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Liderança Profissional da Nação – Cabo Verde

Liderança Profissional da Nação – Cabo Verde

Dr. Sérgio Vieira, Fundador e Vice-Presidente da PISCDIL por Cabo Verde- Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona

 

NOTA BIOGRÁFICA

Dr. Sérgio Vieira, Presidente Nacional da Federação da Paz Universal, 45 anos de idade, natural de Cabo-verde, nacionalidade portuguesa, Casado e pai de 3 filhos.

Mestre em Sociologia, Globalização e Desenvolvimento, com especialização em “Dinâmicas Locais de Desenvolvimento”pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Formador certificado desde 2011 pela Escola de Formação Gustave Eiffel.

Experiência em funções de liderança no associativismo e em ONG`s de nível nacional e internacional; Palestrante, Conferencista e Formador de conteúdos e atividades nas áreas Educacional, atividades para a Paz, ações de Voluntariado e de nível Humanitário.

CV (biographical notes):

Dr. Sérgio Vieira, 45 years old, native of Cape Verde, Portuguese nationality. Master in Sociology, Globalization and Development, with specialization in “Local Development Dynamics” by the Lusophone University of Humanities and Technologies. Speaker and Lecturer. Trainer certified since 2011 by the Gustave Eiffel Training School. Experience in functions and leadership within associations and NGOs at national and international level, in the areas of Educational Training, Volunteer and Humanitarian Level.

TEXTO/SÍNTESE

“Novas formas de Governança e Liderança Participativa”

Curso: Licenciatura em Sociologia

Discente: José Sérgio Vieira, Junho de 2010

 

Governança e Liderança:

Todo o processo histórico da criação do conceito da Governança, no contexto da Democracia só vem mostrar que de facto as elites políticas, intelectuais e mesmo científicas sempre estiveram enganadas quando pensaram que nunca seria possível incluir o povo no acto de governação devido à sua ignorância em matéria de formação, (ou talvez tenha sido mais conveniente pensar e agir assim na altura, no sentido de manter o monopólio do poder e das decisões).

Acredito que grande parte dos problemas humanos têm residido no problema do Poder, ou seja, diz-se que “O poder corrompe” e na verdade verifica-se que o ser humano infelizmente tem constantemente falhado aquando da obtenção de um determinado estatuto de Poder (imposição) –» autoritarismo em vez de autoridade.

Partilho nesta minha conclusão, algumas posições, embora consciente de que não sendo no âmbito de um estudo cientificamente orientado, estas não passarão de teorias ou possíveis hipóteses futuras de estudo. No entanto considero-as situações que me parecem importantes de analisar/observar na evolução histórica das sociedades humanas.

Parece verificar-se uma tendência/regularidades com relação a problemáticas sociais que sofreram alterações com o processo de democratização social, (passou-se muitas vezes do “oito para o oitenta” extremos). Referindo-me aqui a várias das áreas que sempre foram de muita importância para o equilíbrio social. O caso da Família-Casamento (que foi perdendo a sua posição central (não só mas também) devido aos considerados casos de excesso de poder parental e poder masculino, (desde a violência paternal e doméstica, à pedofilia, “violações” e a muitas outras problemáticas); a Educação (cujos “professores” – antes considerados como segundos pais, se deixaram levar, guiados institucionalmente ou não, ao exagero pela posição de Poder em vez de Autoridade e agora não têm nem uma e nem outra); a Religião (que há muito perdeu a sua posição central, devido também ao excesso de poder – prepotência, ortodoxias -» inquisição); o progresso da Ciência (poder mal utilizado e sujeito a muita ganância e corrupção); a Economia (que cada vez mais tem dominado a cena mundial, gerando muitos problemas e crises financeiras, devido ao problema do poder), e a Politica (que está actualmente na mesma situação de perda de centralidade e credibilidade, devido ao excesso de poder que tem levado a muita corrupção e a muitas falhas de responsabilidade governamental).

Como se pode constatar pelos factos, o problema do poder tem estado sempre ligado a grande parte das problemáticas humanas e sociais. Perante uma necessidade de liberdade, inata no ser humano, as pessoas resistem às formas de poder/controlo de uma forma negativa, ou seja, quando existe poder (imposição -» apenas Disciplina – regras/Leis/) e não autoridade (conquista -» baseado em afectos/preocupação real), o ser humano rejeita qualquer tipo de domínio (o ideal creio, seria conseguir encontrar um ponto de equilíbrio).

              Mas o problema parece residir acima de tudo no interior do próprio indivíduo, e não nas várias instituições referidas (Família, Religião, Política, …) todas elas estruturas abstractas, igualmente necessárias e importantes para as sociedades e criadas pelos próprios indivíduos. Parece que é o próprio indivíduo que está em conflito consigo próprio ao viver em contradição com a sua própria consciência positiva, (egocentrismo, vaidade, prestígio, ganância, individualismo, necessidade de reconhecimento -» sede de poder), entre o certo e o errado, entre o correcto e o incorrecto, etc. E é também este indivíduo em conflito que acaba por se relacionar em conflito na Família, na Escola, nas Instituições Sociais, na Sociedade em geral.

              No campo da Governabilidade ou Liderança, estes deveriam corresponder a uma preocupação genuína com o colectivo e com as boas práticas de gestão do bem comum; protecção efectiva; atenção aos perigos reais para o colectivo; sentido de justiça e promoção da solidariedade e igualdade/equidade; tudo isso também pilares da Família (tradicional).

              Pierre Bourdieu, fala de reprodução social, mostrando que existe um sistema concertado de relações dentro das classes, sobretudo no que toca à distribuição dos bens económicos e culturais, dentro das elites sociais para que estes circulem sempre nesse meio, (in FREITAG,1980).

              Creio que o grande receio de muitos governos e das elites sociais, tem sido desde há muito tempo, a perda deste desequilíbrio entre as várias classes sociais, para que possam manter sob domínio aqueles que continuarão a proporcionar e a garantir o seu enriquecimento.

     Os símbolos são os instrumentos por excelência da “integração social”: enquanto instrumentos do conhecimento e de comunicação, eles tornam possível o “consensus” acerca do sentido do mundo social, o que contribui fundamentalmente para a reprodução da ordem social: a integração “lógica” é a condição da integração “moral”. (Pierre Bourdieu,  In “A ilusão económica”,1999). O poder simbólico é um poder que procura a construção de uma realidade e se inclina a estabelecer uma ordenação a que Durkheim chama “o conformismo lógico, …”, concepção homogénea que torna possível a concordância entre as inteligências”.

              As instituições sociais não têm conseguido resolver o problema da crise de valores e dar adequada orientação à Sociedade Humana neste tempo. A crise de valores não será fácil de resolver com uma Visão Relativa dos Valores. Para resolver as grandes confusões que se instalaram nas sociedades humanas, talvez fosse melhor adoptar uma visão centrada em Valores e Princípios Universais (comuns na sua essência e quando aplicados na prática são benéficos a todo e qualquer ser humano, independente da sua área geográfica, Cultura, Tradição ou Etnia). Uma visão de Valores e Princípios Universais deve estar por sua vez centrada numa relação de Preocupação Genuína, Cooperação e Entreajuda Humana – (um pouco no âmbito da filosofia da Bioética – Unesco).

  Jean Jacques Rosseau disse que, “O Homem nasce bom, a sociedade é que o corrompe”. Quanto a essa afirmação, eu não diria que o ser humano nasce bom ou mau, mas, prefiro dizer que o ser humano nasce inocente, daí que precise de uma educação correcta desde o inicio, começando na Família e depois na Escola, mesmo na Religião no caso dos crentes e nas várias outras áreas (para a criação de uma consciência positiva, noção de respeito e da importância do outro), para que se possa tornar um cidadão responsável e maturo, capaz de contrariar a sua tendência para a corrupção, na sociedade onde está inserido.

   Sem querer ser demasiado pessimista, o que se vê actualmente na transmissão de conhecimentos aos jovens, já provou que a Educação tal como está a ser levada está longe de ser a ideal, não está de facto a ajudar a melhorar a sociedade humana, a criar melhores cidadãos e/ou a preparar melhores líderes para futuro – muita tónica no intelecto e pouca sensibilidade emocional. Olhando para a realidade do mundo, muitas teorias provaram estar redondamente erradas.

Diferentes personalidades unidas no carácter. “Carácter é destino.” – Heraclitus

A razão principal creio eu, é que a Ciência de hoje, ainda está muito desprovida de um sistema de valores, centrada em normas, Éticas Sociais, e na base da Educação Moral Social do ser humano. A Politica veio substituir a Religião, mas também de tudo o que procurou “imitar” para recriar a ordem moral e social, não adoptou o sistema de valores como algo básico e fundamental para as sociedades humanas (até porque estes valores e Princípios de que falo, não estão necessariamente ligados com a Religião, mas sim com algo que a própria Consciência humana, inata e intrínseca, anseia e parece impulsionar nesse sentido. No final acredito que as pesquisas virão a provar que desde o inicio da história humana tudo esteve sempre relacionado e interligado, tudo é importante e tudo precisa de tudo (Multidisciplinaridade/Pluridisciplinaridade). Está provavelmente inscrito na própria génese do Ser Humano, mas sendo parte de uma área mais “invisível”, e talvez por isso, nem a Ciência e nem mesmo a Religião ainda a compreenderam verdadeiramente. Tendo em conta, no entanto, todo o conjunto do processo evolutivo humano, sou levado a acreditar que para lá caminhamos.

              O legado que iremos deixar ás futuras gerações será tanto melhor quanto mais rápido nos dermos conta destas importantes alterações a serem feitas e tomarmos medidas corajosas e empreendedoras no sentido de travar a continuidade da Reprodução Social impulsionado pelo domínio do Poder Simbólico.

  Quero por isso acreditar que estamos hoje a chegar à altura em que após termos atingido os dois extremos (Religião/Ciência, Espiritualidade/Razão), o ser humano conseguirá finalmente encontrar o equilíbrio e harmonia entre estas duas áreas do conhecimento e todas as outras áreas da vivência humana, em si mesmo como individuo, na Família, nas Sociedades, nas Nações e por fim no Planeta.

E é por isso, que creio, é sempre bom sermos um pouco idealistas, como forma de no nosso acreditar que é possível, ajudarmos com as nossas habilidades e capacidades a impulsionar a História no melhor sentido para o colectivo humano Global, em vez de aprender sem um propósito ou objectivos concretos, ter conhecimento mas sem ambição, actuar apenas por actuar, ou utilizar essas capacidades apenas para se atingir um determinado estatuto ao divulgar um Conhecimento, sem a devida preocupação com o seu lado mais benefício, mais concreto e prático no colectivo.

Isto também nos tem demonstrado a história, trazendo de vez em quando Homens (Reais e muitas vezes isolados, mas com uma grande força interior), que embora controversos no seu tempo, foram quase sempre estes que acabaram por se tornar grandes referências mundiais, e depois de períodos críticos, ajudaram a moldar a história humana, dando-lhe novas perspectivas de Moral, Ética, Comportamentos, Atitudes, de Conhecimento, de Pensamento e de Evolução.  Em todas as áreas da Sociedade e do Conhecimento têm existido este tipo de pessoas (alguns poucos exemplos: Confúcio, Buda, Mahomed, Jesus – Religião; Gandhi, Madre Teresa de Calcutá – “Humanitário”; Galileu, Copérnico, Einstein – Ciência; Martin Luther King, Nelson Mandela – Activistas pela liberdade e direitos humanos, entre muitos outros.

   Afinal o que tiveram de diferente estes homens, dos demais deste planeta, que os fez tornarem-se globalmente reconhecidos como pessoas de extrema importância no desenrolar dos acontecimentos e da história humana, admirados por todo o tipo de pessoas, mesmo por aqueles que socialmente são considerados prejudiciais ao colectivo, pelas suas atitudes e comportamentos completamente opostos aos destas pessoas. E porque é tão difícil seguir estes modelos de pessoas com personalidades tão diferentes e com acções em diversos tipos de áreas, (mas todas elas produtivas) no sentido da criação de algo benéfico para o colectivo social, não só da sua época, mas com repercussões de futuro?

   Eu acredito que a diferença que vemos neles tem a ver com aquilo que tem feito falta à sociedade humana, ou seja, o que frisei já:

Uma visão centrada em Valores e Princípios Universais (comuns na sua essência e quando aplicados na prática, benéficos a todo e qualquer ser humano, independente da sua área geográfica, Cultura, Tradição ou Etnia), fará toda a diferença no meu ver.

Liderança Profissional da Nação – Angola

Liderança Profissional da Nação vs Liderança Amadora da Nação

  • Debate à Distância

  • TEMÁTICA: Liderança Profissional da Nação

  • DATA: 30 DE MAIO DE 2020.

  • HORA:  11h00 de Portugal e horas correspondentes das Comunidades Lusófonas.

  • LOCAL: ZOOM – Videoconferência, com capacidade para 100 participantes, para mais de duas horas de duração.

  • COMO PARTICIPAR: Cada interessado receberá, através do seu email pessoal: Link, ID e Senha

 

Dr. Vitor Burity da Silva

Vice-Presidente da PISCDIL por ANGOLA  

 

A seguir:

1. Texto do qual Dr. Vitor Burity fará 5 minutos de apresentação e estará à disposição dos interlocutores para quaisquer questões sobre a temática.

2. Curriculum.

 

1. TEXTO

LIDERANÇA PROFISSIONAL / LIDERANÇA AMADORA / SOLUÇÕES?

Talvez seja sonhar sem estigmatizar, a realidade de factos consumados consubstanciam verdades de incoerências orgânicas, fenómenos sociais intrínsecos às verdades de quotidianos diversos onde se possam colocar verdades em papel timbrado os leques de voos sem que as asas se abram ou até nunca se fechem.

As realidades são inequivocamente transcendentais pelas verdades apenas consumidas num alguidar de bairros onde vaidades se assombram nos leques de mundos outros, essas verdades sociais numa assembleia de votos líderes e sem preconceitos evacuarem de si as formulas para a subsistências de tendências desaparecidas num voraz sedimento de actos convencionais e sem adulterarem vícios criados por hábitos acoplados à simples caminhada do ir, como quem se aglomera num comboio sem rumo, rumos diferentes dos que a necessidade mais deles precisa.

Segundo George Terry (2006, p.12) sintetiza a ideia central do conceito de liderança em apenas: “A liderança é a actividade de influenciar pessoas fazendo-as empenharem-se voluntariamente em objectivos de grupo”.

Tempos sempre presentes, desde todas e quaisquer formas de intervir nos contextos a elaborar produção, influenciando grupos e sociedades numa mobilidade produtiva de forma sã, motivada, acrescendo-lhes dividendos e contrapartidas adequadas. Acredito que exemplos possam vir e chegar de estruturas já com melhores provas dadas neste âmbito pudessem ser usadas como referência, excluindo delas valores intrínsecos e inspiradores, para a criação de um mercado competitivo.

Considerando que vivemos em um mercado competitivo e em constante modificação o tema liderança tem ocupado lugar de destaque em qualquer oportunidade em que as pessoas se encontrem para discutir os destinos dos negócios.

De acordo com Ram Charam em seu livro: Liderança na era da turbulência económica, (2009, p.19) encontramos seis características essenciais da liderança em tempos difíceis:

. Honestidade e credibilidade;

. Capacidade de inspirar;

. Conexão em tempo real com a realidade;

. Realismo com uma pitada de optimismo;

. Administração com intensidade;

. Ousadia para se preparar para o futuro.

    Teoricamente, a liderança exige um conjunto de procedimentos e actividades que necessita da capacidade de saber fazer, da sensibilidade de saber perceber e da sabedoria de saber entender, deixando claro que uma pessoa não lidera tudo o tempo todo, mas ela poderá sempre, liderar nessas condições.

Teríamos como base de forma didáctica a evolução do conceito de liderança tendo por base os filósofos e os estudiosos em administração, defendo que a liderança é a arte de inspirar, motivar, animar ideias e pessoas tanto no conceito empresarial como estendendo-se para um conceitos global, estado, país, e, por ventura, continental, libertando as gestões para um arbítrio menos oprimido e pesado,  augurando por objectivos e resultados e que não se preocupem tanto com a pressão de chefias menos pesadas e cansativas, das que levam a um descontentamento geral, desvirtuando assim, valores acrescentados, limitando o progresso com estruturas cansativas e pesadas, repetindo-me, desviamo-nos então dos preceitos mais proveitosos na procura de mais e melhor, numa constante e permanente forma de crescimento e resultados comuns, sendo que liderança já implica em si autoridade, mas numa administração mais respeitosa para com os subordinados.

Entendamos que, para um líder, entender o mundo, tenha de antemão a capacidade de perceber o que esteja em mudança, o que é necessário para que, com ele, mude o mundo da sua gestão no trabalho e lugar de prazer para os demais, pois, com isso, a seriedade nunca seja posta em causa, elaborando num regime de prazer e alegria em circunstâncias de reconhecimento, para que possam vir à tona. Questões essas que variam com as diferentes praças universais, distinções e conceitos de líder que variam desde as diferenças físicas, morais e históricas.

Entre a imensidão existem um sem número de tipos e estilos de liderança que se enumeram desde a antiga Grécia, citando, entretanto, alguns para nos guiemos no raciocínio possível e que aqui pretendemos, pelo menos, compreender.

”As mais belas qualidades tornam-se inúteis, quando a força do carácter não as sustenta.” Theophile Gautier.

”Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para ser vitorioso você precisa ver o que não está visível.” Sun Tzu.

”É como se fôssemos forçados a lidar com o imponderável, ao mesmo tempo que o imponderável é a única certeza que temos na vida.” Saulo Beiler.

“É difícil ser bem-sucedido sem ser esperançoso. Quando se acredita que o futuro vai ser melhor que o presente, começamos a trabalhar duro hoje.” Gallup.

”Ter empatia é ver o mundo com os olhos do outro e não ver o nosso mundo reflectido nos olhos do outro.” Carl Rogers.

“Se a humanidade tivesse, realmente, desejado o que está, já há muito tempo o teria conseguido.” William Hazill.

Desde os tipos aos estilos de liderança, uma centelha de ideais se espalham proclamando virtudes e defeitos, cabendo-nos a nós, como povo e cidadãos, escolher o que nos parecerá melhor u mais conveniente, com líderes que possuem as suas próprias características e estilos, e de entre elas venham as escolhas, quando ainda for possível melhorar o mundo e a pessoas que nele habitam.

Teorias sobre liderança política baseadas em estudos de Aristóteles, como a Ética a Nicómaco, Tratado da Virtude Moral, surge-nos a frase, também de Aristóteles, “A política é a ciência do bem para o homem”, apercebermo-nos aqui que, desde sempre, foi um assunto que nos intrigou como homens de uma sociedade, desde os tempos mais antigos aos de hoje, onde se encontram estudos sobre o tema.

Max Weber cita, “Poder é toda a chance, seja ela qual for, de impor a própria vontade numa relação social, mesmo contra a relutância dos outros”. Daí se derivam teorias e análises sobre estilos de liderança política, estudadas por cientistas, políticos e professores, etc.

    Não nos afastando da questão em debate, observarmos contextos muito próprios e específicos, como o exemplo a seguir:

    ” Em países que por herança colonial se constituem de povos com culturas e tradições diversas, algumas até rivais, o tema liderança é desafiador e até provocador.

Liderar, segundo Salim, et al (2004) citado por Silva, A. (2015) é “saber definir objectivos, orientar tarefas, combinar métodos, estimular as pessoas no rumo e metas traçadas e favorecer relações equilibradas dentro da equipe de trabalho (…)”.

Angola oferece-nos um contexto multicultural, onde ainda existe o predomínio das tradições tribais passando a liderança intermediária para os sobas, que podem ser eleitos, nomeados e de forma predominante escolhidos por sangue ou por herança familiar.

A par de uma necessidade intrínseca de levar a bom porto os objectivos nacionais é necessário coaduna-los com as necessidades regionais e de acordo com as tradições locais.

Existe um permanente conflito que necessita uma intervenção diplomática, formativa mas acima de tudo colaborativa com as lideranças tribais para que se possa olhar para estas metas como uma única meta, obrigando muitas vezes a desenvolver métodos diversos que possam de alguma forma agradar à maioria, por vezes flexibilizar para que no mínimo se possa remar na mesma direcção.

A procura por uma identidade e muitas vezes a busca incessante das raízes familiares provoca uma necessidade de aproximação entre as regiões mais urbanas e as rurais onde maioritariamente se encontra as tribos. Esta oportunidade de criar empatias dá-nos uma oportunidade única de flexibilizar o pensamento e permitir actos conjuntos que anteriormente não seriam possíveis.

Ao contrário do que se possa transparecer para o mundo fora fronteiras, esta constante busca pelo diálogo e um acordo entre todos torna-se um desafio em termos de tempo, mas necessário para que se possa avançar um pouco como um todo. As decisões tornam-se mais lentas o que pode por vezes levar-nos a pensar que nada se fez ou se decidiu, pode parecer uma liderança fraca, ou omissa, mas no fundo é um conjugar de interesses que nem sempre são racionais mas que atendem aquilo que serão as tradições e o medo pelo desconhecido fruto de uma falta de formação intrínseca e muitas vezes forçada pela própria tradição.

No contexto social, as unidades familiares são alargadas onde a figura paternal com mais idade (o mais velho) é por inerência o líder e a ele se devem todas as explicações sem nada poder ser decidido sem o seu aval ou anuência. O mais velho também o mais experiente detém o conhecimento da vida e a ele se deve obediência, simples actos com namorar, casar, divorciar, trabalhar devem ser imediatamente comunicados em assentada familiar (concelho de família) e nada poderá ser decidido sem a permissão do líder familiar. A família tem que ser protegida e deve ser financiada por todos de igual forma tendo a responsabilidade de quem ganhar mais (salário) o dever de partilhar com os membros da família que têm menos.

A vida pertence a todos da família, é uma comunidade que detém alguma autonomia, sendo que só o mais velho (líder familiar) pode pedir para falar com o soba (líder tribal). Esta hierarquia está intrínseca na educação de todos e muitos poucos se atrevem a não cumpri-la sob pena do desconhecido os castigar de forma impensável e dolosa para todos. Existe um conceito forte e inequívoco de que por todos se vive e a todos se castiga pelo erro de um. A responsabilidade é colectiva, e movem-se como um corpo uníssono, quem não cumprir as regras é banido ou pior.

As regiões urbanas encontram-se cada vez mais afastadas destas tradições tendo maioritariamente os jovens tornando-se em híbridos culturais que ora buscam as suas raízes ou se afastam delas conforme o seu interesse e objectivos a alcançar. Não conseguem, contudo, viver mediante normas e comportamentos sociais que menosprezem os líderes familiares ou tribais, podem até se afastar, mas temem-nos.

O vazio que existe entre aquilo que é a crença dos seus ancestrais e demais e o mundo ocidentalizado fê-los perder rasto do desconhecido que é muitas vezes preenchido pela necessidade de agregações religiosas, trocando o feitiço por deus, e muitas vezes complementando um com o outro, conforme a necessidade.

O temor do que poderá vir além da morte e do invisível é algo que a ciência ainda não lhes deu resposta. A educação e a partilha do conhecimento é débil e encontra muitas barreiras culturais para o seu desenvolvimento, não é um terreno fértil para a ciência.

Os líderes religiosos tornam-se cada vez mais importantes, sobretudo nas regiões urbanas, pois são eles que determinam o comportamento por aconselhamento aos seus discípulos, ávidos por uma explicação e conforto diante do amanhã invisível. A eles se deve uma obediência cega, como aliás se o fará nas tribos com os sobas, por convicção de que estes líderes são os instrumentos de Deus para os liderar, tudo é de todos os irmãos da Igreja ou congregação, é a família que deve ser protegida e sustentada financeiramente, assim como na família rural, o que ganha mais tem obrigação de dar mais, não a todos, mas sim de dar à Igreja ou congregação que tem por responsabilidade dividir com os irmãos mais desfavorecidos.

