Janeiro, 2020

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Dossier PISCDIL – 2010-2019

Dossier PISCDIL  2010-2019

Plataforma Interacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona 

 

Diz uma sabedoria indiana o seguinte (Zakyia Mamad): “Um criança leva nove meses para nascer. Um projecto leva 9 anos para nascer”.

COINCIDÊNCIA: em janeiro de 2019, nasceu o Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania – Formação Curricular e Formação Não-Curricular.

  • Em 2020 vai nascer o Programa de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona?

 

 

 

 

 

 

A LUSOFONIA: UMA POTÊNCIA MUNDIAL – SONHO/UTOPIA

 

 

 

 

INDICE

 

 

pág.

 

– indice———————————————  2

 

– Apresentação da piscdil ——————————  3

 

– Dois processos do projecto/programa lusófono —————————–  9

 

– programa de formação não-curricular em

liderança da nação e cidadania —————–  12

 

– primeiro grupo de questões para formação não-curricular:

debates à distância

I – formação náo-curricular em liderança da nação e cidadania———– 19

 

– indicadores para seleccionar vocacionalidade para

liderança da nação ———————-  26

 

– cronograma ———————————  28

 

– orçamento ————————————–29

 

– avaliação —————————————-30

 

– procedimentos e calendarização dos debates à distância ——32

 

– programa de ensino da língua portuguesa/lusófona à distância ——-  36

 

 

ii – formação curricular em liderança da nação e cidadania —————-  40

 

– cartaz da cátecra eduwell ——————-  41

 

– carta de apresentação da cátedra eduwell ——————-  42

 

– disciplinas da cátedra eduwell ———————-  44

 

– disponibilização DIGITAL da cátedra eduwell ———————  46

 

– inscrição na cátedra eduwell ———————  47

 

 

PISCDIL

Plataforma internacional da sociedade civil da diáspora lusófona

 

Diáspora Lusófona: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste/Lorosa’e

E

Comunidades Lusófonas em todo o Mundo

Representadas por Goa/Damão/Diu, Macau, Galiza (Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa

Fundada pelo Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa, 19-21 de novembro de 2015

Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa

A PISCDIL foi fundada para a Formação em Liderança da Nação e Cidadania

Este organograma, enquanto ordem de pensamento/ideia, deve ser lido de baixo (Englobantes/Visionários) para cima; enquanto ordem de acção, deve ser lido de cima para baixo.

OBJECTIVOS DA PISCDIL

O material didáctico referente à LÍNGUA é de formato DIGITAL

O sentido fundamental, que engloba a Liderança Nacional é LIDERANÇA DA NAÇÃO

 

SÍNTESE DE APRESENTAÇÃO DA PISCDIL

 

Projeto/Programa Formação em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania

 

  1. A Formação em Liderança da Nação e Cidadania começou por ser, a partir de 2010, um SONHO da primeira nação lusófona independente do século XXI – Timor Leste/Lorosa’e – sendo conhecido como PORJETO MAUBISSE.
  2. A partir de 2013, passou a ser um PROJETO LUSÓFONO, envolvendo, sucessivamente, as nove Comunidades/Estados e as comunidades lusófonas espalhadas por todos os recantos do mundo, entretanto representadas por Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza (Pró-Academia Academia Galega da Língua Portuguesa).

2.1 – Veio-se a descobrir a coincidência com um análogo projeto da Academia das Ciências de Lisboa; e, provavelmente, com similares projetos em outras nações do mundo.

  1. Este Projeto tornou-se público quando as referidas comunidades lusófonas fundaram a Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (PISCDIL) ou, abreviando, Plataforma da Diáspora Lusófona, com a realização do Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, entre 19 e 21 de novembro de 2015, no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa, Portugal.
  2. A Formação em Liderança da Nação e Cidadania engloba dois processos: Formação Curricular e Formação Não-Curricular.

4.1 – A formação Curricular é coordenada, em Portugal, pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL). Nas restantes comunidades lusófonas, e em todos dos os países do mundo interessados, é coordenada pelas Instituições Formadoras competente que assinam Protocolos de Cooperação com a ACL.

4.1.1 – Já assinaram os referidos Protocolos de Cooperação: Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde; Universidade Piaget de Guiné Bissau; Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe; Instituto de Ciência Tecnologia de Aileu e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D. Jaime Garcia Goulart de Dili, Timor Leste/Lorosa’e. Está em Curso o processo de análoga assinatura, envolvendo Instituições Formadoras de: Angola, Brasil, Moçambique e o g7+.

4.2 –  O primeiro curso de Formação Curricular em Liderança Nacional e Cidadania tem início em  janeiro de 2019. As inscrições estão abertas a partir de setembro de 2018.

4.3 – A preparação do processo de assinatura de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa passa pela PISCDIL.

  1. A Formação Não-Curricular é coordenada, na diáspora, pela PISCDIL. No interior das comunidades lusófonas e em todos os possíveis países interessados, é coordenada pelas mencionadas Instituições Formadora assinantes de Protalos de Cooperação.

5.1 – A formação Não-Curricular adota a estratégia de Debates – DEBATES À DISTÂNCIA. Baseia-se na seguinte convicção: um cidadão pode possuir um conjunto de diplomas curriculares (Licenciaturas, Mestrados, Doutoramentos, Especializações, Pós-graduações, etc.), mas se, perante uma questão de interesse nacional, não for capaz de produzir um contributo concreto e operacional, para nada de nacional servem tais diplomas curriculares.

5.2 – Os Debates serão realizados à medida que forem sendo anunciados.

5.3 – O Programa de Formação Não-Curricular encontra-se publicado através da Inspeção Geral de Atividades Culturais (IGAC), com sede na Praça dos Restauradores, Lisboa, em 19 de maio de 2017.

5.3.1 – Encontra-se igualmente publicado através do Sítio/site da PISCDIL: https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

https://plataformadadiasporalusofona.org/formacao-nao-curricular-em-lideranca-da-nacao-e-cidadania-programa/

 

  1. Em síntese, a Formação em Liderança Nacional e Cidadania parte da seguinte PREMISSA:

“A Nação é melhor liderada por profissionais, vocacionados (nascidos-para) e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder.

Profissionais comprometidos: com os valores universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais; com os valores regionais, vg., inscritos na Constituição da CPLP; com os valores locais, próprios e inalienáveis de cada uma das comunidades.

Profissionais comprometidos com a construção da PAZ.

Profissionais comprometidos com os cidadãos, seus eleitores e avaliadores.”

 

Por uma Lusofonia Potência Mundial

Lisboa, 07 de setembro de 2018

 

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

+ 939 224 312 (whatsApp)

+214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

Dois processos do  PROJECTO/PROGRAMA Formação em Liderança da Nação e Ciddania:

 

I – FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA

DEBATES À DISTÂNCIA

Coordenado pela PISCDIL

 

II- FORMAÇÃO CURRICULAR EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA:

 

– Coordenado, em Portugal, pela Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE)

– Coordenado, nas Comunidades Lusófonas e Internacionais, pela Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE

 

 

I – FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR EM LIDERANÇA NACIONAL E CIDADANIA

DEBATES À DISTÂNCIA

  1. PROGRAMA – Publicado:
  2. a) através do Sítio: https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/programa/
  3. b) através da IGAC – Inspecção Geral de Actividades Culturais, 19 de maio de 2017:

FORMAÇÃO EM LIDERANÇA NACIONAL E CIDADANIA

                       PROGRAMA  – FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR, Formação Contínua

 

SÍNTESE

 

1. O quê é? “Formação em Liderança Nacional e Cidadania” é um processo de formação virtual (e-learning) e representa um SONHO/necessidade/urgência, que, em 2010, começou por ser timorense, mas, a partir de 2013, passou a ser assumido autonomamente pela sociedade civil da diáspora lusófona das nove Comunidades/Estados e de Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza – PISCDIL.

 

A PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona), desde a sua génese, está profundamente convicta de que:

 

“- A Nação é melhor liderada por profissionais, vocacionados e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder.

– Profissionais comprometidos com os Princípios e Valores Universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais; com os Princípios e Valores Regionais, assumidos pelas comunidades lusófonas e inscritos, vg., na Constituição da CPLP; e com os Princípios e Valores Locais, próprios e inalienáveis de cada uma das comunidades.

– Liderança comprometida com uma sociedade civil, consciente e responsável pelos seus deveres e direitos constitucionais.”

 

2. Quem? – Autores e Atores – Os fundadores e dinamizadores são pessoas, a título individual, da sociedade civil das comunidades lusófonas acima referidas, pessoas convictas do mesmo SONHO.

