do país como para as relações externas de cooperação, investimentos, etc.

4.1.3 – Capacidade – Tornou-se um lugar-comum que o desenvolvimento do país depende dos seus recursos humanos. Depende do mais alto nível possível da formação dos seus quadros.

4.1.4 – A Qualidade da independência de um país depende da qualidade da sua liderança e dos seus cidadãos conscientes e responsáveis pelos seus deveres e direitos constitucionais.

4.2 – Cidadãos e profissionais capazes de responder a um conjunto de desafios e de questões em face à problemática de globalização.

4.3 – Para que a transição do poder da geração anterior, que conduziu o processo de independência nacional se opere de forma construtiva.

 

  1. (Os destinatários). O destinatário fundamental da Formação em Liderança Nacional e Cidadania é cada cidadão, do interior e da diáspora, das Comunidades dos Povos de Língua Lusófona (CPLL), tendo como objetivo consolidar a Lusofonia como uma realidade mundial e fazer da Lusofonia uma potencia mundial.

5.1 – No interior, os destinatários são os formandos em Liderança e os cidadãos interessados e inscritos no Centro Coordenador e nos núcleos da Rede Interna.

5.2 – Na diáspora lusófona, os destinatários são os formandos em Liderança e os cidadãos inscritos através da PISCDIL e das suas legítimas delegações em todo o mundo.

 

 

  1. (Onde?) A formação é feita simultaneamente na diáspora e no interior.

6.1 – No interior, a Formação Curricular e a Não-Curricular são desenvolvidas no Centro Coordenador e na Rede Interna atrás referidos no Ponto. 5.

6.1.1 – O Centro Coordenador, que assina um Protocolo de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa, é o responsável autónomo pela:

  1. a) Criação da Rede Interior de núcleos de formação.
  2. b) Seleção de Professores.
  3. c) Seleção de formandos.
  4. d) Criação e manutenção de suportes tecnológicos/informáticos e logísticos para o funcionamento da formação.
  5. e) Avaliação de resultados.
  6. f) Avaliação do processo.
  7. g) Proposta de novo Protocolo de Cooperação com a ACL e a PISCDIL.

6.2 – Na diáspora,

6.2.1 – A Formação Curricular é desenvolvida e coordenada pela Academia das Ciências de Lisboa – Instituto de Altos Estudos, englobando as Universidades e os Institutos técnicos Superiores interessados.

6.2.2 – A Formação Não-Curricular é desenvolvida através de Debates, no âmbito do conceito a seguir descrito.

 

  1. (Como?)

A Formação em Liderança Nacional e Cidadania engloba a Formação Curricular e a Formação Não-Curricular e é desenvolvida através de um sistema virtual (e-learning), servindo-se dos melhores recursos informáticos disponíveis, incluindo formação presencial.

7.1 – Envolve as instituições formadoras do exterior e do interior, que assinam protocolos de cooperação, ou outros formatos, com a Academia e a PISCDIL.

7.2 – Envolve as entidades públicas e privadas das comunidades lusófonas, do interior, da diáspora e de todo o mundo.

7.2 – A Formação Curricular é coordenada, em Portugal, pela ACL, e, em cada uma das Comunidades, por aquelas Instituições Formadoras que assinarem Protocolos de Cooperação com ACL.

7.2.1 – O Currículo está pronto desde os finais 2015. Compreende um conjunto de disciplinas veiculares, a cada um dos quais corresponde um conjunto de disciplinas opcionais, sob a responsabilidade de um Coordenador.

7.2.2 – O arranque do processo está a confrontar-se e a ser condicionado pela problemática do financiamento necessário.

7-3 – A Formação Não-Curricular é constituída fundamentalmente por DEBATES e é coordenada pela PISCDIL

7.3.1 – Entendemos por Debates momentos onde a emergência de sinais de liderança nacional poderá oportunamente ser reveladora e onde cada cidadão poderá partilhar o seu ponto de vista e o seu contributo.

7.3.1.1 – Um formado pode possuir um conjunto de diplomas de Licenciatura, Doutoramento, Especialização, etc., mas, se perante uma questão concreta e de interesse nacional, não for capaz de defender uma posição e contributo, de nada serve.

7.3.2 – Para a seleção dos formandos em Liderança Nacional, no projeto inicial em 2010, na nossa ingenuidade e inexperiência, adotámos 18 (dezoito) Indicadores de caraterísticas pessoais.

7.3.2.1 – Os 18 Indicadores constituem Módulos de Formação Não-Curricular e objeto para os DEBATES.

7.3.2.2 – Para cada um dos Indicadores foi feito o levantamento do conjunto de Questões a seguir propostas.

7.3.2.3 – Cada uma das Questões pode constituir, por sua vez, objeto de Módulos de Formação, cuja estrutura, em termos de número e de interesse, dependerá do respetivo Coordenador.

7.2.3.4 – O número tanto dos Indicadores como das suas Questões tende mais a ser multiplicado que diminuído.

7.2.3.5 – Os Indicadores e as Questões de Debates virão especificados a seguir, no Ponto 16 do presente Programa.

 

  1. (Quando?) – Já começou. A PISCDIL, ainda antes de ser oficialmente constituída e registada no Instituto Nacional de Pessoas Coletivas, assumiu o modus operandi de solicitar e desafiar a cooperação/colaboração com obra já iniciada.

8.1 – Protocolo de Cooperação com Associação A Voz do Amor, NIPC 504723995, em 08 de maio de 2008

8.2 – Protocolo de Cooperação com FIDEMA – Associação para Cooperação e Desenvolvimento, NIPC 508193680.

8.3 – Protocolo de Cooperação entre a ACL e o Instituto Superior de Filosofia e Teologia, D. Jaime Garcia Goulart, Dili, Timor Leste/Lorosa’e, NIPC 322/DNRN-MJ/IX/2014, em 30 de julho de 2015.

8.4 – Protocolo de Cooperação entre a Academia das Ciências de Lisboa e Universidade Jean Piaget, Guiné Bissau, NIPC 510017320, em 02 de outubro de 2015.

8.5 – Protocolo de Cooperação com a Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ), fundada em  1969, NIPC 251379383, em 28 de abril de 2016.

8.6 – Protocolo de Cooperação entre a ACL e a Fundação Atena / Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, NIPC 431460, em 02 de outubro de 2016.

8.7 – Protocolo de Cooperação entre a Academia das Ciências de Lisboa e Academia da Ciências e Humanidades de Cabo Verde, em 18 de abril de 2017.

8.8 – Está na agenda a Assinatura de Protocolo de Cooperação com Instituições Formadoras de Moçambique, Brasil e Angola.

 

  1. O projeto PISCDIL Formação e de Liderança Nacional e Cidadania foram apresentados pelo Presidente da Direção da PISCDIL, Alberto Araújo, em audiência oficial em Timor L/L a:
  2. a) Presidente da República de Timor Leste Taur Matan Ruak, em 10 de junho de 2016.
  3. b) Primeiro-Ministro da República de Timor Leste Dr. Rui Maria de Araújo, em 13 de junho de 2016.
  4. c) Ministro de Estado, Coordenador dos Assuntos Sociais e Ministro da Educação, Dr. António da Conceição, em 16 de junho de 2016
  5. d) S. Exa. Reverendíssima o Sr. Bispo de Dili, D. Virgílio do Carmo da Silva, em 16 de junho de 2016.
  6. e) Ministro dos Negócios Estrangeiros da República de Timor L/L, representado pelo seu Vice-Presidente, Dr. Roberto Sarmento de Oliveira Soares, em 17 de junho de 2016.

f)Ministro do Comércio, Indústria e Ambiente, Dr. Constâncio Pinto, em 18 de junho de 2016.

 

  1. O projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania foram apresentados, em Portugal, a:
  2. a) Presidência da República, em 19 de janeiro de 2017.
  3. b) Ministério da Educação, em 02 de março de 2017.
  4. c) Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 20 de abril de 2017.
  5. d) Instituto Camões, em 06 de fevereiro de 2014.
  6. e) Instituto Internacional da Língua Portuguesa, em 10 de fevereiro de 2014.

 

  1. O projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania, enquanto apenas timorense, foram apresentados a:
  2. a) Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Eng. Domingos Simões Pereira, em 19 de outubro de 2011. Serão em breve apresentados à atual (2017) Secretária Executiva da CPLP, Dra. Maria do Carmo Silveira.
  3. b) Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, em 26 de março de 2013.
  4. c) Universidade de Aveiro, em 11, 26-27 de maio de 2012

 

  1. Apresentação do projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania às universidades portuguesas e institutos superiores:
  2. a) Universidade do Algarve: Solicitação de audiência em 13 de dezembro de 2016 e realização da audiência com a Reitoria em 13 de janeiro de 2017.
  3. b) Nos finais de 2016 e princípios de 2017 a PISCDIL solicitou audiência com as Reitorias de todas as universidades e com as mais altas hierarquias dos institutos superiores portugueses.

 

13.VISÃO

A Visão da PISCDIL:

  1. a) centra-se no SONHO de uma PAZ SUSTENTÁVEL, baseada: nos Princípios e Valores a seguir enunciados no Ponto 12.
  2. b) radica na convicção de que a Lusofonia e o Mundo serão melhor liderados por profissionais, vocacionados e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder;

b.1 – profissionais comprometidos com os referidos Princípios e Valores;

b.2- profissionais comprometidos com os cidadãos seus eleitores e fiscalizadores, conscientes e responsáveis pelos seus deveres e direitos constitucionais.

  1. c) é congénita ao seu próprio logótipo PISCDIL, intencionalmente construída para ser pronunciada como sendo uma expressão inglesa – “peace deal”,” peace dealer”, “peace dealing”, onde os seus fundadores e continuadores: assumem um código de paz; são construtores da paz; e comprometem-se com uma contínua dinâmica de construção da paz.

 

  1. MISSÃO

14.1 – Tal como o figurativo Diógenes de Sinope grego, a PISCDIL assume a missão de ir “pelas ruas” e pelo mundo em busca de cidadãos vocacionados para Liderança Nacional.

14.2 – Apoiar a Liderança Nacional na sua formação contínua e na sua atuação.

 

  1. VALORES – A PISCDIL baseia-se e assume como seus:

15.1 – os Princípios e os Valores Universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais.

15.2 – os Princípios e Valores Regionais, praticados pelo conjunto das Comunidades/Estados e pelas comunidades lusófonas espalhadas, crescentemente, por todo o mundo;

15.3 – os Valores Locais, próprios da múltipla identidade de cada uma das Comunidades/Estados e das comunidades lusófonas espalhados por todo o mundo; e inscritos nas respetivas constituições nacionais.

 

AS PRIMEIRAS QUESTÕES PARA FORMAÇÃO/EUCAÇÃO NÃO-CURRICULAR – DEBATES À DISTÂNCIA

 

  1. QUESTÕES PARA DEBATES

Os Indicadores para a seleção dos candidatos à Liderança Nacional e as Questões para Debates constituem Módulos de Formação, que serão realizados e se desenvolverão de acordo com as capacidades dos próprios candidatos da sua REDE de especialistas e de cidadãos.

16.1 – Indicadores – Pessoas dotadas de capacidade inata de liderança

– Questões:

16.1.1 – Genética e Vocacionalidade profissional

16.1.2 -Genética e Liderança

16.1.3 – Fatores não-genéticos na emergência da Liderança

16.1.4 – Identidade genética e outras identidades

16.1.5 – Identidade Nacional vs outras

16.1.6 – Identidade Nacional e Constituição Nacional

16.1.7 – Identidade e História

16.1.8 – Bases genéticas e comportamento

16.1.9 – (Cont.)

 

16.2 – Indicadores – Pessoas dotadas de determinados traços e qualidades que as tornam melhores que as outras

– Questões:

16.2.1 –  Imagem pessoal e reflexos sociais

16.2.2 – Decisão e riscos

16.2.3 – Mudança, inovação e estabilidade

16.2.4 – Emoção e racionalidade

16.2.5 – Sucessos, insucessos e resiliência

16.2.6 – (Cont.)

 

16.3 – Indicadores – Pessoas que sabem descobrir /ver a realidade de fundo nos acontecimentos conjunturais

– Questões:

16.3.1 – Potencialidades e Limitações do País

16.3.2 – Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento – PED, longo, médio e curto prazo, vinculativo em relação ao Parlamento Nacional.

16.3.3 – Memória e Construção do Futuro

16.3.4 – Segurança Nacional e Comunicação

16.3.5 – O visível e o oculto e o ocultado – Os labirintos das relações sociais e políticas

16.3.6 – Gerir e construir factos

16.3.7 – Mudança e inovação, estabilidade e identidade nacional

16.3.8 – (Cont.)

 

16.4 – Indicadores – Pessoas que sabem definir-se e situar-se nas mais heterogéneas situações históricas, sociais, culturais, religiosas, políticas, etc.

Questões:

16.4.1 – Perceção de si e do sentido dos acontecimentos sociais e políticos

16.4.2 – Sentido de identidade nacional e cooperação internacional

16.4.3 – Identidade nacional vs identidade ideológico-partidária

16.4.4 – Estilo próprio de liderança e estilos históricos

16.4.5 – Compromisso e distanciamento

16.4.6 – Características pessoais e contexto

16.4.7 – (Cont.)

 

16.5 – Indicadores – Pessoas que fomentam a participação dos cidadãos nos interesses comunitários

– Questões:

16.5.1 – Amigos, opositores e inimigos

16.5.2 – O cidadão e seus direitos e deveres constitucionais

16.5.3 -Responsabilidade individual do cidadão e fiscalização do Estado

16.5.4 -Formação para participação dos cidadãos nas decisões

16.5.5 – (Cont.)

 

16.6 – Indicadores – Organizam, dinamizam e supervisionam atividades grupais

– Questões:

16.6.1 – O cidadão e o grupo na construção da Nação

16.6.2 – Grupos sociais e a construção da História

16.6.3 -Liderança nacional e liderança partidária

16.6.4 – Redes internas e redes externas

16.6.5 – Migração programada

16.6.6 – Interior e diáspora – Pilares da viabilidade, estabilidade, capacidade e qualidade nacional

16.6.7 – Migração e diáspora – Remessas económico-financeiras. Remessas de Conhecimentos

16.6.8 – Fatores internos e fatores externos no funcionamento do grupo

16.6.9 – Liderança e interação e dinâmica de grupos

16.6.10 – (Cont.)