Liderar representa no fundo a agremiação de sobas, líderes religiosos e só por fim os políticos para que se consiga a uma única voz, caminhar juntos. Esta é uma liderança extremamente complexa, por vezes morosa, mas se tiver como objectivo a estabilidade e a paz, será com certeza a mais segura”.

E como sabemos, podemos definir a liderança política como a capacidade de um individuo em colocar-se à frente de processos políticos numa atitude que leva outros indivíduos a seguirem determinadas formas de pensar e de agir.

Com as suas características, a percepção do seu contexto histórico a partir daí, tornar-se numa figura capaz de presentar movimentos perspicazes de perfis analíticos para se relacionarem com as pessoas certas e coloca-las em prática com poderes persuasivos que visem mudar os rumos da história, logo, não existe apenas um estilo de liderança, mas sim vários, dependendo das personalidades e experiências nas vidas político-partidárias.

Para Ernesto Lacau, “o populismo é ainda a melhor maneira de organização política, pois, é o estilo de liderança que mais oferece representatividade e espaço às classes mais excluídas noutros tipos de liderança”.

Daí, resultados como motivação. Uma definição clara que se refere ao a um direccionamento instantâneo do pensamento, da acção, a um objectivo positivo do individuo, tais como desejo, anseio, vontade, esperança, etc., levando a que um mesmo objectivo possa levar diferentes pessoas e por diferentes razões a objectivos mais ou menos desejáveis, gerando competitividade entre as pessoas, e a essas preferências estáveis atribuímos-lhes mais estabilidade e motivação.

A motivação gere ânimo, o ânimo mais produtividade, a produtividade mais eficiente que proporcionará melhores resultados num ambiente seguro de trabalho, assunto que nos leva a produzir com mais motivos de alegria e satisfação.

E para nos concentrarmos no epicentro do tema, recuamos séculos de história ligam-nos à tradição da antiga filosofia e particularmente a Platão e Aristóteles, onde este último define o sujeito como um dos modos de substância possa ser aquilo que nos diga alguma coisa, mas que por sua vez pode não ser dito nada (metafísica, século VII a.C.).

Para vários pensadores da história da liderança e correntes filosóficas, temos como referência alguns exemplos:

Para Marx, não funcionava como o motor da história, mas sim como um sujeito auto consciente das classes sociais e as relações de produção. Para Nietzsche, eram o sujeito e a consciência como mascaras da vontade do poder.  Para Freud, que o colocou o sujeito na psique e não no cogito, mas num conjunto de desejos inconscientes que o dominam e dele se assenhoram, tal processo de contestação chegou ao auge na moda anti-humanista e anti subjectivista que caracterizou o estruturalismo, a hermenêutica, o pensamento fraco e todas as correntes que pregaram a necessidade de se pensar além do sujeito e das suas pretensas certezas gnosiológicas, morais, políticas, sociais e culturais. Correntes influenciadas por Heidegger pela sua inclinação em ver o sujeito cartesiano no mesmo patamar, sujeito-objecto, preconizando a figura do homem tecnocrático e violento do século XX.

Um exemplo moderno de formulação do conceito de liderança, Robert Maclver e Page (1937), consideravam como “capacidade de persuadir ou dirigir homens, resultado de qualidades pessoais, independentemente da função exercida”. Daí, diferentes tipos de liderança se encaminhavam e ainda se preconizam num mundo ainda em aberto à vida e a novas propostas, sem que se desliguem radicalmente das matrizes preconizadoras de todo o sempre para futuros ainda por chegar, nas mais variadas tipologias adoptadas.

De qualquer maneira, vai-se concretizando a transacção, o problema é saber por quem se é guiado e se segue o guia, ou seja, um problema do poder legitimado. Actualmente, no mundo, as lideranças revelam imprecisões, repelem-se análises psicológicas e sociológicas da ciência política em podemos radicalizar ao ponto de afirmar que a liderança tem sido objecto de enormes quantidades pensamentos nem sempre correctos ou pensamentos dogmáticos de influência.

Necessitam-se ainda hoje de estudos e abordagens sobre o tema e enfatizam a necessidade de aprofundar estudos, considerando-o como relacionamento de reciprocidade entre líderes, trabalhadores, povo e etc., em planos de caracter social, simbólico, identitário e cultural.

Um líder precisa e depende da legitimidade e atrelados à ressonância que existe entre problemas pessoais do próprio líder para com os demais, numa relação que possa assim vingar e correspondendo à necessidade dos liderados. Apenas com um processo de identificação se consegue de facto concluir e terminar em bom porto toda esta maresia que nos traz de há séculos, tentando edificar o individuo sem se desmobilizar o todo, tornando-os ordenadores e ordenados num significado de valores e de práticas. Tanto para o indivíduo como para o colectivo.

Vítor Burity da Silva

 

2. CURRICULUM

COMPLEMENTANDO O CURRICULUM:

 

Vítor Burity da Silva, is Academician  of the department of Philosophy, Scientific secretary of the department of Literature, member of the editorial council of the Publishing House of International Mariinskaya Academy n.a. M.D. Shapovalenko & member of the editorial board of the scientific journal “Mariinskaya Academy”.

Honorary Doctor Philosophy and Literature – 2019.

Cypress International Institute University (Texas – USA). No Polo situado no Malawi.

CYPRESS INTERNATIONAL CENTER FOR ACADEMIC RESEARCH.

Publico semanalmente Crónicas Literárias de pendor Filosófico (existencialista), no Jornal Tornado – Portugal. No Site Reaserchgate, na área de investigação – área de reflexão e trabalhos de pendor Filosófico.

 

Licenciado em Jornalismo pela Universidade Autónoma de Lisboa, em 1989.

 

Vítor Burity da Silva nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 28 de Dezembro

de 1961, filho de Fernando Burity da Silva e de Beatriz Amaro.

Vive em Luanda. (Angola).

Licenciado em Jornalismo.

Doutor Honorário em Literatura e Filosofia.

Professorship em Literatura e Filosofia.

Pós-graduado em Estudos Comparados – Literatura e Outras Artes.

Pós-Graduado em Bibliotecnia, Documentação e Investigação Científica.

Pós-Graduado em Gestão Académica.

Pós-Graduado em Gestão de Projectos.

Pós-Graduado em Gestão do Tempo.

Curso de Editor e Revisor Literário.

É autor dos livros:

– Rua dos Anjos, do qual se extraiu parte do texto para manuais escolares de Português (12.ª classe – Angola),

– Este lago não Existe;

– Novembro;

– O velho do rio sem nome;

– Emma, a menina triste. do livro infantil-juvenil:

Participou em várias colectâneas de prosa:

– Poiesis, (2007);

– Intemporal, (2008);

– A Arte pela escrita, (2008);

– Taras de Luanda (2015);

– Colectânea Bar dos Canalhas (2016);

– Arte Pela Escrita Nove (2016).

Com mais de vinte livros escritos, (romances e crónicas).

Autor de crónicas semanais em vários jornais e revistas de Angola, Moçambique, Portugal e Brasil.

Publicou em jornais e revistas, tendo obtido vários prémios e menções honrosas.

International Author of books respected globally by International Association of Writers (USA)

(Autor internacional de livros respeitados globalmente pela Associação Internacional de Escritores) (EUA.

Membro Efectivo da Academia de Artes do Brasil.

– Colaborador residente do Jornal da Cultura, Angola.

Redactor e Colaborador residente do Jornal O TORNADO, Portugal.

– Membro Honorário do Círculo de escritores Moçambicanos na Diáspora, galardoado

com “Mérito de Qualidade nas Letras”.

Professor Universitário de língua portuguesa, literatura de expressão portuguesa, infanto-juvenil e de literatura de expressão angolana.

Director do Gabinete de Comunicação e Imagem da Universidade Independente de Angola.

 

 

 

 

 

 

Liderança Profissional da Nação – Damão e Diu

Liderança Profissional da Nação vs Liderança Amadora da Nação

  • Debate à Distância

  • TEMÁTICA: Liderança Profissional da Nação

  • DATA: 30 DE MAIO DE 2020.

  • HORA:  11h00 de Portugal e horas correspondentes das Comunidades Lusófonas.

  • LOCAL: ZOOM – Videoconferência, com capacidade para 100 participantes, para mais de duas horas de duração.

  • COMO PARTICIPAR: Cada interessado receberá, através do seu email pessoal: Link, ID e Senha

Membro Fundador e Vice-Presidente da PISCDIL por Damão e Diu

Pe. António Colimão

 

Texto/Síntese da sua Comunicação, 5 (cinco minutos). Será publicado, logo que possível, O Texto Completo, sem limitações de páginas ou palavras. Estará à disposição dos interlocutores para quaisquer questões sobre a temática.

 

“LIDERANÇA PROFISSIONAL DA NAÇÃO”.

Não obstante, a minha formação académica, quer Filosófica/Teológica, para o Sacerdócio Católico, e quer, a seguir a essa Formação, eu tenha também deambulado pelas Ciências Políticas na Universalidade de DARWAR, em Belgaum, ÍNDIA, por um princípio, assumido, desde o início do meu Sacerdócio – o de não me emiscuir na Política, – envolveu-me, de uma couraça de proteção que ajudou muito na minha vida Pastoral!
Isso não quer dizer que me tenha alheado da política, visto considerar o ser humano ,”um animal politico”! Como cidadão do nosso mundo democrático, sempre fiz a minha leitura política, exercendo sempre o meu direito e dever cívico!

NÃO é tarefa fácil liderar, não só um grupo de pessoas, e, muito mais, uma Nação, para o qual se exige não apenas altas qualificações, espertezas ou pertencer a esse ou aquele grupo político!

O Mundo sempre teve figuras que deram exemplo de bons “Lideres” e a História regista com orgulho os seus nomes, pois conduziram com sabedoria os Povos, como também pessoas que foram um DESASTRE para esses Países, quer levando-os à Formas Ditatoriais, amordaçando e tirando toda a Liberdade ao Povo! Infelizmente continua a haver, hoje, governantes, com essas características!!!

EXISTEM, no Mundo Democrático, muitas maneiras de adquirir profundos conhecimentos, Escolas e Cursos de Formação, para que NÃO FAÇAM PARTE DOS GOVERNOS ou LÍDERES – amadores, “paus mandados” a soldo dos Grupos Politicos, quer sejam da Direita ou da Esquerda – pessoas ávidas de PODER, de PRESTIGIO/NOME ou de Dinheiro. Infelizmente, SOMOS NÓS QUE ESCOLHEMOS ESSAS PESSOAS…!!!

Deixo aos outros intervenientes deste Painel um desenvolvimento clássico e permitam-me que vá buscar um exemplo bíblico que os Actos dos Apóstolos nos relatam (Act.6,3)…!
Uma crítica interna, logo no início da Igreja nascente, por haver alguma descriminação no serviço diário das viúvas helenistas ou de influência grega, levou os Apóstolos a criar um órgão de ajuda ou Diaconia, escolhendo 7 pessoas, com 3 grandes qualidades:
“BOA REPUTAÇÃO, CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO E SABEDORIA” !
Estas 3 vetores incluem tudo o que é de bom num Lider, como também excluem o que é prejudicial !

Dai, TELEGRAFICAMENTE direi que um LIDER tem de:
A) ESCOLHER uma Equipa de Homens/Mulheres competentes e inteligentes;
1) ESTIMULAR e ABRIR novos caminhos para a sua equipe produzir resultados e alcançar sucesso.
2) Liderar pelo exemplo
3) TER inteligência coletiva e emocional
4) Saber tomar decisões
5) Saber reconhecer os méritos da sua Equipa
6) SABER DIALOGAR com os Parceiros e também com a OPOSIÇÃO
7) Reconhecer os limites pessoais.

Pe António de Oliveira Colimão
Restelo, Lisboa, 21 de Maio de 2020.  

LIDERANÇA PROFISSIONAL DA NAÇÃO – Timor Leste/Lorosa’e

 

LIDERANÇA PROFISSIONAL DA NAÇÃO

Em Ritual de Umalisan, na nossa Casa Sagrada Laklomantelo, ago-set2014

 

“É necessário e urgente formar a nova liderança”: foi assim que, em 2010, D. Basílio de Nascimento, Prelado da Diocese de Baucau, nos solicitou para a Diáspora assumir este DESAFIO nacional. Foi a decisão tomada pelo Estado, pela Igreja e pela Sociedade Civil, no seguimento de um conjunto de “retiros”/encontros realizados em Maubisse, no sopé de Ramelau/Tatmailau(Avô Mailau), a mais alta montanha lusófona.

“Formar a nova liderança” implica, naturalmente, o triângulo de formação: 1. Formar a Liderança da Nação; 2. Formar as Lideranças Nacionais; 3. Formar o cidadão/Cidadania.

A partir de 2013, esse desafio passou a ser assumido, sucessivamente e em primeira pessoa, pela Diáspora Lusófona representada pelas nove Comunidades/Estados e por Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza – Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa. Em 19-21 de novembro de 2015, no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa, fundaram a PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona – constituindo-se como plataforma de ligação entre a diáspora e o interior das Comunidades/Estados e das comunidades lusófonas espalhadas por todos os recantos do Mundo.

A cada um dos membros da Vice-Presidência da PISCDIL e a cada representante do interior das Comunidades Lusófonas caberá a decisão de apresentar a sua perspectiva pessoal, ao assumir, então-hoje-futuro,  o exemplar compromisso, e pro bono, de, em primeira pessoa,  concretizar este mais alto e nobre desafio: “Formar a Liderança da Nação e formar as lideranças nacionais, com o SONHO de tornar a LUSOFONIA UMA POTÊNCIA MUNDIAL”.

“Liderança Profissional da Nação” constituirá o centro da partilha de perspectivas pessoais das Vice-Presidências da PISCDIL, através de ZOOM, neste próximo dia 30 de maio, dado que que, em virtude da presente pandemia, foi   adiado para 24abr2021 o agendado Debate à Distância em torno de “Gestão de Instituições de Ensino Superior” e a Liderança da Nação, por Rodrigo Lourenço, Instituto Politécnico de Setúbal (IPS).

Da minha parte, falarei simplesmente do genuíno SONHO dos nossos povos de Timor Leste/Lorosa’e. Ou, mais concretamente, vou-me limitar ao Modelo Ancestral Mamba’e de Liderança da Nação, aquele que continuou vivo e actuante durante os mais de quinhentos anos da presença portuguesa/cristã e indonésia e que continua inegavelmente vivo, hoje/2020, apesar de intentos neocolonialistas ou autocolonialistas de alguns agentes da actual fase de refundação da nossa milenar História.

A experiência pessoal, desde a infância até ao presente, responde-me às questões: “Como é que o modelo ancestral de Liderança da Nação continuou vivo e operante até ao presente?” “Continuar vivo hoje e para o futuro significa pretender continuar um povo primitivo, à margem das nações mais avançadas e bem-sucedidas?” Paralelemente aos múltiplos paradigmas dos outros povos, com os quais tenho a dita de poder conviver, tenho optado sempre pelo essencial do conjunto de visões que me foram transmitidas pelos nossos antepassados de geração em geração. Como? – Ser-eu-mesmo, sendo-outro/outros. Quanto mais e melhor conheço os outros (pessoas e povos) mais vejo que somos iguais no essencial e que nos diferenciamos apenas no acidental, isto é, nas FORMAS de pensar, agir, etc.

 

  1. Formar a Liderança da Nação

Sempre Nações e aborígenes/selvagens, antes da chegada dos portugueses à Ilha, os habitantes já estávamos organizados em RINOS.

  1. Ximenes Belo, “Os Antigos Reinos de Timor”, p. 17, cita um cronista de 1522:

“O cronista da nau Victoria, da Armada de Fernão Magalhães, o italiano Francisco António Pigafetta, já mencionara nomes concretos de reinos na Ilha de Timor. (Parágrafo) Na sua crónica relata que, em 1522, tinha chegado à costa norte de Timor. Depois de ter estabelecido contactos com os chefes de Amaban e Balibó, a nau dirigiu-se para a costa sul, onde ele anotou a existência de dois reinos de Oebic, Cabanaza (Camanassa), Suai e Lichosam.” (Parágrafo) Sobre o ambiente (do encontro com o chefe de Amaban) Pigafetta  percebeu que o chefe vivia luxuosamente, servido por numerosas servas nuas, todas adornadas com brincos de ouro com ‘borlas de sede pendentes, bom com amuletos de ouro e bronze’, e percebeu que os homens exibiam ainda mais jóias de ouro que as mulheres”.

Nasci muito próximo do início da segunda guerra mundial, cresci e fui educado num duplo ambiente político, onde Portugal tinha passado de Monarquia para República, mas nós continuámos no ancestral regime de Monarquia electiva. Fui vendo, sentindo e aprendendo que herdávamos coisas dos nossos antepassados, dos mais próximos aos mais longínquos do in illo tempore; que tínhamos uma própria visão antropogénica/lógica e cosmogénica/lógica, com base nas quais: organizávamos o tempo e o espaço, do material/físico ao imaterial/metafísico; configurávamos e criávamos princípios e normas práticas e modelos de relações originariamente nossas, modelos relações humanas e de liderança  que apresentaremos a seguir.

Desde a primeira infância tinha a percepção de relações triangulares internas inerentes à nossa família e ao contexto: o triângulo filho-irmãos-pais; o triângulo Knua-Suku-Liurai; o triângulo Umalisan (ritual)-Umakain(genealógico)-Sangue/ADN; análogas relações internas com os outro Reinos – pactos de sangue e pactos de afinidade com os outros reinos coabitantes da Ilha, também estes com congéneres visões de triangularidade relacional; Relações Externas dos com os portugueses e malaes, que consideramos os nossos irmãos mais novos, pertencentes, portanto, estruturalmente às nossas famílias. (Cf. Elizabeth Traube, passim)

Na década da de 50, passei a estudar, primeiro na casa dos Salesianos em Dili, depois no Colégio de Maliana e a seguir no Seminário de Nossa Senhora de Fátima de Dare, Dili, gerido posteriormente pelos Jesuítas; e, na década de 60, passámos a estudar no Seminário de São José de Macau. Foram  instituições nas quais se formavam sacerdotes, mas também, por benefício colateral, também se formou a maior parte daqueles que que vieram a constituir NOVA LIDERANÇA TIMORENSE. (Cf. Jill Jolliffe, p. 29)

Em 1967-73, com o meu colega Áureo Gusmão, cujo pai foi nosso professor na Escola Primária, servindo a Igreja, por um lado, e aos nossos reinos, por outro, trabalhámos simultaneamente com a dupla força política atrás referida, tentando uma cooperação construtiva entre os complexos triângulos de liderança. Concentrando-nos na formação de recursos humanos, económicos e financeiros, começamos a formar Professores e Catequistas, crianças e jovens, e, através de “retiros”, a população em geral. Lançámos as bases para uma visão de REGIONALIZAÇAO, onde cada uma maximizaria os seus recursos humanos e materiais para o serviço interno e para partilhar o excedente com as regiões geograficamente menos privilegiadas – SONHO/UTOPIA de juventude! Neste sentido, melhoramos a plantação de café, obtivemos da Diocese um empréstimo de 10.000$00 (dez mil escudos) para criação de gado, lançámos cooperativas de produção local para proceder à sua comercialização, através de acordos com os comerciantes chineses, aproveitando o vaivém dos seus transportes de mercadorias.

“Em 1969, D. José Joaquim Ribeiro e a Diocese de Díli promoveram a Fundação Bispo Medeiros com vista a fomentarem a formação dos jovens timorenses, porque ele acreditava “proféticamente” que: “[d]entro de 10 anos irá haver uma grande reviravolta em Timor. Portanto, é urgente a formação de quadros timorenses da Igreja e da sociedade civil”. (Cf. Google: file:///L:/Extras/bin/-%20backup%20-%2015nov2016/SÍTIO%20-%2031ago2017/SÍTIO25fev2015/PAI/D.%20Joé%20Joaquim%20Ribeiro/José%20Joaquim%20Ribeiro%20–%20Wikipédia,%20a%20enciclopédia%20livre.html )

Assim, a partir de 1970, no âmbito do referido projecto Fundação Bispo Medeiros, a seguir aos meus colegas anteriores, colegas de Dare e de Macau, D. José Ribeiro mandou-me, em 1973, para fazer o Doutoramento em Filosofia na Universidade Gregoriana de Roma, Itália. Ao mesmo tempo e a partir desse ano, o Governo Português concedeu, finalmente, bolsas de estudos a estudantes timorenses.

Em 1974, escreve Barbedo Magalhães, Vol I, p. 161:

“O último governador de Timor Português, Coronel Mário Lemos Pires, considerava que descolonizar era transferir para o timorense a gestão dos assuntos que lhes diziam respeito”

Mas, “timorenses”, para o governo português não era a nossa tradicional liderança. Eram, pelo contrário: os reis vassalos de Portugal, escolhidos e elevados aos mais altos postos militares (D. Ximenes Belo, (Antigos Reinos, p,11); os “assimilados”/civilizados (Luna de Oliveira, Vol. IV, p.321); aqueles com sangue ou mentalidade de topázios/topasses (d. Ximenes, Vol. I,pp165-170; Luna, Vol. I, p. 99; e Frédéric Durrand, Hist. T-L, que descreve assim na p. 59):

“ A partir de meados do século VII, os topasses, uma comunidade de mestiços portugueses e timorenses que viviam em Lifau (Oecussi), conquistaram poder relativamente aos reinos tradicionais. (parágrafo …) Os topasses persistiam muito ligados a Portugal, mas não permitiam que lhes impusessem um governador do exterior. (parágrafo) A instauração pelos portugueses de um tributo pagar pelos reinos, a finta,  por volta de 1703, provocou numerosas rebeliões. (parágrafo) Nos anos 1760, os topasses mataram os representantes portugueses e holandeses. E 1769, o governador português foi forçado a abandonar Lifau, indo fundar uma nova capital em Dili.”

Com efeito, a partir de maio de 1974, (Barbedo, ibidem, p. 162) foram sucessivamente criados partidos políticos (Udt, Asdt/Fretilin, Apodeti, Kota, ADITLA); nos finais de dezembro de 1974, uma autodenominada Comissão Promotora da Reorganização do Conselho de Lautém, apresentou-se para preparar as eleições , que, afinal, foram só realizadas em Lautém, entre fevereiro e maro de 1975, certificadas como legitimamente democráticas por jornalistas e diplomata ocidentais.161; que nos princípios de agosto de 1975, quase todas as eleições tinham já tido lugar  na generalidade do território; que “Esta primeira experiência democrática tornou-se num importantíssimo e bem sucedido passo no processo de descolonização que, deste modo, começou a te uma efectiva concretização bem sucedido no processo de descolonização”.

Porém, foi tão “democrática” e tão “bem sucedida descolonização”, que, quase de seguida, tais partidos políticos começaram a desentender-se entre si e a entrar na trágia guerra civil, todo sedentos e determinados a apoderarem-se do poder colonizador, obrigando o governo português  a refugiar-se em Ataúro e a Permitindo/“justificando” a invasão indonésia, com toda as tragédias até ao  massacre do cemitério de Santa Cruz, em 12nov1991, e até à chacina das milícias indonésias em 1999. (Barbedo 159-169).