São fundadores, ao lado das entidades públicas e privadas, os que assumirem pessoalmente o mesmo Sonho e o compromisso para a sua concretização.

3. Porquê? Porque a experiência da alta competitividade e da concorrência globalizante em curso assim o exigem, e cada vez mais. Exigem a profissionalização na formação curricular, a profissionalização em exercício, a formação contínua. Exigem a excelência na liderança nacional, que não é a mesma coisa que a liderança partidária, empresarial ou de qualquer grupo humano. Porque o profissional é simplesmente melhor que o amador, na sua área de formação.
4. Para quê – Finalidades – Para assegurar a viabilidade, estabilidade, capacidade e qualidade da autonomia/independência nacional, colocando-a em pé de igualde com aquelas mais bem-sucedidas e exemplares.

– Estas quatro metas serão melhor asseguradas pelo Projeto de Formação em Liderança Nacional e Cidadania, que tem como objetivo fundamental ou fundante a Construção da Paz.

– Em ordem a isto, consolidar a Lusofonia enquanto uma realidade mundial e tornar a Lusofonia uma Potência Mundial.

5. Para quem? – Destinatários – Para a sociedade civil, para cada pessoa, da diáspora e do interior do respetivo país.

– Dos formados na diáspora, alguns irão definitivamente para o interior, enquanto outros ficarão definitivamente no exterior.

– Dos formados no interior, a maior parte ficará no país, enquanto outros virão definitivamente para a diáspora.

– De ambas as estratégias, alguns irão-para-dentro e ouros virão-para-fora, consoante projetos específicos e conjunturais.

6. Onde? – Na diáspora e no interior de cada comunidade lusófona.

– No centro coordenador e na respetiva REDE de Instituições Formadoras da diáspora e do interior.

7. Como? – O processo de Formação de Liderança e Cidadania engloba duas modalidades: Formação Curricular e Formação-Não Curricular.

– A Formação Curricular é da competência das Instituições Formadoras competentes e interessadas, tanto da diáspora como do interior; em Portugal, em virtude da génese histórica do próprio projeto, é coordenada pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL).

– Cada uma das Instituições Formadoras das comunidades lusófonas assinará um Protocolo de Cooperação com a ACL, mantendo a sua própria autonomia na parceria.

– A Formação Não-Curricular é coordenada pela PISCDIL, criando parcerias com todas as entidades interessadas na transição da liderança amadora para liderança profissional.

– A Formação Não-Curricular é complementar ou parceira da Formação Curricular, dentro da seguinte ótica: A primeira é do campo afetivo, de sensibilidade e de sabedoria, de natureza de formação contínua; a segunda é do campo cognitivo, científico e tecnológico. Representam dois pilares fundamentais do desenvolvimento sustentável da nação ou do país.

– Adota a estratégia de trabalho em REDE, estratégia implícita no seu próprio Logotipo.

8. Quando – No âmbito da Formação Curricular, já começou, com as pré-inscrições de formandos, sendo, em novembro de 2016, mais de 200 inscritos em Timor Leste/Lorosa’e e por volta de 100 de Guiné Bissau. Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste/Lorosa’e e Cabo Verde já assinaram o Protocolo de Cooperação com a ACL.  O início do processo está condicionado pela busca e pelo compromisso de financiadores do projeto.

– No quadro da Formação Não-Curricular, a PISCDIL está a envidar todos os esforços para o seu lançamento ainda em 2016 ou nos inícios de 2017.

 

(Segue: Apresentação do Programa de Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania, registado na Inspeção Geral de Atividades Culturais – IGAC – SIIGAC/2017/3767, 19-05-2017 )

 

PROGRAMA DE FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR EM LIDERANÇA NACIONAL E CIDADANIA

 

INTORDUÇÃO

 

  1. (O que é?). Se toda a atividade humana, cada vez mais, exige a formação profissional da parte dos seus cooperadores e parceiros, a fortiori, esta atividade estruturadora/estruturante – A LIDERANÇA NACIONAL.

1.1 – A PISCDIL estabelece distinções entre Liderança Nacional e Liderança Grupal (político partidária, empresarial, etc.). A primeira engloba a segunda, mas não necessariamente a segunda representa a primeira. A Formação Nacional de Liderança pode representar uma bolsa de recursos de liderança, onde as forças grupais poderão ir buscar recursos para completar os seus quadros ou par suprir as suas lacunas.

1.2. A Formação em Liderança Nacional e Cidadania faz parte fundamental dos Objetivos da PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona), juntamente com a LÍNGUA LUSÓFONA e a EDUCAÇÃO. São objetivos fundamentalmente interligados entre si, onde a Formação, nomeadamente a Formação em Liderança Nacional, representa fator determinante.

1.3 – A Formação em Liderança Nacional e Cidadania começou por ser timorense – Projeto Maubisse – isto é, um projeto acordado entre a Igreja, o Estado e a Sociedade Civil Timorense, nos encontros realizados em Maubisse, nos princípios de 2010, nesta vila ao sopé do Monte Ramelau, o mais alto do antigo Império Ultramarino Português.

1.3.1 – Tendo partido da iniciativa da Igreja, D. Basílio do Nascimento, Bispo de Baucau e Presidente da Conferência Episcopal, em agosto de 2010, solicitou à Associação Apoio à Diocese de Baucau (AADB) e à Associação Timorense (AT) o desenvolvimento do nascente Projeto em Portugal e na diáspora.

1.3.2 – Neste sentido, o Prelado orientou as duas associações no sentido de solicitarem apoio a três personalidades, das mais representativas, às quais tinha apresentado pessoalmente o Projeto.

1.3.3 – O processo teve início em janeiro de 2011, na sequência da aprovação do projeto inicial elaborada pelo Prelado de Baucau.

1.3.4 – Perante as dificuldades sentidas por parte da diáspora timorense em levar a cabo um Primeiro Congresso da Sociedade Civil Timorense na Diáspora, as duas associações, avançaram para contatos com as associações das outras comunidades lusófonas na diáspora, passando a seguir para pessoas singulares, a título individual, representativas, por força das respetivas Constituições Nacionais, das mesmas comunidades.

 

  1. (Quem? – Autores E atores). Em 19 de julho de 2013, o projeto passou de timorense para um projeto assumido em primeira pessoa pelos representantes da sociedade civil da diáspora de cada uma das oito Comunidades/Estados e de Goa/Damão/Diu e Macau, os quais estiveram presentes nesta primeira reunião na Universidade Lusófona de Lisboa, com a Presença da Diretora da DRIE, Dra. Elisabete Lourenço, em representação do Reitor da Instituição Universitária. E, durante os anos 2013 e 2014, as reuniões da nascente Plataforma foram realizadas na UL.

 

2.1 – Em 19-21 de novembro de 2015, as referidas comunidades lusófonas, incluindo já Guiné Equatorial e Galiza e perfazendo o simbólico número de 12 autores e atores, levaram a cabo o Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (I CDIL), no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa. Este Evento teve como objetivo principal a fundação de uma Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, abreviadamente PISCDIL.

2.2 – A PISCDIL foi registada m Lisboa, em 21 de dezembro de 2015, com NIPC 513799338. Tem como Sede provisória a Sede das Associações Cabo-verdianas, Rua Duque de Palmela, 2 – 8º, Freguesia de Santo António, Lisboa

 

  1. (Porquê?) – Razão de ser da Formação da Liderança Nacional e de Cidadania

3.1 – Questões de passagem de liderança e de testemunho.  A geração das décadas de 40 e 50, que, direta ou indiretamente se tronou protagonista da descolonização na década de 70, ou ainda antes, na fase atual da história está a terminar a sua liderança. Neste sentido, não cremos haver diferença entre aquelas comunidades lusófonas que se tronaram independentes desde a década de 75 e Timor Leste/Lorosa’e, que só conseguiu a sua independência efetivamente democrática em 20 de maio de 2002. O fato da pronta adesão de 100% ao projeto PISCDIL e ao processo de Formação em Liderança e Cidadania, e logo ao primeiro contato, indicia que, de uma forma geral, os referidos protagonistas, durante esta primeira metade da independência nacional não se decidiram sobre a importância da formação da nova geração em Liderança.

3.1.1 – A transição da colonização para independência, nalguns casos, criou ruturas com o passado, concentrando-se no presente, no imediato ou no curto prazo, deixando o futuro de lado e adotando mesmo atitudes de necolonizadores.

3.2 – Os países incipientes e em vias de desenvolvimento podem correr o risco de ameaças internas e externas, aproveitamento oportunista de investidores externos. Ao solicitarem o apoio exterior para a formação dos seus recursos e para o processo de desenvolvimento podem passar a um novo tipo de dependência

3.3 – Desafios da Globalização e perigos de formas de neocolonização.