 

16.7 – Indicadores – Estabelecem rede de conexão entre líderes/chefias e os colaboradores, no sentido de cada um realizar ao máximo o seu potencial pessoal e grupal

– Questões:

16.7.1 – Redes internas de cooperação e desenvolvimento do poder pessoal e grupal

16.7.2 – Formação conjunta e seus reflexos no exercício da liderança

16.7.3 – Redes de liderança intercomunitária lusófona

16.7.4 – Redes de liderança internacional

16.7.5 – (Cont.)

 

16.8 – Indicadores – Pessoas que falam dos sonhos de cada concidadão

– Questões:

16.8.1 – Sonho pessoal e sonho comunitário e nacional

16.8.2 – Visão, Missão e Valores

16.8.3 – O poder do sonho

16.8.4 – O sonho do poder

16.8.5 – O poder da visão

16.8.6 – (Cont.)

 

16.9 – Indicadores – Pessoas que apelam para a competitividade

– Questões:

16.9.1 – Competitividade nacional e globalização

16.9.2 – Competitividade pessoal e sistema educativo

169.3 – Competitividade individual e saídas profissionais

16.9.4 – Competitividade grupal e desenvolvimento comunitário

16.9.5 – Competitividade  e qualidade (Eng. António Ramos Pires, APQ – Associação Portuguesa para Qualidade)

16.9.6 – (Cont.)

 

16.10 – Indicadores – Pessoas que irradiam entusiasmo

– Questões:

16.10.1 – Confiança em si próprio e no seu projeto

16.10.2 – Positividade na crise e celebração do êxito

16.10.3 – Empatia social e momentos de sucessos nacionais

16.10.4 – O poder do entusiasmo individual e nacional

16.10.5 – O poder da ambição

16.10.6 – (Cont.)

 

16.11 – Indicadores – Pessoas que sabem criticar, recebendo daqui o subsequente reconhecimento

– Questões:

16.11.1 – Crítica e reconhecimento do poder

16.11.2 – Reconhecimento pela crítica e inter-relação construtiva

16.11.3 – Crítica social e política e envolvimento do cidadão

16.11.4 – Reconhecimento individual – Fator de motivação

16.11.5 – Luta pelo reconhecimento e direito de cidadania

16.11.6 – A crítica enquanto instrumento do poder

16.11.7 – Cidadania e reconhecimento

16.11.8 – Crítica e democracia

16.11.9 – (Cont.)

 

16.12 – Indicadores – Pessoas que têm um passado harmonioso

– Questões:

16.12.1 – Harmonia – Equilíbrio entre ética e moral

16.12.2 – Harmonia – Relação entre o pessoal e o social

16.12.3 – Reputação e poder

16.12.4 – Entre passado, presente e futuro

16.12.5 – Código de compromisso ético e moral

16.12.6 – (Cont.)

 

16.13 – Indicadores – Pessoas que utilizam os seus conhecimentos para envolver os outros

– Questões:

16.13.1 –  Gestão do conhecimento e motivação para consciência de cidadania

16.13.2 – Dimensão social e política do conhecimento

16.13.3 – Política do conhecimento e política da construção nacional

16.13.4 – Conhecimento e tecnologia numa sociedade competitiva

16.13.5 – Mecanismos de controlo social

16.13.6. – (Cont.)

 

16.14 – Indicadores – Pessoas que geram ideias norteadoras e operacionais

– Questões:

16.14.1 – Inventores de ideias para a reinvenção nacional

16.14.2 – Ideias inovadoras para a competitividade nacional

16.14.3 – Antecipação de acontecimentos

16.14.4 – Realismo político

16.14.5 – Simulação situacional e decisão

16.14.6 – (Cont.)

 

16.15 – Indicadores – Pessoas que sabem identificar quem é vocacionado para desenvolver conhecimentos e ação (conjugando o ser sábio e ter sabedoria)

– Questões:

16.15.1 – Ciência, técnica e sabedoria – Três bases definidores da Liderança

16.15.2 – Equipa de visionários, conselheiros e parceiros da liderança

16.15.3 – O poder da motivação

16.15.4 – O líder e seu sucessor

16.15.5 – Reprodução e continuidade de paradigmas e construção de novos paradigmas

16.15.6 – O poder e delegação do poder

16.15.7 – Auto-formação e Formação da nova geração de líderes

16.15.8 – Liderança nacional e liderança sectorial

16.15.9 – (Cont.)

 

16.16 – Indicadores – Pessoas que são dotadas de capacidade financeira

– Questões:

16.16.1 – Imaginação e criação de condições económicas e financeiras

16.16.2 – Autonomia económico-financeira pessoal e exercício do poder

16.16.3 – Transparência económico-financeira pessoal e anti-corrupção

16.16.4 – Satisfação das necessidades básicas e superiores da pessoa

16.16.5 – Equilíbrio económico e financeiro e justa distribuição de bens

16.16.6 – (Cont.)

 

16.17 – Indicadores – Pessoas que reforçam o seu carisma próprio de liderança e de chefia

– Questões:

16.17.1 – Imagem de si próprio e do mundo

16.17.2 – Liderança carismática

16.17.3 – Entre alternância e antagonismo de modelos de liderança

16.17.4 – Emergência de mudanças e encruzilhada da História

16.17.5 –  Inspiração e desafio para a realização do sonho de cada pessoa

16.17.6 – Poder e autoridade

16.17.7 –  (Cont.)

 

16.18- Indicadores – Pessoas que investem o máximo para o desenvolver a capacidade própria de liderança

– Questões:

16.18.1 – Imagem pessoal e confiança pública

16.18.2 – Auto-controlo e controlo da situação

16.18.3 – Criatividade e originalidade

16.18.4 – Aprendizagem contínua e Dinâmica de liderança

16.18.5 – Auto-afirmação

16.18.6 – Liderança autocrática e liderança democrática.

16.18.7 – (Cont.)

 

16.19 – Os Textos e os Relatório dos DEBATES serão publicados através da BIBLIOTECA VIRTUAL da PISCDIL, a qual constituirá a fonte documental para toda a Liderança e Cidadania das Comunidades Lusófonas.

16.19.1 – Uma síntese dos mesmos documentos, ou os próprios textos integrais, serão enviados através dos respetivos correios eletrónicos (email) para cada uma das Instituições Formadoras que assinaram o Protocolo da Cooperação com a ACL, as quais coordenarão o acesso para cada candidato inscrito na Formação em Liderança Nacional e Cidadania.

 

 

 

 

 

 

 

INDICADORES

Adoptados para medir a Vocacionalidade/nascr-para para

Liderança da Nação

 

LIDERANÇA DA NAÇÃO/NACIONAL E CIDADANIA

INDICADORES

(Proposta para a seleção dos Candidatos)

 

  1. Os seguintes indicadores representam expressões de conhecidas teorias de liderança e que se materializam, aqui, através da descoberta de PESSOAS que:

 

4.1 – São dotadas de capacidade inata de liderança que é demonstrada através dos seguintes indicadores aqui adoptados (4.1 a 4.18). Estas características poderão ser agrupadas em categorias e hierarquizadas segundo critérios de funcionalidade, de tempo e espaço, etc.

 

 

4.2 – São dotadas de determinados traços e qualidades que as tornam melhores que as outras.

 

4.3 – Sabem descobrir/ver a realidade de fundo nos acontecimentos conjunturais.

 

4.4 – Sabem definir-se e situar-se nas mais heterogéneas situações históricas, sociais, culturais, religiosas, políticas, etc.

 

4.5 – Fomentam a participação das pessoas nos interesses comunitários.

 

4.6 – Organizam, dinamizam e supervisionam actividades grupais.

 

4.7 – Estabelecem redes de conexão entre os líderes/chefias e os colaboradores, no sentido de cada um realizar ao máximo o seu potencial pessoal e grupal.

 

4.8 – Falam dos sonhos das pessoas.

 

4.9 – Apelam à competitividade.

 

4.10 – Irradiam entusiasmo.

 

4.11 – Sabem criticar as pessoas, recebendo daqui o subsequente reconhecimento.

 

4.12 – Têm um passado harmonioso.

 

4.13 – Utilizam os seus conhecimentos para envolver as pessoas.

 

4.14 – Geram ideias norteadoras e operacionais.

 

4.15 – Identificam quem é vocacionado para desenvolver conhecimentos e acção (conjugando o ser sábio e ter sabedoria)

 

4.16 – São dotadas de capacidade financeira.

 

4.17 – Reforçam o seu carisma de liderança e de chefia.

 

4.18 – Investem o máximo para desenvolver a capacidade pessoal de liderança.

 

 

 

  1. CRONOGRAMA – 2017-2018
Questões Set. Out. Nov. Dez. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Set. Obs.
16.1.1                          
16.1.2                          
16.1.6                          
16.3.2                          
Outras                          
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           

17.1 –  Os números desta grelha referem-se à ordem de propostas de Questões para DEBATES.

17.2 –  Dado que Timor L/L já possui um duplo PED (PED 2002/11-30, do Estado; PED 2002-20507/60, da sociedade civil), o esforço por pate dos timorenses centrar-se-á na avaliação da sua execução. Por parte das outras comunidades irmãs, o contributo consistirá na análise e melhoramento de ambos e na interação fraterna e contínua.

17.2.1 – Os dois PEDs: a) PED 2002/11-2030 encontra-se publicado através do Google); b) PED 2002-2050/60 está publicado através de: http://www.timor-diaspora.com

17.3 – O tempo, o espaço e a moldura dos Debates dependerão do consenso entre os operadores sobre a prioridade das questões propostas no Ponto 8 e/ou respetivas alterações ou substituições.

17.4– Locais, ao nível nacional, em Portugal: Serão indicados até aos finais de dezembro/2016 ou na primeira metade de 2017, consoante os acordos ou protocolos a serem, entretanto, realizados.

17.4.1 – Locais, ao nível nacional das Comunidades Lusófonas: da responsabilidade dos respetivos Centros Coordenadores, que assinaram Protocolo de Cooperação com a ACL e acordaram Parceria com a PISCDIL

 

  1. ORÇAMENTO

 

Orçamento elaborado/proposto por Prof. Dr. José Águas

 

  1. AVALIAÇÃO

19.1 – Formação Curricular

19.1.1 – Segue a moldura comum às Universidades e Institutos Superiores Portugueses e aos paradigmas europeus.

19.1.2 – É feita em coordenação entre a ACL e a Instituição Formadora de cada uma das Comunidades/Estados, tomando em consideração a situação das restantes comunidades lusófonas espalhadas por todo o mundo.

19.1.3 – É autenticada através de Diploma ou Certificado.

 

19.2 – Formação Não-Curricular

19.2.1 – É avaliada através de um critério simples inspirado pela sabedoria bíblica: “Pelos frutos conhecereis a árvore…”

19.2.2 – Em termos concretos, será operacionalizado através conjugação dos seguintes critérios e/ou outros a serem definidos:

  1. a) Publicação de escritos e sua qualidade e utilidade nacional e pública.
  2. b) A forma adequada, crítica, construtiva, ou congénere, de participação oral nos Debates.
  3. c) Participação ativa e criativa na organização e dinamização de Debates.

 

  1. REFORMULAÇÃO

O Projeto fundamenta-se numa filosofia de abertura à constante problematização, à oportuna revisibilidade e à consequente reformulação.

 

Lisboa, 07 de dezembro de 2016.

Atualizado em 30 de abril de 2017.

Publicado, em formato digital, através da Inspeção Geral das Atividades Coletivas (IGAC), simbolicamente, em 01 de maio de 2017.

 

P’la Direção da PISCDIL

Alberto Araújo

Presidente da Direção

 

  1. PROCEDIMENTOS E CALENDARIZAÇÃO de DEBATES À DISTÂNCIA

 

Ideais/SONHOS fundadores:

  1. “A Nação (lusófona ou de todo o mundo) é melhor liderada por profissionais, vocacionados (nascidos para) e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder”.
  2. É nos DEBATES nacionais e internacionais que a Liderança da Nação se irá afirmando e se irá formando.
  3. “Um cidadão pode possuir mais de um diploma curricular (desde Licenciaturas às mais altas Especializações e Pós-Graduações) mas se, perante uma problemática de interesse da Nação, não for capaz de dar um contributo construtivo e objetivo, para nada servem tais certificados. ! ?”.

 

  1. Parcerias:

– Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde,

 

– Universidade Piaget de Guiné Bissau,

 

– Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe,

– Instituto de Ciência e Tecnologia de Aileu e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D, Jaime Garcia Goulart de Dili, Timor L/L,

– Instituto de Educadores Globais de Brasília, Brasil,

– Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ),

– Movimento Internacional Lusófono (MIL),

– Plataforma Ativa de Sociedade Civil (PASC),

– Fundação Universal para a Paz / Universal Peace Fundation (FUP/UPF),

– Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).

– Outras, proximamente.

 

  1. Objetivo específico e final dos Debates à Distância: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação (e Cidadania).

(Os Orientadores do Debates, através das questões propostas pela PISCDIL ou de livre iniciativa, são solicitados a fazer referências explícitas/diretas ou implícitas/indiretas a este objetivo diferenciador. No âmbito de Liderança Nacional e Cidadania tem havido e continuam inúmeras iniciativas, publicadas através dos mais diferentes meios).

 

2.1 – Foi criado um primeiro grupo de temáticas, publicado através da IGAC (Inspeção Geral de Atividades Culturais), em 19mai2017, e do Sítio da PISCDIL:  https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/ ; https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/programa/

 

2.1.1 – Um segundo e os grupos sucessivos serão constituídos por questões que não estejam direta ou indiretamente relacionadas com este primeiro grupo.

 

2.2 – São Debates entre a comunidade lusófona anfitriã (organizadora) e as outras comunidades lusófonas e não lusófonas:  a iniciativa de anfitriã tanto pode partir de uma comunidade (presentemente Portugal) como de qualquer das outras comunidades lusófonas ou de outras comunidades internacionais sob protocolos de cooperação.

 

2.3 – São Debates concebidos para serem organizados e dinamizados pelos candidatos à Liderança da Nação.

 

 

  1. Procedimentos (proposta sujeita a alterações):

 

3.1 – Os Debates são, entretantos, mensais, tendo como objetivo permitir o aprofundamento da temática e a produção de trabalhos escritos, destinados à publicação através do Sitio/site da PISCDIL e dos respetivos autores: http://plataformadadiasporalusofona.org

 

3.2 – Tempo de intervenções:

  1. a) Colocação de questão: três minutos.
  2. b) Adenda de um ponto de vista individual: cinco minutos
  3. c) Adenda de pontos de vista de Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação: dez minutos.

 

3.3 – Formas de intervenção para os participantes à distância: enviar o endereço eletrónico pessoal (e-mail) até uma semana antes da sessão.