Sendo verdade a hipótese, o maior mal que os governantes portugueses de então fizeram aos timorenses não foi o abandonarem o território. Foi, sim, terem orquestrado as condições/estratégias para que nós nos matássemos uns aos outros, até reconhecermos que “os nossos irmãos mais novos” nos abandonaram e nos deixaram entregues à nossa sorte de procurar outras sortes. Genial estratégia: não serão então eles a abandonarem-nos, mas, pelo contrário, nós a abandoná-los. Maquiavélico?

Espantosa ironia da História: anticolonialistas que se tornam colonialistas/neocolonialistas! Pretendem fazer, em poucos anos de independência nacional, o que os portugueses não conseguiram em quase quinhentos anos: substituir as essenciais estruturantes de uma história milenar por paradigmas estrangeiras, tudo em nome da modernidade/modernização, do progresso, de novos saberes e ciência, de bem-estar! Substituir Knuas, Sukus e Reinos por Freguesias, Municípios e Governadores. Para tal catalogam o Poder Tradicional de analfabetos, incultos, retrógrados, tiranos, exploradores do povo e de seus bens, tradicionalistas voltados para o passado e sem capacidade de ver o presente, e muito menos de olhar para o futuro, a qualquer dimensão que seja.

1974-75 representou a réplica de 1700.

 

Modelo de Liderança da Nação

O nosso Modelo Mamba’e da Liderança Profissional da Nação não é uninominal/unipessoal. É colegial e triangular e integrado numa rede/núcleos de multitriangularidades relacionais, geridas por acordos inter e intra partes, assumidos como condição de paz e de cooperação, condição de “viabilidade, estabilidade, capacidade e qualidade” de ambos os parceiros: condição medida pela objectivação dos termos da própria relação através de objectos materiais e imateriais e suas recíprocas dádivas/trocas – obrigações de dar-receber, receber-dar, etc.

Tal modelo é constituído é caracterizado pelos seguintes triângulos: Liurai (Executivo); Lianain/Katuas (conhecimento e ciência); Kukunain (Espiritualidade). Usando os termos do modelo teológico judaico-cristão: são três lideranças iguais e distintas, mas não são três lideranças: são uma e mesma liderança. Como todos os processos de resiliência, a crise ou a captura de qualquer dos ângulos não arrasta a captura dos outros dois e a reposição do todo obedece estratégias secularmente experimentados e aplicados. As autoridades consagradas de qualquer dos ângulos não se expõem ao contacto directo com os alheios, na medida em que são representadas por emissários, rigorosamente instruídos para transmitir apenas o cognoscível e permitir, assim,  que os estranhos possam saber apenas o que podem saber e, em particular, o que e como pretendem saber. Como efeito, ao saber o que e como pretendem saber ficará satisfeita a sua curiosidade sobre realidades e questões multiseculares. Todavia, tudo o que lhes lhes transmitido representava uma frincha a através da qual podem entrever e reconstruir as partes e/o/no todo. Afinal, uma condição tão simples e elementar: dominar as parte não significa natural e necessariamente dominar o todo! Qualquer questão que envolva a Nação, em qualquer das suas dimensões, passa pela análise, decisão e compromisso dos três ângulos.

Entre 2000 e 2002, estando a dar aulas no Seminário Maior Interdiocesano São Pedo e São Paul, na sua reconstrução em Dili, fui apresentar-me à nossa Casa-Mãe, à qual estão incondicionalmente ligadas todas Casas, tanto locais como de toda a Nação Mamba’e, com o propósito de saber o meu lugar e o lugar da nossa família.  Foi-me indicado o preciso e simbólico lugar e nome. Tal como em nossa casa assim beijei as mãos dos Pais de todos, com um profundo sentimento de mim próprio dentro da Casa, isto é do espaço e do tempo fundador e vivo no presente.

Interdita durante o tempo de colonização, dado a sua poderosa importância religiosa e também política, a reconstrução e a consagração da Casa Sagrada, com o ritual de Umalisan, constituiu a primeira manifestação em cada uma das comunidades. A nossa Umalisan só foi possível em 2014. Deixando para outro momento o tão complexo e histórico EVENTO, refiro aqui apenas umas notas para enquadrar a presente questão sobre a Liderança Profissional da Nação. Por suas funções próprias e consagradas, o Ritual foi orientado pelo Kukunain, com a participação dos Lianain e Katuas, dos Liurais e, obrigatoriamente, de todos os pais, filhos, netos, bisnetos, incluindo bebés. No final de sete dias ininterruptos, o Ritual terminou com beija-mão dos Liurais, um grupo por volta de dez pessoas, alguns jovens, outros de meia idade e outros mais velhos. O Novo Poder não foi nem podia ser convidado. A sua presença na cerimónia de encerramento teve o mesmo significado e importância que o antigo Poder Colonizador.

 

 

Liderança profissional

Profissional é aquele que desenvolve uma actividade para qual está vocacionado/nascido-para e com formação própria. Amador é aquele que desenvolve uma actividade para a qual não está vocacionado/nascido-para e não tem formação própria no campo, mesmo que tenha um conjunto de diplomas curriculares (Licenciaturas, Mestrados, Doutoramentos, Especializações, Pós-graduações) noutros campos.

A preparação da triangular Liderança da Nação engloba o arco de longevidade geracional, incluindo experimentados critérios de selecção e adequada formação multidimensional. Inicia com a primeira infância e termina com a morte ou com o termo de pessoais condições físicas e eticomorais para o cumprimento das suas funções. Lembro-me que tinha eu por volta de nove anos, quando um grupo de emissários se apresentou em nossa casa, para convidar para a chefia (creio que se tratava de Knua) o meu irmão mais velho a seguir a mim (éramos quatro irmãos e cinco irmãs), por volta de 10/11 anos de idade, nos inícios da década de 50. Por um lado, fiquei satisfeito por os meus pais irmãos não terem aceitado. Com efeito, sentia eu, que era uma exposição complexa ou violenta servir duas lideranças contrárias, utilizando a estratégia de dizer sim quando é sim, e, ao mesmo tempo, dizer sim quando é não – mentiras estratégicas ou diplomáticas.

O sucesso político contemporâneo da secular liderança da Nação, ameaçada por novos poderes e desafiada pela onda de múltipla globalização, exige o adequado conhecimento do passado para a sustentabilidade do futuro: representa uma estratégia perante a qual não é nova para a nossa Liderança da Nação a convicção de John Churchill: “ Quanto mais longe conseguirmos olhar para trás, maior é a possibilidade de olhar mais longe no futuro” (Pensar como Churchill, Daniel Smith, Ed. 2020, 2015, p. 31).

 

  1. Lideranças Nacionais

Sabemos que a Nação/Reino não pode ser concebida sem os seus Sukus, Knuas, famílias, e cada indivíduo. Sabemos, em contrapartida, que, vivendo e trabalhando cada uma das infraestruturas independentemente das outras e pretendendo exclusivamente os seus interesses próprios ameaçam a debilitação e a destruição de uns e de outros.

O sentimento recíproco de pertença à Casa e a Família marca a natureza e o caracter da relação ou do relacionamento entre a liderança da Nação e as lideranças nacionais. Faz toda a diferença o sentimento de que “ele” (interlocutor) é nosso, é um dos nossos. A intuição de que “ele” não é nosso ou não é dos nossos, na medida em que existe fosso/vazio de identificação faz com que nós o tratemos com a maior e a melhor das falsidades, fazendo passar por verdade e por real o que não o é, tanto nas expressões verbais como nas interacções concretas. Pelo contrário, a descoberta da mútua reciprocidade faz com que sejamos tudo ou que demos tudo para ele. A relação entre o triângulo de Liderança da Nação e as Lideranças Nacionais e o indivíduo é de caracter de paternidade, enquanto a sentido contrário de filiação. Daqui o código comportamental de “fraternidade”, irmão. Quem não se encontras nesta dimensão tem dificuldades em utilizar estas expressões. É indicador de diferenciação entre o autóctone e o topaz/sse.

A consciência e o real sentimento de representação explica a recíproca atitude entre a liderança da Nação e as lideranças nacionais e os indivíduos. Está na base do muito oriental beija-mão, inclinação profunda, ajoelhar-se, fazer escolta à pé (hoje diferente) perante a Liderança da Nação. Explica o respeito, a submissão, a defesa a ponto dar a própria vida. Afinal, o triângulo da Liderança da Nação é a minha própria representação, legitimada pela minha opção no momento de eleições nacionais. Sendo um atributo de natureza oficial, é vedado ao empossado renunciar a qualquer das prerrogativas que são próprias das suas funções, prerrogativas que para o estranho são folclore para o turista ver. Na realidade, é o que distingue a liderança profissional da liderança amadora.

Em contraposição a tais sentimentos de representação/representatividade da Nação, as lideranças nacionais são orientadas pela consciência de que faz parte de um todo, assim como os membros e os órgãos fazem parte de um e mesmo corpo. Alguém estima mais uma parte do seu corpo que outra, por exemplo, em termos de saúde e de estética? São relativamente autónomas entre si, mas orientam-se segundo o mesmo paradigma comportamental e social, empresarial e comercial, etc. (Cf. Elizabeth Traube, passim):

“Buti (B) ba rat: nor Meta (M) fe tlut.

Meta (M) ba natou: nor Buti (B) fe naur”:

“B não chega: completa-se com M. M não é suficiente: melhora-se com B. A reciprocidade, a complementaridade e a reversibilidade entre ambos significa e mede a nova realidade que que é criada/produzida com a relação. A ausência da objetividade desta relação é indicadora da relação real, construtiva, transformadora, inovadora, etc., num mundo onde tudo caminha e cada coisa tem o seu próprio caminhar (Sauna mret mret: seu caminhar).

O espaço das lideranças nacionais representa o lugar de todas e quaisquer ONGs, desde partidos políticos a todos os níveis de empreendedorismo, organizações de religiosidade, que representam formas de espiritualidade, organizações sociais, culturais, artísticas, científicas e tecnológicas, etc.

Quando estas lideranças nacionais não se orientam e não conseguem estabelecer entre si o compromisso da elementar relação objectiva e construtiva entre B e M, entram numa competitividade negativa, com consequências igualmente negativas para si próprias e para a Nação.

Knuas, Sukus e Reinos – Regiões e Regionalização – representam pessoas reais e concretas a viver e desenvolver as suas actividades diárias em espaços concretos e em tempos formal ou informal/consensualmente definidos, ou seja, condições espaciotemporais onde têm a sua Casa Sagrada, inspiradora e modeladora da sua casa familiar. Caminham com o caminhar de todas as coisas, onde cada passo mantém a referência ao a-quo (ponto de partida) e ao ad-quem (ponto seguinte e de chegada). Alterar ou destruir esta estrutura triangular é gerar efeitos genocídios identitários e históricos, sociais e culturais; é transferi-las para novas geometrias e novas matemáticas de espaços, traçadas à imagem e pelos intentos e pelas regras e leis daqueles que a transferem e arquitectados para o serviço destes. Esta transferência/transformação tanto pode ser física como mental. Toda a diferença reside no ser ou não-ser da Nação ou ser nacional a estratégia real, dentro dos conceitos definidos.

Enquanto detentores de espaço físicos e temporais de desenvolvimento diário e programado de actividades, Knuas, Sukus e Reinos constituem fontes de desenvolvimento económico e financeiro. Na sua actividade, experimentada durante anos, conhecem as condições de potencialidades e limitações de exploração e seleccionam os meios mais adequados que as novas tecnologias lhes podem trazer, ao mesmo tempo que formam os seus recursos humanos. São autores/actores da competitividade nacional, cujas potencialidade e limitação os próprios conhecem melhor que ninguém. E tudo isto só é possível se for orientado por um PERD (Plano Estratégico Regional de Desenvolvimento) orientado por um PEND (Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento), ambos de Longo, Médio, Curto e Curtíssimo Prazo. Trata-se de evidentemente de uma perspectiva política de REGIONALIZAÇÃO.

Esta estrutura triangular de células da Nação representa e possibilita a competitividade lideranças nacionais. E esta competitividade é dinamizada pelos programas de acividade, tradicionais e novos, conjugados com os referidos PEDs (Plano Estratégico de Desenvolvimento). Acredito eu que o Orçamento Nacional adequadamente atribuído a esta estrutura celular, com grandes, médios, pequenos e micro empreendimentos possibilitará maior, melhor e mais acelerado desenvolvimento que fora dela.

A partidocracia representa tal espaço “fora dela (estrutura triangular celular)”.

A partidocracia nunca teve qualquer espaço na nossa multisecular História. Com o seu sistema quadrienal ou quinquenal de eleições legislativas presidenciais, com alternâncias e alternativa de planos em avulso e sem continuidade, conduzirão a Nação ao máximo nível competitividade com as sua congéneres mais bem sucedidas?  Mesmo com um PED geracional (Plano Estratégico de Desenvolvimento), ou seja, de Longo Prazo, a partidocracia conseguiria melhores processos e resultados? Não teria melhores hipóteses um sistema político baseado nas regiões, suas cidade/sukus e aldeias/knuas, onde cada cidadão tem a sua casa e suas capacidades económicas e financeiras? Onde conduzirão a Nação com as coordenadas ideológicas de uma DEMOCRACIA CAMELEÓNICA de Direita, Esquerda, Centro-Direita, Centro-Esquerda, Extrema-Direita, Extrema-Esquerda, Social, Social-Democrata, enfim, democracias ou suas formas que se excluem umas as outras, na medida em que a disciplina partidária dita que o próprio Partido e os militantes, enquanto  são de um partido não podem ser simultaneamente de outro partido e que deve negar, alguns radicalmente e sistematicamente, o programa político do adversário. Qualquer cidadão pode liderar a Nação. Basta que tenha um ou muito mais diplomas curriculares em qualquer ciência ou tecnologia, que seja um empresário de sucesso, um professor do ensino superior ou catedrático, com experiência governativa (partidária), que seja figura mediática, que prometa mesmo que saiba que não vai cumprir, que seja excelente retórico, etc.

Tal com afirma Churchill:

“Os governos democráticos avançam sem rumo pela linha de menor resistência, têm vistas curtas, satisfazem-se com sopas e esmolas, e suavizam o trajeto com agradáveis lugares comuns” (Idem, ibidem, p. 99).

 

As primitivas lideranças triangulares nacionais marcam a diferença entre uma Política real vs uma Política Ideológica.

O desestruturação deste ancestral modelo de triangular de liderança da Nação gera a situação descrita por Manuel Castells, p. 434:

“Neste fim do milénio, o rei e a rainha, o Estado e a sociedade civil estão todos nus, e os seus filhos-cidadãos vagueiam, em torno de uma série de lares adoptivos, à procura de protecção. (Parágrafo). O dissolver da identidade compartilhada, que é equivalente à dissolução da sociedade como sistema social relevante, parece traduzir bem o que se passa no nosso tempo.”

 

 

 

  1. Formar o cidadão e a consciência de cidadania.

Com tudo o que foi anteriormente dito, creio que qualquer irmão lusófono, ou não, tem indicadores para saber que tanto a Liderança Profissional da Nação como de cada indivíduo na consciência da Nação e dos seus direitos e deveres nacionais começam com a infância e terminam com a morte

Fiel à sua milenar estrutura de liderança triangular e democrática: Timor Lorosa’e será um REINOS UNIDOS ou REGIÕES UNIDAS DE TIMOR LOROSA’E (RUTL). Não sou o único a acreditar assim! SONHO/UTOPIA?

Afinal, não sou o único a acreditar no nosso modelo triangular de liderança da Nação!

Referências da actual Constituição:

  1. Artigo 5º – Descentralização. (Revisão constitucional: de “Descentralização” para REGIONALIZAÇÃO.
  2. Artigo 22º – Timorenses no exterior.
  3. Artigo 64º – Princípios de renovação.
  4. Artigo 72º – Poder local.
  5. Artigo 156º – Limites materiais da revisão constitucional: Alínea 2. “As matérias constantes das alíneas c) e i) podem ser revistas através de referendo nacional, nos termos da lei.”: c) – A forma republicana de governo; i) Bandeira Nacional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(Continuaremos no corpo do Artigo)

 

O presente texto é a síntese de um Artigo que estou a escrever e que será publicado, logo que uma parte esteja concluída, através de: http://plataformadadiasporalusofona.orghttps://timor-diaspora.org/

 

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Bibliografia

  1. Elizabeth G. Traube, Cosmology and Social Life, Ritual Exchange among the Mambai of East Timor, The University of Chicago Press, 1986.
  2. D. Carlos Filipe Ximenes Belo, Os Antigos Reinos de Timor-Leste, Porto Ed.; A História da Igreja em Timor-Leste, 450 anos de Evangelização, Ed. Fundação Eng. António de Almeida, 2013.
  3. Manuel Castells, O Poder da Identidade, Era da Informação: Economia, Sociedade e Cultura, Ed. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2003.
  4. Jill Jolliffe, Timor Terra Sangrenta, Ed. O Jornal, 1989
  5. Barbedo Magalhães, “Timor-Leste, Interesses internacionais e actores locais”, Ed. IPAD, 2007.
  6. Luna de Oliveira, Timor na História de Portugal, Ed. Fundação Oriente, IPAD, Lisboa 2004.
  7. Pensar como Churchill, Daniel Smith, Ed. 2020, Publito, Braga, 2015.
  8. Frédéric Durand, História de Timor-Leste, da Pré-História à Actualidade, Ed. Lidel, 2009.
  9. António Duarte de Almeida e Carmo, O Povo Mambai, contribuição para o estudo do povo do grupo linguístico Mambai – Timor, Instituto Superior e Ciências Sociais e Política Ultramarina, Lisboa, 1965.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PISCDIL – Relatório de Actividades: 1976-2020

RELATÓRIO DE ATIVIDADES

PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona.

Englobando, Diáspora e Interior: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste/Lorosa?e, Goa/Damão/Diu, Macau, Galiza – Academia Galega da Língua Portuguesa.

Actualizaão: 1976-27set2010 – 31dez2017 – 2020 ss.

 

ANTECEDENTES

(Apenas algumas atividades mais significativas)

– 1976: Antecedente inicialmente pessoal, mas ao serviço de todos daqueles irmãos que, constrangidos pela guerra civil, provocada pelas lutas partidárias sedentas do poder, se viram obrigados a abandonar a Mãe-Terra, alguns para regressarem depois e outros para viverem definitivamente no exterior – DIÁSPORA TIMORENSE, que, então, eu chamava “Folhas Soltas”. Com a independência nacional em 20 de maio de 2002, a DIASPORA TIMORENSE faz parte integrante da Constituição Nacional Timorense: Artigo 22.º (Timorenses no estrangeiro) Os cidadãos timorenses que se encontrem ou residam no estrangeiro gozam da protecção do Estado para o exercício dos direitos e estão sujeitos aos deveres que não sejam incompatíveis com a ausência do país.” Construir uma POLÍTICA DE DIÁSPORA, enquanto parceira de sustentabilidade da: Viabilidade, Estabilidade, Capacidade e Qualidade da INDEPENDÊNCIA NACIONAL. Para que as “Folhas Soltas”, ao morrerem, possam gerir nova vida para a Mãe-Terra e o Pai-Céu.

– 1983-1985 – Juntamente com os Quadros Timorenses (AT) então existentes em Portugal, fundamos a Associação Timorense, tendo como objectivo estatutário ( Artigo 4º d)), a formação de Quadros qualificados, englobando diáspora e no interior. Oportunamente será publicado uma filmagem da RTP, registando um dos momentos importantes do EVENTO histórico.

– 1998, 23-27abril – 1ª Convenção Nacional Timorense em Peniche, Portugal, e elaboração do Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento (PED) de Longo, Médio e Curto Prazo.

– 22set2010: Encontro da AADB (Associação Apoio à Diocese de Baucau) e AT com D. Basílio do Nascimento, Bispo de Baucau, Timor Leste/Lorosa’e – Solicitação do Prelado, representando a Igreja em Timor, para se desenvolver em Portugal o Projeto de Formação da Nova Liderança Timorense. Projeto denominado “Projeto Maubisse – Timor L/L”, um projeto conjunto da Igreja, Estado e Sociedade Civil.

 

– Constituição da Comissão Organizadora de Conferências e Congressos (COCC TD2012

 

– 22set2010 – 19nov2010: Elaboração e aprovação do “Projecto de Formação em Liderança e Chefia (FLC)” por Alberto Araújo e Joana Araújo, sua aprovação por D. Basílio do Nascimento e sua apresentação ao então Presidente da Academia das Ciências de Lisboa e de Instituto de Altos Estudos, Prof. Doutor Adriano Moreira.

PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona 

– 19nov2010 – Audiência e apresentação do Projeto FLC (Formação em Liderança e Chefia) ao Prof. Doutor Adriano Alves Moreira, Presidente da Academia das Ciências de Lisboa e Presidente do Instituto de Altos Estudos.

 

 

 

 

 

– Até 31jan2012: Reuniões e conferências na Universidade Lusófona, Centro Social Paroquial do Calhariz de Benfica, Colégio Universitário Pio XII.

 

– 31jan2012 – Audiência e apresentação do Projeto FLC ao Prof. Doutor Guilherme d’Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas, Lisboa.           31jan2019 (7º Ano de caminhada)

 

– 20jun2013 – Audiência e apresentação do Projeto FLC ao Prof. Doutor e Deputado Narana Coissoró, Deputado e Professor do Instituto de Ciências Sociais e Políticas, às 10h30. Objetivo:  Envolvimento de Goa/Damão/Diu no projeto PISCDIL.

 

– Até 19jul2013: Reuniões, conferências, etc. na Universidade Lusófona de Lisboa, Centro Social Paroquial do Calhariz de Benfica e Colégio Universitário Pio XII; incluindo a Reunião com o Conselho da Diáspora Portuguesa, 11jul2013, às 11h00.

 

Quase todas as sessões estão gravadas com vídeo-câmara.

– Calendarização do Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Timorense para 20-22set2013 – Não foi realizado, dada a constatação de não reunião de condições necessárias.

 

– 19jul2013, 17h00-18h30: Primeiro encontro das associações da diáspora lusófona, na Universidade Lusófona de Lisboa, 17h00-18h30, com a presença de representantes de: Angola (Dr. Zeferino Boal, representando Dra. Susete Antão);  Brasil (Dr. Ricardo Amaral Pessôa); Cabo Verde (Eng. Alberto Rui Machado); Guiné Bissau (Dr. ?); Moçambique (Dr. Delmar Maia Gonçalves); Portugal (Dra. Elisabete Lourenço, em representação do Reitor da Universidade Lusófona de Lisboa, Prof. Doutor Manuel Damásio); São Tomé e Príncipe (Dr. Luís Trindade); Timor L/L (Presidente da Associação Timorense Alberto Araújo); Macau (Dr. Mário Matos); Goa/Damão/Diu (Dr. Valentino Viegas).

. Evento gravado com vídeo-câmara, podendo oportunamente ser visionado.

 

– 23-25ago2013 – Apresentação do Projeto Maubisse aos bolseiros timorenses, edifício dos Salesianos no Campo de Ourique, Lisboa, em coordenação com Adido da Educação, Embaixada da RDTL em Lisboa.

– Evento registado com vídeo-câmara, podendo oportunamente ser visionadas aS conferências e intervenções dos participantes.

 

– 07set2013 – Conferência Internacional – “Educação, Cultura e Valores”, organizada pelo Ciclo de Escritores Moçambicanos da Diáspora (CMED), Presidente Dr. Delmar Maia Gonçalves, Vinhais Clube Desportivo, São Domingos de Rana, Cascais.

 

– 20set2013,16h00: Reunião com Presidente do Observatório da Língua Portuguesa, Eng. Eugénio Anacoreta Correia, Fundação da Cidade de Lisboa, Campo Grande, às 16h00. Apresentação do Projeto Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (I CDIL).