3.4 –  Competitividade exige alta qualidade de recursos humanos, nomeadamente da liderança, sob pena não conseguir equilibrar finanças nacionais e endividamentos soberanos, que colocam o país sob subjugação externa.

 

  1. Para que? – Finalidade –

4.1 – Garantir a sustentabilidade da viabilidade, estabilidade, capacidade, qualidade da independência nacional das Nações/Estados em construção.

4.1.1 – Viabilidade – A continuidade da independência de um país não está garantida. Fatores imprevistos ou falta de capacidade de previsão podem ocasionar uma crise profunda ou o seu desaparecimento do mapa. Esta possibilidade pode significar uma preocupação real para um pequeno país, que ganhou uma guerra de 25 anos contra a poderosa Indonésia e seus satélites e que tem sido historicamente cobiçado pela Austrália anglo-saxónica.

4.1.2 – A estabilidade a todos os níveis, nomeadamente a estabilidade política, representa condição importante, tanto para o autodesenvolvimento do país como para as relações externas de cooperação, investimentos, etc.

4.1.3 – Capacidade – Tornou-se um lugar-comum que o desenvolvimento do país depende dos seus recursos humanos. Depende do mais alto nível possível da formação dos seus quadros.

4.1.4 – A Qualidade da independência de um país depende da qualidade da sua liderança e dos seus cidadãos conscientes e responsáveis pelos seus deveres e direitos constitucionais.

4.2 – Cidadãos e profissionais capazes de responder a um conjunto de desafios e de questões em face à problemática de globalização.

4.3 – Para que a transição do poder da geração anterior, que conduziu o processo de independência nacional se opere de forma construtiva.

 

  1. (Os destinatários). O destinatário fundamental da Formação em Liderança Nacional e Cidadania é cada cidadão, do interior e da diáspora, das Comunidades dos Povos de Língua Lusófona (CPLL), tendo como objetivo consolidar a Lusofonia como uma realidade mundial e fazer da Lusofonia uma potencia mundial.

5.1 – No interior, os destinatários são os formandos em Liderança e os cidadãos interessados e inscritos no Centro Coordenador e nos núcleos da Rede Interna.

5.2 – Na diáspora lusófona, os destinatários são os formandos em Liderança e os cidadãos inscritos através da PISCDIL e das suas legítimas delegações em todo o mundo.

 

 

  1. (Onde?) A formação é feita simultaneamente na diáspora e no interior.

6.1 – No interior, a Formação Curricular e a Não-Curricular são desenvolvidas no Centro Coordenador e na Rede Interna atrás referidos no Ponto. 5.

6.1.1 – O Centro Coordenador, que assina um Protocolo de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa, é o responsável autónomo pela:

  1. a) Criação da Rede Interior de núcleos de formação.
  2. b) Seleção de Professores.
  3. c) Seleção de formandos.
  4. d) Criação e manutenção de suportes tecnológicos/informáticos e logísticos para o funcionamento da formação.
  5. e) Avaliação de resultados.
  6. f) Avaliação do processo.
  7. g) Proposta de novo Protocolo de Cooperação com a ACL e a PISCDIL.

6.2 – Na diáspora,

6.2.1 – A Formação Curricular é desenvolvida e coordenada pela Academia das Ciências de Lisboa – Instituto de Altos Estudos, englobando as Universidades e os Institutos técnicos Superiores interessados.

6.2.2 – A Formação Não-Curricular é desenvolvida através de Debates, no âmbito do conceito a seguir descrito.

 

  1. (Como?)

A Formação em Liderança Nacional e Cidadania engloba a Formação Curricular e a Formação Não-Curricular e é desenvolvida através de um sistema virtual (e-learning), servindo-se dos melhores recursos informáticos disponíveis, incluindo formação presencial.

7.1 – Envolve as instituições formadoras do exterior e do interior, que assinam protocolos de cooperação, ou outros formatos, com a Academia e a PISCDIL.

7.2 – Envolve as entidades públicas e privadas das comunidades lusófonas, do interior, da diáspora e de todo o mundo.

7.2 – A Formação Curricular é coordenada, em Portugal, pela ACL, e, em cada uma das Comunidades, por aquelas Instituições Formadoras que assinarem Protocolos de Cooperação com ACL.

7.2.1 – O Currículo está pronto desde os finais 2015. Compreende um conjunto de disciplinas veiculares, a cada um dos quais corresponde um conjunto de disciplinas opcionais, sob a responsabilidade de um Coordenador.

7.2.2 – O arranque do processo está a confrontar-se e a ser condicionado pela problemática do financiamento necessário.

7-3 – A Formação Não-Curricular é constituída fundamentalmente por DEBATES e é coordenada pela PISCDIL

7.3.1 – Entendemos por Debates momentos onde a emergência de sinais de liderança nacional poderá oportunamente ser reveladora e onde cada cidadão poderá partilhar o seu ponto de vista e o seu contributo.

7.3.1.1 – Um formado pode possuir um conjunto de diplomas de Licenciatura, Doutoramento, Especialização, etc., mas, se perante uma questão concreta e de interesse nacional, não for capaz de defender uma posição e contributo, de nada serve.

7.3.2 – Para a seleção dos formandos em Liderança Nacional, no projeto inicial em 2010, na nossa ingenuidade e inexperiência, adotámos 18 (dezoito) Indicadores de caraterísticas pessoais.

7.3.2.1 – Os 18 Indicadores constituem Módulos de Formação Não-Curricular e objeto para os DEBATES.

7.3.2.2 – Para cada um dos Indicadores foi feito o levantamento do conjunto de Questões a seguir propostas.

7.3.2.3 – Cada uma das Questões pode constituir, por sua vez, objeto de Módulos de Formação, cuja estrutura, em termos de número e de interesse, dependerá do respetivo Coordenador.

7.2.3.4 – O número tanto dos Indicadores como das suas Questões tende mais a ser multiplicado que diminuído.

7.2.3.5 – Os Indicadores e as Questões de Debates virão especificados a seguir, no Ponto 16 do presente Programa.

 

  1. (Quando?) – Já começou. A PISCDIL, ainda antes de ser oficialmente constituída e registada no Instituto Nacional de Pessoas Coletivas, assumiu o modus operandi de solicitar e desafiar a cooperação/colaboração com obra já iniciada.

8.1 – Protocolo de Cooperação com Associação A Voz do Amor, NIPC 504723995, em 08 de maio de 2008

8.2 – Protocolo de Cooperação com FIDEMA – Associação para Cooperação e Desenvolvimento, NIPC 508193680.

8.3 – Protocolo de Cooperação entre a ACL e o Instituto Superior de Filosofia e Teologia, D. Jaime Garcia Goulart, Dili, Timor Leste/Lorosa’e, NIPC 322/DNRN-MJ/IX/2014, em 30 de julho de 2015.

8.4 – Protocolo de Cooperação entre a Academia das Ciências de Lisboa e Universidade Jean Piaget, Guiné Bissau, NIPC 510017320, em 02 de outubro de 2015.

8.5 – Protocolo de Cooperação com a Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ), fundada em  1969, NIPC 251379383, em 28 de abril de 2016.

8.6 – Protocolo de Cooperação entre a ACL e a Fundação Atena / Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, NIPC 431460, em 02 de outubro de 2016.

8.7 – Protocolo de Cooperação entre a Academia das Ciências de Lisboa e Academia da Ciências e Humanidades de Cabo Verde, em 18 de abril de 2017.

8.8 – Está na agenda a Assinatura de Protocolo de Cooperação com Instituições Formadoras de Moçambique, Brasil e Angola.

 

  1. O projeto PISCDIL Formação e de Liderança Nacional e Cidadania foram apresentados pelo Presidente da Direção da PISCDIL, Alberto Araújo, em audiência oficial em Timor L/L a:
  2. a) Presidente da República de Timor Leste Taur Matan Ruak, em 10 de junho de 2016.
  3. b) Primeiro-Ministro da República de Timor Leste Dr. Rui Maria de Araújo, em 13 de junho de 2016.
  4. c) Ministro de Estado, Coordenador dos Assuntos Sociais e Ministro da Educação, Dr. António da Conceição, em 16 de junho de 2016
  5. d) S. Exa. Reverendíssima o Sr. Bispo de Dili, D. Virgílio do Carmo da Silva, em 16 de junho de 2016.
  6. e) Ministro dos Negócios Estrangeiros da República de Timor L/L, representado pelo seu Vice-Presidente, Dr. Roberto Sarmento de Oliveira Soares, em 17 de junho de 2016.

f)Ministro do Comércio, Indústria e Ambiente, Dr. Constâncio Pinto, em 18 de junho de 2016.