 

 

  1. Forma de divulgação: Todos os Debates são gravados na íntegra e colocados num local de Youtube ou outros, permitindo abaixamentos/download pagos para uma conta a ser definida de comum acordo entre a PISCDIL e o Orientador.

 

  1. Orientadores dos Debates:

 

5.1 – A cada Orientador de Debate é solicitado, com a antecedência do mínimo de um mês, o seguinte:

 

  1. a) Curriculum Vitae
  2. b) Enviar um texto síntese da temática do Debate.
  3. c) Enviar o texto completo, sem delimitação de número de páginas ou de palavras, para a sua publicação através do Sítio/site da PISCDIL e/ou através meios digitais pessoais.
  4. d) Indicação de publicações pessoais (livros, artigos, etc.), nomeadamente as digitais, com acesso/download livre ou pago
  5. e) Indicação de Bibliografia digital e em papel.
  6. f) As sessões são de carater pro bono, compensadas, porém, através da divulgação do autor e das suas obras.

 

  1. Mapa de Orientadores, temáticas e locais:

 

– 22jan2o19 – EPGE: “O meu lugar no mundo – Liderança individual vs liderança cooperativa”; Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE)

– 24mai2019 – Fernando Nobre, AMI: “A lusofonia e a saúde num mundo desigual”; EPGE

– 07jun2019 – Arq. José Manuel Fernandes:  “A Cidade de Expressão Portuguesa – uma realidade histórica e um legado multi-cultural”; EPGE

– 28 jun2019 – António Pires: “Qualidade, Cidadania e Boa Governação” ; Local ?

 

– 22set2019 – Renato Epifânio: Cooperação Lusófona: “Bloqueios e Oportunidades”; local?

– 26out2019 – António Mendo de Castro Henriques: Liderança em tempos de democracia circular.

– 23nov2019 – António Carlos, Coordenador: “SNS (Sistema Nacional de Saúde) e Comunidades lusófonas”. Local ?

– 14dez2019 – Américo Ferreira: “Cooperação lusófona nas Infraestruturas”. Local?

– 25jan2020 – Pedro Velez: “Cooperação Lusófona no Direito”. Local?

– 21, 22,23fev2020 – II Congresso PISCDIL: “Plano Estratégico de Desenvolvimento (PED) – Longo, Médio e Curto Prazo”. Local?

– 28mar2010 – Margarida Saraiva: “Gestão de Recursos Humanos”. Local?

– 18abr2020 – Luísa Janeirinho: “Cooperação Lusófona na Cultura”. Local?

– 26mai2020 – Rodrigo Lourença: “Gestão de Instituições de Ensino Superior”. Local?

– 23jun2020 – Joaquim Rocha Afonso: “Cooperação Lusófona Militar”. Local?

– 14jul2020 – Ana Parada: “Papel das Mulheres”. Local?

– 29set2020 – Joaquim Rocha Afonso: “Cooperação Lusófona na Economia”. Local?

– 27out2020 – Domingo Rosa: “Gestão de ISS”. Local?

 

N.B: Solicitamos autopropostas e sugestões de mais Orientadores de Debates

 

Gratos pela Colaboração de todos

Por uma Lusofonia (Potência) Mundial

Lisboa 14 de maio de 2019

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

http://plataformadadiasporalusofona.org;

timordiaspora@gmail.com

https://timor-diaspora.org/

+351  939 224 312 (whatsApp)

+351 214 371 532

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

 

 

 

 

Programa do Ensino à Distância da Língua Portuguesa (ESBOÇO)

 

Nota introdutória

 

  1. Na Constituição da CPLP e de cada um dos Estados membros vem consagrado:
    1. Igualdade entre todos os cidadãos e todas as pessoas no exercício dos direitos e deveres;
    2. Igualdade de oportunidades para a autorealização de cada cidadão;

 

  • – Se cada um dos povos utilizasse a sua Língua Materna para a comunicação com os restantes povos, ninguém se entenderia ou exigir-se-ia um tempo relativamente longo para que cada uma das Línguas interessadas se tornasse uma Língua comum;
  • – Para além da intercomunicação, uma Língua comum representa uma condição sine qua non para a aprendizagem e para o desenvolvimento, o aprofundamento, a descoberta e a construção de novos conhecimentos.

 

  1. Contrariamente às estatísticas políticas, excetuando a totalidade de Portugal e Brasil, quem viaja para o interior dos restantes países constata que a população não fala e muito menos escreve em Língua Portuguesa, um bem necessário, limitado às elites das cidades.

 

  1. O SONHO/UTOPIA é que a Lusofonia se torne uma realidade mundial, inspiradora dos Valores comuns e particulares de cada uma das suas comunidades. Neste sentido:

 

  • – Pretendemos que as comunidades lusófonas sejam protagonistas na passagem de uma liderança nacional amadora para uma liderança nacional profissional.

 

3.2 – Pretendemos que a liderança nacional profissional seja o veículo fundamental para a construção da PAZ, enquanto ambiente necessário para a viabilidade, a estabilidade, a capacidade e a qualidade da independência de cada um dos países lusófonos e para todo o mundo.

 

  1. As tecnologias informáticas permitem o acesso à informação não apenas através dos computadores de escritório e computadores portáteis, mas também através de telemóveis ou similares. É nesta ordem mundial caminhante e estruturante das coisas que a PISCDIL apresenta:

 

 

 

Proposta/Programa de Ações de Ensino à Distância da Língua Portuguesa

  1. A Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (PISCDIL) ou, abreviando, a Plataforma da Diáspora Lusófona, em interação com o respetivo interior, solicita que a CPLP/IILP concretizem o seguinte Programa de Ensino à distância da Língua Portuguesa:

 

  • – Criação de REDES de Escolas de Ensino à distância nos países onde 100% da população se expressa em Língua Portuguesa (Portugal e Brasil) e onde a percentagem do domínio da Língua Portuguesa é mais avançada.
  • -Seleção dos professores mais altamente qualificados para o ensino da Língua Portuguesa nas Redes de Escolas atrás referidas.

 

  • – Ensino da Língua Portuguesa orientada para os cidadãos em geral:

 

  • – Publicação Vídeo/Áudio de:
  1. Um Dicionário de referência da Língua Portuguesa;
  2. Uma Gramática de referência da Língua Portuguesa;
  3. Um Manual de referência da Língua Portuguesa;
  4. Textos de Apoio da Língua Portuguesa, desde os mais técnicos e científicos aos de maior interesse comum e diário, vg.: conto de histórias, teatro, programas de animação, anedotas, etc.
  5. Programas didáticos sobre “Como se Fazem as Coisas”, desde aquelas de utilidade doméstica àquelas de utilidade industrial e comercial, etc.
  6. Outras técnicas de divulgação e ensino-aprendizagem eficientes e de sucesso utilizadas por outras línguas de alcance mundial.

 

  • – Ensino da Língua Portuguesa orientado especificamente para os formandos em Liderança Nacional:

 

6.2.1- Criação de REDES de associações, grupos de pessoas e cidadãos individuais competentes para:

  1. Dar apoio aos Núcleos de Formação em Liderança Nacional nos países parceiros;
  2. Dar apoio aos Formandos em Liderança Nacional, na elaboração de textos, artigos e outros escritos em Língua Portuguesa, incluindo a elaboração de trabalhos académicos e de teses;
  3. Estabelecer diálogo e interações interpessoais, através de WhatsApp, Messenger, Skype e tecnologias afins, fomentando o domínio correto e fluente da Língua Portuguesa por parte dos Formandos em Liderança Nacional.

 

 

 

 

Programa de Formação em Liderança Nacional e Cidadania

 

  1. A Formação em Liderança Nacional e Cidadania (FLNC) expressa um SONHO/UTOPIA inicialmente genuíno do povo timorense, através das suas instituições representativas. Foi congeminado em Maubisse, no sopé de Ramelau, a partir de 2010. Daqui o ser conhecido por PROJETO MAUBISSE.

 

  1. A partir de 2013, passou a ser um PROJETO LUSÓFONO. Tornou-se uma realidade pública com a realização do Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, entre 19 e 21 de novembro de 2015, no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa. O congresso foi concebido para a fundação da Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, abreviadamente denominada PISCDIL – Plataforma da Diáspora Lusófona.

 

8.1 – Sucessivamente, a PISCDIL engloba as nove Comunidades/Estado e as comunidades lusófonas espelhadas por todos os recantos do mundo, entretanto representadas por Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza (Associação da Academia Galega da Língua Portuguesa).

 

8.2 – E, sucessivamente, englobará todas boas vontades, internacionais, nacionais e pessoais, que estiverem convictas da importância do processo de formação em liderança nacional e cidadania.

 

9 – A FNLC (Formação em Liderança Nacional e Cidadania) engloba dois processos complementares e inseparáveis entre si: (a) Formação Curricular em Liderança Nacional e Cidadania; (b) Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

 

9.1 – A Formação Curricular é coordenada, em Portugal, pela Academia das Ciências de Lisboa. Nas restantes comunidades lusófonas, é coordenada pela Instituição Formadora que assina Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa.

 

9.1.1 – Já assinaram os referidos Protocolos de Cooperação: Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde; Universidade Piaget de Guiné Bissau; Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe; Instituto de Ciência e Tecnologia e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D. Jaime Garcia Goulart, Timor Leste/Lorosa’e. Estão em curos análogos Protocolos com Angola, Brasil, Moçambique e g7+.

 

9.2 – A Formação Não-Curricular, na diáspora, é coordenada pela PISCDIL. No interior, é coordenada pelas referidas Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa.

 

9.2.1 – Adota a estratégia de DEBATES (DEBATES À DISTÂNCIA). Com efeito, estamos convencidos de que um cidadão pode possuir um conjunto de diplomas curriculares (Licenciaturas, Mestrados, Doutoramentos, Especializações, Pós-Graduações, etc.) mas se, perante uma questão de interesse nacional, não for capaz de produzir contributos concretos e operacionais, para nada de nacional servem tais diplomas curriculares.

 

9.2.2 – O Primeiro Grupo de Questões para os Debates encontra-se publicado através do IGAC (Inspeção Geral de Atividades Culturais), com Sede na Praça dos Restauradores, Lisboa, desde 19 de maio de 2017.

 

9.2.3 – Os Debates à Distância terão início primeiramente, logo que estiverem concluídas as condições necessárias, isto é: a) Um espaço e as condições informáticas, constituindo centros emissores-recetores-emissores, em Portugal e nos países parceiros. b) A estruturação, em curso, da primeira temática.

 

9.2.3.1 – Solicitámos o apoio financeiro do Secretariado Executivo da CPLP para a resolução das dificuldades relacionadas com as condições referidas na alínea a) do ponto anterior.

 

  1. O primeiro curso da Formação Curricular em Liderança Nacional e Cidadania terá início em janeiro de 2019. As inscrições estão abertas a partir da segunda metade de setembro de 2018.

 

 

A bem de uma Lusofonia Mundial

Lisboa, 02 de setembro de 2018

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

 timordiaspora@gmail.com;

https://timor-diaspora.org/;

+ 939 224 312 (whatsApp)

+214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

II – FORMAÇÃO CURRICULAR EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA

“Curso de Formação avançada (Pós-graduação) em Cidadania e Liderança

Primeiro Curso: Ciências Sodiais e Humanas”

 

Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos

ACL /IAE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carta de apresentação da Cátedra EDUWELL:

 

 

Disciplinas do Primeiro Curso – Ciências Sociais e Humanas

 

– DISPONIBILIZAÇÃO DIGITAL DA CÁTECRA EDUWELL

 

Tendo presente as dificuldades de eficiência e qualidade de Internet ao nível das Comunidades Lusófonos, incluindo os Estados, a CÁTEDRA EDUWELL foi pensada para alcançar os seus objetivos através de uma dupla via:

  1. a) Preleção digital presencial, através de tecnologias de comunicação à distância.
  2. b) Preleção em deferido – Colocação das Preleções num local da Internet da Academia das Ciências de Lisboa /Instituto de Altos Estudos.

– Condição para obter o CERTIFICADO DE PÓS-GRADUAÇÃO:

  1. a) Inscrição na Cátedra EDUWELL, cujo primeiro curso é: Ciências Sociais e Humanas.
  2. b) Pagamento das Propinas.
  3. c) A cada candidato com a situação regularizada, de acordo alíneas a) e b), a Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE) atribuirá um Link, pessoal e intransmissível, através do qual poderá ter acesso e proceder ao download de todos VIDEOS das Preleções; neste Primeiro Curso – Ciências Sociais e Humanas – de janeiro a junho de 2019.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– INCRIÇÃO NA CÁTEDRA EDUWELL

 

– Através de:  https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

Aqui encontram todas orientações necessárias para:

  1. frequência da CÁTEDRA EDUWELL;
  2. obtenção do Certificado de Pós-graduação.

 

 

Por uma LUSOFONIA POTÊNCIA MUNDIAL

 

Lisboa, 06 de setembro de 2019

 

Pela Direção da PISCDIL

 

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

+ 351 939 224 312 (whatsApp)

+351 214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

 

 

BOAS FESTAS NATAL 2019-ANO NOVO 2020

Rotunda CP Monte Abraão, 2019, foto albertoaraújo

 BOAS FESTAS NATAL 2019-ANO NOVO 2020

Que 2020 seja um passo diário na realização dos nossos pequenos e grandes SONHOS/UTOPIAS!

São os votos da PISCDIL (Plataforma ISC da Diáspora Lusófona).

Obrigado por terem estado connosco em 2019.

Seremos felizes, honrados e mais motivados, em ter-vos ao lado em 2020.

Que nos desculpem quaisquer incómodos.

OBRIGADO!

Juntos por uma LUSOFONIA POTÊNCIA MUNDIAL

Lisboa, 23dez2019

Pela PISCDIL

Alberto Araújo

     

                                                                                                                                                                                    LUSOFONIA POTÊNCIA MUNDIAL

9º Debate à Distância, 22fev2020 – Renato Epifânio: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades”

Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades

Renato Epifânio

 

O PIVÔ:

 

             

 

  • Renato Epifânio, MIL – Movimento Internacional Lusófono

  • QUESTÃO: Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades

  • DATA: 28 de novembro de 2020

  • HORA: 11h00

  • LOCAL: (A definir oportunamente)

 

Sinopse: Pretendemos reflectir sobre as linhas estruturais da cooperação lusófona, indicando os seus principais bloqueios e oportunidades.