 

– 14out2013, 15h00: Reunião com Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD). Apresentação da PISCDIL, tentando parcerias.

 

– 13jan2014, 18h30; 23jun2014, 19h00; 15dez2014, Instalações AFAP e outros locais: Reunião com Plataforma Ativa da Sociedade Civil (PASC). Envolvimento da PASC no Projeto Maubisse.

 

– 06fev2014, 10h30: Reunião com Instituto Camões. Apresentação do Projeto PISCDIL.

 

– 14fev2014, 17h00: Reunião com Pe. António Colimão, Pároco da Igreja de S. Francisco Xavier, Algés. Envolvimentos de Goa/Damão/Diu na PISCDIL.

– 03abr2014, 10h00; 18abr2014, 10h30; 22abr2014, 10h0; 27mai2014, 11h00; outros encontros de trabalho: Reunião com Universidade Católica, Centro de Estudos de Filosofia, Prof. Doutor Mendo Henriques e o grupo. Seguimento de um Guia de Cidadania Lusófona.

 

– 19ago2014 a 25set2014, em Timor L/L: Constituição de um Grupo Parceiro da PISCDIL, aproveitado o tempo de Celebrações Rituais e Sociais, na continuidade/resiliência dos tempos antes da chegada dos Portugueses.

 

– 27nov2014, 14h30-17h30; outros encontros de trabalho (26fev2015, 18h00): Reuniões com CEFI, Universidade Católica: Europe Global Values 2020. Tentando apoios, parcerias e financiamento para PISCDIL. Candidatura final, assinada pela ACL, Prof. Doutor Adriano Moreira.

 

– 27jan2015, 10h30: Solicitação ao Professor Doutor Adriano Moreira para a elaboração do CURRÍCLO da Formação em Liderança e Chefia. Concordando, passa a ser designada Formação em Liderança e Cidadania, ou mais especificamente, Formação em Liderança Nacional e Cidadania (FLNC).

 

– 03abr2015: PISCDIL – Passagem do Plano A (representação de associações da diáspora lusófona) para Plano B (representação a titulo individual da sociedade civil da diáspora lusófona).

 

– 10abr2015, 18h00: Em busca de parcerias para PISCDIL– Com Dr. Carlos Marques e Francisco Rêgo, Instituto Português para Desenvolvimento (IPD) e Universidade Católica, Restaurante Pastelaria Califa, Lisboa.

 

– 20fev2015, 16H00 – Estudantes lusófonos da Universidade Católica Portuguesa (UCP); 05mar2015, 15h00 – com Gilson Baia e colegas da Universidade Nova de Lisboa; 12mar2015, 15h00 – com Oli Pedro, UCP; 16mai2015, Biblioteca de Odivelas – com Júnior (Januário Júnior Gonçalves Ceita, São Tomé e Príncipe, Mário Júnior, relacionados com Oli Pedro). Júnior tornou-se uma ponte determinante para o futuro Protocolo entre a Academia das Ciências de Lisboa e a Fundação Atena/Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, pondo-nos em contacto com Prof. Dr. Liberato Moniz. Júnior organizou o encontro com os estudantes lusófonos de Coimbra (ver 22ago2015).

 

– 30mai2015: Pró-Ordem dos Professores, Federação Portuguesa dos Professores – Hotel Vila Rica, Lisboa. 11h00, Conselho Geral Pró-Ordem; Almoço; 14h30, VI Congresso Nacional Pró-Ordem. Apresentação da PISCDIL, tendo em vista uma parceria. A partir de então, temos recebido regularmente emails da organização.

 

– 04ago2015, 11h00: Assinatura de Protocolo de Cooperação entre Academia das Ciências de Lisboa e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D. Jaime Garcia Goulart, representado por Prof. Dr. Pe. Domingos Alves.

 

– 22ago2015: Deslocação a Coimbra – Encontro com os estudantes lusófonos da Universidade de Coimbra, organizado por Januário Júnior.

 

– 10set2015, 10h30: Sede da Fundação AMI, com Dr. Fenado Nobre. Posterior assinatura de Sócios Fundadores da PISCDIL.

 

– 23set2015, 10h00 – Reunião com Prof. Dr. Liberato Moniz, Presidente da Fundação Atena, preparando a futura assinatura de protocolo entre ACL e Fundação Atena/Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe.

 

– 02out2015: Elaboração do documento para Assinatura de Protocolo de Cooperação entre a Fundação Atena e Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, levado por Prof. Dr. Liberato Moniz, para ser estudada e discutida com a Reitora da Universidade, e assinada pela Professora Doutora Maria Fernanda Pontífice. Assinatura final do Protocolo: 21jan2016 (ver).

 

– 06out2015, 15h00: Reunião com Fundação Oriente, Museu do Oriente, Alcântara, com Dr. João Amorim. Em busca de parceria e apoio para PISCDIL e seus objetivos.

 

15out2015, 10h00: Fundação Calouste Gulbenkian, audiência com Dra. Maria Hermínia Cabral – Apresentação da PISCDIL e Formação em Liderança Nacional e Cidadania, em cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa.

 

– 19-21nov2015: Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (ICDIL) – Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa.

 

– 21dez2015, 15h00: Registo da PISCDIL – Instituto de Registo Nacional de Pessoas Coletivas (IRNPC), Lisboa.

 

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2016

 

– 05jan2016: primeiro telefonema ao Prof. Doutor Tolentino Corsino, membro da ACL (?) e fundador da Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde (ACH-CV). Preparando Assinatura de Protocolo de Cooperação (vindo a ser efetuada em 20abr2017 – ver).

 

– 21jan2016, 15h00: Assinatura de Protocolo de Cooperação entre a Academia das Ciências de Lisboa e a Fundação Atena e Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe.

 

– 30jan2016, 15h00: Lançamento da Revista Bue Fixe, Casa Internacional de São Tomé e Príncipe. Descoberta da Dra. Zakyia Mamad, que tornou possível a futura Assinatura e Protocolo entre PISCDIL e APQ (Associação Portuguesa para Qualidade) – Ver 28abr2016.

 

– 18fev2016, 11h00: Primeira Reunião com Reitor da Universidade Aberta – Prof. Doutor Paulo Dias e Dra. Rosa Sequeira, CEMIR. A Direção da PISCDIL presente: Dr. Ricardo Amaral Pessôa, Dr. Manuel dos Santos, Dra. Maria Dovigo (Galiza). Assunto: Biblioteca Virtual/Digital da PISCDIL.

 

– 21mar2016: Abertura da Conta Bancária da PISCDIL – Banco Millenium BCP. Agência Centro Comercial Colombo. NIB: 0033-0000-45481534892-05; IBAN:  PT50-0033-0000-45481534892-05.

 

– 22mar2016, 15h00: Reunião PISCDIL e APQ (Associação Portuguesa para Qualidade), com Eng. António Ramos Pires, Presidente, e Dra. Zakyia Mamad. Preparação de condições para Assinatura de Protocolo de Cooperação.

 

– 28abr2016, 19h00: Assinatura de Protocolo de Cooperação entre PISCDIL e APQ. Casa Internacional de São Tomé e Príncipe, com jantar dos presentes.

 

– 23mai2016-21jun2016: Presidente da Direção PISCDIL – Em Timor L/L.

– Criação do Centro Coordenador e de rede de Núcleos de Formação em Liderança Nacional e Cidadania (FLNC). Reuniões em Dili, Aileu e Baucau.

– Condições logísticas e outras para o funcionamento da FNLC.

– Audiências e apresentação da PISCDIL e da FNLC com o Governo de Timor L/L:

* 10jun2016, 08h30: Presidente da RDTL (República Democrática de Timor Leste), Tahur Matan Ruak.

* 13jun2016, 11h00: Primeiro Ministro, Dr. Rui Maria de Araújo.

* 16jun2016, 08h30: Ministro de Estado, Coordenador dos Assuntos Sociais e Ministro da Educação, Dr. António Constâncio.

* 16jun2016, 11h00: Novo Bispo da Diocese de Dili, D. Virgílio

* 16jun2016, 14h00(?): Ministro do Comércio, Indústria e Ambiente, Dr. Constâncio Pinto

* 17jun2016, 13h00: Ministério dos Negócios Estrangeiros – Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros, Dr. Roberto Sarmento de Oliveira Soares.

– 26jul2016: Com Dr. Ricardo Amaral Pessôa, início de contato telefónico e email com Brasil, André Moro. Em busca de um promotor e de uma Instituição Formadora para Assinatura de Protocolo de Cooperação com ACL.

– 22ago2016: Contato telefónico com Reitora da Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe. Seguimento da Assinatura de Protocolo de Cooperação com ACL.

– 30ago2016, 11h00; 16nov2016, 11h00; 21nov2016: Com Tenente-Coronel Carlos Rouco, Secção de Formação da Academia Militar, e Dr. Américo Ferreira, intermediário: Estudo da possibilidade Organização de DEBATES, no âmbito da Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

 

– 02set2016: Contato telefónico com Prof. Doutor Tolentino Corsino, que indica Prof. Doutor Jorge de Sousa Brito, enquanto Presidente da Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde (ACH-CV), com competência para avançar com o processo da Assinatura de Protocolo de Cooperação ACL-ACH-CV. Ver Assinatura do Protocolo, 20ab2017.

 

– 16set2016, 10h00: Audiência com Prof. Doutor Adriano Moreira. Entrega do Programa de Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania, sob forma da DEBATES.

 

– 20set2016, 11h00: Reunião com Presidente do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), Prof. Doutor Manuel Meirinho e Coordenador da Área de Cooperação e Desenvolvimento, Dr. Pedro Abreu. Presente representante da Casa de Moçambique, Dr. Enoque João. Em busca de uma Sede para PISCDIL e de parceira no âmbito do Programa de Formação Não-curricular, através da organização conjunta de DEBATES, com o envolvimento do Professores e Alunos.

 

– 22set2016 12h00: Reunião com Associação para Desenvolvimento Económico Empresarial (ADEE), Secretário Executivo Zahir Habibo, Dr. Miguel Pipa e Dr. Na qualidade de apresentante da PISCDIL, possibilitou o encontro Eng. António Ramos Pires, Presidente da Direção da Associação Portuguesa para Qualidade (APQ). Em busca de apoio, parceria e financiamento.

 

– 30set2016, 10h30: Reunião com a Diretora da Obra Católica Portuguesa (OCP), Dra. Eugénia Quaresma, Quinta do Cabeço, Olivais. Em busca de contatos de lusófonos espalhados pelo mundo – comunidades, paróquias, organizações, famílias e indivíduos – tendo como objetivo os objetivos fundantes da PISCDIL: “Troca de informações/notícias/mensagens/experiências. Coordenação de ações”

 

– 13set2016, 16h00: Continuação da reunião de 20set2016, com a hierarquia do ISCSP – com a presença de Dr. Enoque João, Presidente da Casa de Moçambique, e de Dr. Edson Macuácua, Presidente da Primeira Comissão (Comissão dos Assuntos Constitucionais Direitos Humanos e Legalidade da Assembleia da República de Moçambique. Assunto: Parcerias, protocolos de cooperação no âmbito de Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

– 31out2016: Solicitação de audiência com Prof. Doutor Guilherme d’Oliveira Martins. Em busca de financiamentos, parcerias e protocolo no campo da Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

 

– 09nov2016, 15h00: Audiência com Prof. Doutor Guilherme d’Oliveira Martins, Diretor Executivo da Fundação Calouste Gulbenkian. Apresentação da PISCDIL e seus objetivos – Formação em Liderança Nacional e Cidadania. Para dar continuidade: apresentação pela PISCDIL de objetivos mais detalhados e operacionais.

– 02nov2016: Solicitação de audiência com a nova Reitora da Universidade Católica Prof. Doutora Isabel de Oliveira C. Gil.

 

– 06nov2016: Contato, via email, com Presidente da Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde (ACH-CV). Apresentação da PISCDIL e seus objetivos – Formação em Liderança Nacional e Cidadania. Proposta e solicitação de parcerias e protocolos.

– 07nov2016: Contato, via email, com Prof. Doutor Guilherme d’Oliveira Martins – solicitando o favor de, por ocasião da sua deslocação a Moçambique, desenvolver diligências no sentido de se encontrar uma Instituição Formadora capaz e disposta a assinar um protocolo com a Academia das Ciências de Lisboa, no âmbito do projeto de Formação em Liderança Nacional e Cidadania.

 

– 08dez016, 11h00: Encontro de trabalho com Dr. e Formador José Águas, indicado por Dra. Zakyia Mamad da Associação Portuguesa para Qualidade (APQ). Assunto elaboração do Orçamento do Programa da Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania, tendo como objetivo corresponder à solicitação do Prof. Doutor Guilherme d’Oliveira Martins, na audiência atrás referida.

 

– 09nov2016: Solicitação de audiência com o Presidente da República Portuguesa, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa.

. Audiência realizada em 18jan2017 (ver a Ata)

 

– 13dez2016: Contato, via email, com Reitor da Universidade do Algarve. Solicitação de audiência para apresentação da PISCDIL e seus objetivos, tendo em vista parcerias e protocolos de cooperação.

 

– Audiência realizada em 13jan2017, com a Pró-Reitora Prof. Doutora Gabriela Schütz. Audiência gravada em vídeo-câmara e com fotos, registos que foram enviados em pen, via correio normal, em 13fev2017.

 

-13dez2016: Solicitação de audiência com a Presidente da Câmara Municipal da Amadora, Dra. Carla Tavares, tem em vista: uma Sede para PISCDIL, relacionada com a antiga Sede da Associação Portuguesa para Qualidade (APQ); e, associado à Sede, um Centro Desportivo Lusófono.

 

– 16dez2016: Solicitação de Audiência com Ministro da Educação, Dr. Tiago Brandão Rodrigues. Apresentação da PISDIL e seus objetivos no âmbito da Língua Lusófona – Dicionário, Gramática, Manual e contatos permanentes através de textos de apoio, noticias, etc.

. Audiência realizada em 02mar2017, Av. 5 de outubro, 12º, com Secretário de Estado da Educação, Dr. Jorge Sarmento Morais, e com a presença dos membros da Direção da PISCDIL e do Eng. António Ramos Pires, Presidente da Direção da Associação Portuguesa para Qualidade (APQ), com a qual foi assinado um Protocolo de Cooperação). (Ver Ata).

 

– 16dez2016: Solicitação de audiência com Primeiro-Ministro, Dr. António Costa, tendo como objetivo a apresentação da PISCDIL e dos seus objetivos gerais e específicos.

 

– 20dez2016: Reunião com Prof. Doutor Lourenço Dias da Silva, Cooperate Business School (CBS) e Escola Superior de Gestão Corporativa e Social (ESGCS). Em busca de mais um intermediário para contactos com Reitor da Universidade Católica de Moçambique (UCM), Prof. Doutor Pe. Alberto Ferreira, tendo presente a Universidade de Zambeze e tendo em vista parcerias e protocolos com a Academia das Ciências de Lisboa, no âmbito da Formação Curricular, e com PISCDIL, no âmbito de Formação Não-Curricular. Tivemos, a seguir, mais duas reuniões para esclarecimento de questões.

 

– 23dez2016: Solicitação de audiência com Sua Eminencia o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa D. Manuel Clemente, tendo como objetivo a apresentação da PISCDIL e seus objetivos e o papel da Igreja em Timor L/L, n âmbito do projeto de Formação em Liderança Nacional e Cidadania. Foi confirmada, através de contato telefónico, a receção do email.

 

– 23dez2016: Solicitação de audiência, via email, com Sua Alteza Real Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, também cidadão oficial timorense. Apresentação da PISCDIL e seus objetivos gerais e específicos.

 

– SOLICITAÇÃO DE AUDIÊNCIAS COM AS UNIVERSIDADES E INSTITUTO SUPERIORES, tendo em vista parcerias e protocolos no âmbito de Formação Não-Curricular, através de organização conjunta de DEBATES em torno de questões relacionadas; esclarecendo que é através destes DEBATES, que envolvem docentes, discentes e convidados, que os futuros líderes nacionais se irão afirmando, ao apresentar e defender os seus pontos de vista perante as questões nacionais e mundiais. Um formado pode ter um conjunto de diplomas de Licenciatura, Doutoramento, Espacialização, Pós-Graduação, mas se, perante uma questão concreta e premente, não for capaz contribuir positiva e qualitativamente, de nada servem os referidos diplomas:

. 26dez2016: Reitor da Universidade de Lisboa, Prof. Doutor António Manuel da Cruz Serra.

. 26dez2016: Reitor da Universidade Nova de Lisboa, Prof. Doutor António Manuel Bensabat Rendas.

. 26dez2016: Presidente do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Prof. Doutor Manuel Meirinho, com apoio do Prof. Doutor Adriano Moreira, Presidente do Instituto de Altos Estuos (IEA) da Academia das Ciências de Lisboa (ACL). Foram realizadas duas reuniões (ver Audiências 27set2016).

. 26dez2016: Reitor do Instituto Universitário de Lisboa – ISCTE-IUL, Prof. Doutor Luís Reto.

. 30dez2016: Reitor da Universidade Lusíada de Lisboa, Prof. Doutor João Gabriel Silva.

. 30dez2016: Reitor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, Prof. Doutor Mário Caneva Moutinho.

. 30de2016: Reitor da Universidade do Porto, Prof. Doutor Sebastião Feio.

. 30dez2016: Reitor da Universidade do Mino, Prof. Doutor António Manuel Cunha.

31dez2017: Presidente do Instituto Piaget, Amada, Lisboa, Prof. Doutor António Oliveira Cruz.

. 05jan2017: Reitor da Universidade Católica de Moçambique (UCM), Prof. Doutor Pe. Alberto Ferreira.

. 28jan2017: Reitor da Universidade de Aveiro, Prof. Doutor Manuel António C. de Assunção.

. Reitor da Universidade de Coimbra

 

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2017

 

– 15jan2017: Solicitação de audiência com a Embaixadora da República de Timor Leste em Lisboa, Dra. Maria da Paixão Costa. Tem por objetivo relatar a apresentação da PISCDIL já feita ao governo central e envolver, do ponto de vista político, a diáspora timorense no Projeto Maubisse – Formação de Liderança Nacional: um projeto que passou de timorense para ser das Comunidades/Estados e das comunidades lusófonas espalhadas pelo mundo.

 

– 24jan2017 – Solicitação de audiência com PM Dr. António Costa. A resposta foi rápida, mas para comunicar que a solicitação foi reencaminhada para o Ministério de Negócios Estrangeiros. Também daqui a resposta foi breve: através de um telefonema, dando início a todo o processo que culminou na audiência com o Secretário de Estado das Comunidades Dr. José Luís Carneiro, e, finalmente, com uma sessão presidida por um Secretário Adjunto do departamento.

 

– 04fev2017: Aproximações entre formandos timorenses e guineenses de Bissau: envio da lista de formandos timorenses, esperando a mesma resposta, reiterada em 16mar2017. O processo tem como objetivo permitir contatos diretos das Instituições Formadoras entre si, cabendo a cada uma gerir contatos interpessoais entre os formandos.

 

– 04fev2017, 06fev2017, 09fev2017, 11fev2017, no seguimento de vários anteriores logrados – Troca de emails com Dr. Alvimar Pinto e Dr. Marcelo Fraga Coelho, Universidade Espirito Santo, sem referir contatos telefónicos e via Skype.

 

– 26mar2017: Mensagem dirigida à Reitora da Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, Prof. Doutora Maria Fernanda Pontífice, e ao Presidente da Fundação Atena, Prof. Doutor Liberato Moniz, solicitando lista de formandos em Liderança Nacional e Cidadania, possibilitando relações diretas e interpessoais com congéneres de Guiné Bissau e de Timor L/L.

 

– 26mar2017: Mensagem dirigida à Direção da Associação Uma Timor Salurik, Dr. Tiago Santana Cardoso, tendo como objetivo a apresentação do Projeto Maubisse, integrada na PISCDIL,  e tendo em vista parcerias e protocolos de cooperação.

 

– 06abr2017, 15abr2017: Elaboração final dos termos do Protocolo de Cooperação entre Academia das Ciências de Lisboa (ACL) e Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde (ACH-CV).

 

– 18abr2017: Assinatura de Protocolo de Cooperação entre a ACL e ADH-CV, na Academia das Ciências de Lisboa, com a presença, por parte de Portugal, do Presidente da ACL, Prof. Doutor Artur Anselmo, do Presidente do Instituto de Altos Estudos da ACL, Prof. Doutor Adriano Moreira, da Secretária Geral da ACL, Prof. Doutora Maria Salomé Pais; por parte da ACH-CV, estiveram presentes o Presidente da ACH-CV, Dr. Jorge de Sousa Brito, a Presidente da Academia de Letras de Cabo Verde, Prof. Doutora Vera Duarte. Não podendo estar presentes os restantes membros da Direção, a PISCDIL foi representada por Dr. Ricardo Amaral Pessôa (Brasil), Drs. Sérgio Vieira e Rolando dos Reis Borges (Cabo Verde), Dr. Wilson Almeida (Casa Internacional de São Tomé e Príncipe), José Carlos Tiago de Oliveira (?), Dr. Mário Matos (Presidente da Fundação Casa de Macau), Eng. António Ramos Pires (Associação Portuguesa para Qualidade – APQ), Alberto Araújo, Timor L/L e Presidente da Direção da PISCDIL. (VER Acta).

 

– 01mai2017 – Registo, simbólico, electrónico (on line) do Programa de Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania (FLNC) na Inspecção Geral de Actividades Culturais (IGAC).

– 03mai2017 – Pagamento do registo, por transferência bancária, através da Caixa Geral de Depósitos, no valor de 29,80€ (vinte e nove euros e oitenta cêntimos).

– 16mai2017 – Terceira Reunião entre PISCDIL e ISCSP (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas), Rua Almerindo Lessa, Monsanto, Lisboa. Objeto: Estudar a organização conjunta ou separada de DEATES, envolvendo Academia das Ciências de Lisboa e ISCSP,  no âmbito de Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

 

– (cont.)

Lisboa, 22abr2017

P’la Direção da PISCDIL

Alberto Araújo, Presidente

 

Relatório de Atividades 2018

As atividades de 2018 foram coordenadas e convergiram no sentido de descobrir e conseguir parcerias ou cooperação para a concretização do Projeto de Formação em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania.

As atividades a seguir referidas situam-se no âmbito de relações escritas, através de email. Os inúmeros contactos telefónicos que convergiram e se seguiram para tais relações escritas não estão aqui referidos.

Começando com as REUNIÕES e partindo do acordo de estas serem por via digital, só estão aqui mencionadas aquelas que foram direta ou indiretamente expressas como tais. Assume-se, portanto, que toda a correspondência entre os membros da Direcção ou Órgãos Sociais da PISCDIL, incluindo os amigos e possíveis parceiros, tiveram como intenção implícita provocar reações/respostas por parte dos destinatários.

Fundamentalmente, as Reuniões e toda a correspondência tiveram um duplo objetivo comum: a) Protocolos de Cooperação no âmbito de Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania entre a Academia das Ciências de Lisboa/Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE) e as Instituições Formadoras interessadas das Comunidades Lusófonas. b) Cooperação, formal ou informal, de todas as entidades interessadas na Formação Não-Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania, através de DEBATES À DISTÂNCIA.

Este ano, em vez da estrutura cronológica geral e habitual, optamos por uma cronologia setorial:

    REUNIÕES

– 06março – Universidade Nova de Lisboa: sondagem de possibilidades

– 12abril – Universidade Católica de Brasília, através de uma série de tentativas por parte do nosso Vice-Presidente Ricardo Amaral Pessôa, em Portugal, e do (seu irmão) Eduardo Henrique Amaral Pessoa – Via WhatsApp.