 

  1. O projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania foram apresentados, em Portugal, a:
  2. a) Presidência da República, em 19 de janeiro de 2017.
  3. b) Ministério da Educação, em 02 de março de 2017.
  4. c) Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 20 de abril de 2017.
  5. d) Instituto Camões, em 06 de fevereiro de 2014.
  6. e) Instituto Internacional da Língua Portuguesa, em 10 de fevereiro de 2014.

 

  1. O projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania, enquanto apenas timorense, foram apresentados a:
  2. a) Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Eng. Domingos Simões Pereira, em 19 de outubro de 2011. Serão em breve apresentados à atual (2017) Secretária Executiva da CPLP, Dra. Maria do Carmo Silveira.
  3. b) Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, em 26 de março de 2013.
  4. c) Universidade de Aveiro, em 11, 26-27 de maio de 2012

 

  1. Apresentação do projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania às universidades portuguesas e institutos superiores:
  2. a) Universidade do Algarve: Solicitação de audiência em 13 de dezembro de 2016 e realização da audiência com a Reitoria em 13 de janeiro de 2017.
  3. b) Nos finais de 2016 e princípios de 2017 a PISCDIL solicitou audiência com as Reitorias de todas as universidades e com as mais altas hierarquias dos institutos superiores portugueses.

 

13.VISÃO

A Visão da PISCDIL:

  1. a) centra-se no SONHO de uma PAZ SUSTENTÁVEL, baseada: nos Princípios e Valores a seguir enunciados no Ponto 12.
  2. b) radica na convicção de que a Lusofonia e o Mundo serão melhor liderados por profissionais, vocacionados e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder;

b.1 – profissionais comprometidos com os referidos Princípios e Valores;

b.2- profissionais comprometidos com os cidadãos seus eleitores e fiscalizadores, conscientes e responsáveis pelos seus deveres e direitos constitucionais.

  1. c) é congénita ao seu próprio logótipo PISCDIL, intencionalmente construída para ser pronunciada como sendo uma expressão inglesa – “peace deal”,” peace dealer”, “peace dealing”, onde os seus fundadores e continuadores: assumem um código de paz; são construtores da paz; e comprometem-se com uma contínua dinâmica de construção da paz.

 

  1. MISSÃO

14.1 – Tal como o figurativo Diógenes de Sinope grego, a PISCDIL assume a missão de ir “pelas ruas” e pelo mundo em busca de cidadãos vocacionados para Liderança Nacional.

14.2 – Apoiar a Liderança Nacional na sua formação contínua e na sua atuação.

 

  1. VALORES – A PISCDIL baseia-se e assume como seus:

15.1 – os Princípios e os Valores Universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais.

15.2 – os Princípios e Valores Regionais, praticados pelo conjunto das Comunidades/Estados e pelas comunidades lusófonas espalhadas, crescentemente, por todo o mundo;

15.3 – os Valores Locais, próprios da múltipla identidade de cada uma das Comunidades/Estados e das comunidades lusófonas espalhados por todo o mundo; e inscritos nas respetivas constituições nacionais.

 

AS PRIMEIRAS QUESTÕES PARA FORMAÇÃO/EUCAÇÃO NÃO-CURRICULAR – DEBATES À DISTÂNCIA

 

  1. QUESTÕES PARA DEBATES

Os Indicadores para a seleção dos candidatos à Liderança Nacional e as Questões para Debates constituem Módulos de Formação, que serão realizados e se desenvolverão de acordo com as capacidades dos próprios candidatos da sua REDE de especialistas e de cidadãos.

16.1 – Indicadores – Pessoas dotadas de capacidade inata de liderança

– Questões:

16.1.1 – Genética e Vocacionalidade profissional

16.1.2 -Genética e Liderança

16.1.3 – Fatores não-genéticos na emergência da Liderança

16.1.4 – Identidade genética e outras identidades

16.1.5 – Identidade Nacional vs outras

16.1.6 – Identidade Nacional e Constituição Nacional

16.1.7 – Identidade e História

16.1.8 – Bases genéticas e comportamento

16.1.9 – (Cont.)

 

16.2 – Indicadores – Pessoas dotadas de determinados traços e qualidades que as tornam melhores que as outras

– Questões:

16.2.1 –  Imagem pessoal e reflexos sociais

16.2.2 – Decisão e riscos

16.2.3 – Mudança, inovação e estabilidade

16.2.4 – Emoção e racionalidade

16.2.5 – Sucessos, insucessos e resiliência

16.2.6 – (Cont.)

 

16.3 – Indicadores – Pessoas que sabem descobrir /ver a realidade de fundo nos acontecimentos conjunturais

– Questões:

16.3.1 – Potencialidades e Limitações do País

16.3.2 – Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento – PED, longo, médio e curto prazo, vinculativo em relação ao Parlamento Nacional.

16.3.3 – Memória e Construção do Futuro

16.3.4 – Segurança Nacional e Comunicação

16.3.5 – O visível e o oculto e o ocultado – Os labirintos das relações sociais e políticas

16.3.6 – Gerir e construir factos

16.3.7 – Mudança e inovação, estabilidade e identidade nacional

16.3.8 – (Cont.)

 

16.4 – Indicadores – Pessoas que sabem definir-se e situar-se nas mais heterogéneas situações históricas, sociais, culturais, religiosas, políticas, etc.

Questões:

16.4.1 – Perceção de si e do sentido dos acontecimentos sociais e políticos

16.4.2 – Sentido de identidade nacional e cooperação internacional

16.4.3 – Identidade nacional vs identidade ideológico-partidária

16.4.4 – Estilo próprio de liderança e estilos históricos

16.4.5 – Compromisso e distanciamento

16.4.6 – Características pessoais e contexto

16.4.7 – (Cont.)

 

16.5 – Indicadores – Pessoas que fomentam a participação dos cidadãos nos interesses comunitários

– Questões:

16.5.1 – Amigos, opositores e inimigos

16.5.2 – O cidadão e seus direitos e deveres constitucionais

16.5.3 -Responsabilidade individual do cidadão e fiscalização do Estado

16.5.4 -Formação para participação dos cidadãos nas decisões

16.5.5 – (Cont.)

 

16.6 – Indicadores – Organizam, dinamizam e supervisionam atividades grupais

– Questões:

16.6.1 – O cidadão e o grupo na construção da Nação

16.6.2 – Grupos sociais e a construção da História

16.6.3 -Liderança nacional e liderança partidária

16.6.4 – Redes internas e redes externas

16.6.5 – Migração programada

16.6.6 – Interior e diáspora – Pilares da viabilidade, estabilidade, capacidade e qualidade nacional

16.6.7 – Migração e diáspora – Remessas económico-financeiras. Remessas de Conhecimentos

16.6.8 – Fatores internos e fatores externos no funcionamento do grupo

16.6.9 – Liderança e interação e dinâmica de grupos

16.6.10 – (Cont.)

 

16.7 – Indicadores – Estabelecem rede de conexão entre líderes/chefias e os colaboradores, no sentido de cada um realizar ao máximo o seu potencial pessoal e grupal

– Questões:

16.7.1 – Redes internas de cooperação e desenvolvimento do poder pessoal e grupal

16.7.2 – Formação conjunta e seus reflexos no exercício da liderança

16.7.3 – Redes de liderança intercomunitária lusófona

16.7.4 – Redes de liderança internacional

16.7.5 – (Cont.)

 

16.8 – Indicadores – Pessoas que falam dos sonhos de cada concidadão

– Questões:

16.8.1 – Sonho pessoal e sonho comunitário e nacional

16.8.2 – Visão, Missão e Valores

16.8.3 – O poder do sonho

16.8.4 – O sonho do poder

16.8.5 – O poder da visão

16.8.6 – (Cont.)

 

16.9 – Indicadores – Pessoas que apelam para a competitividade

– Questões:

16.9.1 – Competitividade nacional e globalização

16.9.2 – Competitividade pessoal e sistema educativo

169.3 – Competitividade individual e saídas profissionais

16.9.4 – Competitividade grupal e desenvolvimento comunitário

16.9.5 – Competitividade  e qualidade (Eng. António Ramos Pires, APQ – Associação Portuguesa para Qualidade)

16.9.6 – (Cont.)

 

16.10 – Indicadores – Pessoas que irradiam entusiasmo

– Questões:

16.10.1 – Confiança em si próprio e no seu projeto

16.10.2 – Positividade na crise e celebração do êxito

16.10.3 – Empatia social e momentos de sucessos nacionais

16.10.4 – O poder do entusiasmo individual e nacional

16.10.5 – O poder da ambição

16.10.6 – (Cont.)