CURRICULUM VITAE:

  • Professor Universitário;

  • Membro do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, da Sociedade da Língua Portuguesa e da Associação Agostinho da Silva;

  • investigador na área da “Filosofia em Portugal”, com dezenas de estudos publicados, desenvolveu um projecto de pós-doutoramento sobre o pensamento de Agostinho da Silva, com o apoio da FCT: Fundação para a Ciência e a Tecnologia, para além de ser responsável pelo Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa: www.bibliografiafilosofica.webnode.com;

  • Licenciatura e Mestrado em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa;

  • doutorou-se, na mesma Faculdade, no dia 14 de Dezembro de 2004, com a dissertação Fundamentos e Firmamentos do pensamento português contemporâneo: uma perspectiva a partir da visão de José Marinho; autor das obras Visões de Agostinho da Silva (2006), Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa (2007), Perspectivas sobre Agostinho da Silva (2008), Via aberta: de Marinho a Pessoa, da Finisterra ao Oriente (2009), A Via Lusófona: um novo horizonte para Portugal (2010), Convergência Lusófona (2012/ 2014/ 2016) e A Via Lusófona II (2015).

  • Dirige a NOVA ÁGUIA: Revista de Cultura para o Século XXI e a Colecção de livros com o mesmo nome (Zéfiro).

  • Preside ao MIL: Movimento Internacional Lusófono desde a sua formalização jurídica (2010).

  • NOTA:

  1. MIL é Parceira da PISCDIL. Está em vigor um Protocolo informal de Cooperação. O Protocolo formal de Cooperação será firmado oportunamente.
  2. Têm um Objetivo Comum: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.
  3. Utilizam a Estratégia de Debates à Distância entre as Comunidades Lusófonas.
  4. A publicação atempada (hoje, 12ago2019) de uma Sinopse detalhada da Temática (Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades) tem como objetivo permitir que o Debate à Distância possa envolver personalidades/especialistas e respetivos textos, obras, enfim, quaisquer publicações em papel ou, preferencialmente, em formato digital.
  5. A participação nos DEBATES pode ser: a) PRESENCIAL. b) À DISTÂNCIA. Para ambas as situações, que os interessados enviem o respetivo contato eletrônico e número de telemóvel, com um breve texto escrito para: diasporalusofona.nov2015@gmail.comA empresa do equipamento de Transmissão à Distância – VEEDEEO – enviará oportunamente: um Link e um número de contato. Estarão, assim, presentes na Sala de Debate.
  6. As SESSÕES serão integralmente gravadas em VÍDEO e publicadas através da Internet, juntamente com o “breve texto” atrás solicitado/proposto no Ponto 5.

 

DEBATE À DISTÂNCIA – ESTRATÉGIA

  • A Sessão é programada com antecedência, tendo como objectivo solicitar aos participante e a todos os interessados  para:

  • 1. Que se preparem para um participação o mais altamente qualificada possível.

  • 2. Que partilhem todo o material que tenham publicado, nomeadamente em formato digital.

  • 3. Que partilhem a BIBLIOGRAFIA.

  • 4. Que escrevam ARTIGOS, LIVROS, etc. , especialmente em formato digital.

  • 5. Que, a seguir à Sessão, continuem com os pontos 1 a 4.

  • 6. Hora da Sessão: 11h00 de Portugal e Horas correspondentes das comunidades lusófonas e dos países interessados.

  • 7. Local: A definir oportunamente.

 

Pela PISCDIL

Lisboa, 29dez2019

Alberto Araújo

 

 

3º Debate à Distância, 07jun2019 -Liderança da Nação e “As Cidades de Expressão Portuguesa – Uma Realidade Histórica e um Legado Multi-cultural”

Arquitectos José Manuel Fernandes e Maria de Lurdes Janeiro

(Dados a introduzir em breve)

Ver Youtube:  https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/agenda/?event_id1=694

 

  • A Cidade de Expressão Portuguesa – uma realidade histórica e um legado multi-cultural

 

SÍNTESE

 

Viagens

Sou arquitecto e desde que me formei (1977), docente universitário – e cedo me especializei em história da arquitectura e do urbanismo, criando a disciplina de História da Arquitectura em Portugal em 1978. Segui então, desde os iniciais anos 1980, o caminho geo-histórico (querendo adquirir um conhecimento científico o mais real e verdadeiro possível), que os processos expansionistas lusitanos seguiram. Não foi propositado, mas assim se foi desenrolando a “minha viagem”, numa gradual e crescente percepção do mundo, sempre ligado a estudos profisionais, e contando com a boa companhia de mestres, colegas e amigos, que tanto me influenciou.

 

Primeiro estudei as Ilhas Atlânticas, e aí comecei a descobrir especificidades, idiossincrasias da cultura construída de base portuguesa, patentes na cidades e arquitecturas insulares.  Dos Açores à Madeira, das Canárias a Cabo Verde e a São Tomé e Príncipe, e também nas Caraíbas, em Cuba, encontrei pontos de referência e o entendimento de um lento e antigo construir de (novas) identidades transatlânticas, já mestiças, trans ou multi-étnicas. O Atlântico das ilhas foi um gradual ensaio do processo que os Portugueses foram encetando, muito por necessidade, mas também, decerto, por gosto pioneiro e vocação “de saída” (eis o sentir do luso-tropicalismo, que desponta!).

 

Seguiu-se a India, onde, em viagem com Távora e Siza, pude(mos) constatar da grandiosidade das realizações do que se veio a designar na epistemologia académica, como a Cidade Portuguesa e/ou de influência portuguesa (talvez possamos dizer “Cidade de Expressão Portuguesa”, “expressão” no sentido de língua mas sobretudo como modo de fazer) – realizações ao longo da Idade Moderna, e as suas arquitecturas, umas de portentosa escala, outras com sentido intimista e delicado. Isto é, comecei a apreender e constatar que, em diferentes partes do mundo, algo de comum havia, no vasto património das colonizações lusas, que era identificável, algo original e/ou específico, e sobretudo familiar ao meu modo de ver e sentir o espaço urbano e as arquitecturas (como português que sou).

E na ex-India Portuguesa vemos a vitalidade da sociedade Goesa, uma fórmula espantosa de micro-miscigenação cultural (e não propriamente racial), hoje meio-milenar e diaspórica, que inventou e articulou em novo contexto o sistema das castas com o societário do mundo católico (sem esquecer a originalidade de Damão e de Diu). Foi toda uma fusão que criou formas de arte extraordinárias, como a arquitectura religiosa católica goesa que Paulo Varela Gomes tão bem caracterizou e celebrou, ou a fantástica casa-solar goesa, os “Palácios de Goa” investigados por Hélder Carita.

 

Logo depois, percorrendo o Brasil de norte a sul, pude constatar essa continuidade especial, patente em cidades e casas, agora num quadro de grandioso reinventar – para ajudar a fazer e a construir um vasto território novo e uma cultura nova, resultante de misturas profundas, violentas e/ou calmas, de escravos, portugueses, índios, mestiços, europeus, e até ilhéus açóricos.

 

Em Macau percebia-se bem que a dificuldade de diálogo com uma cultura tão forte e antiga como diferente e poderosa – a da civilização chinesa – não só não impedia o esforço criativo e a persistência do migrante e construtor português, como parecia até incentivá-la e aprofundá-la. Como em Nagasaki, no Japão, ou nas Flores insulíndas, ou em Timor.

 

Vi a baía urbana de Nagasaki, como a inconfundível enseada de colinas e vales, que o comerciante e o jesuíta lusitanos procuraram e escolheram (a lembrar Lisboa) – o que sucedia também noutras partes do mundo, fossem os colonizadores padres, guerreiros ou comerciantes, que todos farejavam sítios onde parar e se fixar, “bons para viver”, quentes e tropicais, – baías como as senti e calcorreei em Salvador da Bahia, no Rio de Janeiro, em Macau, em Luanda ou Angra do Heroísmo, na Cidade Velha de Santiago de Cabo Verde, em São Tomé ou em Lourenço Marques/Maputo. Afinal, constituindo no seu todo uma Lusotopia, como tendência para seleccionar certos lugares “para ficar”.

 

Elaborei e guardei um crescente corpo de conhecimento global de todos estes planos materiais e edificados – a vida secular das cidades de presença portuguesa, quase sempre mestiçada, experimentada e realizada pelo mundo. Que é uma resultante objectiva, real, tão antiga como actual, não é conversa ideológica.

Publiquei, divulguei, como outros autores, muitas conclusões – toda uma teoria elaborada e uma visão prática, documentada, assente em arquivos, fotografia e iconografia, teoria de história urbano-arquitectónica, possibilitada tanto pela experiência sensível vivida como pela sua elaboração científica.

 

Constatações

Concluí de tudo isto uma coisa simples, mas certamente verdadeira: que estas urbes transoceânicas, que foram sendo edificadas “non-stop” em locais magníficos desde há mais de meio milénio, eram tão originais como belas, originais e conseguidas, nos seus espaços e arquitecturas, repetindo (em aparente obcessão) uma procura de edificação em sítios de paisagem esplendorosa, dotando-os com modos de vida potentes e significantes; e constituíam um valor universal, um motivo pleno de humanidades múltiplas, para minha identificação, prazer e orgulho (para mim mas também para os seus habitantes). “Se sabe tão bem, não pode fazer mal”, dizia um epicurista meu familiar.

Esta vasta cultura material e de uso colectivo, mestiçada e misturada, mas com uma comum linhagem portuguesa, pode aliás ser avaliada hoje de um modo simples, global, objectivo e rigoroso, ou seja isento: há mais cidades de fundação portuguesa e luso-mestiça, classificadas como Património Mundial UNESCO, fora de Portugal, do que no Portugal ibérico – de Macau a Salvador, de Mazagão a São Luís, da Ribeira Grande à Ilha de Moçambique, etc, etc: representa isto o reconhecimento pela comunidade mundial e pela cultura universal do valor destas urbes, com as suas arquitecturas e vivências. Prova de afirmação de uma arquitectura e urbanismo belos, contribuindo singelamente para o desenvolvimento da humanidade, implicando como sempre conflito e violência, mas representando mesmo assim a excelência de uma cultura, o melhor que ela soube dar e produzir – gerenosamente, atrevo-me a dizer, pois, foi auto-orientada ou virada para o exterior – fê-lo sobretudo fora do seu próprio meio de génese europeu. Sobre a violência intrínseca, de resto, há sempre que recordar a piada de Orson Welles, sobre a longa e vasta dádiva cultural da conflituosa e violenta Itália, enquanto a sossegada Suíça apenas deu ao mundo…o relógio de cuco.

 

Há pois que reconhecer, sem peias ou preconceitos, ser este tema um valor positivo, assente nos resultados práticos, reais e vivos, fruto de uma aprendizagem de transportar e recriar cidades e arquitecturas de uma forma ao mesmo tempo nova e inspirada numa cultura antiga e sul-europeia. Como procuro ensinar aos meus alunos, que devem conhecer e poder orgulhar-se da tradição urbana e arquitectónica portuguesa, firmada pela história e a geografia mundiais (o actual e constantemente reafirmado valor internacional da arquitectura portuguesa moderna não nasceu ontem, nem só no Portugal ibérico).

Isto, evidentemente, sem deixar de associar todo este processo urbano-arquitectónico mundializado ao desenrolar de escravidões e prepotências, de sujeições, explorações “de classe” e domínios, que disso se alimentam desde sempre os processos colonizadores desde a Pré-história, os Gregos, os Romanos, o Islão, a Europa e os outros continentes. Mas estas condições humanas, a um tempo de violência e vivência, não invalidaram, nem invalidam, a troca e profusa mistura de gentes, e a transferência de saberes e coisas, de sociabilidades sedutoras e apaixonantes – em plena realização de sítios urbanos e arquitecturais únicos, que, acentue-se, foram edificados pelo colectivo, pela comunidade presente em cada um desles, dos mais humildes aos mais poderosos – note-se bem, cidades e construções feitas pelo povo a par de pelas elites.

 

O conhecimento da América hispânica, do México à Argentina, cotejando modos de produção ibéricos de cidade e arquitecturas, e respectivos ambientes de vida colectiva, permitiu-me aprofundar o carácter desse modo português, ibérico mas bem diverso do espanhol. Charles Boxer, que tive o prazer de conhecer nos anos 1990, respondendo à minha pergunta sobre as diferenças  entre cidades e arquitecturas colonais ibéricas, opondo Portugal a Espanha, que me surgiam quase antagónicas, disse-me, na sua ironia fina e elegante:  “sim são diferentes, se as olhar as duas – mas se as comparar por exemplo com a colonização holandesa, são quase iguais!”

 

Na África da ex-ocupação portuguesa colonial aprendi mais coisas: que o espraiar de uma cultura urbana e arquitectónica pelo mundo fora, mais do que vocação e/ou mania das épocas pré-industriais, era um fenómeno diacrónico, longuíssimo,  fosse por necessidade (fugir à fome do Portugal ibérico e à sua periferia europeia), por contexto (éramos os ancestrais intermediários entre as “ricas” potências industriais e a “miséria” colonial, de base agrícola, como Frédéric Mauro apontou) e até por paixão ou capricho (sempre ele, o prazer e a líbido de criar algo novo e “livre”/fora do acanhado Portugal) – linha retomada sucessivamente, depois das Ilhas (1400) e da Índia (1500), e do Brasil (1700), nos séculos XIX e XX de Angola, Moçambique & outros (e Macau, Timor).

Aqui visitei e aprendi com as florescentes cidades, vilas e arquitecturas modernistas e modernas, uma nova dimensão que foi a contemporânea, em que os Portugueses migrantes e colonizadores, como induvíduos livres (tanto ou mais do que o colectivo do Estado Português, note-se, como Malyn Newitt bem assinalou) conseguiram, via iniciativa privada ou pública, conceber e executar obras de uma modernidade, largueza e qualidade muitas vezes bem superior ao que o Estado Novo fazia em Lisboa ou Porto (Estação de CF da Beira, Mercado Quinaxixe de Luanda, etc).

 

Também estas urbes e universos arquitectónicos devem ser e são finalmente acarinhados nos seus locais de vida (por ex. no Congresso internacional sobre a Arquitectura Moderna de Angola, realizado em Luanda em 2015) como um legado moderno global, tardo-colonial mas qualificado, como espaço e função, que os PALOP´S receberam. E que não envergonha ninguém – de novo, não confundamos este património material belo e valioso com a fase história que o produziu, e que já lá vai; e não terá deixado obras inadequadas ou “más”, desiguais, colonialistas, para as novas nações: porque o espaço e a forma são entidades livres, disponíveis para apropriação – podem ser, e são, reinterpretados, recriados e transformados, sempre, ao longo dos tempos, e no contexto do processo histórico em qualquer lugar.