– 20junho – Presença na Inauguração da Sede da da sua Representação Permanente em Portugal, Av. 24 de julho, nº 118. Seguiram-se uma série de reuniões, tendo como objetivo Assinaturas de Protocolos de Cooperação com ACL/IAS e PISCDIL, algumas das quais serão seguidamente mencionadas.

 

– 26 junho – Primeira Reunião entre PISCDIL e g7+ (foto)

 

– 01agosto – Segunda Reunião entre PISCDIL e g7+

– 03agosto – Proposta de comemoração conjunta com outras organizações do Dia Mundial dos Estudantes – 11nov2018.

-09setembro – Projeto de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona, orientado para parceria ou cooperação da PISCDIL e CPLP/IILP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e Instituto Internacional da Língua Portuguesa, com Sede em Cabo Verde).

11setembro – Definição da temática para o II Congresso Nacional da PISCDIL, tendo como temática: Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento por parte de cada uma das Comunidades/Estados lusófonas interessadas (PED, Longo, Médio e Curto Prazo).

04outubro – Calendarização da reunião entre ACL/IAE e g7+

29outubro – Reunião entre ACL/IAE, PISCDIL e g7+

 

19novembro – Assinatura de Protocolos de Cooperação entre ACL/IAE e g7+, lograda/adiada.

 

Em busca de parcerias e protocolos de cooperação entre ACL/IAE, PISCDIL e Instituições Formadoras lusófonas interessadas na concretização do PROJETO LUSÓFONO – Formação em Liderança da Nacional/Nacional e Cidadania:

 

> ANGOLA

– 20março – Secretária Pessoal do Magnifico Reitor da Universidade Católica de Angola – UCAN

– 21maço – Secretário Geral da UCAN

– 23março – Secretaria do Magnífico Reitor

– 25março – Reitoria da UCAN

– 04, 07ABRIL – Reitor da UCAN

 

> BRASIL

– 24,25,26janeiro – Novo intermediário, Eduardo Henrique Amaral Pessôa, e representante do Vice-Presidente da PISCDIL por Brasil, Ricardo Amaral Pessoa. Vem continuar os contatos no Brasil, iniciados nos anos anteriores, Álvaro Amorim Pinto.

– 02fevereiro,01,12abril – Reitoria da Universidade Católica de Brasília – UCB.

– 22junho – Vice-Presidente da UCB.

– 15JULHO – Centro do Ensino Superior de Vitória – CESV.

– 04AGOSTO – Agente de investimento internacional António Távora, Pastelaria Suíça, Lisboa.

– 27novembro, 06dezembro – Centro Universitário de Brasília – UNICEUB.

 

> CABO VERDE

– Contatos telefónicos, sem correspondência escrita: em compasso de espera pelo início do Curso de Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania, após a Assinatura de Protocolos de Cooperação, realizada na Academia das Ciências de Lisboa, em 18 de abril de 2017 (foto).

 

> GUINÉ BISSAU

– 21agosto – Reitor da Universidade Piaget de Guiné Bissau – Inscrições de candidatos e condições para o funcionamento da Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania.

– Em compasso de espera pelo início do Curso de Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania, após a Assinatura de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa, realizada via Internet, em 05 de outubro de 2015.

 

> MOÇAMBOQUE

– 23janeiro – Mais um novo intermediário, a enriquecer os anteriores, Paulino Alface.

– 17fevereiro – Encontro com Deputado pela Diáspora da Europa e do Mundo e Professor Rui Sixpence, na Embaixada de Moçambique em Portugal.

– 30novembro – Homenagem ao Samora Machel Júnior. Em busca de parcerias em Moçambique.

 

 

 

> PORTUGAL

Sem referir as outras universidades anteriormente contatados:

– UCoimbra

– 16,20maio – Coordenadora de Programa de Ensino à Distância da UCoimbra

– 06novembro – Vice-Reitora da UCoimbra.

– 08novembro – Reunião com Vice-Reitora UCoimbra.

 

– 15fevereiro2019 – O Programa de ENSINO À DISTÂNCIA da PISCDIL não se enquadra no Programa Geral da UCoimbra. Possibilidade de realização com o Projecto Especial de Ensino à Distância da UCoimbra.

 

– UMinho

– 16maio,06junho – Diretor de Departamento de Ensino à Distâancia UMinho.

– 17julho – Resposta: “Não se enquadra com a missão atual de Ensino à Distância da UMinho”.

 

– UNLisboa

– 06março – Diretor do Departamento de Ensino à Distância da UNL.

– 21maio – Resposta: “Não temos Departamento de Ensino à Distância”.

 

 

> SÃO TOMÉ E PRINCIPE

– 28maio, 21agosto, 06novembro: Solicitando Inscrições no projeto Formação em Liderança Nacional e Cidadania.

– Em compasso de espera pelo início do Curso de Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania, após a Assinatura de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa, realizada em 02 de outubro de 2015.

 

 

 

> TIMOR LESTE/LOROSA’E

– Contatos frequentes, via WhatsApp e email, no sentido de alargar as inscrições no Projeto/Programa Formação em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania. As listas de inscrição foram sendo atualizada.

– Em compasso de espera pelo início do Curso de Formação Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania, após a Assinaturas de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa, realizadas30 de julho de 2015 e 23 de novembro de 2017.

 

> G7+ Representação Permanente de Portugal

– 20junho – Inauguração da Sede do g7+ – Representação Permanente de Portugal.

 

– 26 junho – Primeira reunião entre Direção da PISCDIL e g7+: Apresentação do PROJETO-MAUBISSE/PROJETO-LSÓFONO, Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania.

 

– 02, 06, 12, 29, 31julho: Esclarecimentos sobre as propostas da Primeira Reunião.

– 01agosto – Segunda reunião entre a Direção da PISCDIL e g7+.

– 02, 31aosto, 07setembro, 04,19outubro – Preparação da Assinatura de Protocolos de Cooperação entre Academia das Ciências de Lisboa e g7+.

– 29outubro – Reunião entre ACL, PISCDIL e Representante do g7+.

 

– 20dezembro – Agendamento Assinatura de Protocolos de Cooperação entre ACL e g7+ : adiada.

 

>  CPLP

– 28agosto – Audiência com a Secretária Executiva da CPLP, Dr.ª Maria do Carmo Silveira: Apresentação do PROJETO LUSÓFONO, Projeto/Programa Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação/Cidadania, proposta de Programa de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona.

 

 

– 16setembro – Proposta de Programa de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona.

 

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Relatório de Atividades 2019

 

– 10jan2019 – Reunião com Adido de Educação da RDTL em Lisboa. Em busca de parcerias para o Projecto-Maubisse / Projecto Lusófono de Formação em Liderança da Nação e Cidadania (FLNC).

– 10jan2019 – Reunião do Directora da Escola Profissional Gustave Eiffel (EPGE), Prof. Dr.ª Sandra Cida. Em busca de PARCERIAS e de um espaço para actividades da PISCDIL.

– 16jan2019 – Primeiro contacto telemóvel com Instituto de Educadores Globais de Brasília, Brasil, Prof, Dr.ª Cláudia Arantes. Fruto dos esforços do Vice-Presidente da PISCDIL por Brasil, Dr. Ricardo Amaral Pessôa. (foto três profs.as)

– 22jan2019 – Primeiro Debate à Distância, no âmbito de Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania. Organizado em parceria com a Direcção da EPGE, Professores e alunos. Temática escolhida por EPGE: “O meu lugar no mundo – Liderança individual e cooperativa”. (fotos)

– 22jan2019 –  Lançamento do primeiro curso de Formação em Liderança da Nação e Cidadania, Conferência de Prof. Doutor Adriano Moreira: “As comunidades lusófonas e um mundo em rupturas”.

– 28jan2019 – Reunião com Arq. Odete Fernandes, nova Direcção da APQ (Associação Portuguesa para Qualidade). Renovação do Protocolo de Cooperação com PISCDIL, firmado em 28 de abril d 2016, na Casa Internacional de São Tomé e Príncipe em Lisboa. (Fotos).

– 04fev2019 – Início do primeiro curso de Formação em Liderança da Nação e Cidadania: “Ciências Sociais e Humanas”, Cátedra EDUWELL, Academia das Ciências de Lisboa /Instituto de Altos Estudos.

– 23fev2019 – Reunião da Assembleia Geral da PISCDIL, Colégio Universitário Pio XI, Lisboa. OT: …(Fotos?)

– 04mar2019 – Reunião com a Associação de Estudantes de ISCTE (Instituto Superior de Ciências Tecnológicas. Em busca de parcerias para a organização do Dia Mundial dos Estudantes, 11 de novembro de 2019. (Fotos).

– 22mar2019 – Reunião com MIL/PASC (Movimento Internacional Lusófono e Plataforma Activa da Sociedade Civil), Prof. Doutor Renato Epifânio, Palácio de Independência, Lisboa. Em busca de Protocolos de Cooperação com PISCDIL.(Fotos)

– 30mar2018 – Assembleia Geral extraordinária da PIACDIL, 16h-18h, Colégio Universitário Pio XII, Lisboa. OT:  (FOTOS).

– 06abr2019, 17h30 – Reunião com a Direcção de Uma Luik Salurik, Associação Timorense. Em busca de protocolo de cooperação no âmbito da ealização do Projecto Maubisse –  Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania. (Foto?).

– 08abr2019, 15h00 – Reunião com Presidente da Fundação Casa de Macau. Contribui com 570,00€ para o contrato de aluguer do Sistema de Transmissão à Distância para os Debates à Distância, contrato total no valor de 1.402,20€, sendo a restante soma paga pela família Alberto Araújo.

– 09abr2019, 15h30 – Reunião com Prof. Doutor Adriano Moreira, Presidente do Instituto de Altos Estudos (IAE) da ACL. Apresentação de Ponto de Situação do Programa de Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.

– 12abr2019, 10,30 – Reunião com uma responsável de uma Associação de Estudantes da Universidade Nova de Lisboa, tendo como objectivo a comemoração do Dia Mundial de Estudantes, 11 de novembro de 2019, evento subordinado à temática: Liderança da Nação e Cidadania.

– 27abr2019 – 10º Aniversário da fundação do MIL (Movimento Internacional Lusófono, Sede das Associações Caboverdianas, Rua Duque de Palmela, 2-8º, tMmbém Sede provisória da PISCDIL. (FOTOS)

– 07MAI2019, 9H30-12H00 – ii Encontro sobre Mobilidade Académica, organizado por CPLP. Prspectivas da PISCDIL:  Mobilidade Digital, mais que mobilidade física. Fotos)

– 14mai2019 – Ensaio do Equipamento de Transmissão de Debates à Distância, empresa VEEDEEO, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede, Prof. Doutor Paulo Gonçalves.

– 21mai2019, 11h00 – Audiência com o Secretário Executivo da CPLP, Embaixador Fernando Ribeiro Telles, representado por…. Apresentação Ponto de Situação do Projecto Lusófono Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania. (fotos

– 24mai2020, 10h00 – Debate à Distância no âmbito da Formação Não Curricular em Liderança e Cidadania, Pivô Prof. Doutor Fernando Nobre, A Lusofonia e a Saúde no Mundo, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede. fotos

– 28mai2019 – Primeira conferência sobre Fragilidade dos Estados, organização conjunta de g7+ e Clube de Lisboa, Edifício Comité Olímpico de Portugal, Travessa da Memória, 36. Em busca de parcerias ou protocolos de cooperação com PISCDIL.

– 07JUN2019 – Debate à Distância, FNCLNC, Pivôs Arquitectos José Manuel Fernandes e Maria de Lurdes Janeirinho,  “A Cidade de Expressão Portuguesa – uma realidade histórica e um legado multi-cultural”.  Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).

– 21jun2019, 12h15 – Reunião com Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. Ferrnando Medina, delegado em Vereador Manuel Grilo, reencaminhado para Departamento da Direção de Direitos Sociais, Dr. Paulo Santos. Reunião adiada, por motivos de mudança de escritórios. Nunca foi realizada. Procurando uma Sede para PISDIL e/ou um espaço equipado para Debates à Distância.

– 25jun2019, a partir das 09h30 – Primeira Conferência sobre Fragilidade dos Estados, organização conjunta de g7+ e Clube de Lisboa, Edifício EDP, Av. 24 de julho, 12. Continuando à procura de Parcerias e/ou protocolos de cooperação com PISCDIL

– 28jun2019, 11h00 – Debate à Distância, FNCLNC, Pivô Eng. António Ramos Pires, já Presidente da Direcção da APQ (Associação Portuguesa para a Qualidade), “Qualidade, Cidadania e Boa Governação”, Biblioteca Orlando Ribeiro, Estrada de Telheira, 146.

– 16jul2019, 11h00 – Reunião com Vereador Agostinho Marques, em representação da Presidente da Câmra Municipal da Amadora. Continuado à procura de uma Sede para PISCDIL e de um espaço para Debates à Distância. Reencaminha para Dr. Hugo Cipriano, Complexo Desportivo Monte da Galega e para a Direcção da Biblioteca Municipal da Amadora. (Foto).

– 23jul2019, 14h00 – Reunião com a Directora da Bibliotec Municipal da Amadora, Dr.ª Ângela Rodrigues. Procurando um espaço pro bono ou o aluguer do Auditório da Biblioteca para Debates à Disância. Fotos

– 09ago2019 – Reunião, via WhatsApp, com Dr. Alvimar Pinto, representante do Vice-Presidente da PISCDIL por Brasil. Assinatura de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE, agendada para novembro de 2019. Evento não realizado.

– 11set2019, 10h00 – Contacto, via WhatsApp, com Prof. Doutor Leonardo Lúcio Vieira Machado, Universidade Federal do Espirito Santo, Brasil, graças à mediação do Vice-Presidente por Brasil, Dr. Ricardo Amaral Pessôa. Mais uma tentativa para constituição de um grupo representativo nacional para assinatura de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE, no seguimento dos anteriores com Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor L/L.

– 24set2019 – Audiência com Prof. Doutor Adriano Moreira, Presidente do Instituto de Altos Estudos e promotor da Cátedra EDUWELL. Ponto de situação do Programa Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania. Convite para almoço de homenagem.

– 27set2019, 12h30 – Reunião com Adido de Educação da RDTL em Lisboa, Dr. Natalino Gusmão. Apresentação e ponto de situação do Projecto-Maubisse / Projecto-Lusófono Formação em Liderança da Nação e Cidadania. Em busca de cooperação ou protocolos de cooperação. Comemoração conjunta do Dia Mundial de Estudantes, 11 de novembro 2019.

– 28-29set2019, dois dias inteiros – Participação no “Open Call – Festival Palco do Mundo 2019, Jardim do Cerco, Câmara Municipal de Mafra, Coordenação de Unitygate. Stand: Promoção/Divulgação de Associações e outros – Divulgação do Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania. Algumas visitas muito úteis, nomeadamente a do Professor e Investigador da Universidade de Católica de Lisboa, Nuno Emanuel André, posteriormente Vice-Presidente da PISSCDIL por Portugal.

-28out2019, 11h30 – Reunião com já Embaixador do Brasil Dr. Lauro Moreira, promovida pelo Vice-Presidente da PISCDIL pelo Brasil, Dr. Ricardo Amaral Pessôa, Pastelaria Versalhes, Av. Da República. Objecto: Plano Estratégico de Desenvolvimento para Brasil – PED Longo, Médio e Curto Prazo. Para o Brasil, um país muito extenso, com uma população muito numerosa e com uma estrutura sociopolítica complexa, é utopia pensar nesta perpectiva, pensa o alto membro do governo brasileiro. fotos

– 23nov2019 –  6º Debate à Distância. Pivô: Dr. António Carlos, Coordenador de Saúde, Zona CM Amadora. Temática: “SNS (Sistema Nacional de Saúde) e (Liderança da Nação) Comunidades Lusófonas)”. Local: Auditório Fernando Piteira Santos, Biblioteca Municipal da Amadora.

– 14dez2019, 11h00 – 7º Debate à Distância. Pivô: Dr. Américo Ferreira, já Director Executivo das Águas de Portugal, Presidente da Direcção da PASC (Plataforma Activa da Sociedade Civil). Temática: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona nas Infraestruturas”. Local: Auditório Fernando Piteira Santos, Biblioteca Municipal da Amadora. Fotos

 

 

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Relatório de actividades 2020

 

01jan2020 – Publicação de “Debates à Distância – Procedimentos e Calendarização através do Site da PISCDIL – http://plataformadadiasporalusofona.org.

 

01jan2020 – Publicação de “Dossier PISCDIL” através do Sítio da PISCDIL – http://plataformadadiasporalusofona.org

 

02jan2020 – Envio d “Programa de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona para Instituto de Educadores Globais de Brasília e para Universidade Federal do Espírito Santo do Sul – UFES.

 

– 10jan2020, 14h00 – Em busca de associações de estudantes lusófonos, portuguesas, diáspora e interior, reunião com o Presidente das Associações Moçambicanas, Rui Bauhofer. Objecto: Apresentação da PISCDIL; ponto de situação do Programa de Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania – possibilidades de inscrição de candidatos na Cátedra EDUWELL, Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE).

– 16-17jan2020 – The Global Coucil for Tolerance and Peace e Academia das Ciências de Lisboa. No seguimento da assinatura de Protocolo de Cooperação entre as duas entidades, em 12 de novembro de 2019: dois dias de ENCONTRO MUNDIAL entre ORGNIZAÇÕES que tem trabalhado no mesmo objectivo de estabilidade da PAZ MUNDIAL. Univrsal Peace  Federation esteve representado pelo seu Secratary Generakl Middle East/North Africa, Dr. David Fraser Harris, englobando Federação Universal da Paz, com Sede em Barcarena, Sintra, e, conjuntamente PISCDIL, no âmbito do Protocolo de Cooperação assinado no Dia Mundial da Mulher comemorado na Biblioteca Municipal de Loures, 16 de junho de 2019. Objectivo da PISCDIL: descobrir PARCERIAS MUNDIAIS que têm investindo na Formação em Liderança da Nação e Cidadania, assim como Timor Lete/Lorosa’e, desde 2020, Comunidades Lusófonas, desde 2013 e ACL/IAE, desde 2015. Fotos

– 22Jjan2020, 14h00 – Reunião entre PISCDIL e FAIP, CC Colombo. FAIP: Faculdades (4) do Ensino Superior Paulista do Interior, organização liderada por xxxxxxx, mantida por ACIP (Associação Cultural e Educacional )do Interior Paulista. Protocolo informal de Cooperação no campo do Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania,  com intuito da futura Assinatura Formal de Cooperação. fotos

 

– 23jan2020 – Reunião, via WhatsApp, entre PISCDIL e um grupo da Universidade Federal do Espírito Santo Sul, Brasil, evento promovido pelo Vice-Presidente da PISCDIL, Dr. Ricardo Amaral Pessôa e o seu representante no Brasil Sul, Dr. Alvimar Pinto. Objecto: continuando mais uma tentativa para encontrar uma PARCERIA local, no imenso Brasil, decidida a assinar Protocolos de Cooperação com PISCDIL e ACL/IAE.

– 11fev2020, 10h30 – Reunião com Presidente do Instituto de Altos Estudos /Academia das Ciências de Lisboa, Prof. Doutor Adriano Moreira. Objecto: Ponto de situação da Formação Curricular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania; preparação do II Congresso da PISCDIL, agendado para 27-28 de novembro de 2020, subordinado à QUESTÃO: Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento. foto

– 13fev2020 – Palestra “Está a Europa condenada a perder a competição com a Ásia?”, conferencista Dr. José Manuel Durão Barroso e outros. Organização da Câmara Municipal de Municipal de Mafra, com a inauguração dos seis ORGÃOS DE TUBO  DO Convento de Mafra. Objectivo da PISCDIL: descobrir PARCERIAS, individuais e colectivas, antigas e novas, no campo de Formação em Liderança da Nação e Cidadania. fpotos

– 18fev2020, 18h00 – Audiência com o Presidente da Assembleia da República Portuguesa, Dr. Ferro Rodrigues, representado por Deputado Porfírio Silva, Presidente da Delegação da Assembleia da República à Assembleia Parlamentar da CPLP, acompanhado por Assessor Parlamentar da AR, Dr. Rodrigo Knopfli. Objecto: Apresentação do Projecto PISCDIL e Ponto de Situação do Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania; solicitação de apoio institucional e operacional. Fotos

-26fev2020, 17,00-18h00 – Videoconferência com o grupo ABIPIR ( Associação Brasileira Internacional dos Inventores, Cientistas e Empreendedores Inovadores) associada a IFIA (International Federation of Inventors Association). Evento promovido pelo Vice-Presidente da PISCDIL pelo Brasil, Dr. Ricardo Amaral Pessôa, e pelo seu representante no Brasil, Eng. Alvimar Pinto, com a participação de Prof. Doutor Alessandro Coutinho Ramos, Universidade Vila Velha (UVV) e com Dr. Marcelo Vivacqua, Secretário de Inovação do Estado Espírito Santoe Gerente de Ciência e Tecnologia e Inovação de SECTI

– 11mar2020, 12h30 – Reunião com Adido da Educação da RDTL em Portugal, Dr. Natalino Gusmão, e Prof. Dr. Pedro Nunes, … Objecto: Ponto de situação do Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania; PED e II Congresso da PISCDIL, agendado para 27-28nov2020.

– 25MAR2020 – Adiamento para 2021 dos Debates à Distância agendados para março e abril de 2020, em virtude da pandemia Coronavírus /COVID 19.

– 18abr2020, 17h00 – Conversa via WhatsApp Dr. Marcelo Vivacqua, Grupo ABIPIR. Objecto: Ponto de situação do processo de Protocolos de Cooperação com Academia das Ciências de Lisboa / Instituto Altos Estudos, no âmbito da Formação Curricular em Liderança da Nação e Cidadania. Agendamento de uma próxima reunião entre PISCDIL e o grupo de Espirito Santo, Brasil.

– 19abr2020, 14h00 – Conversa via WhatsApp com Eng. Álvaro Amorim, representante no Brasil do Vice-presidente da PISCDIL, Dr. Ricardo Amaral Pessôa. Agendamento para a semana seguinte ou próxima de Videoconferência via ZOOM entre PISCDIL  e o grupo de Espirito Santo Sul, Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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UPF – WORLD SUMMIT 2020, Seoul, Coreia

Universal Peace Federation – WORLD  SUMMIT 2020

 

No seguimento do Protocolo de Cooperação entre PISCDIL  e FPU/UPF, presentes virtualmente no WORL SUMMIT 2020, publicamos o seguinte documento de apresentação, transcrito de Google: http://www.upf.org/events/icalrepeat.detail/2020/02/03/221/-/world-summit-2020?filter_reset=1

 

“Contact Mrs. Genie Kagawa @ gkagawa@upf.org

World Summit 2020 will be held in Seoul, Korea, Feb. 3-7, 2020.

World Summit 2020 will take place in honor of the centenary of the co-founder, Rev. Dr. Sun Myung Moon (1920-2012), and will be UPF’s most ambitious undertaking to date. It is expected to attract several thousand leaders from diverse fields and from throughout the world, including current and former heads of state, first ladies, parliamentarians, religious leaders, academicians, media and business leaders, youth, and representatives of civil society. The whole world will be represented. Highlights will include:

  • World Assembly of the International Summit Council for Peace• World Assembly of the International Association of Parliamentarians for Peace• World Assembly of the Interreligious Association for Peace and Development• Inauguration of the International Media Association for Peace• Inauguration of the International Association for Peace and Economic Development

  • Inauguration of the International Association of Academicians for Peace • The 4th Sunhak Peace Prize Award Ceremony• The Assembly of the Youth and Students for Peace• The Sunhak Peace Concert• The Family Blessing Festival• Centenary Lectures and Exhibition.  “

Se uma imagem vele mil palavras, partilhamos a reportagem fotográfica do Presidente da FUP (Federação Universal da Paz, Com Sede em Barcarena, Sintra, Portugal), Dr. Sérgio Vieira.