 

16.11 – Indicadores – Pessoas que sabem criticar, recebendo daqui o subsequente reconhecimento

– Questões:

16.11.1 – Crítica e reconhecimento do poder

16.11.2 – Reconhecimento pela crítica e inter-relação construtiva

16.11.3 – Crítica social e política e envolvimento do cidadão

16.11.4 – Reconhecimento individual – Fator de motivação

16.11.5 – Luta pelo reconhecimento e direito de cidadania

16.11.6 – A crítica enquanto instrumento do poder

16.11.7 – Cidadania e reconhecimento

16.11.8 – Crítica e democracia

16.11.9 – (Cont.)

 

16.12 – Indicadores – Pessoas que têm um passado harmonioso

– Questões:

16.12.1 – Harmonia – Equilíbrio entre ética e moral

16.12.2 – Harmonia – Relação entre o pessoal e o social

16.12.3 – Reputação e poder

16.12.4 – Entre passado, presente e futuro

16.12.5 – Código de compromisso ético e moral

16.12.6 – (Cont.)

 

16.13 – Indicadores – Pessoas que utilizam os seus conhecimentos para envolver os outros

– Questões:

16.13.1 –  Gestão do conhecimento e motivação para consciência de cidadania

16.13.2 – Dimensão social e política do conhecimento

16.13.3 – Política do conhecimento e política da construção nacional

16.13.4 – Conhecimento e tecnologia numa sociedade competitiva

16.13.5 – Mecanismos de controlo social

16.13.6. – (Cont.)

 

16.14 – Indicadores – Pessoas que geram ideias norteadoras e operacionais

– Questões:

16.14.1 – Inventores de ideias para a reinvenção nacional

16.14.2 – Ideias inovadoras para a competitividade nacional

16.14.3 – Antecipação de acontecimentos

16.14.4 – Realismo político

16.14.5 – Simulação situacional e decisão

16.14.6 – (Cont.)

 

16.15 – Indicadores – Pessoas que sabem identificar quem é vocacionado para desenvolver conhecimentos e ação (conjugando o ser sábio e ter sabedoria)

– Questões:

16.15.1 – Ciência, técnica e sabedoria – Três bases definidores da Liderança

16.15.2 – Equipa de visionários, conselheiros e parceiros da liderança

16.15.3 – O poder da motivação

16.15.4 – O líder e seu sucessor

16.15.5 – Reprodução e continuidade de paradigmas e construção de novos paradigmas

16.15.6 – O poder e delegação do poder

16.15.7 – Auto-formação e Formação da nova geração de líderes

16.15.8 – Liderança nacional e liderança sectorial

16.15.9 – (Cont.)

 

16.16 – Indicadores – Pessoas que são dotadas de capacidade financeira

– Questões:

16.16.1 – Imaginação e criação de condições económicas e financeiras

16.16.2 – Autonomia económico-financeira pessoal e exercício do poder

16.16.3 – Transparência económico-financeira pessoal e anti-corrupção

16.16.4 – Satisfação das necessidades básicas e superiores da pessoa

16.16.5 – Equilíbrio económico e financeiro e justa distribuição de bens

16.16.6 – (Cont.)

 

16.17 – Indicadores – Pessoas que reforçam o seu carisma próprio de liderança e de chefia

– Questões:

16.17.1 – Imagem de si próprio e do mundo

16.17.2 – Liderança carismática

16.17.3 – Entre alternância e antagonismo de modelos de liderança

16.17.4 – Emergência de mudanças e encruzilhada da História

16.17.5 –  Inspiração e desafio para a realização do sonho de cada pessoa

16.17.6 – Poder e autoridade

16.17.7 –  (Cont.)

 

16.18- Indicadores – Pessoas que investem o máximo para o desenvolver a capacidade própria de liderança

– Questões:

16.18.1 – Imagem pessoal e confiança pública

16.18.2 – Auto-controlo e controlo da situação

16.18.3 – Criatividade e originalidade

16.18.4 – Aprendizagem contínua e Dinâmica de liderança

16.18.5 – Auto-afirmação

16.18.6 – Liderança autocrática e liderança democrática.

16.18.7 – (Cont.)

 

16.19 – Os Textos e os Relatório dos DEBATES serão publicados através da BIBLIOTECA VIRTUAL da PISCDIL, a qual constituirá a fonte documental para toda a Liderança e Cidadania das Comunidades Lusófonas.

16.19.1 – Uma síntese dos mesmos documentos, ou os próprios textos integrais, serão enviados através dos respetivos correios eletrónicos (email) para cada uma das Instituições Formadoras que assinaram o Protocolo da Cooperação com a ACL, as quais coordenarão o acesso para cada candidato inscrito na Formação em Liderança Nacional e Cidadania.

 

 

 

 

 

 

 

INDICADORES

Adoptados para medir a Vocacionalidade/nascr-para para

Liderança da Nação

 

LIDERANÇA DA NAÇÃO/NACIONAL E CIDADANIA

INDICADORES

(Proposta para a seleção dos Candidatos)

 

  1. Os seguintes indicadores representam expressões de conhecidas teorias de liderança e que se materializam, aqui, através da descoberta de PESSOAS que:

 

4.1 – São dotadas de capacidade inata de liderança que é demonstrada através dos seguintes indicadores aqui adoptados (4.1 a 4.18). Estas características poderão ser agrupadas em categorias e hierarquizadas segundo critérios de funcionalidade, de tempo e espaço, etc.

 

 

4.2 – São dotadas de determinados traços e qualidades que as tornam melhores que as outras.

 

4.3 – Sabem descobrir/ver a realidade de fundo nos acontecimentos conjunturais.

 

4.4 – Sabem definir-se e situar-se nas mais heterogéneas situações históricas, sociais, culturais, religiosas, políticas, etc.

 

4.5 – Fomentam a participação das pessoas nos interesses comunitários.

 

4.6 – Organizam, dinamizam e supervisionam actividades grupais.

 

4.7 – Estabelecem redes de conexão entre os líderes/chefias e os colaboradores, no sentido de cada um realizar ao máximo o seu potencial pessoal e grupal.

 

4.8 – Falam dos sonhos das pessoas.

 

4.9 – Apelam à competitividade.

 

4.10 – Irradiam entusiasmo.

 

4.11 – Sabem criticar as pessoas, recebendo daqui o subsequente reconhecimento.

 

4.12 – Têm um passado harmonioso.

 

4.13 – Utilizam os seus conhecimentos para envolver as pessoas.

 

4.14 – Geram ideias norteadoras e operacionais.

 

4.15 – Identificam quem é vocacionado para desenvolver conhecimentos e acção (conjugando o ser sábio e ter sabedoria)

 

4.16 – São dotadas de capacidade financeira.

 

4.17 – Reforçam o seu carisma de liderança e de chefia.

 

4.18 – Investem o máximo para desenvolver a capacidade pessoal de liderança.

 

 

 

  1. CRONOGRAMA – 2017-2018
Questões Set. Out. Nov. Dez. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Set. Obs.
16.1.1                          
16.1.2                          
16.1.6                          
16.3.2                          
Outras                          
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           

17.1 –  Os números desta grelha referem-se à ordem de propostas de Questões para DEBATES.

17.2 –  Dado que Timor L/L já possui um duplo PED (PED 2002/11-30, do Estado; PED 2002-20507/60, da sociedade civil), o esforço por pate dos timorenses centrar-se-á na avaliação da sua execução. Por parte das outras comunidades irmãs, o contributo consistirá na análise e melhoramento de ambos e na interação fraterna e contínua.

17.2.1 – Os dois PEDs: a) PED 2002/11-2030 encontra-se publicado através do Google); b) PED 2002-2050/60 está publicado através de: http://www.timor-diaspora.com

17.3 – O tempo, o espaço e a moldura dos Debates dependerão do consenso entre os operadores sobre a prioridade das questões propostas no Ponto 8 e/ou respetivas alterações ou substituições.

17.4– Locais, ao nível nacional, em Portugal: Serão indicados até aos finais de dezembro/2016 ou na primeira metade de 2017, consoante os acordos ou protocolos a serem, entretanto, realizados.

17.4.1 – Locais, ao nível nacional das Comunidades Lusófonas: da responsabilidade dos respetivos Centros Coordenadores, que assinaram Protocolo de Cooperação com a ACL e acordaram Parceria com a PISCDIL

 

  1. ORÇAMENTO

 

Orçamento elaborado/proposto por Prof. Dr. José Águas

 

  1. AVALIAÇÃO

19.1 – Formação Curricular

19.1.1 – Segue a moldura comum às Universidades e Institutos Superiores Portugueses e aos paradigmas europeus.