 

 

Lisboa, 4 de Fevereiro de 2019

 

Um agradecimento a todos os que me ensinaram ou com quem aprendi a pensar e refectir estes temas – Orlando Ribeiro, Jorge Dias, Charles Boxer, Malyn Newitt, Ramon Gutierrez, Paulo Varela Gomes, Francisco Keil Amaral, Jorge Gaspar, Eugénio Lisboa, Fernando Távora, Nuno Portas, Alexandre Alves Costa,  Adriano Moreira, José Mattoso, Eduardo Lourenço – sem seguir qualquer ordem, e desculpando-me pelas omissões.

 

 

 

 

José Manuel Fernandes

 

Professor Catedrático em História da Arquitectura e do Urbanismo

na Faculdade de Arquitectura da Universide de Lisboa

 

 

  • O Homem e a Obra

Fonte: Universidade de Lisboa, Faculdade de Arquitectura

http://ciaud.fa.utl.pt/index.php/pt/44-investigadores/266-jose-manuel-fernadndes

 

  • Fonte: CiAUD – FA – ULisboa

José Manuel da Cruz Fernandes

Investigador desde: 2010

Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1953. Arquitecto licenciado pela Escola de Belas Artes de Lisboa em 1977, docente na ESBAL desde 1978. Professor, Doutorado (1993) e Catedrático (2010) em História da Arquitectura e do Urbanismo da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa.

Membro do Conselho Editorial da revista Monumentos desde 1994 (33 ns editados, 2013, ns.34 e 35 em curso, 2014-15).

Conferencista convidado no Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa desde 2003, e seu Director no período 1998/2000.

Director do Instituto de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura de Portugal em 2001/2003.

Investiga, escreve e publica regularmente sobre História da Arquitectura e do Urbanismo (publica artigos científicos desde 1978; livros de investigação e divulgação desde 1989).

Coordenador da área da África Sub-sahariana no estudo Património de Origem Portuguesa no Mundo – Arquitectura e Urbanismo, sob orientação de José Mattoso, para a Fundação Calouste Gulbenkian (2007-2010), editado em livro em 2010-2012 (versão em português e em inglês), e disponível on-line (www.HPIP.org, 2012).

Primeiro Presidente do DOCOMOMO Ibérico, como representante da Associação dos Arquitectos Portugueses, em 1993-97, conferencista e proponente nos Congressos DOCOMOMO Ibérico de 1997, 1999, 2001, 2003, 2005, 2010, 2013, 2016.

Dos seus livros mais recentes refiram-se:
– Carlos Ramos, Arquitecturas do Século XX em Portugal (c/ Ana Janeiro, ed. Imprensa Nacional / Casa da Moeda e Imprensa da Universidade de Coimbra, Lisboa, 2014 – Prémio Joaquim de Carvalho da Universidade de Coimbra em 2015)
e, em co-autoria /coordenação:
– Macau,Cidade, Território e Arquitecturas (c/M.L.Janeiro, ed. I.I.Macau, Lisboa, 2015).
– O Livro de Nova Oeiras / The Nova Oeiras Book. Bases para uma Candidatura a Património da Humanidade UNESCO. Documentation for the application for UNESCO World Heritage…(with M.L.Janeiro, ed. Câmara Municipal de Oeiras, Lisboa, 2015)

 

Projeto de Investigação:
Guiné-Bissau – Cidades, Território e Arquitecturas
Madeira – Cidades, Território e Arquitecturas

ORCID: 0000-0002-0138-5104

Curriculum Vitae

Atividade científica

 

  • Publicações

Livros (autoria, co-autoria, coordenação, co-coordenação)

Fernandes, José Manuel, Recife-Macau, Duas Cidades, Dois Mundos, Duas Histórias, Relações e Contrastes, edição do Instituto Internacional de Macau, Recife, Lisboa / Macau, 2015, ISBN 978-989-20575-1-4 (2ª. edição, revista e ampliada, 80 pp.)

Fernandes, José Manuel, Carlos Almeida Marques Arquitectura (texto do livro coord. pelo arq. Carlos Almeida Marques), Caleidoscópio, Lisboa, 2015, pp.168 ISBN 978-989-658-296-8

Fernandes José Manuel; Janeiro, Maria de Lurdes (co-coord. e co-autoria), O Livro de Nova Oeiras /The Nova Oeiras Book (fotografias por Ana Janeiro), Câmara Municipal de Oeiras, Lisboa, 2015, ISBN 978-972-8887-21-6

Fernandes, José Manuel, Luso-Africana. Arquitectura e Urbanismo na África Portuguesa – II, Caleidoscópio, Lisboa, 2015, ISBN 978-989-658-318-7

Fernandes, José Manuel, 3 Modernistas: arquitecturas do século XX em Portugal, (fotografias por Ana Janeiro), Imprensa Nacional – Casa da Moeda e Imprensa Universitária de Coimbra, Lisboa, 2015, ISBN 978-972-27-2385-5, ISBN 978-989-26-1120-4

Fernandes, José Manuel; Janeiro, Maria de Lurdes (co-coordenação e co-autoria), Macau. Cidade, Território e Arquitecturas, Instituto Internacional de Macau (autores José Manuel Fernandes, Maria de Lurdes Janeiro, Maria João Janeiro), Lisboa, 2015, ISBN 978-989-20616-6-5

No prelo
Fernandes, José Manuel, Arquitectura religiosa do Século XX em Portugal (Caleidoscópio)

Projecto: “Estudo da arquitectura e património edificado da UTL” para a Reitoria da UTL:
2011, JMF arq – Património Arquitectónico da UTL, edição da Reitoria da UTL (JMF arq, Coordenador Científico), Lisboa, 305 pp., ISBN 978-972-99673-9-9;

Projecto: “Estudo da arquitectura e do urbanismo do Algarve”, para a CCDRAlgarve:
2011, JMF arq c/ Ana Janeiro – Algarve –Arquitecturas e Espaços Recuperados, ed. CCDRA / Afrontamento, Porto, 227 pp., ISBN 978-972-643-142-8;

Projecto: “Património de Origem Portuguesa no Mundo – Arquitectura e Urbanismo” para a FCG (coord. geral por José Mattoso):
2011, JMF arq et al – Património de Origem Portuguesa no Mundo – Arquitectura e Urbanismo – Índices (co-autoria), ed. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 215 pp., ISBN 978-989-8534-00-2;

Projecto: “Estudo da Obra dos arqs. da família Segurado, desenvolvido em 2010-2011” para/por JMF arq
2011, JMF arq – Arquitectos Segurado, autoria JMF arq, e co-edição com a Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 141 pp., ISBN 978-972-27-2031-1;

Projecto: “África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa” para a UAL
2011, JMF arq – África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa, edição das actas do colóquio realizado, pela UAL-Universidade Autónoma de Lisboa e Editora Caleidoscópio (JMF arq, coordenação), Lisboa, 151 pp., ISBN 978-989-658-147-3;

Projecto: “Património de Origem Portuguesa no Mundo – Arquitectura e Urbanismo” para a FCG (coord. geral por José Mattoso): 2012, JMF arq – Africa / Red Sea / Persian Gulf – Portuguese Heritage Around the World – Architecture and Urbanism, co-autoria com Filipe Themudo Barata (com revisão e actualização da área da África Subsahariana), edição em inglês do volume, sob coord. geral por José Mattoso, Fundação Calouste Gulbenkian; Lisboa, 655 pp. ISBN 978-989-8534-02-6;

Projecto “Estudo da vida e obra do arquitecto Jorge Viana”, em grupo de trabalho coord. por João Salvado Ribeiro, 2010-2012:
2012, JMF arq et al – Jorge Viana / Arquitecturas / Natureza-Máquina-Sentimento (catálogo de exposição, JMF arq em coordenação institucional em representação da FAUTL, e e co-autoria), edição pela Câmara Municipal de Oeiras, Oeiras, 52 pp., ISBN 978-989-608-145-4;

Projecto “Estudo da vida e obra do arquitecto Jorge Viana”, em grupo de trabalho coord. por João Salvado Ribeiro, 2010-2012:
2012, JMF arq – A Igreja do Bairro da Tabaqueira. Uma Obra de Jorge Viana (coord. com João Salvado Ribeiro, co-autoria), ed. João Salvado Ribeiro, Oeiras, 219 pp., ISBN 978-989-97874-0-7;

Projecto internacional “Estudo comparativo das cidades de Recife e de Macau”, para o Instituto Internacional de Macau, Macau:
2012, JMF arq – Recife – Macau, Duas Cidades, Dois Mundos, Duas Histórias, Relações e Contrastes, edição da Secretaria de Cultura de Pernambuco / Instituto Internacional de Macau, Recife, 63 pp., ISBN 978-85-7858-124-9;

Projecto colectivo “Homenagem a Marieta Dá Mesquita”, para a FAUTL e CIAUD:
2012, JMF arq – Marieta Dá Mesquita. Livro de Homenagem. Actas do Colóquio Património Arquitectónico da Universidade Técnica de Lisboa. História e Valor (JMF arq, coordenador), edição FAUTL / CIAUD / Caleidoscópio, Lisboa, 115 pp., ISBN 978-989-658-195-4;

Projecto “Estudo da Igreja de Nossa Senhora de Fátima em Lisboa. Comemoração dos 75 Anos da inauguração”, para a paróquia de NSFátima em Lisboa / Cónego Luís Alberto:
2013, JMF arq – Igreja de Nossa Senhora de Fátima em Lisboa. 75 Anos (coord. por JMF arq e Natália Correia Guedes), edição da paróquia de Nossa Senhora de Fátima em Lisboa, 191 pp., Dep. Legal 355 754 /13;

Projecto “África Portuguesa – Cidades, Território e Arquitecturas”, coord. por JMF arq em articulação com o CIAUD / FAUTL desde 2009, de que STP constitui o 4. volume editado da colecção:
2013, JMF arq et al – São Tomé e Príncipe – Cidades, Território e Arquitecturas (co-autoria), edição dos autores José Manuel Fernandes, Maria de Lurdes Janeiro, Rodrigo Rebelo de Andrade e Duarte Pape; Lisboa, 176 pp., ISBN 978-989-97013-3-5;

Projecto “África Portuguesa – Cidades, Território e Arquitecturas”, coord. por JMF arq em articulação com o CIAUD / FAUTL desde 2009, de que STP / em inglês constitui o 5. volume editado da colecção:
2013, JMF arq et al – São Tomé and Príncipe – Cities, Terrain and Architecture (co-autoria), edição dos autores José Manuel Fernandes, Maria de Lurdes Janeiro, Rodrigo Rebelo de Andrade e Duarte Pape; Lisboa, 176 pp., ISBN 978-989-97013-4-2;

Projecto internacional conjunto “Portugal Brasil África – Urbanismo e Arquitectura – do Ecletismo ao Modernismo”, para UAL-Universidade Autónoma de Lisboa com FAU-USP- Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo
2013, JMF arq – Portugal Brasil África – Urbanismo e Arquitectura – do Ecletismo ao Modernismo (coord. por JMF arq e Maria Lucia Bressan Pinheiro), edição das actas do colóquio realizado, pela UAL-Universidade Autónoma de Lisboa e FAU-USP- Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, c / Editora Caleidoscópio Lisboa, 223 pp., ISBN 978-989-658-236-4;
(edição internacional, impressa também em São Paulo pela FAU-USP em 1-2014)

Projecto “Estudo das obras da família de Carlos Ramos, desenvolvido em 2012-2014” para/por JMF arq:
2014, JMF arq – Carlos Ramos. Arquitecturas do Século XX em Portugal, edição da Imprensa Nacional – Casa da Moeda c/ Imprensa Universitária de Coimbra, Lisboa, 268 pp., ISBN – INCM 978-972-27-2306-0 – IUC 978-989-26-0651-4;

Fernandes, José Manuel, Igrejas do Século XX. Arquitecturas na Região de Lisboa – ed. Caleidoscópio, Lisboa, 2014

Fernandes, José Manuel; Janeiro, Maria de Lurdes; Milheiro, Ana Vaz – Cabo Verde. Cidades, Território e Arquitecturas, ed. dos autores, Lisboa, 2014

Fernandes, José Manuel – Luso Africana, ed. Caleidoscópio, Lisboa, 2015

Fernandes, José Manuel; Janeiro, Maria de Lurdes; Janeiro, Maria João – Macau. Cidade, Território e Arquitecturas, ed. Instituto Internacional de Macau, Lisboa, 2015

Fernandes, José Manuel – 3 Modernistas. Arquitecturas do Século XX em Portugal, Imprensa Nacional-Casa da Moeda e Imprensa da Universidade de Coimbra; Lisboa, 2015 (no prelo)

Fernandes, José Manuel; Janeiro, Maria de Lurdes (coord./editors) – O Livro de Nova Oeiras / The Nova Oeiras Book, ed. Câmara Municipal de Oeiras, Lisboa, 2015 (no prelo).