No âmbito da dupla função de Presidente da FUP e Vice-Presidente POR Cabo-Verde da PISCDIL, confiamos ao Dr. Sérgio Vieira a missão de, nos corredores do UPF WEBSUMMIT 2020:

  1. tentar colher informações sobre a existência de ESCOLAS DE FORMAÇÃO EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA nos 194 países ou mais parceiros da UPF;

  2. avançar para Protocolos de Cooperação entre Academia das Ciências de Lisboa e Universal Peace Federation, no âmbito de Formação Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.

  3. tentar avançar para a cooperação específica no campo da Formação Curicular e Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.

Esperamos que as fotos e os vídeos do EVENTO possam despertar na sensibilidade de todos a deteminação em colaborar com todas as organizações que, apesar de todas as dificuldades, têm investido na CONSTRUÇÃO DA PAZ UNIVERSAL, PAZ REGIONAL, PAZ NACIONAL E LOCAL

  Fonte: Google, Wikipedia

As seguintes fotos foram enviados via WhatsApp  por Dr. Sérgio Vieira, Presidente da Fundação Universal da Paz, UPF em Portugal, e Vice-Presidente por Cabo Verde da PISCDIL (Plataforma ISC da Diáspora Lusófona)

 

 

 

    

    

Procolo de Cooperação: PISCDIL-FPU/FMPM

 

PISCDIL-FPU/FMPM: Protocolo de Cooperação

Plataforma ISC da Diáspora Lusófona e Fundação para a Paz Universal / Federação das Mulheres para a Paz Mundial

 

Por ocasião da Celebração do Dia Internacional da Família, subordinada à temática “”Família e Valores Educativos: os novos desafios da sociedade Moderna”, em junho de 2019, no Centro de Exposições de Odivelas, Portugal:

Foi assinado o Protocolo de CooperAção entre a PISCDIL e FPU/FMPM, dando continuidade a actividades que uniram até então as três organizações.

Em representação, assinaram: Alberto Araújo e Pe. António Colimão, PSCDIL; Sérgio Vieira, FPU; Marta Carvalho, FMPM. Em representação da UPF esteve presente a Secretária da UPF, Ana Paula F.S. Berto.

A cooperação tem como campo comum a construção da PAZ, baseada nos VALORES universais, regionais e locais e no compromisso assumido pela CIDADANIA e pela LIDERANÇA, que, para PISCDIL, envolve prioritariamente a LIDERANÇA DA NAÇÃO.

 

Se a imagem vale mil palavras, as fotos do acontecimento registam o ponto de chegada e o ponto de partida: 

 

    

            

       

 

Dossier PISCDIL – 2010-2019

Dossier PISCDIL  2010-2019

Plataforma Interacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona 

 

Diz uma sabedoria indiana o seguinte (Zakyia Mamad): “Um criança leva nove meses para nascer. Um projecto leva 9 anos para nascer”.

COINCIDÊNCIA: em janeiro de 2019, nasceu o Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania – Formação Curricular e Formação Não-Curricular.

  • Em 2020 vai nascer o Programa de Ensino à Distância da Língua Portuguesa/Lusófona?

 

 

 

 

 

 

A LUSOFONIA: UMA POTÊNCIA MUNDIAL – SONHO/UTOPIA

 

 

 

 

INDICE

 

 

pág.

 

– indice———————————————  2

 

– Apresentação da piscdil ——————————  3

 

– Dois processos do projecto/programa lusófono —————————–  9

 

– programa de formação não-curricular em

liderança da nação e cidadania —————–  12

 

– primeiro grupo de questões para formação não-curricular:

debates à distância

I – formação náo-curricular em liderança da nação e cidadania———– 19

 

– indicadores para seleccionar vocacionalidade para

liderança da nação ———————-  26

 

– cronograma ———————————  28

 

– orçamento ————————————–29

 

– avaliação —————————————-30

 

– procedimentos e calendarização dos debates à distância ——32

 

– programa de ensino da língua portuguesa/lusófona à distância ——-  36

 

 

ii – formação curricular em liderança da nação e cidadania —————-  40

 

– cartaz da cátecra eduwell ——————-  41

 

– carta de apresentação da cátedra eduwell ——————-  42

 

– disciplinas da cátedra eduwell ———————-  44

 

– disponibilização DIGITAL da cátedra eduwell ———————  46

 

– inscrição na cátedra eduwell ———————  47

 

 

PISCDIL

Plataforma internacional da sociedade civil da diáspora lusófona

 

Diáspora Lusófona: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste/Lorosa’e

E

Comunidades Lusófonas em todo o Mundo

Representadas por Goa/Damão/Diu, Macau, Galiza (Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa

Fundada pelo Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa, 19-21 de novembro de 2015

Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa

A PISCDIL foi fundada para a Formação em Liderança da Nação e Cidadania

Este organograma, enquanto ordem de pensamento/ideia, deve ser lido de baixo (Englobantes/Visionários) para cima; enquanto ordem de acção, deve ser lido de cima para baixo.

OBJECTIVOS DA PISCDIL

O material didáctico referente à LÍNGUA é de formato DIGITAL

O sentido fundamental, que engloba a Liderança Nacional é LIDERANÇA DA NAÇÃO

 

SÍNTESE DE APRESENTAÇÃO DA PISCDIL

 

Projeto/Programa Formação em Liderança da Nação/Nacional e Cidadania

 

  1. A Formação em Liderança da Nação e Cidadania começou por ser, a partir de 2010, um SONHO da primeira nação lusófona independente do século XXI – Timor Leste/Lorosa’e – sendo conhecido como PORJETO MAUBISSE.
  2. A partir de 2013, passou a ser um PROJETO LUSÓFONO, envolvendo, sucessivamente, as nove Comunidades/Estados e as comunidades lusófonas espalhadas por todos os recantos do mundo, entretanto representadas por Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza (Pró-Academia Academia Galega da Língua Portuguesa).

2.1 – Veio-se a descobrir a coincidência com um análogo projeto da Academia das Ciências de Lisboa; e, provavelmente, com similares projetos em outras nações do mundo.

  1. Este Projeto tornou-se público quando as referidas comunidades lusófonas fundaram a Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (PISCDIL) ou, abreviando, Plataforma da Diáspora Lusófona, com a realização do Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, entre 19 e 21 de novembro de 2015, no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa, Portugal.
  2. A Formação em Liderança da Nação e Cidadania engloba dois processos: Formação Curricular e Formação Não-Curricular.

4.1 – A formação Curricular é coordenada, em Portugal, pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL). Nas restantes comunidades lusófonas, e em todos dos os países do mundo interessados, é coordenada pelas Instituições Formadoras competente que assinam Protocolos de Cooperação com a ACL.

4.1.1 – Já assinaram os referidos Protocolos de Cooperação: Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde; Universidade Piaget de Guiné Bissau; Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe; Instituto de Ciência Tecnologia de Aileu e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D. Jaime Garcia Goulart de Dili, Timor Leste/Lorosa’e. Está em Curso o processo de análoga assinatura, envolvendo Instituições Formadoras de: Angola, Brasil, Moçambique e o g7+.

4.2 –  O primeiro curso de Formação Curricular em Liderança Nacional e Cidadania tem início em  janeiro de 2019. As inscrições estão abertas a partir de setembro de 2018.

4.3 – A preparação do processo de assinatura de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa passa pela PISCDIL.

  1. A Formação Não-Curricular é coordenada, na diáspora, pela PISCDIL. No interior das comunidades lusófonas e em todos os possíveis países interessados, é coordenada pelas mencionadas Instituições Formadora assinantes de Protalos de Cooperação.

5.1 – A formação Não-Curricular adota a estratégia de Debates – DEBATES À DISTÂNCIA. Baseia-se na seguinte convicção: um cidadão pode possuir um conjunto de diplomas curriculares (Licenciaturas, Mestrados, Doutoramentos, Especializações, Pós-graduações, etc.), mas se, perante uma questão de interesse nacional, não for capaz de produzir um contributo concreto e operacional, para nada de nacional servem tais diplomas curriculares.

5.2 – Os Debates serão realizados à medida que forem sendo anunciados.

5.3 – O Programa de Formação Não-Curricular encontra-se publicado através da Inspeção Geral de Atividades Culturais (IGAC), com sede na Praça dos Restauradores, Lisboa, em 19 de maio de 2017.

5.3.1 – Encontra-se igualmente publicado através do Sítio/site da PISCDIL: https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

https://plataformadadiasporalusofona.org/formacao-nao-curricular-em-lideranca-da-nacao-e-cidadania-programa/

 

  1. Em síntese, a Formação em Liderança Nacional e Cidadania parte da seguinte PREMISSA:

“A Nação é melhor liderada por profissionais, vocacionados (nascidos-para) e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder.

Profissionais comprometidos: com os valores universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais; com os valores regionais, vg., inscritos na Constituição da CPLP; com os valores locais, próprios e inalienáveis de cada uma das comunidades.

Profissionais comprometidos com a construção da PAZ.

Profissionais comprometidos com os cidadãos, seus eleitores e avaliadores.”

 

Por uma Lusofonia Potência Mundial

Lisboa, 07 de setembro de 2018

 

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

+ 939 224 312 (whatsApp)

+214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

Dois processos do  PROJECTO/PROGRAMA Formação em Liderança da Nação e Ciddania:

 

I – FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA

DEBATES À DISTÂNCIA

Coordenado pela PISCDIL

 

II- FORMAÇÃO CURRICULAR EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA:

 

– Coordenado, em Portugal, pela Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE)

– Coordenado, nas Comunidades Lusófonas e Internacionais, pela Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE

 

 

I – FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR EM LIDERANÇA NACIONAL E CIDADANIA

DEBATES À DISTÂNCIA

  1. PROGRAMA – Publicado:
  2. a) através do Sítio: https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/programa/
  3. b) através da IGAC – Inspecção Geral de Actividades Culturais, 19 de maio de 2017:

FORMAÇÃO EM LIDERANÇA NACIONAL E CIDADANIA

                       PROGRAMA  – FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR, Formação Contínua

 

SÍNTESE

 

1. O quê é? “Formação em Liderança Nacional e Cidadania” é um processo de formação virtual (e-learning) e representa um SONHO/necessidade/urgência, que, em 2010, começou por ser timorense, mas, a partir de 2013, passou a ser assumido autonomamente pela sociedade civil da diáspora lusófona das nove Comunidades/Estados e de Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza – PISCDIL.

 

A PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona), desde a sua génese, está profundamente convicta de que:

 

“- A Nação é melhor liderada por profissionais, vocacionados e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder.

– Profissionais comprometidos com os Princípios e Valores Universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais; com os Princípios e Valores Regionais, assumidos pelas comunidades lusófonas e inscritos, vg., na Constituição da CPLP; e com os Princípios e Valores Locais, próprios e inalienáveis de cada uma das comunidades.

– Liderança comprometida com uma sociedade civil, consciente e responsável pelos seus deveres e direitos constitucionais.”

 

2. Quem? – Autores e Atores – Os fundadores e dinamizadores são pessoas, a título individual, da sociedade civil das comunidades lusófonas acima referidas, pessoas convictas do mesmo SONHO.

São fundadores, ao lado das entidades públicas e privadas, os que assumirem pessoalmente o mesmo Sonho e o compromisso para a sua concretização.

3. Porquê? Porque a experiência da alta competitividade e da concorrência globalizante em curso assim o exigem, e cada vez mais. Exigem a profissionalização na formação curricular, a profissionalização em exercício, a formação contínua. Exigem a excelência na liderança nacional, que não é a mesma coisa que a liderança partidária, empresarial ou de qualquer grupo humano. Porque o profissional é simplesmente melhor que o amador, na sua área de formação.
4. Para quê – Finalidades – Para assegurar a viabilidade, estabilidade, capacidade e qualidade da autonomia/independência nacional, colocando-a em pé de igualde com aquelas mais bem-sucedidas e exemplares.

– Estas quatro metas serão melhor asseguradas pelo Projeto de Formação em Liderança Nacional e Cidadania, que tem como objetivo fundamental ou fundante a Construção da Paz.

– Em ordem a isto, consolidar a Lusofonia enquanto uma realidade mundial e tornar a Lusofonia uma Potência Mundial.

5. Para quem? – Destinatários – Para a sociedade civil, para cada pessoa, da diáspora e do interior do respetivo país.

– Dos formados na diáspora, alguns irão definitivamente para o interior, enquanto outros ficarão definitivamente no exterior.

– Dos formados no interior, a maior parte ficará no país, enquanto outros virão definitivamente para a diáspora.

– De ambas as estratégias, alguns irão-para-dentro e ouros virão-para-fora, consoante projetos específicos e conjunturais.

6. Onde? – Na diáspora e no interior de cada comunidade lusófona.

– No centro coordenador e na respetiva REDE de Instituições Formadoras da diáspora e do interior.

7. Como? – O processo de Formação de Liderança e Cidadania engloba duas modalidades: Formação Curricular e Formação-Não Curricular.

– A Formação Curricular é da competência das Instituições Formadoras competentes e interessadas, tanto da diáspora como do interior; em Portugal, em virtude da génese histórica do próprio projeto, é coordenada pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL).

– Cada uma das Instituições Formadoras das comunidades lusófonas assinará um Protocolo de Cooperação com a ACL, mantendo a sua própria autonomia na parceria.

– A Formação Não-Curricular é coordenada pela PISCDIL, criando parcerias com todas as entidades interessadas na transição da liderança amadora para liderança profissional.

– A Formação Não-Curricular é complementar ou parceira da Formação Curricular, dentro da seguinte ótica: A primeira é do campo afetivo, de sensibilidade e de sabedoria, de natureza de formação contínua; a segunda é do campo cognitivo, científico e tecnológico. Representam dois pilares fundamentais do desenvolvimento sustentável da nação ou do país.

– Adota a estratégia de trabalho em REDE, estratégia implícita no seu próprio Logotipo.

8. Quando – No âmbito da Formação Curricular, já começou, com as pré-inscrições de formandos, sendo, em novembro de 2016, mais de 200 inscritos em Timor Leste/Lorosa’e e por volta de 100 de Guiné Bissau. Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste/Lorosa’e e Cabo Verde já assinaram o Protocolo de Cooperação com a ACL.  O início do processo está condicionado pela busca e pelo compromisso de financiadores do projeto.

– No quadro da Formação Não-Curricular, a PISCDIL está a envidar todos os esforços para o seu lançamento ainda em 2016 ou nos inícios de 2017.

 

(Segue: Apresentação do Programa de Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania, registado na Inspeção Geral de Atividades Culturais – IGAC – SIIGAC/2017/3767, 19-05-2017 )

 

PROGRAMA DE FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR EM LIDERANÇA NACIONAL E CIDADANIA

 

INTORDUÇÃO

 

  1. (O que é?). Se toda a atividade humana, cada vez mais, exige a formação profissional da parte dos seus cooperadores e parceiros, a fortiori, esta atividade estruturadora/estruturante – A LIDERANÇA NACIONAL.

1.1 – A PISCDIL estabelece distinções entre Liderança Nacional e Liderança Grupal (político partidária, empresarial, etc.). A primeira engloba a segunda, mas não necessariamente a segunda representa a primeira. A Formação Nacional de Liderança pode representar uma bolsa de recursos de liderança, onde as forças grupais poderão ir buscar recursos para completar os seus quadros ou par suprir as suas lacunas.

1.2. A Formação em Liderança Nacional e Cidadania faz parte fundamental dos Objetivos da PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona), juntamente com a LÍNGUA LUSÓFONA e a EDUCAÇÃO. São objetivos fundamentalmente interligados entre si, onde a Formação, nomeadamente a Formação em Liderança Nacional, representa fator determinante.

1.3 – A Formação em Liderança Nacional e Cidadania começou por ser timorense – Projeto Maubisse – isto é, um projeto acordado entre a Igreja, o Estado e a Sociedade Civil Timorense, nos encontros realizados em Maubisse, nos princípios de 2010, nesta vila ao sopé do Monte Ramelau, o mais alto do antigo Império Ultramarino Português.

1.3.1 – Tendo partido da iniciativa da Igreja, D. Basílio do Nascimento, Bispo de Baucau e Presidente da Conferência Episcopal, em agosto de 2010, solicitou à Associação Apoio à Diocese de Baucau (AADB) e à Associação Timorense (AT) o desenvolvimento do nascente Projeto em Portugal e na diáspora.

1.3.2 – Neste sentido, o Prelado orientou as duas associações no sentido de solicitarem apoio a três personalidades, das mais representativas, às quais tinha apresentado pessoalmente o Projeto.

1.3.3 – O processo teve início em janeiro de 2011, na sequência da aprovação do projeto inicial elaborada pelo Prelado de Baucau.

1.3.4 – Perante as dificuldades sentidas por parte da diáspora timorense em levar a cabo um Primeiro Congresso da Sociedade Civil Timorense na Diáspora, as duas associações, avançaram para contatos com as associações das outras comunidades lusófonas na diáspora, passando a seguir para pessoas singulares, a título individual, representativas, por força das respetivas Constituições Nacionais, das mesmas comunidades.

 

  1. (Quem? – Autores E atores). Em 19 de julho de 2013, o projeto passou de timorense para um projeto assumido em primeira pessoa pelos representantes da sociedade civil da diáspora de cada uma das oito Comunidades/Estados e de Goa/Damão/Diu e Macau, os quais estiveram presentes nesta primeira reunião na Universidade Lusófona de Lisboa, com a Presença da Diretora da DRIE, Dra. Elisabete Lourenço, em representação do Reitor da Instituição Universitária. E, durante os anos 2013 e 2014, as reuniões da nascente Plataforma foram realizadas na UL.

 

2.1 – Em 19-21 de novembro de 2015, as referidas comunidades lusófonas, incluindo já Guiné Equatorial e Galiza e perfazendo o simbólico número de 12 autores e atores, levaram a cabo o Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (I CDIL), no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa. Este Evento teve como objetivo principal a fundação de uma Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, abreviadamente PISCDIL.

2.2 – A PISCDIL foi registada m Lisboa, em 21 de dezembro de 2015, com NIPC 513799338. Tem como Sede provisória a Sede das Associações Cabo-verdianas, Rua Duque de Palmela, 2 – 8º, Freguesia de Santo António, Lisboa

 

  1. (Porquê?) – Razão de ser da Formação da Liderança Nacional e de Cidadania

3.1 – Questões de passagem de liderança e de testemunho.  A geração das décadas de 40 e 50, que, direta ou indiretamente se tronou protagonista da descolonização na década de 70, ou ainda antes, na fase atual da história está a terminar a sua liderança. Neste sentido, não cremos haver diferença entre aquelas comunidades lusófonas que se tronaram independentes desde a década de 75 e Timor Leste/Lorosa’e, que só conseguiu a sua independência efetivamente democrática em 20 de maio de 2002. O fato da pronta adesão de 100% ao projeto PISCDIL e ao processo de Formação em Liderança e Cidadania, e logo ao primeiro contato, indicia que, de uma forma geral, os referidos protagonistas, durante esta primeira metade da independência nacional não se decidiram sobre a importância da formação da nova geração em Liderança.

3.1.1 – A transição da colonização para independência, nalguns casos, criou ruturas com o passado, concentrando-se no presente, no imediato ou no curto prazo, deixando o futuro de lado e adotando mesmo atitudes de necolonizadores.

3.2 – Os países incipientes e em vias de desenvolvimento podem correr o risco de ameaças internas e externas, aproveitamento oportunista de investidores externos. Ao solicitarem o apoio exterior para a formação dos seus recursos e para o processo de desenvolvimento podem passar a um novo tipo de dependência

3.3 – Desafios da Globalização e perigos de formas de neocolonização.

3.4 –  Competitividade exige alta qualidade de recursos humanos, nomeadamente da liderança, sob pena não conseguir equilibrar finanças nacionais e endividamentos soberanos, que colocam o país sob subjugação externa.

 

  1. Para que? – Finalidade –

4.1 – Garantir a sustentabilidade da viabilidade, estabilidade, capacidade, qualidade da independência nacional das Nações/Estados em construção.

4.1.1 – Viabilidade – A continuidade da independência de um país não está garantida. Fatores imprevistos ou falta de capacidade de previsão podem ocasionar uma crise profunda ou o seu desaparecimento do mapa. Esta possibilidade pode significar uma preocupação real para um pequeno país, que ganhou uma guerra de 25 anos contra a poderosa Indonésia e seus satélites e que tem sido historicamente cobiçado pela Austrália anglo-saxónica.

4.1.2 – A estabilidade a todos os níveis, nomeadamente a estabilidade política, representa condição importante, tanto para o autodesenvolvimento do país como para as relações externas de cooperação, investimentos, etc.

4.1.3 – Capacidade – Tornou-se um lugar-comum que o desenvolvimento do país depende dos seus recursos humanos. Depende do mais alto nível possível da formação dos seus quadros.

4.1.4 – A Qualidade da independência de um país depende da qualidade da sua liderança e dos seus cidadãos conscientes e responsáveis pelos seus deveres e direitos constitucionais.

4.2 – Cidadãos e profissionais capazes de responder a um conjunto de desafios e de questões em face à problemática de globalização.

4.3 – Para que a transição do poder da geração anterior, que conduziu o processo de independência nacional se opere de forma construtiva.

 

  1. (Os destinatários). O destinatário fundamental da Formação em Liderança Nacional e Cidadania é cada cidadão, do interior e da diáspora, das Comunidades dos Povos de Língua Lusófona (CPLL), tendo como objetivo consolidar a Lusofonia como uma realidade mundial e fazer da Lusofonia uma potencia mundial.

5.1 – No interior, os destinatários são os formandos em Liderança e os cidadãos interessados e inscritos no Centro Coordenador e nos núcleos da Rede Interna.

5.2 – Na diáspora lusófona, os destinatários são os formandos em Liderança e os cidadãos inscritos através da PISCDIL e das suas legítimas delegações em todo o mundo.

 

 

  1. (Onde?) A formação é feita simultaneamente na diáspora e no interior.

6.1 – No interior, a Formação Curricular e a Não-Curricular são desenvolvidas no Centro Coordenador e na Rede Interna atrás referidos no Ponto. 5.

6.1.1 – O Centro Coordenador, que assina um Protocolo de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa, é o responsável autónomo pela:

  1. a) Criação da Rede Interior de núcleos de formação.
  2. b) Seleção de Professores.
  3. c) Seleção de formandos.
  4. d) Criação e manutenção de suportes tecnológicos/informáticos e logísticos para o funcionamento da formação.
  5. e) Avaliação de resultados.
  6. f) Avaliação do processo.
  7. g) Proposta de novo Protocolo de Cooperação com a ACL e a PISCDIL.

6.2 – Na diáspora,

6.2.1 – A Formação Curricular é desenvolvida e coordenada pela Academia das Ciências de Lisboa – Instituto de Altos Estudos, englobando as Universidades e os Institutos técnicos Superiores interessados.

6.2.2 – A Formação Não-Curricular é desenvolvida através de Debates, no âmbito do conceito a seguir descrito.

 

  1. (Como?)

A Formação em Liderança Nacional e Cidadania engloba a Formação Curricular e a Formação Não-Curricular e é desenvolvida através de um sistema virtual (e-learning), servindo-se dos melhores recursos informáticos disponíveis, incluindo formação presencial.