19.1.2 – É feita em coordenação entre a ACL e a Instituição Formadora de cada uma das Comunidades/Estados, tomando em consideração a situação das restantes comunidades lusófonas espalhadas por todo o mundo.

19.1.3 – É autenticada através de Diploma ou Certificado.

 

19.2 – Formação Não-Curricular

19.2.1 – É avaliada através de um critério simples inspirado pela sabedoria bíblica: “Pelos frutos conhecereis a árvore…”

19.2.2 – Em termos concretos, será operacionalizado através conjugação dos seguintes critérios e/ou outros a serem definidos:

  1. a) Publicação de escritos e sua qualidade e utilidade nacional e pública.
  2. b) A forma adequada, crítica, construtiva, ou congénere, de participação oral nos Debates.
  3. c) Participação ativa e criativa na organização e dinamização de Debates.

 

  1. REFORMULAÇÃO

O Projeto fundamenta-se numa filosofia de abertura à constante problematização, à oportuna revisibilidade e à consequente reformulação.

 

Lisboa, 07 de dezembro de 2016.

Atualizado em 30 de abril de 2017.

Publicado, em formato digital, através da Inspeção Geral das Atividades Coletivas (IGAC), simbolicamente, em 01 de maio de 2017.

 

P’la Direção da PISCDIL

Alberto Araújo

Presidente da Direção

 

  1. PROCEDIMENTOS E CALENDARIZAÇÃO de DEBATES À DISTÂNCIA

 

Ideais/SONHOS fundadores:

  1. “A Nação (lusófona ou de todo o mundo) é melhor liderada por profissionais, vocacionados (nascidos para) e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder”.
  2. É nos DEBATES nacionais e internacionais que a Liderança da Nação se irá afirmando e se irá formando.
  3. “Um cidadão pode possuir mais de um diploma curricular (desde Licenciaturas às mais altas Especializações e Pós-Graduações) mas se, perante uma problemática de interesse da Nação, não for capaz de dar um contributo construtivo e objetivo, para nada servem tais certificados. ! ?”.

 

  1. Parcerias:

– Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde,

 

– Universidade Piaget de Guiné Bissau,

 

– Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe,

– Instituto de Ciência e Tecnologia de Aileu e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D, Jaime Garcia Goulart de Dili, Timor L/L,

– Instituto de Educadores Globais de Brasília, Brasil,

– Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ),

– Movimento Internacional Lusófono (MIL),

– Plataforma Ativa de Sociedade Civil (PASC),

– Fundação Universal para a Paz / Universal Peace Fundation (FUP/UPF),

– Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).

– Outras, proximamente.

 

  1. Objetivo específico e final dos Debates à Distância: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação (e Cidadania).

(Os Orientadores do Debates, através das questões propostas pela PISCDIL ou de livre iniciativa, são solicitados a fazer referências explícitas/diretas ou implícitas/indiretas a este objetivo diferenciador. No âmbito de Liderança Nacional e Cidadania tem havido e continuam inúmeras iniciativas, publicadas através dos mais diferentes meios).

 

2.1 – Foi criado um primeiro grupo de temáticas, publicado através da IGAC (Inspeção Geral de Atividades Culturais), em 19mai2017, e do Sítio da PISCDIL:  https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/ ; https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/programa/

 

2.1.1 – Um segundo e os grupos sucessivos serão constituídos por questões que não estejam direta ou indiretamente relacionadas com este primeiro grupo.

 

2.2 – São Debates entre a comunidade lusófona anfitriã (organizadora) e as outras comunidades lusófonas e não lusófonas:  a iniciativa de anfitriã tanto pode partir de uma comunidade (presentemente Portugal) como de qualquer das outras comunidades lusófonas ou de outras comunidades internacionais sob protocolos de cooperação.

 

2.3 – São Debates concebidos para serem organizados e dinamizados pelos candidatos à Liderança da Nação.

 

 

  1. Procedimentos (proposta sujeita a alterações):

 

3.1 – Os Debates são, entretantos, mensais, tendo como objetivo permitir o aprofundamento da temática e a produção de trabalhos escritos, destinados à publicação através do Sitio/site da PISCDIL e dos respetivos autores: http://plataformadadiasporalusofona.org

 

3.2 – Tempo de intervenções:

  1. a) Colocação de questão: três minutos.
  2. b) Adenda de um ponto de vista individual: cinco minutos
  3. c) Adenda de pontos de vista de Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação: dez minutos.

 

3.3 – Formas de intervenção para os participantes à distância: enviar o endereço eletrónico pessoal (e-mail) até uma semana antes da sessão.

 

 

  1. Forma de divulgação: Todos os Debates são gravados na íntegra e colocados num local de Youtube ou outros, permitindo abaixamentos/download pagos para uma conta a ser definida de comum acordo entre a PISCDIL e o Orientador.

 

  1. Orientadores dos Debates:

 

5.1 – A cada Orientador de Debate é solicitado, com a antecedência do mínimo de um mês, o seguinte:

 

  1. a) Curriculum Vitae
  2. b) Enviar um texto síntese da temática do Debate.
  3. c) Enviar o texto completo, sem delimitação de número de páginas ou de palavras, para a sua publicação através do Sítio/site da PISCDIL e/ou através meios digitais pessoais.
  4. d) Indicação de publicações pessoais (livros, artigos, etc.), nomeadamente as digitais, com acesso/download livre ou pago
  5. e) Indicação de Bibliografia digital e em papel.
  6. f) As sessões são de carater pro bono, compensadas, porém, através da divulgação do autor e das suas obras.

 

  1. Mapa de Orientadores, temáticas e locais:

 

– 22jan2o19 – EPGE: “O meu lugar no mundo – Liderança individual vs liderança cooperativa”; Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE)

– 24mai2019 – Fernando Nobre, AMI: “A lusofonia e a saúde num mundo desigual”; EPGE

– 07jun2019 – Arq. José Manuel Fernandes:  “A Cidade de Expressão Portuguesa – uma realidade histórica e um legado multi-cultural”; EPGE

– 28 jun2019 – António Pires: “Qualidade, Cidadania e Boa Governação” ; Local ?

 

– 22set2019 – Renato Epifânio: Cooperação Lusófona: “Bloqueios e Oportunidades”; local?

– 26out2019 – António Mendo de Castro Henriques: Liderança em tempos de democracia circular.

– 23nov2019 – António Carlos, Coordenador: “SNS (Sistema Nacional de Saúde) e Comunidades lusófonas”. Local ?

– 14dez2019 – Américo Ferreira: “Cooperação lusófona nas Infraestruturas”. Local?

– 25jan2020 – Pedro Velez: “Cooperação Lusófona no Direito”. Local?

– 21, 22,23fev2020 – II Congresso PISCDIL: “Plano Estratégico de Desenvolvimento (PED) – Longo, Médio e Curto Prazo”. Local?

– 28mar2010 – Margarida Saraiva: “Gestão de Recursos Humanos”. Local?

– 18abr2020 – Luísa Janeirinho: “Cooperação Lusófona na Cultura”. Local?

– 26mai2020 – Rodrigo Lourença: “Gestão de Instituições de Ensino Superior”. Local?

– 23jun2020 – Joaquim Rocha Afonso: “Cooperação Lusófona Militar”. Local?

– 14jul2020 – Ana Parada: “Papel das Mulheres”. Local?

– 29set2020 – Joaquim Rocha Afonso: “Cooperação Lusófona na Economia”. Local?

– 27out2020 – Domingo Rosa: “Gestão de ISS”. Local?

 

N.B: Solicitamos autopropostas e sugestões de mais Orientadores de Debates

 

Gratos pela Colaboração de todos

Por uma Lusofonia (Potência) Mundial

Lisboa 14 de maio de 2019

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

http://plataformadadiasporalusofona.org;

timordiaspora@gmail.com

https://timor-diaspora.org/

+351  939 224 312 (whatsApp)

+351 214 371 532

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

 

 

 

 

Programa do Ensino à Distância da Língua Portuguesa (ESBOÇO)

 

Nota introdutória

 

  1. Na Constituição da CPLP e de cada um dos Estados membros vem consagrado:
    1. Igualdade entre todos os cidadãos e todas as pessoas no exercício dos direitos e deveres;
    2. Igualdade de oportunidades para a autorealização de cada cidadão;

 

  • – Se cada um dos povos utilizasse a sua Língua Materna para a comunicação com os restantes povos, ninguém se entenderia ou exigir-se-ia um tempo relativamente longo para que cada uma das Línguas interessadas se tornasse uma Língua comum;
  • – Para além da intercomunicação, uma Língua comum representa uma condição sine qua non para a aprendizagem e para o desenvolvimento, o aprofundamento, a descoberta e a construção de novos conhecimentos.