 

Capítulos de livros

Capítulos de livros (impresso, digital)

Fernandes, José Manuel, “Histórias do Lugar de Belém – urbanismo e arquitecturas / Belém – Stories and History – urbanism and architecture” (coord. José Manuel das Neves), in Museu Nacional dos Coches. Lugar, projecto e obra. Site, project and finished work, Uzina Books, Lisboa, 2015, pp.10-21 ISBN 978-989-8456-78-6

Fernandes, José Manuel, “Contexto político, económico e cultural do país. O papel de Duarte Pacheco. Os arquitectos modernistas em Portugal e a sua relação com P.Pardal Monteiro”, in INE 80 Anos. Um outro olhar (coord. INE/João Pardal Monteiro / Manuel Pardal Monteiro), Instituto Nacional de Estatística I.P., Lisboa, 2015, pp.41-70 ISNB 978-989-25-0339-4

Fernandes, José Manuel, “Prefácio” in As Roças de São Tomé e Príncipe, Pape, Duarte; Andrade, Rodrigo Rebelo de, Tinta-da-china, Lisboa, 2013 (2ª. edição, 10-2015), pp.10-11, ISBN 978-989-671-175-7

Fernandes, José Manuel, “Prefácio”, in MRAR. Movimento de Renovação da Arte Religiosa. Os anos de ouro da arquitectura religiosa em Portugal no século XX, por João Alves da Cunha, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, 2015, pp.17-18, ISBN 978-972-5404-843

No prelo:
Fernandes, José Manuel – “Urbanismo nos Açores, séculos XV-XVI”, e “Arquitectura nos Açores, 1900-1950”, para a obra História da Arte dos Açores, coord. por Vítor Serrão e João Vieira Caldas, ed. DRC do GRA (2012-2015 – resultante do projecto: “História da Arte dos Açores”, coord. por Vítor Serrão e João Vieira Caldas)

Projecto internacional: “Tapetes de Pedra /Stone Carpets” (coord. geral por José de Monterroso Teixeira):
2010, JMF arq – “A ´Calçada em Movimento´ na diáspora portuguesa – Macaronésia, África, Oriente / Stone paving in movement during the portuguese diaspora. Macaronesia, Africa, Orient”, in Tapetes de Pedra /Stone Carpets, ed. 19 Design e Editora Lda, Rio de Janeiro, pp.156-170, ISBN 978-85-99735-04-6;

Projecto: “África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa” para a UAL
2011, JMF arq – “Igrejas na ´África Portuguesa´ – relações com a India e o Brasil, nos Séculos XVII e XVIII, possíveis influências”, in África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa, edição UAL-Universidade Autónoma de Lisboa e Editora Caleidoscópio (JMF arq, coordenação), Lisboa, pp. 136-151, ISBN 978-989-658-147-3;

Projecto: “História da Arte dos Açores”, coord. por Vítor Serrão e João Vieira Caldas:
30.3.2011, JMF arq – “Urbanismo nos Açores, séculos XV-XVI”, e “Arquitectura nos Açores, 1900-1950”, para a obra História da Arte dos Açores, coord. por Vítor Serrão e João Vieira Caldas, ed. DRC do GRA (no prelo, 2012-2014);

Projecto: “Inventário do Património Imóvel dos Açores”, promovido pela DRCultura do GRAçores com o IAC / Instituto Açoriano de Cultura (coord. Jorge Paulus Bruno, com José Manuel Fernandes e João Vieira Caldas), desenvolvido e concluído em 1998-2008, e em publicação:
2011, JMF arq – “Nordeste. Enquadramento na Ilha de São Miguel, e aspectos do seu território, urbanismo e arquitectura”, in São Miguel – Nordeste – Inventário do Património Imóvel dos Açores, edição DRCultura do GRAçores, IAC/Instituto Açoriano de Cultura e Câmara Municipal do Nordeste, s/l, pp.15-23, ISBN 978-972-647-263-6 / 978-989-8225-22-1 / 978-972-98449-8-0;

Projecto “Viana de Lima, estudo da Vida e Obra”, coord. por João Campos:
2011, JMF arq – “Redescobrir Viana de Lima / Prefácio”, in Viana de Lima e a introdução da arquitectura moderna em Portugal. Ensaio sobre a Casa Cortez / Porto 1940, por João Campos, ed. do autor, Porto, pp.8-11, ISBN 978-989-97642-0-0;

Projecto internacional: “La Modernidad Ignorada. Arquitectura Moderna de Luanda (coord. Roberto Goycoolea Prado e Paz Núñez Martí):
2011, JMF arq – “Arquitectura Moderna Portuguesa en el África Subsahariana”, in La Modernidad Ignorada. Arquitectura Moderna de Luanda (coord. Roberto Goycoolea Prado e Paz Núñez Martí), Universidade de Alcalá, Alcalá de Henares, pp.45-63, ISBN 978-84-88754-44-8;

Projecto “Estudo da vida e obra do arquitecto Jorge Viana”, em grupo de trabalho coord. por João Salvado Ribeiro, 2010-2012:
2012, JMF arq – “A Igreja da Tabaqueira – Significado no contexto da obra de Jorge Viana e da arquitectura portuguesa contemporânea”, in A Igreja do Bairro da Tabaqueira. Uma Obra de Jorge Viana (coord. com João Salvado Ribeiro, co-autoria), ed. João Salvado Ribeiro, Oeiras, pp.93-121, ISBN 978-989-97874-0-7;

Projecto internacional: Congressos do DOCOMOMO Ibérico (coord. DOCOMOMO Ibérico), em curso desde 1997:
2012, JMF arq – “As ´Grandes Obras´ Hidroeléctricas na Angola Colonial (1954-1974) – arquitectura e território”, in Actas do VII Congresso DOCOMOMO Ibérico, Oviedo 2010 (edição digital, 2012);

Projecto “Roteiro Cultural dos Açores” , coord. pelo CNC / Centro Nacional de Cultura c/ DRC do GRA:
2012, JMF arq – “A Arquitectura Tradicional e Civil” in Roteiro Cultural dos Açores (coord. científica António Machado Pires c/ CNC), Direcção Regional da Cultura do G.R.A., s/l, pp.170-181, ISBN 978-972-647-277-3;

Projecto: “A Obra do arq. Eduardo Iglésias”, por Eduardo Iglésias, com expo e livro:
2011-12, JMF arq – “Sobre a Obra de Eduardo Iglésias”, nota introdutória in Eduardo Iglésias / Um Olhar / Um Percurso, ed. do autor, Porto, p.prévia, ISBN 978-989-20-2569-8;

Projecto: “Inventário do Património Imóvel dos Açores”, promovido pela DRCultura do GRAçores com o IAC / Instituto Açoriano de Culura (coord. Jorge Paulus Bruno, com José Manuel Fernandes e João Vieira Caldas), desenvolvido e concluído em 1998-2008, e em publicação:
2012, JMF arq – “Aspectos de História do Urbanismo e da Arquitectura do Concelho da Povoação”, in São Miguel – Povoação – Inventário do Património Imóvel dos Açores, edição DRCultura do GRAçores, Instituto Açoriano de Cultura e Câmara Municipal da Povoação, s/l, pp.27-38, ISBN 978-972-647-286-5 / 978-989-8225-30-6;

Projecto: “Jogo da Glória. O Século XX malvisto pela desenho de humor (coord. Diogo Gaspar, Rui Almeida, comiss. João Paulo Cotrim):
2012, JMF arq – “Arquitectura. Algumas obras, autores e eventos marcantes”, in Jogo da Glória. O Século XX malvisto pela desenho de humor, (catálogo de expo., coord. Diogo Gaspar, Rui Almeida, João Paulo Cotrim), ed. Museu da Presidência da República / Quidnovi, pp.358-366, ISBN 978-989-554-914-6;

Projecto de estudo e apresentação a obra do arq. João de Almeida, coord. pelo arq. João de Almeida:
2012, JMF arq – “A Obra de João de Almeida como Arquitecto – da arquitectura religiosa aos edifícios urbanos, às ´Casas do Sul´, aos espaços culturais e patrimoniais”, in João de Almeida. Arquitectura / Design / Pintura (catálogo de exposição, co-autor, textos de arquitectura), Fundação / Casa Museu Medeiros e Almeida, Lisboa, pp.6-59, ISBN 978-972-98907-3-4;

Projecto “Pardal Monteiro 1919-2012”, coord. por João Pardal Monteiro e Manuel Pardal Monteiro, em articulação com o CIAUD / FAUTL:
2013, JMF arq – “Porfírio Pardal Monteiro – significados da sua obra. Introdução à Obra de Porfírio Pardal Monteiro”, in Pardal Monteiro 1919-2012, coord./autoria por João Pardal Monteiro e Manuel Pardal Monteiro, ed. Caleidoscópio, Lisboa, pp.12-13, ISBN 978-989-658-200-5;

Projecto internacional conjunto “Portugal Brasil África – Urbanismo e Arquitectura – do Ecletismo ao Modernismo”, para UAL-Universidade Autónoma de Lisboa com FAU-USP- Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo:
2013, JMF arq – “1936-37, Ano Chave da Arquitectura Moderna, Portugal-Brasil”, in Portugal Brasil África – Urbanismo e Arquitectura – do Ecletismo ao Modernismo (coord. por JMF arq e Maria Lucia Bressan Pinheiro), edição das actas do colóquio realizado, pela UAL-Universidade Autónoma de Lisboa e FAU-USP- Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, c / Editora Caleidoscópio Lisboa, pp.108-131, ISBN 978-989-658-236-4;
(edição internacional, impressa também em São Paulo pela FAU-USP em 1-2014)

Projecto: “Inventário do Património Imóvel dos Açores”, promovido pela DRCultura do GRAçores com o IAC / Instituto Açoriano de Culura (coord. Jorge Paulus Bruno, com José Manuel Fernandes e João Vieira Caldas), desenvolvido e concluído em 1998-2008, e em publicação:
2013, JMF arq – “Velas de São Jorge. Aspectos do seu Urbanismo”, in Velas São Jorge – Inventário do Património Imóvel dos Açores, edição DRCultura do GRAçores, Instituto Açoriano de Cultura e Câmara Municipal das Velas, s/l, pp.21-27, ISBN 978-972-647-292-6 / 978-989-8225-34-4;

Projecto: “Inventário do Património Imóvel dos Açores”, promovido pela DRCultura do GRAçores com o IAC / Instituto Açoriano de Culura (coord. Jorge Paulus Bruno, com José Manuel Fernandes e João Vieira Caldas), desenvolvido e concluído em 1998-2008, e em publicação:
2013, JMF arq – “Calheta de São Jorge. Aspectos do seu Urbanismo”, in Calheta São Jorge – Inventário do Património Imóvel dos Açores, edição DRCultura do GRAçores, Instituto Açoriano de Cultura e Câmara Municipal da Calheta, s/l, pp.33-37, ISBN 978-972-647-291-9 / 978-989-8225-33-7;

Projecto: “Levantamento das Roças de São Tomé e Príncipe”, por Duarte Pape e Rodrigo Rebelo de Andrade:
2013, JMF arq – “Prefácio”, in As Roças de São Tomé e Príncipe, por Duarte Pape e Rodrigo Rebelo de Andrade, ed. Tinta da China, Lisboa, pp.10-11, ISBN 978-989-671-175-7;

 

Artigos nacionais / internacionais

Fernandes, José Manuel, 2015. “8 Intervenções Urbanas do Estado Novo em Centros Históricos”, in Callipole. Revista de Cultura n.22 – 2015, Município de Vila Viçosa, / Colibri, 2015, pp.47-62, ISSN 0872 5225

Fernandes, José Manuel, 2015.  “José Rafael Botelho e o Planeamento Urbano em Portugal”, in Plano Rafael Botelho Funchal 1969-72 / Rafael Botelho Master Plan Funchal 1969-72 (catálogo de exposição) Delegação da Madeira da Ordem dos Arquitetcos, Funchal, 2015, pp.15-17, ISBN 978-989-20-5937-2

Fernandes, José Manuel, 2015. “Três Obras da Arquitectura Manuelina no ´Mundo do Índico´: Capela do Baluarte, Igreja do Priorado do Rosário, Capela do Monte de São Tomé”, in Spehra Mundi. Arte e Cultura no Tempo dos Descobrimentos, Caleidoscópio, Lisboa, 2015, pp.369-385, ISBN 978-989-658-325-5

Fernandes, José Manuel, 2015. “India Portuguesa: as Grandes Praças nos Planos Urbanos do Século XVIII”, in Arquitectura e Urbanismo na Época Pombalina (actas de colóquio, coord. José Meco e Joaquim M.F.Boiça), Oeiras, 2015, pp.162-173, ISBN 978-989-96703-2-7

Fernandes, José Manuel, 2015. “Mozambique”, in Time Frames. Conservation Policies for Twentieth Century Architectural Heritage (editors Ugo Carughi and Massimo Visone), Ashgate, (12-2015, ed. digital)

Fernandes, José Manuel, 2015.“Uma obra singular no quadro da arquitectura universitária em Portugal. A Faculdade de Motricidade Humana na Universidade Técnica de Lisboa, projecto de Jacobetty Rosa nas décadas de 1949 e 1950”, in Actas do VIII Congreso DOCOMOMO Ibérico, Málaga 27/29-11-2013, sobre o tema “La arquitectura del Movimiento Moderno y la Educación”, pp.283-287 (ed. digital, 12-2015)

Fernandes, José Manuel, artigo sobre Arquitectura e Urbanismo modernos na África Portuguesa” no livro La Modernidad Ignorada, coord. por Roberto Goycoolea, México

Fernandes, José Manuel,2014  “Algumas constantes formais na obra de Norte Júnior” cf. comunicação in Colóquio Internacional Norte Júnior ou o Triunfo do Ecletismo, org. pela Universidade Autónoma de Lisboa, no CIUL/Centro de Informação urbana de Lisboa e no Museu das Artes da Câmara Municipal de Sintra, em 20-21/11/2014 (actas no prelo)

Fernandes, José Manuel, 2014 “Olhando a obra de Raul Lino, a pensar em Frank Lloyd Wright”, cf. conferência no Colóquio Internancional Arts and Crafts – Repercussões em Portugal e no Brasil, org. pela FAU-USP na Vila Penteado, São Paulo, no âmbito da exposição Raul Lino Cem Anos Depois, Universidade de São Paulo, Brasil, em 2-4/4/2014 (em publicação pela revista da FAU da Universidade de São Paulo)

Fernandes, José Manuel, 2013, “África: La modernidad portuguesa”, in CIUDADES 100, octubre – deciembre de 2013, RNIU / Revista trimestral de la Red Nacional de Investigación Urbana A.C., Puebla, Mexico (Dir. General Elsa Patiño Tovar), pp.55-57, ISSN 0187-8611

Fernandes, José Manuel, 2013, “M´Banza Congo: the first Christian African city south of the Equator”, in MACAO n.16, May 2013 (editor Gonçalo César de Sá), ed. Government Information Bureau of the Macao SAR, Macao, China, pp.102-107, ISSN 2076-5479;

Fernandes, José Manuel, 2013, “The Island of Mozambique. A World Heritage Jewel”, in MACAO n.19, November 2013 (editor Gonçalo César de Sá), ed. Government Information Bureau of the Macao SAR, Macao, China, pp.102-107, ISSN 2076-5479;

Fernandes, José Manuel, 2014,  “The Historical Plantations of São Tomé and Príncipe”, in MACAO n.21, March 2014 (editor Gonçalo César de Sá), ed. Government Information Bureau of the Macao SAR, Macao, China, pp.110-114, ISSN 2076-5479;

 

Comunicações

Comunicações / Conferências em Congressos / Seminários, nacionais e internacionais, e Intervenções Públicas

2015

26-3-2015 – Comunicação “Indian-African-Portuguese Vernacular Architecture, Sixteenth to Eighteenth centuries” no Annual Meeting. Renaissance Society of America 2015, em Berlim, Universidade de Humboldt, no painel “Cultural Transmissions and Transitions: the World”,

21-4-2015 – Conferência “Arquitectura e urbanismo de influência portuguesa no mundo transatlântico”, na Academia de Belas Artes de Lisboa, in Ciclo de Conferências da ANBA, Lisboa

22-5-2015 – Comunicação “O Funchal no quadro das cidades portuguesas no Atlântico”, na Conferência Reabilitação urbana, desafios e oportunidades, promovida pelas Ordem dos Engenheiros e Ordem dos Arquitectos, Hotel Vidamar, Funchal,