7.1 – Envolve as instituições formadoras do exterior e do interior, que assinam protocolos de cooperação, ou outros formatos, com a Academia e a PISCDIL.

7.2 – Envolve as entidades públicas e privadas das comunidades lusófonas, do interior, da diáspora e de todo o mundo.

7.2 – A Formação Curricular é coordenada, em Portugal, pela ACL, e, em cada uma das Comunidades, por aquelas Instituições Formadoras que assinarem Protocolos de Cooperação com ACL.

7.2.1 – O Currículo está pronto desde os finais 2015. Compreende um conjunto de disciplinas veiculares, a cada um dos quais corresponde um conjunto de disciplinas opcionais, sob a responsabilidade de um Coordenador.

7.2.2 – O arranque do processo está a confrontar-se e a ser condicionado pela problemática do financiamento necessário.

7-3 – A Formação Não-Curricular é constituída fundamentalmente por DEBATES e é coordenada pela PISCDIL

7.3.1 – Entendemos por Debates momentos onde a emergência de sinais de liderança nacional poderá oportunamente ser reveladora e onde cada cidadão poderá partilhar o seu ponto de vista e o seu contributo.

7.3.1.1 – Um formado pode possuir um conjunto de diplomas de Licenciatura, Doutoramento, Especialização, etc., mas, se perante uma questão concreta e de interesse nacional, não for capaz de defender uma posição e contributo, de nada serve.

7.3.2 – Para a seleção dos formandos em Liderança Nacional, no projeto inicial em 2010, na nossa ingenuidade e inexperiência, adotámos 18 (dezoito) Indicadores de caraterísticas pessoais.

7.3.2.1 – Os 18 Indicadores constituem Módulos de Formação Não-Curricular e objeto para os DEBATES.

7.3.2.2 – Para cada um dos Indicadores foi feito o levantamento do conjunto de Questões a seguir propostas.

7.3.2.3 – Cada uma das Questões pode constituir, por sua vez, objeto de Módulos de Formação, cuja estrutura, em termos de número e de interesse, dependerá do respetivo Coordenador.

7.2.3.4 – O número tanto dos Indicadores como das suas Questões tende mais a ser multiplicado que diminuído.

7.2.3.5 – Os Indicadores e as Questões de Debates virão especificados a seguir, no Ponto 16 do presente Programa.

 

  1. (Quando?) – Já começou. A PISCDIL, ainda antes de ser oficialmente constituída e registada no Instituto Nacional de Pessoas Coletivas, assumiu o modus operandi de solicitar e desafiar a cooperação/colaboração com obra já iniciada.

8.1 – Protocolo de Cooperação com Associação A Voz do Amor, NIPC 504723995, em 08 de maio de 2008

8.2 – Protocolo de Cooperação com FIDEMA – Associação para Cooperação e Desenvolvimento, NIPC 508193680.

8.3 – Protocolo de Cooperação entre a ACL e o Instituto Superior de Filosofia e Teologia, D. Jaime Garcia Goulart, Dili, Timor Leste/Lorosa’e, NIPC 322/DNRN-MJ/IX/2014, em 30 de julho de 2015.

8.4 – Protocolo de Cooperação entre a Academia das Ciências de Lisboa e Universidade Jean Piaget, Guiné Bissau, NIPC 510017320, em 02 de outubro de 2015.

8.5 – Protocolo de Cooperação com a Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ), fundada em  1969, NIPC 251379383, em 28 de abril de 2016.

8.6 – Protocolo de Cooperação entre a ACL e a Fundação Atena / Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, NIPC 431460, em 02 de outubro de 2016.

8.7 – Protocolo de Cooperação entre a Academia das Ciências de Lisboa e Academia da Ciências e Humanidades de Cabo Verde, em 18 de abril de 2017.

8.8 – Está na agenda a Assinatura de Protocolo de Cooperação com Instituições Formadoras de Moçambique, Brasil e Angola.

 

  1. O projeto PISCDIL Formação e de Liderança Nacional e Cidadania foram apresentados pelo Presidente da Direção da PISCDIL, Alberto Araújo, em audiência oficial em Timor L/L a:
  2. a) Presidente da República de Timor Leste Taur Matan Ruak, em 10 de junho de 2016.
  3. b) Primeiro-Ministro da República de Timor Leste Dr. Rui Maria de Araújo, em 13 de junho de 2016.
  4. c) Ministro de Estado, Coordenador dos Assuntos Sociais e Ministro da Educação, Dr. António da Conceição, em 16 de junho de 2016
  5. d) S. Exa. Reverendíssima o Sr. Bispo de Dili, D. Virgílio do Carmo da Silva, em 16 de junho de 2016.
  6. e) Ministro dos Negócios Estrangeiros da República de Timor L/L, representado pelo seu Vice-Presidente, Dr. Roberto Sarmento de Oliveira Soares, em 17 de junho de 2016.

f)Ministro do Comércio, Indústria e Ambiente, Dr. Constâncio Pinto, em 18 de junho de 2016.

 

  1. O projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania foram apresentados, em Portugal, a:
  2. a) Presidência da República, em 19 de janeiro de 2017.
  3. b) Ministério da Educação, em 02 de março de 2017.
  4. c) Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 20 de abril de 2017.
  5. d) Instituto Camões, em 06 de fevereiro de 2014.
  6. e) Instituto Internacional da Língua Portuguesa, em 10 de fevereiro de 2014.

 

  1. O projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania, enquanto apenas timorense, foram apresentados a:
  2. a) Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Eng. Domingos Simões Pereira, em 19 de outubro de 2011. Serão em breve apresentados à atual (2017) Secretária Executiva da CPLP, Dra. Maria do Carmo Silveira.
  3. b) Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, em 26 de março de 2013.
  4. c) Universidade de Aveiro, em 11, 26-27 de maio de 2012

 

  1. Apresentação do projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania às universidades portuguesas e institutos superiores:
  2. a) Universidade do Algarve: Solicitação de audiência em 13 de dezembro de 2016 e realização da audiência com a Reitoria em 13 de janeiro de 2017.
  3. b) Nos finais de 2016 e princípios de 2017 a PISCDIL solicitou audiência com as Reitorias de todas as universidades e com as mais altas hierarquias dos institutos superiores portugueses.

 

13.VISÃO

A Visão da PISCDIL:

  1. a) centra-se no SONHO de uma PAZ SUSTENTÁVEL, baseada: nos Princípios e Valores a seguir enunciados no Ponto 12.
  2. b) radica na convicção de que a Lusofonia e o Mundo serão melhor liderados por profissionais, vocacionados e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder;

b.1 – profissionais comprometidos com os referidos Princípios e Valores;

b.2- profissionais comprometidos com os cidadãos seus eleitores e fiscalizadores, conscientes e responsáveis pelos seus deveres e direitos constitucionais.

  1. c) é congénita ao seu próprio logótipo PISCDIL, intencionalmente construída para ser pronunciada como sendo uma expressão inglesa – “peace deal”,” peace dealer”, “peace dealing”, onde os seus fundadores e continuadores: assumem um código de paz; são construtores da paz; e comprometem-se com uma contínua dinâmica de construção da paz.

 

  1. MISSÃO

14.1 – Tal como o figurativo Diógenes de Sinope grego, a PISCDIL assume a missão de ir “pelas ruas” e pelo mundo em busca de cidadãos vocacionados para Liderança Nacional.

14.2 – Apoiar a Liderança Nacional na sua formação contínua e na sua atuação.

 

  1. VALORES – A PISCDIL baseia-se e assume como seus:

15.1 – os Princípios e os Valores Universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais.

15.2 – os Princípios e Valores Regionais, praticados pelo conjunto das Comunidades/Estados e pelas comunidades lusófonas espalhadas, crescentemente, por todo o mundo;

15.3 – os Valores Locais, próprios da múltipla identidade de cada uma das Comunidades/Estados e das comunidades lusófonas espalhados por todo o mundo; e inscritos nas respetivas constituições nacionais.

 

AS PRIMEIRAS QUESTÕES PARA FORMAÇÃO/EUCAÇÃO NÃO-CURRICULAR – DEBATES À DISTÂNCIA

 

  1. QUESTÕES PARA DEBATES

Os Indicadores para a seleção dos candidatos à Liderança Nacional e as Questões para Debates constituem Módulos de Formação, que serão realizados e se desenvolverão de acordo com as capacidades dos próprios candidatos da sua REDE de especialistas e de cidadãos.

16.1 – Indicadores – Pessoas dotadas de capacidade inata de liderança

– Questões:

16.1.1 – Genética e Vocacionalidade profissional

16.1.2 -Genética e Liderança

16.1.3 – Fatores não-genéticos na emergência da Liderança

16.1.4 – Identidade genética e outras identidades

16.1.5 – Identidade Nacional vs outras

16.1.6 – Identidade Nacional e Constituição Nacional

16.1.7 – Identidade e História

16.1.8 – Bases genéticas e comportamento

16.1.9 – (Cont.)

 

16.2 – Indicadores – Pessoas dotadas de determinados traços e qualidades que as tornam melhores que as outras

– Questões:

16.2.1 –  Imagem pessoal e reflexos sociais

16.2.2 – Decisão e riscos

16.2.3 – Mudança, inovação e estabilidade

16.2.4 – Emoção e racionalidade

16.2.5 – Sucessos, insucessos e resiliência

16.2.6 – (Cont.)

 

16.3 – Indicadores – Pessoas que sabem descobrir /ver a realidade de fundo nos acontecimentos conjunturais

– Questões:

16.3.1 – Potencialidades e Limitações do País

16.3.2 – Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento – PED, longo, médio e curto prazo, vinculativo em relação ao Parlamento Nacional.

16.3.3 – Memória e Construção do Futuro

16.3.4 – Segurança Nacional e Comunicação

16.3.5 – O visível e o oculto e o ocultado – Os labirintos das relações sociais e políticas

16.3.6 – Gerir e construir factos

16.3.7 – Mudança e inovação, estabilidade e identidade nacional

16.3.8 – (Cont.)

 

16.4 – Indicadores – Pessoas que sabem definir-se e situar-se nas mais heterogéneas situações históricas, sociais, culturais, religiosas, políticas, etc.

Questões:

16.4.1 – Perceção de si e do sentido dos acontecimentos sociais e políticos

16.4.2 – Sentido de identidade nacional e cooperação internacional

16.4.3 – Identidade nacional vs identidade ideológico-partidária

16.4.4 – Estilo próprio de liderança e estilos históricos

16.4.5 – Compromisso e distanciamento

16.4.6 – Características pessoais e contexto

16.4.7 – (Cont.)

 

16.5 – Indicadores – Pessoas que fomentam a participação dos cidadãos nos interesses comunitários

– Questões:

16.5.1 – Amigos, opositores e inimigos

16.5.2 – O cidadão e seus direitos e deveres constitucionais

16.5.3 -Responsabilidade individual do cidadão e fiscalização do Estado

16.5.4 -Formação para participação dos cidadãos nas decisões

16.5.5 – (Cont.)

 

16.6 – Indicadores – Organizam, dinamizam e supervisionam atividades grupais

– Questões:

16.6.1 – O cidadão e o grupo na construção da Nação

16.6.2 – Grupos sociais e a construção da História

16.6.3 -Liderança nacional e liderança partidária

16.6.4 – Redes internas e redes externas

16.6.5 – Migração programada

16.6.6 – Interior e diáspora – Pilares da viabilidade, estabilidade, capacidade e qualidade nacional

16.6.7 – Migração e diáspora – Remessas económico-financeiras. Remessas de Conhecimentos

16.6.8 – Fatores internos e fatores externos no funcionamento do grupo

16.6.9 – Liderança e interação e dinâmica de grupos

16.6.10 – (Cont.)

 

16.7 – Indicadores – Estabelecem rede de conexão entre líderes/chefias e os colaboradores, no sentido de cada um realizar ao máximo o seu potencial pessoal e grupal

– Questões:

16.7.1 – Redes internas de cooperação e desenvolvimento do poder pessoal e grupal

16.7.2 – Formação conjunta e seus reflexos no exercício da liderança

16.7.3 – Redes de liderança intercomunitária lusófona

16.7.4 – Redes de liderança internacional

16.7.5 – (Cont.)

 

16.8 – Indicadores – Pessoas que falam dos sonhos de cada concidadão

– Questões:

16.8.1 – Sonho pessoal e sonho comunitário e nacional

16.8.2 – Visão, Missão e Valores

16.8.3 – O poder do sonho

16.8.4 – O sonho do poder

16.8.5 – O poder da visão

16.8.6 – (Cont.)

 

16.9 – Indicadores – Pessoas que apelam para a competitividade

– Questões:

16.9.1 – Competitividade nacional e globalização

16.9.2 – Competitividade pessoal e sistema educativo

169.3 – Competitividade individual e saídas profissionais

16.9.4 – Competitividade grupal e desenvolvimento comunitário

16.9.5 – Competitividade  e qualidade (Eng. António Ramos Pires, APQ – Associação Portuguesa para Qualidade)

16.9.6 – (Cont.)

 

16.10 – Indicadores – Pessoas que irradiam entusiasmo

– Questões:

16.10.1 – Confiança em si próprio e no seu projeto

16.10.2 – Positividade na crise e celebração do êxito

16.10.3 – Empatia social e momentos de sucessos nacionais

16.10.4 – O poder do entusiasmo individual e nacional

16.10.5 – O poder da ambição

16.10.6 – (Cont.)

 

16.11 – Indicadores – Pessoas que sabem criticar, recebendo daqui o subsequente reconhecimento

– Questões:

16.11.1 – Crítica e reconhecimento do poder

16.11.2 – Reconhecimento pela crítica e inter-relação construtiva

16.11.3 – Crítica social e política e envolvimento do cidadão

16.11.4 – Reconhecimento individual – Fator de motivação

16.11.5 – Luta pelo reconhecimento e direito de cidadania

16.11.6 – A crítica enquanto instrumento do poder

16.11.7 – Cidadania e reconhecimento

16.11.8 – Crítica e democracia

16.11.9 – (Cont.)

 

16.12 – Indicadores – Pessoas que têm um passado harmonioso

– Questões:

16.12.1 – Harmonia – Equilíbrio entre ética e moral

16.12.2 – Harmonia – Relação entre o pessoal e o social

16.12.3 – Reputação e poder

16.12.4 – Entre passado, presente e futuro

16.12.5 – Código de compromisso ético e moral

16.12.6 – (Cont.)

 

16.13 – Indicadores – Pessoas que utilizam os seus conhecimentos para envolver os outros

– Questões:

16.13.1 –  Gestão do conhecimento e motivação para consciência de cidadania

16.13.2 – Dimensão social e política do conhecimento

16.13.3 – Política do conhecimento e política da construção nacional

16.13.4 – Conhecimento e tecnologia numa sociedade competitiva

16.13.5 – Mecanismos de controlo social

16.13.6. – (Cont.)

 

16.14 – Indicadores – Pessoas que geram ideias norteadoras e operacionais

– Questões:

16.14.1 – Inventores de ideias para a reinvenção nacional

16.14.2 – Ideias inovadoras para a competitividade nacional

16.14.3 – Antecipação de acontecimentos

16.14.4 – Realismo político

16.14.5 – Simulação situacional e decisão

16.14.6 – (Cont.)

 

16.15 – Indicadores – Pessoas que sabem identificar quem é vocacionado para desenvolver conhecimentos e ação (conjugando o ser sábio e ter sabedoria)

– Questões:

16.15.1 – Ciência, técnica e sabedoria – Três bases definidores da Liderança

16.15.2 – Equipa de visionários, conselheiros e parceiros da liderança

16.15.3 – O poder da motivação

16.15.4 – O líder e seu sucessor

16.15.5 – Reprodução e continuidade de paradigmas e construção de novos paradigmas

16.15.6 – O poder e delegação do poder

16.15.7 – Auto-formação e Formação da nova geração de líderes

16.15.8 – Liderança nacional e liderança sectorial

16.15.9 – (Cont.)

 

16.16 – Indicadores – Pessoas que são dotadas de capacidade financeira

– Questões:

16.16.1 – Imaginação e criação de condições económicas e financeiras

16.16.2 – Autonomia económico-financeira pessoal e exercício do poder

16.16.3 – Transparência económico-financeira pessoal e anti-corrupção

16.16.4 – Satisfação das necessidades básicas e superiores da pessoa

16.16.5 – Equilíbrio económico e financeiro e justa distribuição de bens

16.16.6 – (Cont.)

 

16.17 – Indicadores – Pessoas que reforçam o seu carisma próprio de liderança e de chefia

– Questões:

16.17.1 – Imagem de si próprio e do mundo

16.17.2 – Liderança carismática

16.17.3 – Entre alternância e antagonismo de modelos de liderança

16.17.4 – Emergência de mudanças e encruzilhada da História

16.17.5 –  Inspiração e desafio para a realização do sonho de cada pessoa

16.17.6 – Poder e autoridade

16.17.7 –  (Cont.)

 

16.18- Indicadores – Pessoas que investem o máximo para o desenvolver a capacidade própria de liderança

– Questões:

16.18.1 – Imagem pessoal e confiança pública

16.18.2 – Auto-controlo e controlo da situação

16.18.3 – Criatividade e originalidade

16.18.4 – Aprendizagem contínua e Dinâmica de liderança

16.18.5 – Auto-afirmação

16.18.6 – Liderança autocrática e liderança democrática.

16.18.7 – (Cont.)

 

16.19 – Os Textos e os Relatório dos DEBATES serão publicados através da BIBLIOTECA VIRTUAL da PISCDIL, a qual constituirá a fonte documental para toda a Liderança e Cidadania das Comunidades Lusófonas.

16.19.1 – Uma síntese dos mesmos documentos, ou os próprios textos integrais, serão enviados através dos respetivos correios eletrónicos (email) para cada uma das Instituições Formadoras que assinaram o Protocolo da Cooperação com a ACL, as quais coordenarão o acesso para cada candidato inscrito na Formação em Liderança Nacional e Cidadania.

 

 

 

 

 

 

 

INDICADORES

Adoptados para medir a Vocacionalidade/nascr-para para

Liderança da Nação

 

LIDERANÇA DA NAÇÃO/NACIONAL E CIDADANIA

INDICADORES

(Proposta para a seleção dos Candidatos)

 

  1. Os seguintes indicadores representam expressões de conhecidas teorias de liderança e que se materializam, aqui, através da descoberta de PESSOAS que:

 

4.1 – São dotadas de capacidade inata de liderança que é demonstrada através dos seguintes indicadores aqui adoptados (4.1 a 4.18). Estas características poderão ser agrupadas em categorias e hierarquizadas segundo critérios de funcionalidade, de tempo e espaço, etc.

 

 

4.2 – São dotadas de determinados traços e qualidades que as tornam melhores que as outras.

 

4.3 – Sabem descobrir/ver a realidade de fundo nos acontecimentos conjunturais.

 

4.4 – Sabem definir-se e situar-se nas mais heterogéneas situações históricas, sociais, culturais, religiosas, políticas, etc.

 

4.5 – Fomentam a participação das pessoas nos interesses comunitários.

 

4.6 – Organizam, dinamizam e supervisionam actividades grupais.

 

4.7 – Estabelecem redes de conexão entre os líderes/chefias e os colaboradores, no sentido de cada um realizar ao máximo o seu potencial pessoal e grupal.

 

4.8 – Falam dos sonhos das pessoas.

 

4.9 – Apelam à competitividade.

 

4.10 – Irradiam entusiasmo.

 

4.11 – Sabem criticar as pessoas, recebendo daqui o subsequente reconhecimento.

 

4.12 – Têm um passado harmonioso.

 

4.13 – Utilizam os seus conhecimentos para envolver as pessoas.

 

4.14 – Geram ideias norteadoras e operacionais.

 

4.15 – Identificam quem é vocacionado para desenvolver conhecimentos e acção (conjugando o ser sábio e ter sabedoria)

 

4.16 – São dotadas de capacidade financeira.

 

4.17 – Reforçam o seu carisma de liderança e de chefia.

 

4.18 – Investem o máximo para desenvolver a capacidade pessoal de liderança.

 

 

 

  1. CRONOGRAMA – 2017-2018
Questões Set. Out. Nov. Dez. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Set. Obs.
16.1.1                          
16.1.2                          
16.1.6                          
16.3.2                          
Outras                          
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           
                           

17.1 –  Os números desta grelha referem-se à ordem de propostas de Questões para DEBATES.

17.2 –  Dado que Timor L/L já possui um duplo PED (PED 2002/11-30, do Estado; PED 2002-20507/60, da sociedade civil), o esforço por pate dos timorenses centrar-se-á na avaliação da sua execução. Por parte das outras comunidades irmãs, o contributo consistirá na análise e melhoramento de ambos e na interação fraterna e contínua.

17.2.1 – Os dois PEDs: a) PED 2002/11-2030 encontra-se publicado através do Google); b) PED 2002-2050/60 está publicado através de: http://www.timor-diaspora.com

17.3 – O tempo, o espaço e a moldura dos Debates dependerão do consenso entre os operadores sobre a prioridade das questões propostas no Ponto 8 e/ou respetivas alterações ou substituições.

17.4– Locais, ao nível nacional, em Portugal: Serão indicados até aos finais de dezembro/2016 ou na primeira metade de 2017, consoante os acordos ou protocolos a serem, entretanto, realizados.

17.4.1 – Locais, ao nível nacional das Comunidades Lusófonas: da responsabilidade dos respetivos Centros Coordenadores, que assinaram Protocolo de Cooperação com a ACL e acordaram Parceria com a PISCDIL

 

  1. ORÇAMENTO

 

Orçamento elaborado/proposto por Prof. Dr. José Águas

 

  1. AVALIAÇÃO

19.1 – Formação Curricular

19.1.1 – Segue a moldura comum às Universidades e Institutos Superiores Portugueses e aos paradigmas europeus.

19.1.2 – É feita em coordenação entre a ACL e a Instituição Formadora de cada uma das Comunidades/Estados, tomando em consideração a situação das restantes comunidades lusófonas espalhadas por todo o mundo.

19.1.3 – É autenticada através de Diploma ou Certificado.

 

19.2 – Formação Não-Curricular

19.2.1 – É avaliada através de um critério simples inspirado pela sabedoria bíblica: “Pelos frutos conhecereis a árvore…”

19.2.2 – Em termos concretos, será operacionalizado através conjugação dos seguintes critérios e/ou outros a serem definidos:

  1. a) Publicação de escritos e sua qualidade e utilidade nacional e pública.
  2. b) A forma adequada, crítica, construtiva, ou congénere, de participação oral nos Debates.
  3. c) Participação ativa e criativa na organização e dinamização de Debates.

 

  1. REFORMULAÇÃO

O Projeto fundamenta-se numa filosofia de abertura à constante problematização, à oportuna revisibilidade e à consequente reformulação.

 

Lisboa, 07 de dezembro de 2016.

Atualizado em 30 de abril de 2017.

Publicado, em formato digital, através da Inspeção Geral das Atividades Coletivas (IGAC), simbolicamente, em 01 de maio de 2017.

 

P’la Direção da PISCDIL

Alberto Araújo

Presidente da Direção

 

  1. PROCEDIMENTOS E CALENDARIZAÇÃO de DEBATES À DISTÂNCIA

 

Ideais/SONHOS fundadores:

  1. “A Nação (lusófona ou de todo o mundo) é melhor liderada por profissionais, vocacionados (nascidos para) e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder”.
  2. É nos DEBATES nacionais e internacionais que a Liderança da Nação se irá afirmando e se irá formando.
  3. “Um cidadão pode possuir mais de um diploma curricular (desde Licenciaturas às mais altas Especializações e Pós-Graduações) mas se, perante uma problemática de interesse da Nação, não for capaz de dar um contributo construtivo e objetivo, para nada servem tais certificados. ! ?”.