 

  1. Contrariamente às estatísticas políticas, excetuando a totalidade de Portugal e Brasil, quem viaja para o interior dos restantes países constata que a população não fala e muito menos escreve em Língua Portuguesa, um bem necessário, limitado às elites das cidades.

 

  1. O SONHO/UTOPIA é que a Lusofonia se torne uma realidade mundial, inspiradora dos Valores comuns e particulares de cada uma das suas comunidades. Neste sentido:

 

  • – Pretendemos que as comunidades lusófonas sejam protagonistas na passagem de uma liderança nacional amadora para uma liderança nacional profissional.

 

3.2 – Pretendemos que a liderança nacional profissional seja o veículo fundamental para a construção da PAZ, enquanto ambiente necessário para a viabilidade, a estabilidade, a capacidade e a qualidade da independência de cada um dos países lusófonos e para todo o mundo.

 

  1. As tecnologias informáticas permitem o acesso à informação não apenas através dos computadores de escritório e computadores portáteis, mas também através de telemóveis ou similares. É nesta ordem mundial caminhante e estruturante das coisas que a PISCDIL apresenta:

 

 

 

Proposta/Programa de Ações de Ensino à Distância da Língua Portuguesa

  1. A Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (PISCDIL) ou, abreviando, a Plataforma da Diáspora Lusófona, em interação com o respetivo interior, solicita que a CPLP/IILP concretizem o seguinte Programa de Ensino à distância da Língua Portuguesa:

 

  • – Criação de REDES de Escolas de Ensino à distância nos países onde 100% da população se expressa em Língua Portuguesa (Portugal e Brasil) e onde a percentagem do domínio da Língua Portuguesa é mais avançada.
  • -Seleção dos professores mais altamente qualificados para o ensino da Língua Portuguesa nas Redes de Escolas atrás referidas.

 

  • – Ensino da Língua Portuguesa orientada para os cidadãos em geral:

 

  • – Publicação Vídeo/Áudio de:
  1. Um Dicionário de referência da Língua Portuguesa;
  2. Uma Gramática de referência da Língua Portuguesa;
  3. Um Manual de referência da Língua Portuguesa;
  4. Textos de Apoio da Língua Portuguesa, desde os mais técnicos e científicos aos de maior interesse comum e diário, vg.: conto de histórias, teatro, programas de animação, anedotas, etc.
  5. Programas didáticos sobre “Como se Fazem as Coisas”, desde aquelas de utilidade doméstica àquelas de utilidade industrial e comercial, etc.
  6. Outras técnicas de divulgação e ensino-aprendizagem eficientes e de sucesso utilizadas por outras línguas de alcance mundial.

 

  • – Ensino da Língua Portuguesa orientado especificamente para os formandos em Liderança Nacional:

 

6.2.1- Criação de REDES de associações, grupos de pessoas e cidadãos individuais competentes para:

  1. Dar apoio aos Núcleos de Formação em Liderança Nacional nos países parceiros;
  2. Dar apoio aos Formandos em Liderança Nacional, na elaboração de textos, artigos e outros escritos em Língua Portuguesa, incluindo a elaboração de trabalhos académicos e de teses;
  3. Estabelecer diálogo e interações interpessoais, através de WhatsApp, Messenger, Skype e tecnologias afins, fomentando o domínio correto e fluente da Língua Portuguesa por parte dos Formandos em Liderança Nacional.

 

 

 

 

Programa de Formação em Liderança Nacional e Cidadania

 

  1. A Formação em Liderança Nacional e Cidadania (FLNC) expressa um SONHO/UTOPIA inicialmente genuíno do povo timorense, através das suas instituições representativas. Foi congeminado em Maubisse, no sopé de Ramelau, a partir de 2010. Daqui o ser conhecido por PROJETO MAUBISSE.

 

  1. A partir de 2013, passou a ser um PROJETO LUSÓFONO. Tornou-se uma realidade pública com a realização do Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, entre 19 e 21 de novembro de 2015, no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa. O congresso foi concebido para a fundação da Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, abreviadamente denominada PISCDIL – Plataforma da Diáspora Lusófona.

 

8.1 – Sucessivamente, a PISCDIL engloba as nove Comunidades/Estado e as comunidades lusófonas espelhadas por todos os recantos do mundo, entretanto representadas por Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza (Associação da Academia Galega da Língua Portuguesa).

 

8.2 – E, sucessivamente, englobará todas boas vontades, internacionais, nacionais e pessoais, que estiverem convictas da importância do processo de formação em liderança nacional e cidadania.

 

9 – A FNLC (Formação em Liderança Nacional e Cidadania) engloba dois processos complementares e inseparáveis entre si: (a) Formação Curricular em Liderança Nacional e Cidadania; (b) Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

 

9.1 – A Formação Curricular é coordenada, em Portugal, pela Academia das Ciências de Lisboa. Nas restantes comunidades lusófonas, é coordenada pela Instituição Formadora que assina Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa.

 

9.1.1 – Já assinaram os referidos Protocolos de Cooperação: Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde; Universidade Piaget de Guiné Bissau; Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe; Instituto de Ciência e Tecnologia e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D. Jaime Garcia Goulart, Timor Leste/Lorosa’e. Estão em curos análogos Protocolos com Angola, Brasil, Moçambique e g7+.

 

9.2 – A Formação Não-Curricular, na diáspora, é coordenada pela PISCDIL. No interior, é coordenada pelas referidas Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa.

 

9.2.1 – Adota a estratégia de DEBATES (DEBATES À DISTÂNCIA). Com efeito, estamos convencidos de que um cidadão pode possuir um conjunto de diplomas curriculares (Licenciaturas, Mestrados, Doutoramentos, Especializações, Pós-Graduações, etc.) mas se, perante uma questão de interesse nacional, não for capaz de produzir contributos concretos e operacionais, para nada de nacional servem tais diplomas curriculares.

 

9.2.2 – O Primeiro Grupo de Questões para os Debates encontra-se publicado através do IGAC (Inspeção Geral de Atividades Culturais), com Sede na Praça dos Restauradores, Lisboa, desde 19 de maio de 2017.

 

9.2.3 – Os Debates à Distância terão início primeiramente, logo que estiverem concluídas as condições necessárias, isto é: a) Um espaço e as condições informáticas, constituindo centros emissores-recetores-emissores, em Portugal e nos países parceiros. b) A estruturação, em curso, da primeira temática.

 

9.2.3.1 – Solicitámos o apoio financeiro do Secretariado Executivo da CPLP para a resolução das dificuldades relacionadas com as condições referidas na alínea a) do ponto anterior.

 

  1. O primeiro curso da Formação Curricular em Liderança Nacional e Cidadania terá início em janeiro de 2019. As inscrições estão abertas a partir da segunda metade de setembro de 2018.

 

 

A bem de uma Lusofonia Mundial

Lisboa, 02 de setembro de 2018

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

 timordiaspora@gmail.com;

https://timor-diaspora.org/;

+ 939 224 312 (whatsApp)

+214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

II – FORMAÇÃO CURRICULAR EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA

“Curso de Formação avançada (Pós-graduação) em Cidadania e Liderança

Primeiro Curso: Ciências Sodiais e Humanas”

 

Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos

ACL /IAE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carta de apresentação da Cátedra EDUWELL:

 

 

Disciplinas do Primeiro Curso – Ciências Sociais e Humanas

 

– DISPONIBILIZAÇÃO DIGITAL DA CÁTECRA EDUWELL

 

Tendo presente as dificuldades de eficiência e qualidade de Internet ao nível das Comunidades Lusófonos, incluindo os Estados, a CÁTEDRA EDUWELL foi pensada para alcançar os seus objetivos através de uma dupla via:

  1. a) Preleção digital presencial, através de tecnologias de comunicação à distância.
  2. b) Preleção em deferido – Colocação das Preleções num local da Internet da Academia das Ciências de Lisboa /Instituto de Altos Estudos.