22-5-2015 – Comunicação “Nova Oeiras – o exemplo de um Bairro Residencial moderno a candidatar à Lista Indicativa UNESCO em Portugal”, in VI Jornadas do Património de Vila Viçosa, dedicadas à candidatura UNESCO de Vila Viçosa, C.M. de Vila Viçosa,

27-6-2015 – Comunicação “Indo-portuguese domestic architecture, from India to Africa”, ICAS 9 / 9th Biennial International Convention of Asian Scholars, no painel “Asian Architectures, Old & New”, em Adelaide, Austrália, em 5/9-7-2015

15/18-7-2015 Comunicação “Late colonial portuguese city and architecture in post-colonial Africa”, no Colóquio Internacional do Centro de História e Além Mar, CHAM 2015 / Knowledge transfer and cultural exchanges, in Universidade Nova de Lisboa, Lisboa,

28-7-2015 – Comunicação “Arquitectura Moderna na África Colonial de Expressão Portuguesa: algumas considerações, temas e exemplos, com destaque para Angola”, in Jornadas de Reflexão sobre Arquitectura do Movimento Moderno, org. pelo IPGUL / Instituto de Planeamento e Gestão Urbana de Luanda e Governo Provincial de Luanda, Luanda, 28-7-2015.
28-7-2015 – Participação nos dois debates integrantes das Jornadas: sobre “O Movimento Moderno em Angola e a Contemporaneidade” (com Manuela Fonte, Ana Vaz Milheiro, Frederico Parolotto, Filomena Espírito Santo, Isabel Martins, Maria Alice Mendes Correia, Phil Bonds, Victor Miguel) e sobre “O Movimento Moderno no Mundo e a Contemporaneidade” (com Maria Lucia Bressan Pinheiro, Ana Carvalho, Carlos Faggin, Eduardo Nobre, Jorge Bassani, José Eduardo Lefèvre, Phil Bonds); proposição por JMF do tema “Para uma valorização internacional da arquitectura da Luanda Histórica Central”, 28-7-2015

14-10-2015 – Comunicação “Três obras monumentais da arte manuelina no “Mundo do Índico”: Capela do Baluarte, Igreja do Priorado do Rosário, Capela do Monte de São Tomé”, in Congresso Internacional Sphera Mundi. Arte e Cultura no Tempo dos Descobrimentos, na secção “Continuidades e epigonismos na arte portuguesa do século XVI”; Centro Cultural de Belém, Lisboa,

28/30-10-2015 – Comunicação “Cidades e arquitectura moderna na África Colonial Portuguesa”, in III Colóquio Internacional Colonialismo, Anticolonialismo e Identidades Nacionais, sobre o tema “1415-2015. Dos Impérios à CPLP – Discursos e Práticas” / CEIS20, 28/30-10-2015

4-11-2015 – Comunicação no III Seminário CIAUD da FAUL, sobre o projecto de investigação de que é coordenador “Cidades, Território e Arquitecturas em áreas da Lusofonia”, proferida pelo Prof. Jorge Nunes, por ausência do próprio no estrageiro em serviço, em 4-11-2015

7-11-2015 – Conferência-seminário “Contemporary architecture and urbanism in Portugal – present days”, in Albergue SCM (coord por Carlos Marreiros), Macau, 7-11-2015

12-3-2015 – Participação no Projecto de investigação “O Lugar do Discurso. Vitruvius Mozambicanus” (resp. e coord. Margarida Acciaiuoli e Rute Figueiredo), em sessão pública / debate sobre arquitectura das lusofonias / tropical, com Hugo Segawa, Miguel Santiago, José Luís Saldanha, na Biblioteca da Ordem dos Arquitectos, 12-3-2015

18-3-2015 – Participação no Projecto de investigação “O Lugar do Discurso. Os Agentes da Crítica” (resp. e coord. Margarida Acciaiuoli e Rute Figueiredo), em sessão pública /debate sobre escrita / crítica em publicações / revistas de arquitectura com Inês Brazão, António Guerreiro e Manuel Graça Dias, na Biblioteca da Ordem dos Arquitectos,

6-5-2015 – Participação em Topografias Imaginárias. Ciclos de Visionamento comentado – Arquitectura, no Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca, C.M. de Lisboa, sobre o filme “Crónica dos Bons Malandros”, por Fernando Lopes, com Maria João Seixas e Paulo Cunha,

29-5-2015 – Participação na apresentação pública do livro INE 80 Anos. Um outro olhar (coord. INE/João Pardal Monteiro / Manuel Pardal Monteiro), com João Pardal Monteiro, Manuel Pardal Monteiro, João Paulo Martins, no Salão Nobre do Instituto Nacional de Estatística, Lisboa,

22-6-2015 – Participação, com o texto “Reflexões sobre o Conceito de Arquitectura Chã”, no Workshop Arquitectura Chã: da (in) utilidade de um conceito, in Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa,

2014

1.2014 – Conferência sobre o “Bairro de Alvalade” na exposicão de fotografia na Confeitaria Portuguesa, Alvalade, org. pelo Atelier de Lisboa / Curso de Projecto de Fotografia (coord. por Bruno Pelletier e Ana Janeiro);

7.1.2014 – Intervenção pública, como principal subscritor, na audição pública na Assembleia da República /Comissão de Assuntos Culturais, sobre o processo de protecção e de classificação do antigo cinema ODEON;

3.2014 – Conferência no Seminário do Departamento de Arquitectura da UAL de 2013-2014, sobre a obra do arq. Norte Júnior integrado no projecto “Norte Júnior / Exposição / Colóquio Internacional”, em org. pela UAL;

4.2014 – Conferência “Olhando obra de Raul Lino, a pensar em Frank Lloyd Wright”, no Colóquio Internancional Arts and Crafts – Repercussões em Portugal e no Brasil, org. pela FAU-USP na Vila Penteado, São Paulo, no âmbito da expo Raul Lino Cem Anos Depois, Universidade de São Paulo, Brasil;

4.2014 – Intervenção pública na expo. org. por Alexandre Pomar sobre a “Arquitectura de Vasco Vieira da Costa e a Exposição-Feira de Luanda, 1938”, av.24 de Julho, Lisboa;

4.2014 – Intervenção pública no debate sobre os “40 anos de Património, 25 Abril”, na Lx Factory / livraria Ler Devagar, depois transmit. na TSF, programa Conversas com o Património;

5.2014 – Conferência sobre a “Arquitectura das ´outras ilhas´, 1925-1950”, in VI Colóquio O Faial e a Periferia Açoriana, Horta

 

2013

2013 – Apresentação da exposição itinerante “Património Arquitectónico da UTL” no ISEconomia e Gestão, depois na FMHumana e finalmente na FMVeterinária, onde se encerrou a itinerância em 2.1.2014;

4.2013 – Conferência sobre a “Arquitectura da Igreja de Nossa Senhora de Fátima em Lisboa”, na nave da INSFátima, integrada no colóquio das comemorações dos 75 anos do edifício, e com o lançamento do livro alusivo, de que foi co-coordenador;

4.2013 – Conferência sobre a “Arquitectura Popular da Ilha da Reunião, no Índico”, no Colóquio sobre Arquitectura Popular em Arcos de Valdevez, org. pela CMAV (actas em preparação);

  1. 2013 – Comunicações sobre o tema de investigação “São Tomé e Príncipe – Cidades, Território e Arquitecturas” e sobre a “Arquitectura de influência portuguesa na India e em África”, no seminário do CIAUD / FAUTL;

6.2013 – Comunicação sobre o tema “7 Intervenções urbanas do Estado Novo”, no colóquio em Vila Viçosa, promovido pela CMVV;

7.2013 – Comunicação sobre “Cidades Portuguesas na Ásia”, no colóquio internacional org. pelo CHAM, UNL, Lisboa;

9.2013 – Comunicação sobre “Arquitectura e Urbanismo em Portugal no Estado Novo” na conferência “Colonial e Post-colonial”, na Univ. de Lisboa;

10.2013 – Comunicação sobre “Cidades Portuguesas na Ásia”, no Colóquio Internacional org. pela Universidade de Montreal / Chaire Portugaise, em Montreal, Canadá;

10.2013 – Conferência sobre a “Arquitectura Popular da Ilha da Reunião, no Índico”, no Colóquio sobre Arquitectura Popular org por Manuel Teixeira na FAUL, Univ. de Lisboa;

11.2013 – Comunicação sobre “Cidades Portuguesas na Ásia”, no Colóquio Internacional “Early Asian Cities”, org. pelo IIAS / Institute of International Asian Studies, em Lieden;

11.2013 – Comunicação enviada e aceite sobre a “Arquitectura do Faculdade de Motricidade Humana em Lisboa / Jamor”, in VIII Congresso DOCOMOMO Ibérico, Málaga, 2013;

11.2013 – Intervenção sobre Arquitectura Colonial, como moderador no Colóquio org. pelo Instituto de Investigação Científica e Tropical / IICT, Fábrica de Braço de Prata, Lisboa;

12.2103 – Comunicação sobre a “Cidade-Paisagem Portuguesa”, no colóquio sobre Villas Renascentistas, na FAUL, Univ. de Lisboa;

2012

De 13 a 14.1.2012 – “A Anti-Praça portuguesa – temas e reflexões”, conferência no Colóquio Internacional “Espaço Público – a Praça na Contemporaneidade, org. pela UAL / ISCTE, com o Departamento de Arquitectura da UAL / Ordem dos Arquitectos;

13.1.2012 – Apresentação da edição de África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa, actas do colóquio realizado, pela UAL-Universidade Autónoma de Lisboa e Editora Caleidoscópio, de que foi o coordenador, no âmbito do Colóquio Internacional “Espaço Público – a Praça na Contemporaneidade, org. pela UAL / ISCTE, com o Departamento de Arquitectura da UAL e Jorge Ferreira (pela Caleidoscópio);

20.1.2012 – Moderação da mesa-redonda sobre a Exposição dos Prémios AICA, no Museu do Chiado, com a presença e intervenções de inúmeros críticos, artistas e arquitectos;

3.2.2012 – Apresentação pública do livro Arquitectos Segurado, com conferência pela Prof. Arq. Ana Vaz Milheiro na Imprensa Nacional-Casa da Moeda;

8.3.2012 – Apresentação pública da exposição “As Praças na Cidade Portuguesa”, coord. pelo Porf. Arq. Manuel Teixeira, na FAUTL;

14.3.2012 – Conferência sobre o tema “História, Património e o século XX” a convite do Instituto de História da Universidade Nova de Lisboa, com a prof. Fernanda Rollo;

22 a 24.3.2012 – Comunicação “Intercontinental Architectural Connections: Portuguese Colonial |architecture| in India, Brazil and Africa, Sixthteenth to Eighteenth Centuries”, na Conferência Anual da RSA / Renaissance Society of America, apresentada em Washington DC, EUA;

27 a 29.3.2012 – Comunicação “As Cidades de São Tomé e de Santo António, até aos Séculos XIX e XX – Arquitectura e Urbanismo”, realizada no Colóquio Internacional “São Tomé e Príncipe numa Perspectiva Interdisciplinar, diacrónica e sincrónica” no ISCTE /IUL (Instituto Universitário de Lisboa);

16.5.2012 – Apresentação pública da exposição itinerante “Moderno / Luanda”, da Universidade de Alcalá, coord. pelos profs. Roberto Goycoolea, Paz Nunez e Jorge Spencer, na FAUTL;

18.5.2012 – Apresentação pública da exposição sobre a obra do arq. Eduardo Iglésias (n.1926) no Porto, com lançamento do livro respectivo;

15.6.2012 – Comunicação no Seminário “Urgência-Permanência”, organizado pelo Departamento de Arquitectura da UAL e Ordem dos Arquitectos;

16.6.2012 – Conferência sobre a obra do arq. Jorge Viana, no Centro Cultural Palácio do Egipto, C.M.Oeiras, integrada na mostra sobre este autor “Jorge Viana – Arquitecturas – Natureza, Máquina, Sentimento”, em cuja produção/preparação colaborou pela FAUTL;

8.2012 – Aceitação da comunicação “Indo-portuguese vernacular architecture, Modern Age” pela Conferência Anual da RSA / Renaissance Society of America, em San Diego, USA, 2013 (único representante das universidades de Lisboa);

8.9.2012 – Apresentação pública do livro Algarve – Arquitecturas Recuperadas, de que foi co-autor, na FNAC de Albufeira, no contexto da exposição fotográfica de imagens da obra pela co-autora Ana Janeiro;

27.9.2012 – Comunicação “Cidades / 3 Modelos”, no Encontro Internacional “Cidades e Guerra”, promovido pela Faculdade de Letras de Universidade de Lisboa no Teatro Aberto;

29.9.2012 – Conferência “A Cidade do Aeroporto de Santa Maria”, na Biblioteca e Arquivo de Vila do Porto, Santa Maria, no âmbito das Jornadas Europeias do Património;

21.11.2012 – Apresentação da exposição “Jorge Viana, Arquitecturas – influências e relações” na FAUTL;

6.12.2012 – Apresentação da exposição itinerante “Património Arquitectónico da UTL” no ISAgronomia, com uma comunicação audio-visual sobre o tema;

2011

18.1.2011 – Participação e intervenção na Sessão Pública de apresentação e crítica da obra “Património de Origem Portuguesa no Mundo – Arquitectura e Urbanismo”, editada pela Fundação Calouste Gulbenkian em 2010, realizada na Universidade de Coimbra;

21.1.2011 – Intervenção pública sobre a “Arquitectura e Cultura de Goa”, em sessão sobre a Cultura de Goa, realizada na Universidade Lusófona de Lisboa;

28.1.2011 – “Igrejas na ´África Portuguesa´ – relações com a India e o Brasil, possíveis influências”, conferência de encerramento na Conferência Internacional “África – Arquitectura e Urbanismo de Matriz Portuguesa”, na UAL-Universidade Autónoma de Lisboa;

14.2.2011 – Apresentação pública do livro Património Arquitectónico da UTL, edição da Reitoria da UTL, de que foi o Coordenador Científico, em sessão no Palácio Centeno presidida pelo Senhor Reitor, Prof. Fernando Ramôa Ribeiro;

16.2.2011 – “Cidades de Matriz Portuguesa no Mundo”, Conferência Inaugural dos Seminários do Departamento de Arquitectura da UAL;

24.2.2011 – Intervenção pública no lançamento do livro Angola no Século XX- Território, Cidades e Arquitecturas (de que foi co-autor e co-editor, em 2010), na Universidade Lusófona de Lisboa, com o arq. Augusto Pereira Brandão e a dra. Aida Freudenthal;