– Condição para obter o CERTIFICADO DE PÓS-GRADUAÇÃO:

  1. a) Inscrição na Cátedra EDUWELL, cujo primeiro curso é: Ciências Sociais e Humanas.
  2. b) Pagamento das Propinas.
  3. c) A cada candidato com a situação regularizada, de acordo alíneas a) e b), a Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE) atribuirá um Link, pessoal e intransmissível, através do qual poderá ter acesso e proceder ao download de todos VIDEOS das Preleções; neste Primeiro Curso – Ciências Sociais e Humanas – de janeiro a junho de 2019.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– INCRIÇÃO NA CÁTEDRA EDUWELL

 

– Através de:  https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

Aqui encontram todas orientações necessárias para:

  1. frequência da CÁTEDRA EDUWELL;
  2. obtenção do Certificado de Pós-graduação.

 

 

Por uma LUSOFONIA POTÊNCIA MUNDIAL

 

Lisboa, 06 de setembro de 2019

 

Pela Direção da PISCDIL

 

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

+ 351 939 224 312 (whatsApp)

+351 214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

 

 

Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania – AGENDA 2019-2020

 

 

 

 

– Programa de Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania

 

DEBATES À DISTÂNCIA

Um cidadão pode possuir um conjunto de diplomas curriculares (Licenciaturas, Mestrados, Doutoramentos, Especializações, Pós-graduações, etc.) mas, se perante uma questão de interesse da Nação não for capaz de dar um contributo concreto e viável, para nada servem tais certificados acadêmicos.

Ideais/SONHOS fundadores:

  1. “A Nação (lusófona ou de todo o mundo) é melhor liderada por profissionais, vocacionados (nascidos para) e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder”.
  2. É nos DEBATES nacionais e internacionais que a Liderança da Nação se irá afirmando e se irá formando.
  3. “Um cidadão pode possuir mais de um diploma curricular (desde Licenciaturas às mais altas Especializações e Pós-Graduações) mas se, perante uma problemática de interesse da Nação, não for capaz de dar um contributo construtivo e objetivo, para nada servem tais certificados. ! ?”.

 

  1. Parcerias:

– Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde,

 

– Universidade Piaget de Guiné Bissau,

 

– Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe,

– Instituto de Ciência e Tecnologia de Aileu e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D, Jaime Garcia Goulart de Dili, Timor L/L,

– Instituto de Educadores Globais de Brasília, Brasil,

– Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ),

– Movimento Internacional Lusófono (MIL),

– Plataforma Ativa de Sociedade Civil (PASC),

– Fundação Universal para a Paz / Universal Peace Fundation (FUP/UPF),

– Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).

– Outras, proximamente.

 

  1. Objetivo específico e final dos Debates à Distância: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação (e Cidadania).

(Os Orientadores do Debates, através das questões propostas pela PISCDIL ou de livre iniciativa, são solicitados a fazer referências explícitas/diretas ou implícitas/indiretas a este objetivo diferenciador. No âmbito de Liderança Nacional e Cidadania tem havido e continuam inúmeras iniciativas, publicadas através dos mais diferentes meios).

 

2.1 – Foi criado um primeiro grupo de temáticas, publicado através da IGAC (Inspeção Geral de Atividades Culturais), em 19mai2017, e do Sítio da PISCDIL:  https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/ ; https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/programa/

 

2.1.1 – Um segundo e os grupos sucessivos serão constituídos por questões que não estejam direta ou indiretamente relacionadas com este primeiro grupo.

 

2.2 – São Debates entre a comunidade lusófona anfitriã (organizadora) e as outras comunidades lusófonas e não lusófonas:  a iniciativa de anfitriã tanto pode partir de uma comunidade (presentemente Portugal) como de qualquer das outras comunidades lusófonas ou de outras comunidades internacionais sob protocolos de cooperação.

 

2.3 – São Debates concebidos para serem organizados e dinamizados pelos candidatos à Liderança da Nação.

 

 

  1. Procedimentos (proposta sujeita a alterações):

 

3.1 – Os Debates são, entretantos, mensais, tendo como objetivo permitir o aprofundamento da temática e a produção de trabalhos escritos, destinados à publicação através do Sitio/site da PISCDIL e dos respetivos autores: http://plataformadadiasporalusofona.org

 

3.2 – Tempo de intervenções:

  1. a) Colocação de questão: três minutos.
  2. b) Adenda de um ponto de vista individual: cinco minutos
  3. c) Adenda de pontos de vista de Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação: dez minutos.

 

3.3 – Formas de intervenção para os participantes à distância: enviar o endereço eletrónico pessoal (e-mail) até uma semana antes da sessão.

 

 

  1. Forma de divulgação: Todos os Debates são gravados na íntegra e colocados num local de Youtube ou outros, permitindo abaixamentos/download pagos para uma conta a ser definida de comum acordo entre a PISCDIL e o Orientador.

 

  1. Pivôs/Oradores dos Debates:

 

5.1 – A cada Orientador/Orador de Debate é solicitado, com a antecedência do mínimo de um mês, o seguinte:

 

  1. a) Curriculum Vitae.

 

  1. b) Uma foto para o Sítio/site
  2. c) Enviar um texto SÍNTESE da temática do Debate.
  3. d) Enviar o texto completo, sem delimitação de número de páginas ou de palavras, para a sua publicação através do Sítio/site da PISCDIL e/ou através meios digitais pessoais.

 

) Indicação de publicações pessoais (livros, artigos, etc.), nomeadamente as digitais, com acesso/download livre ou pago

 

  1. f) Indicação de Bibliografia digital e em papel.

 

  1. g) As sessões são de carater pro bono, compensadas, porém, através da divulgação do autor e das suas obras.

 

  1. DEBATES À DISTÂNCIA, em torno do Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania.

Mapa de Dinamizadores, temáticas e locais:

 

  1. 22jan2o19 – EPGE: Liderança da Nação e “O meu lugar no mundo – Liderança individual vs liderança cooperativa”. Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).
  2. 24mai2019 – Fernando Nobre, AMI: Liderança da Nação e “A lusofonia e a saúde num mundo desigual”. Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE)
  3. 07jun2019 – Arq. José Manuel Fernandes: Liderança da Nação e “A Cidade de Expressão Portuguesa – uma realidade histórica e um legado multi-cultural”.  Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).
  4. 28 jun2019 – António Pires: Liderança da Nação e “Qualidade, Cidadania e Boa Governação” ; Local: Biblioteca Orlando Ribeiro, Freguesia de Lumiar, Lisboa.

 

  1. 26out2019 – António Mendo de Castro Henriques: Liderança da Nação e “Liderança (da Nação) em tempos de democracia global”. Hora: 11h00. Local: Auditório
  2. 23nov2019 – António Carlos, Coordenador: Liderança da Nação e “SNS (Sistema Nacional de Saúde) e Comunidades lusófonas”. Hora: 11h00, Portugal. Local: Auditório Fernando Piteira Santos, Biblioteca Municipal da Amadora.
  3. 14dez2019 – Américo Ferreira: Liderança da Nação e “Cooperação lusófona nas Infraestruturas”. Hora: 11h00, Portugal. Local: Auditório Fernando Piteira Santos, Biblioteca Municipal da Amadora.
  4. 25jan2020 – Pedro Velez: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona no Direito”. Local:  Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).
  5. 22fev2020 – Renato Epifânio: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades. Local:  Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).
  6. 28mar2010 – Margarida Saraiva: Liderança da Nação e “Gestão de Recursos Humanos”. Local?
  7. 18abr2020 – Luísa Janeirinho: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona na Cultura”. Local?
  8. 30mai2020 – Rodrigo Lourença: Liderança da Nação e “Gestão de Instituições de Ensino Superior”. Local?
  9. 27jun2020 – Joaquim Rocha Afonso: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona Militar”. Local?
  10. 11jul2020 – Ana Parada: Liderança da Nação e “Papel das Mulheres”. Local?
  11. 26set2020 – Joaquim Rocha Afonso: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona na Economia”. Local?
  12. 31out2020 – Domingo Rosa: Liderança da Nação e “Gestão de ISS”. Local?
  13. 27-28nov2020 – II Congresso da PISCDIL: Plano Estratégico de Desenvolvimento – Longo Prazo, Médio Prazo, Curto Prazo, Curtíssimo Prazo . Local?
  14. 19dez2020 – Nuno Emanuel André – Liderança da Nação e “Um olhar sobre a Manipulação da mente”. Local?

N.B: Solicitamos autopropostas e sugestões de mais Orientadores de Debates. As sessões são mensais, tendo como objectivo o mínimo de um mês de preparação para um contributo o mais qualificado possível.

 

Gratos pela Colaboração de todos

Por uma LUSOFONIA POTÊNIA MUNDIAL

Lisboa 14 de maio de 2019

Atualizado em 15jan2020

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

http://plataformadadiasporalusofona.org;

timordiaspora@gmail.com

https://timor-diaspora.org/

+351  939 224 312 (WhatsApp)

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