28.2.2011 – “Lisboa”, conferência em Curso Internacional do Departamento de Arquitectura da UAL;

10.3.2011 – “A Cidade da Horta”, conferência proferida no âmbito das comemorações da Junta da Freguesia da Matriz, em Sessão Solene no Salão Nobre da “Sociedade Amor da Pátria”, Horta, Açores;

29.3.2011 – Intervenção pública no lançamento do livro Ribeira Grande, a cidade e o seu concelho, aspectos da sua arquitectura e urbanismo (de que foi co-autor, em ed. da CMRG, 2010), no auditório do Teatro Ribeiragrandense, Ribeira Grande, Açores, com o Presidente da Câmara Dr. Ricardo Silva;

31.3.2011 – Intervenção pública na inauguração da exposição internacional “21 Projectos do século 21 – Reflexos da Arquitectura Portuguesa actual” (Comissário e autor, 2008), na Faculdade de Arquitectura da UTL, assinalando a oferta da estrutura material da mostra à FA pela Ordem dos Arquitectos;

De 28.4.2011 até 19.5.2011 – “Arquitectura Religiosa em Portugal no Século XX”, conferência na inauguração da exposição internacional “Frate Sole – Arquitectura Religiosa Internacional 2008”, na Faculdade de Arquitectura da UTL;

7.6.2011 – Intervenção pública na apresentação da revista Monumentos n.31, (onde é membro do Conselho Editorial desde 1994) dedicada a Cascais, no Museu de Castro Guimarães, Cascais, com o Presidente da CMC e o Presidente do IHRU;

5.7.2011 – Intervenção pública no lançamento do livro Algarve – Arquitectura Recuperada (de que foi co-autor, em ed. pela CCDRA / Afrontamento, 2011), no Museu de Portimão, com Macário Correia e o Pres. da CMP;

28.7.2011 – conferência sobre a obra do Arquitecto Jorge Viana (1924-2010), para a associação Espaço e Memória, em Oeiras;

19.10.2011 – conferência sobre a obra do arquitecto Bernardino Ramalhete, na Casa dos Cubos em Tomar, na Homenagem organizada pelo núcleo local da Ordem dos Arquitectos, com intervenção por José Hestnes Ferreira, entre outros;

20.10.2011 – texto de Comunicação sobre “Temas para a Valorização da Arquitectura Indo-Portuguesa”, para o Workshop coordenado por Mónica Reis, realizado em Goa, sobre “Sensibilization towards conservation and restoration in cultural heritage”, 2011;

30.10.2011 – texto para a comunicação “Conceição Silva em Portugal: arquitectura de turismo e paisagem moderna”, integrada no Seminário Internacional Espaços Culturais e Turísticos em Países Lusófonos, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (coord. Luiz Manoel Gazzaneo);

2.11.2011 – Conferência “Arquitecturas em São Tomé e Príncipe: das cidades às Roças, um património único”, in 6.Bienal Internacional de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe, Palácio dos Congressos, São Tomé, São Tomé e Príncipe (no quadro da exposição sobre Roças realizada em paralelo na cidade de São Tomé);

9.11.2011 – Conferência “Arquitectura Moderna Portuguesa en territorios de Ultramar”, in Jornada Internacional La Modernidad Ignorada / arquitectura moderna em Luanda, Angola, in E.T.S. de Arquitectura y Geodesia, Universidade de Alcalá de Henares, Espanha (no quadro da exposição realizada em paralelo na escola de Alcalá);

16.11.2011 – Conferência “Faculdade de Motricidade Humana / Faculdade de Arquitectura”, in Colóquio “As Arquitecturas da UTL – Património, História e Valor”, realizado na FAUTL, o qual coordenou;

20.11.2011 – Apresentação pública do livro Arquitectos Segurado, com conferência pelo Prof. Arq. João Vieira Caldas no CIUL – Centro de Informação Urbana de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e a Imprensa Nacional-Casa da Moeda

22.11.2011 – Intervenção pública sobre “A Arquitectura dos espaços exteriores em ambiente tropical”, in Workshop Construção e Materiais de Construção em Ambiente Tropical, com o arq. Fernão Lopes Simões de Carvalho, no Centro de Congressos do Lagoas Park, Oeiras;

29.11.2011 – Apresentação pública de quatro filmes sobre temas da África Colonial Portuguesa: O Deserto de Angola (1932), Viagem no Deserto (1967), Beira, Porta Turística de Moçambique (1973), Horizonte Angolano (1973), na Cinemateca Portuguesa;

De 15 a 17.12.2011 – Conferência “Rio de Janeiro, capitale impériale portugaise, 1808-1821: transformations de la ville”, in Colloque International Le Néoclassicisme dans les colonies européennes, XVIII-XIX siécles, proferida no Conservatoire à Rayonnement Regional, Saint Denis, ilha da Reunião, Oceano Índico, (île de La Réunion, Departamento do Ultramar Francês) (edição digital das actas em 2013);

28.12.2011 – Intervenção pública sobre a obra do arquitecto Viana de Lima, na mesa-redonda coordenada por João Campos, na Fundação Engenheiro António de Almeida, Porto (a propósito do livro editado por João campos sobre VL);

 

 

7º Debate à Distância, 14dez2019 – Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona nas Infraestruturas”

Debate – no âmbito da Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania 

       

  • DINAMIZADOR: Américo Ferreira
  • QUESTÃO: Cooperação Lusófona nas Infraestruturas
  • DATA: 14 de dezembro de 2019
  • 11h00
  • LOCAL: (oportunamente)

 

  • SINOPSE:  Pretendemos reflectir sobre as linhas estruturais da cooperação lusófona, indicando os seus principais bloqueios e oportunidades no plano das Infraestruturas. ( Texto: a seu tempo)

 

 

  • PARCERIAS:

                                                       

 

  • LEGENDA,  por ordem dos Logotipos: Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona; Academia das Ciências de Lisboa; Associação Portuguesa para a Qualidade; Movimento Internacional Lusófono; Publicação Nova Águia; Federação Universal da Paz; Escola Profissional Gustave Eiffel; Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde; Universidade Piaget de Guiné Bissau; Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe; Fundação Atena de São Tomé e Príncipe; Instituto de Ciência Tecnologia de Aileu, Timor L/L.

 

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

 

  • NOTAS:
  1. MIL é Parceira da PISCDIL. Está em vigor um Protocolo informal de Cooperação. O Protocolo formal de Cooperação será firmado oportunamente.
  2. Têm um Objetivo Comum: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.
  3. Utilizam a Estratégia de Debates à Distância entre as Comunidades Lusófonas.
  4. A publicação atempada (hoje, 12ago2019) de uma Sinopse detalhada da Temática (Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades) tem como objetivo permitir que o Debate à Distância possa envolver personalidades/especialistas e respetivos textos, obras, enfim, quaisquer publicações em papel ou, preferencialmente, em formato digital.
  5. A participação nos DEBATES pode ser: a) PRESENCIAL. b) À DISTÂNCIA. Para ambas as situações, que os interessados enviem o respetivo contato eletrônico e número de telemóvel, com um breve texto escrito. para: diasporalusofona.nov2015@gmail.com. A empresa do equipamento de Transmissão à Distância – VEEDEEO – enviará oportunamente: um Link e um número de contato. Estarão, assim, presentes na Sala de Debate.
  6. As SESSÕES serão integralmente gravadas em VÍDEO e publicadas através da Internet, juntamente com o “breve texto” atrás solicitado/proposto no Ponto 5.
  7. As SESSÕES serão integralmente gravadas em VÍDEO e publicadas através da Internet, juntamente com o “breve texto” atrás solicitado/proposto no Ponto 5.
  8. A Formação Curricular em Liderança da Nação e Cidadania – “Curso de Formação Avançada em Cidadania e Liderança” – é coordenada por Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE), em Portugal. Nas outras Comunidades-Lusófonas/Estados é coordenada pelas respectivas Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE.
  9. Pela Direcção da PISCDIL. Alberto Araújo 14ago2019

Alberto Araújo

Presidente da Direção da PISCDIL (Plataforma ISC da Diáspora Lusófona)

5º Debate à Distância, 26out2019 – Liderança da Nação e “Liderança em tempos de Democracia Global”

Debate – no âmbito d Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania

  • DINAMIZADOR: Mendo Castro Henriques
  • QUESTÃO: Liderança num Tempo de Democracia Circular
  • DATA: 26out2019
  • HORA: 11h00, Portugal
  • LOCAL: Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE). Rua Elias Garcia, 29, 2700-132, Amadora, Portugal

 

  • SINOPSE: Pretendemos reflectir sobre as linhas estruturais da questão da Liderança em tempos de democracia circular, indicando os seus principais bloqueios e oportunidades.
  • BIBLIOGRAFIA:  WOOK – https://www.wook.pt/autor/mendo-castro-henriques/2607
  • CURRICULUM (breve; ver Google):
  • – Professor na Universidade Católica Portuguesa e membro da Direção do CEFi.
    – É autor, co-autor e organizador de doze monografias e mais de oitenta artigos nas áreas de filosofia e cidadania, nomeadamente na divulgação em língua portuguesa das obras filosóficas de Eric Voegelin, Bernard Lonergan e Franz Rosenzweig.
    – Tem sido participante e coordenador de conferências científicas e culturais em Alemanha, Angola, Bélgica, Brasil, Chile, Espanha, EUA, França, Grã-Bretanha, Hong-Kong, Itália, Luxemburgo, Macau, Marrocos e Roménia.

 

SÍNTESE da Apresentação

 

“Liderança em Tempos de Democracia Global

Durante a longa história da democracia desde a Antiguidade até ao sistema representativo atual, adotaram-se várias configurações até nos fixarmos no sistema representativo.

Há muito que se diz que a democracia representativa está a ser complementada pela democracia participativa, surgindo mesmo iniciativas interessantes que ligam ambas como sejam as ILC’s, Iniciativa Legislativa de Cidadãos, e de que esta Conferência é um apelo.

Tive ocasião de argumentar que não basta, na democracia atual, dividi-la em vertentes participativa e representativa. Seria o mesmo que dizer a uns para que falem e a outros que decidam. E seria diminuir um dos aspectos mais decisivos da democracia atual que é luta contra a corrupção que não pode perseguir apenas os “bandidos”, que praticam crimes, mas que tem de se preocupar com os “bandalhos”, as autoridades que os permitem..

O desenvolvimento das sociedades tem tornado a democracia um processo circular em que interessa. 1) O momento de deliberação em que se debatem programas e soluções. 2) O momento de escrutínio em que constantemente se supervisionam as decisões. 3) O momento eleitoral de escolha de soluções e decisores com poderes:

Só existe legitimidade nas decisões quando elas são acompanhadas democraticamente na origem, durante o processo, e nos resultados.

Com as novas formas e iniciativas da democracia deliberativa as organizações e os cidadãos podem e devem debater com as forças políticas as melhores soluções para as políticas públicas, sejam de âmbito local, regional, nacional ou europeu. Existem orçamentos participativos, fóruns de cidadãos, comissões de cidadania, etc.

Existe, seguidamente, a democracia de escrutínio em que todos devem ter voz para a supervisão dos processos democráticos . A democracia começa pela auto vigilância exercida pelos detentores de cargos públicos. Estes devem assegurar-se de que as regras democráticas são seguidas e prevenir a corrupção. Tive ocasião de citar a ação pioneira neste domínio, em Portugal, do sr. Coronel Manuel Da Costa Braz.

A democracia de escrutínio passa também pela comunicação social e pelas redes sociais que devem estar prontas a vigiar, separando entre notícias verdadeiras e falsas. A democracia de escrutínio passa por uma justiça a funcionar em pleno, com transparência e sem entraves, quando se trata de investigar, julgar e punir crimes.

Finalmente, vem o sistema eleitoral democrático de escolha de representantes e através destes, de governantes. As eleições são o momento terminal de um ciclo de decisão mas também a abertura de um novo ciclo eleitoral em que se retoma a democracia deliberativa e a democracia de escrutínio, num processo circular.

Expus estas ideias, que nem são completamente originais, em “A promessa da Política” e continuarei a bater-me por elas com todos os meus companheiros do Nós,Cidadãos! .”

 

 

 

    

 

  • PARCERIAS:
  •                                      

 

            

 

»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»»

 

  • NOTA:
    1. Mendo Henriques é membro do MIL.
    2. MIL é Parceiro da PISCDIL. Está em vigor um Protocolo informal de Cooperação. O Protocolo formal de Cooperação será firmado oportunamente.
    3. Têm um Objetivo Comum: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.
    4. Utilizam a Estratégia de Debates à Distância entre as Comunidades Lusófonas.
    5. A publicação atempada (hoje, 12ago2019) de uma Sinopse detalhada da Temática (Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades) tem como objetivo permitir que o Debate à Distância possa envolver personalidades/especialistas e respetivos textos, obras, enfim, quaisquer publicações em papel ou, preferencialmente, em formato digital.
    6. A participação nos DEBATES pode ser: a) PRESENCIAL. b) À DISTÂNCIA. Para ambas as situações, que os interessados enviem o respetivo contato eletrônico e número de telemóvel, com um breve texto escrito. para: diasporalusofona.nov2015@gmail.com. A empresa do equipamento de Transmissão à Distância – VEEDEEO – enviará oportunamente: um Link e um número de contato. Estarão, assim, presentes na Sala de Debate.
    7. As SESSÕES serão integralmente gravadas em VÍDEO e publicadas através da Internet, juntamente com o “breve texto” atrás solicitado/proposto no Ponto 5.
    8. A Formação Curricular em Liderança da Nação e Cidadania – “Curso de Formação Avançada em Cidadania e Liderança” – é coordenada por Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE), em Portugal. Nas outras Comunidades-Lusófonas/Estados é coordenada pelas respectivas Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE.
    9. Pela Direcção da PISCDIL – Alberto Araújo. Lisboa, 12ago2019

 

1º Debate à Distância, 22jan2019 – Liderança da Nação e “LIDERANÇA INDIVIDUAL VS LIDERANÇA COOPERATIVA”

Primeiro Debate à Distância (em linha)

Organizado pela Escola Profissional Gustave Eiffel, em parceria com a PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona ou, abreviando,

Plataforma da Diáspora Lusófona).

 

“A Nação (Lusófona ou Mundial) é melhor liderada por profissionais (…), que por amadores (…)) (Vide: http://plataformadadiasporalusofona.org/formacao-nao-curricular-em-lideranca-da-nacao-e-cidadania-programa/

 

Que diga o que vai fazer para a Nação e não apenas o que espera da Nação

Ver Youtube:  https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/agenda/?event_id1=563

 

 

)

 

Alberto Araújo

Lisboa, 19jan2019