 

  1. Parcerias:

– Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde,

 

– Universidade Piaget de Guiné Bissau,

 

– Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe,

– Instituto de Ciência e Tecnologia de Aileu e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D, Jaime Garcia Goulart de Dili, Timor L/L,

– Instituto de Educadores Globais de Brasília, Brasil,

– Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ),

– Movimento Internacional Lusófono (MIL),

– Plataforma Ativa de Sociedade Civil (PASC),

– Fundação Universal para a Paz / Universal Peace Fundation (FUP/UPF),

– Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).

– Outras, proximamente.

 

  1. Objetivo específico e final dos Debates à Distância: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação (e Cidadania).

(Os Orientadores do Debates, através das questões propostas pela PISCDIL ou de livre iniciativa, são solicitados a fazer referências explícitas/diretas ou implícitas/indiretas a este objetivo diferenciador. No âmbito de Liderança Nacional e Cidadania tem havido e continuam inúmeras iniciativas, publicadas através dos mais diferentes meios).

 

2.1 – Foi criado um primeiro grupo de temáticas, publicado através da IGAC (Inspeção Geral de Atividades Culturais), em 19mai2017, e do Sítio da PISCDIL:  https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/ ; https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/programa/

 

2.1.1 – Um segundo e os grupos sucessivos serão constituídos por questões que não estejam direta ou indiretamente relacionadas com este primeiro grupo.

 

2.2 – São Debates entre a comunidade lusófona anfitriã (organizadora) e as outras comunidades lusófonas e não lusófonas:  a iniciativa de anfitriã tanto pode partir de uma comunidade (presentemente Portugal) como de qualquer das outras comunidades lusófonas ou de outras comunidades internacionais sob protocolos de cooperação.

 

2.3 – São Debates concebidos para serem organizados e dinamizados pelos candidatos à Liderança da Nação.

 

 

  1. Procedimentos (proposta sujeita a alterações):

 

3.1 – Os Debates são, entretantos, mensais, tendo como objetivo permitir o aprofundamento da temática e a produção de trabalhos escritos, destinados à publicação através do Sitio/site da PISCDIL e dos respetivos autores: http://plataformadadiasporalusofona.org

 

3.2 – Tempo de intervenções:

  1. a) Colocação de questão: três minutos.
  2. b) Adenda de um ponto de vista individual: cinco minutos
  3. c) Adenda de pontos de vista de Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação: dez minutos.

 

3.3 – Formas de intervenção para os participantes à distância: enviar o endereço eletrónico pessoal (e-mail) até uma semana antes da sessão.

 

 

  1. Forma de divulgação: Todos os Debates são gravados na íntegra e colocados num local de Youtube ou outros, permitindo abaixamentos/download pagos para uma conta a ser definida de comum acordo entre a PISCDIL e o Orientador.

 

  1. Orientadores dos Debates:

 

5.1 – A cada Orientador de Debate é solicitado, com a antecedência do mínimo de um mês, o seguinte:

 

  1. a) Curriculum Vitae
  2. b) Enviar um texto síntese da temática do Debate.
  3. c) Enviar o texto completo, sem delimitação de número de páginas ou de palavras, para a sua publicação através do Sítio/site da PISCDIL e/ou através meios digitais pessoais.
  4. d) Indicação de publicações pessoais (livros, artigos, etc.), nomeadamente as digitais, com acesso/download livre ou pago
  5. e) Indicação de Bibliografia digital e em papel.
  6. f) As sessões são de carater pro bono, compensadas, porém, através da divulgação do autor e das suas obras.

 

  1. Mapa de Orientadores, temáticas e locais:

 

– 22jan2o19 – EPGE: “O meu lugar no mundo – Liderança individual vs liderança cooperativa”; Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE)

– 24mai2019 – Fernando Nobre, AMI: “A lusofonia e a saúde num mundo desigual”; EPGE

– 07jun2019 – Arq. José Manuel Fernandes:  “A Cidade de Expressão Portuguesa – uma realidade histórica e um legado multi-cultural”; EPGE

– 28 jun2019 – António Pires: “Qualidade, Cidadania e Boa Governação” ; Local ?

 

– 22set2019 – Renato Epifânio: Cooperação Lusófona: “Bloqueios e Oportunidades”; local?

– 26out2019 – António Mendo de Castro Henriques: Liderança em tempos de democracia circular.

– 23nov2019 – António Carlos, Coordenador: “SNS (Sistema Nacional de Saúde) e Comunidades lusófonas”. Local ?

– 14dez2019 – Américo Ferreira: “Cooperação lusófona nas Infraestruturas”. Local?

– 25jan2020 – Pedro Velez: “Cooperação Lusófona no Direito”. Local?

– 21, 22,23fev2020 – II Congresso PISCDIL: “Plano Estratégico de Desenvolvimento (PED) – Longo, Médio e Curto Prazo”. Local?

– 28mar2010 – Margarida Saraiva: “Gestão de Recursos Humanos”. Local?

– 18abr2020 – Luísa Janeirinho: “Cooperação Lusófona na Cultura”. Local?

– 26mai2020 – Rodrigo Lourença: “Gestão de Instituições de Ensino Superior”. Local?

– 23jun2020 – Joaquim Rocha Afonso: “Cooperação Lusófona Militar”. Local?

– 14jul2020 – Ana Parada: “Papel das Mulheres”. Local?

– 29set2020 – Joaquim Rocha Afonso: “Cooperação Lusófona na Economia”. Local?

– 27out2020 – Domingo Rosa: “Gestão de ISS”. Local?

 

N.B: Solicitamos autopropostas e sugestões de mais Orientadores de Debates

 

Gratos pela Colaboração de todos

Por uma Lusofonia (Potência) Mundial

Lisboa 14 de maio de 2019

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

http://plataformadadiasporalusofona.org;

timordiaspora@gmail.com

https://timor-diaspora.org/

+351  939 224 312 (whatsApp)

+351 214 371 532

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

 

 

 

 

Programa do Ensino à Distância da Língua Portuguesa (ESBOÇO)

 

Nota introdutória

 

  1. Na Constituição da CPLP e de cada um dos Estados membros vem consagrado:
    1. Igualdade entre todos os cidadãos e todas as pessoas no exercício dos direitos e deveres;
    2. Igualdade de oportunidades para a autorealização de cada cidadão;

 

  • – Se cada um dos povos utilizasse a sua Língua Materna para a comunicação com os restantes povos, ninguém se entenderia ou exigir-se-ia um tempo relativamente longo para que cada uma das Línguas interessadas se tornasse uma Língua comum;
  • – Para além da intercomunicação, uma Língua comum representa uma condição sine qua non para a aprendizagem e para o desenvolvimento, o aprofundamento, a descoberta e a construção de novos conhecimentos.

 

  1. Contrariamente às estatísticas políticas, excetuando a totalidade de Portugal e Brasil, quem viaja para o interior dos restantes países constata que a população não fala e muito menos escreve em Língua Portuguesa, um bem necessário, limitado às elites das cidades.

 

  1. O SONHO/UTOPIA é que a Lusofonia se torne uma realidade mundial, inspiradora dos Valores comuns e particulares de cada uma das suas comunidades. Neste sentido:

 

  • – Pretendemos que as comunidades lusófonas sejam protagonistas na passagem de uma liderança nacional amadora para uma liderança nacional profissional.

 

3.2 – Pretendemos que a liderança nacional profissional seja o veículo fundamental para a construção da PAZ, enquanto ambiente necessário para a viabilidade, a estabilidade, a capacidade e a qualidade da independência de cada um dos países lusófonos e para todo o mundo.

 

  1. As tecnologias informáticas permitem o acesso à informação não apenas através dos computadores de escritório e computadores portáteis, mas também através de telemóveis ou similares. É nesta ordem mundial caminhante e estruturante das coisas que a PISCDIL apresenta:

 

 

 

Proposta/Programa de Ações de Ensino à Distância da Língua Portuguesa

  1. A Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (PISCDIL) ou, abreviando, a Plataforma da Diáspora Lusófona, em interação com o respetivo interior, solicita que a CPLP/IILP concretizem o seguinte Programa de Ensino à distância da Língua Portuguesa:

 

  • – Criação de REDES de Escolas de Ensino à distância nos países onde 100% da população se expressa em Língua Portuguesa (Portugal e Brasil) e onde a percentagem do domínio da Língua Portuguesa é mais avançada.
  • -Seleção dos professores mais altamente qualificados para o ensino da Língua Portuguesa nas Redes de Escolas atrás referidas.

 

  • – Ensino da Língua Portuguesa orientada para os cidadãos em geral:

 

  • – Publicação Vídeo/Áudio de:
  1. Um Dicionário de referência da Língua Portuguesa;
  2. Uma Gramática de referência da Língua Portuguesa;
  3. Um Manual de referência da Língua Portuguesa;
  4. Textos de Apoio da Língua Portuguesa, desde os mais técnicos e científicos aos de maior interesse comum e diário, vg.: conto de histórias, teatro, programas de animação, anedotas, etc.
  5. Programas didáticos sobre “Como se Fazem as Coisas”, desde aquelas de utilidade doméstica àquelas de utilidade industrial e comercial, etc.
  6. Outras técnicas de divulgação e ensino-aprendizagem eficientes e de sucesso utilizadas por outras línguas de alcance mundial.

 

  • – Ensino da Língua Portuguesa orientado especificamente para os formandos em Liderança Nacional:

 

6.2.1- Criação de REDES de associações, grupos de pessoas e cidadãos individuais competentes para:

  1. Dar apoio aos Núcleos de Formação em Liderança Nacional nos países parceiros;
  2. Dar apoio aos Formandos em Liderança Nacional, na elaboração de textos, artigos e outros escritos em Língua Portuguesa, incluindo a elaboração de trabalhos académicos e de teses;
  3. Estabelecer diálogo e interações interpessoais, através de WhatsApp, Messenger, Skype e tecnologias afins, fomentando o domínio correto e fluente da Língua Portuguesa por parte dos Formandos em Liderança Nacional.

 

 

 

 

Programa de Formação em Liderança Nacional e Cidadania

 

  1. A Formação em Liderança Nacional e Cidadania (FLNC) expressa um SONHO/UTOPIA inicialmente genuíno do povo timorense, através das suas instituições representativas. Foi congeminado em Maubisse, no sopé de Ramelau, a partir de 2010. Daqui o ser conhecido por PROJETO MAUBISSE.

 

  1. A partir de 2013, passou a ser um PROJETO LUSÓFONO. Tornou-se uma realidade pública com a realização do Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, entre 19 e 21 de novembro de 2015, no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa. O congresso foi concebido para a fundação da Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, abreviadamente denominada PISCDIL – Plataforma da Diáspora Lusófona.

 

8.1 – Sucessivamente, a PISCDIL engloba as nove Comunidades/Estado e as comunidades lusófonas espelhadas por todos os recantos do mundo, entretanto representadas por Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza (Associação da Academia Galega da Língua Portuguesa).

 

8.2 – E, sucessivamente, englobará todas boas vontades, internacionais, nacionais e pessoais, que estiverem convictas da importância do processo de formação em liderança nacional e cidadania.

 

9 – A FNLC (Formação em Liderança Nacional e Cidadania) engloba dois processos complementares e inseparáveis entre si: (a) Formação Curricular em Liderança Nacional e Cidadania; (b) Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania.

 

9.1 – A Formação Curricular é coordenada, em Portugal, pela Academia das Ciências de Lisboa. Nas restantes comunidades lusófonas, é coordenada pela Instituição Formadora que assina Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa.

 

9.1.1 – Já assinaram os referidos Protocolos de Cooperação: Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde; Universidade Piaget de Guiné Bissau; Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe; Instituto de Ciência e Tecnologia e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D. Jaime Garcia Goulart, Timor Leste/Lorosa’e. Estão em curos análogos Protocolos com Angola, Brasil, Moçambique e g7+.

 

9.2 – A Formação Não-Curricular, na diáspora, é coordenada pela PISCDIL. No interior, é coordenada pelas referidas Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa.

 

9.2.1 – Adota a estratégia de DEBATES (DEBATES À DISTÂNCIA). Com efeito, estamos convencidos de que um cidadão pode possuir um conjunto de diplomas curriculares (Licenciaturas, Mestrados, Doutoramentos, Especializações, Pós-Graduações, etc.) mas se, perante uma questão de interesse nacional, não for capaz de produzir contributos concretos e operacionais, para nada de nacional servem tais diplomas curriculares.

 

9.2.2 – O Primeiro Grupo de Questões para os Debates encontra-se publicado através do IGAC (Inspeção Geral de Atividades Culturais), com Sede na Praça dos Restauradores, Lisboa, desde 19 de maio de 2017.

 

9.2.3 – Os Debates à Distância terão início primeiramente, logo que estiverem concluídas as condições necessárias, isto é: a) Um espaço e as condições informáticas, constituindo centros emissores-recetores-emissores, em Portugal e nos países parceiros. b) A estruturação, em curso, da primeira temática.

 

9.2.3.1 – Solicitámos o apoio financeiro do Secretariado Executivo da CPLP para a resolução das dificuldades relacionadas com as condições referidas na alínea a) do ponto anterior.

 

  1. O primeiro curso da Formação Curricular em Liderança Nacional e Cidadania terá início em janeiro de 2019. As inscrições estão abertas a partir da segunda metade de setembro de 2018.

 

 

A bem de uma Lusofonia Mundial

Lisboa, 02 de setembro de 2018

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

 timordiaspora@gmail.com;

https://timor-diaspora.org/;

+ 939 224 312 (whatsApp)

+214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

II – FORMAÇÃO CURRICULAR EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA

“Curso de Formação avançada (Pós-graduação) em Cidadania e Liderança

Primeiro Curso: Ciências Sodiais e Humanas”

 

Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos

ACL /IAE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carta de apresentação da Cátedra EDUWELL:

 

 

Disciplinas do Primeiro Curso – Ciências Sociais e Humanas

 

– DISPONIBILIZAÇÃO DIGITAL DA CÁTECRA EDUWELL

 

Tendo presente as dificuldades de eficiência e qualidade de Internet ao nível das Comunidades Lusófonos, incluindo os Estados, a CÁTEDRA EDUWELL foi pensada para alcançar os seus objetivos através de uma dupla via:

  1. a) Preleção digital presencial, através de tecnologias de comunicação à distância.
  2. b) Preleção em deferido – Colocação das Preleções num local da Internet da Academia das Ciências de Lisboa /Instituto de Altos Estudos.

– Condição para obter o CERTIFICADO DE PÓS-GRADUAÇÃO:

  1. a) Inscrição na Cátedra EDUWELL, cujo primeiro curso é: Ciências Sociais e Humanas.
  2. b) Pagamento das Propinas.
  3. c) A cada candidato com a situação regularizada, de acordo alíneas a) e b), a Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE) atribuirá um Link, pessoal e intransmissível, através do qual poderá ter acesso e proceder ao download de todos VIDEOS das Preleções; neste Primeiro Curso – Ciências Sociais e Humanas – de janeiro a junho de 2019.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– INCRIÇÃO NA CÁTEDRA EDUWELL

 

– Através de:  https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

Aqui encontram todas orientações necessárias para:

  1. frequência da CÁTEDRA EDUWELL;
  2. obtenção do Certificado de Pós-graduação.

 

 

Por uma LUSOFONIA POTÊNCIA MUNDIAL

 

Lisboa, 06 de setembro de 2019

 

Pela Direção da PISCDIL

 

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

+ 351 939 224 312 (whatsApp)

+351 214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

 

 

Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania – AGENDA 2019-2020

 

 

 

 

– Programa de Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania

 

DEBATES À DISTÂNCIA

Um cidadão pode possuir um conjunto de diplomas curriculares (Licenciaturas, Mestrados, Doutoramentos, Especializações, Pós-graduações, etc.) mas, se perante uma questão de interesse da Nação não for capaz de dar um contributo concreto e viável, para nada servem tais certificados acadêmicos.

Ideais/SONHOS fundadores:

  1. “A Nação (lusófona ou de todo o mundo) é melhor liderada por profissionais, vocacionados (nascidos para) e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder”.
  2. É nos DEBATES nacionais e internacionais que a Liderança da Nação se irá afirmando e se irá formando.
  3. “Um cidadão pode possuir mais de um diploma curricular (desde Licenciaturas às mais altas Especializações e Pós-Graduações) mas se, perante uma problemática de interesse da Nação, não for capaz de dar um contributo construtivo e objetivo, para nada servem tais certificados. ! ?”.

 

  1. Parcerias:

– Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde,

 

– Universidade Piaget de Guiné Bissau,

 

– Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe,

– Instituto de Ciência e Tecnologia de Aileu e Instituto Superior de Filosofia e Teologia D, Jaime Garcia Goulart de Dili, Timor L/L,

– Instituto de Educadores Globais de Brasília, Brasil,

– Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ),

– Movimento Internacional Lusófono (MIL),

– Plataforma Ativa de Sociedade Civil (PASC),

– Fundação Universal para a Paz / Universal Peace Fundation (FUP/UPF),

– Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).

– Outras, proximamente.

 

  1. Objetivo específico e final dos Debates à Distância: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação (e Cidadania).

(Os Orientadores do Debates, através das questões propostas pela PISCDIL ou de livre iniciativa, são solicitados a fazer referências explícitas/diretas ou implícitas/indiretas a este objetivo diferenciador. No âmbito de Liderança Nacional e Cidadania tem havido e continuam inúmeras iniciativas, publicadas através dos mais diferentes meios).

 

2.1 – Foi criado um primeiro grupo de temáticas, publicado através da IGAC (Inspeção Geral de Atividades Culturais), em 19mai2017, e do Sítio da PISCDIL:  https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/ ; https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/programa/

 

2.1.1 – Um segundo e os grupos sucessivos serão constituídos por questões que não estejam direta ou indiretamente relacionadas com este primeiro grupo.

 

2.2 – São Debates entre a comunidade lusófona anfitriã (organizadora) e as outras comunidades lusófonas e não lusófonas:  a iniciativa de anfitriã tanto pode partir de uma comunidade (presentemente Portugal) como de qualquer das outras comunidades lusófonas ou de outras comunidades internacionais sob protocolos de cooperação.

 

2.3 – São Debates concebidos para serem organizados e dinamizados pelos candidatos à Liderança da Nação.

 

 

  1. Procedimentos (proposta sujeita a alterações):

 

3.1 – Os Debates são, entretantos, mensais, tendo como objetivo permitir o aprofundamento da temática e a produção de trabalhos escritos, destinados à publicação através do Sitio/site da PISCDIL e dos respetivos autores: http://plataformadadiasporalusofona.org

 

3.2 – Tempo de intervenções:

  1. a) Colocação de questão: três minutos.
  2. b) Adenda de um ponto de vista individual: cinco minutos
  3. c) Adenda de pontos de vista de Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação: dez minutos.

 

3.3 – Formas de intervenção para os participantes à distância: enviar o endereço eletrónico pessoal (e-mail) até uma semana antes da sessão.

 

 

  1. Forma de divulgação: Todos os Debates são gravados na íntegra e colocados num local de Youtube ou outros, permitindo abaixamentos/download pagos para uma conta a ser definida de comum acordo entre a PISCDIL e o Orientador.

 

  1. Pivôs/Oradores dos Debates:

 

5.1 – A cada Orientador/Orador de Debate é solicitado, com a antecedência do mínimo de um mês, o seguinte:

 

  1. a) Curriculum Vitae.

 

  1. b) Uma foto para o Sítio/site
  2. c) Enviar um texto SÍNTESE da temática do Debate.
  3. d) Enviar o texto completo, sem delimitação de número de páginas ou de palavras, para a sua publicação através do Sítio/site da PISCDIL e/ou através meios digitais pessoais.

 

) Indicação de publicações pessoais (livros, artigos, etc.), nomeadamente as digitais, com acesso/download livre ou pago

 

  1. f) Indicação de Bibliografia digital e em papel.

 

  1. g) As sessões são de carater pro bono, compensadas, porém, através da divulgação do autor e das suas obras.

 

  1. DEBATES À DISTÂNCIA, em torno do Programa de Formação em Liderança da Nação e Cidadania.

Mapa de Dinamizadores, temáticas e locais:

 

  1. 22jan2o19 – EPGE: Liderança da Nação e “O meu lugar no mundo – Liderança individual vs liderança cooperativa”. Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).
  2. 24mai2019 – Fernando Nobre, AMI: Liderança da Nação e “A lusofonia e a saúde num mundo desigual”. Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE)
  3. 07jun2019 – Arq. José Manuel Fernandes: Liderança da Nação e “A Cidade de Expressão Portuguesa – uma realidade histórica e um legado multi-cultural”.  Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).
  4. 28 jun2019 – António Pires: Liderança da Nação e “Qualidade, Cidadania e Boa Governação” ; Local: Biblioteca Orlando Ribeiro, Freguesia de Lumiar, Lisboa.

 

  1. 26out2019 – António Mendo de Castro Henriques: Liderança da Nação e “Liderança (da Nação) em tempos de democracia global”. Hora: 11h00. Local: Auditório
  2. 23nov2019 – António Carlos, Coordenador: Liderança da Nação e “SNS (Sistema Nacional de Saúde) e Comunidades lusófonas”. Hora: 11h00, Portugal. Local: Auditório Fernando Piteira Santos, Biblioteca Municipal da Amadora.
  3. 14dez2019 – Américo Ferreira: Liderança da Nação e “Cooperação lusófona nas Infraestruturas”. Hora: 11h00, Portugal. Local: Auditório Fernando Piteira Santos, Biblioteca Municipal da Amadora.
  4. 25jan2020 – Pedro Velez: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona no Direito”. Local:  Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).
  5. 22fev2020 – Renato Epifânio: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades. Local:  Auditório Brazão Farinha, Escola Profissional Gustave Eiffel Amadora Sede (EPGE).
  6. 28mar2010 – Margarida Saraiva: Liderança da Nação e “Gestão de Recursos Humanos”. Local?
  7. 18abr2020 – Luísa Janeirinho: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona na Cultura”. Local?
  8. 30mai2020 – Rodrigo Lourença: Liderança da Nação e “Gestão de Instituições de Ensino Superior”. Local?
  9. 27jun2020 – Joaquim Rocha Afonso: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona Militar”. Local?
  10. 11jul2020 – Ana Parada: Liderança da Nação e “Papel das Mulheres”. Local?
  11. 26set2020 – Joaquim Rocha Afonso: Liderança da Nação e “Cooperação Lusófona na Economia”. Local?
  12. 31out2020 – Domingo Rosa: Liderança da Nação e “Gestão de ISS”. Local?
  13. 27-28nov2020 – II Congresso da PISCDIL: Plano Estratégico de Desenvolvimento – Longo Prazo, Médio Prazo, Curto Prazo, Curtíssimo Prazo . Local?
  14. 19dez2020 – Nuno Emanuel André – Liderança da Nação e “Um olhar sobre a Manipulação da mente”. Local?

N.B: Solicitamos autopropostas e sugestões de mais Orientadores de Debates. As sessões são mensais, tendo como objectivo o mínimo de um mês de preparação para um contributo o mais qualificado possível.

 

Gratos pela Colaboração de todos

Por uma LUSOFONIA POTÊNIA MUNDIAL

Lisboa 14 de maio de 2019

Atualizado em 15jan2020

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

http://plataformadadiasporalusofona.org;

timordiaspora@gmail.com

https://timor-diaspora.org/

+351  939 224 312 (WhatsApp)

+351 214 371 532

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

 

 

14º Debate à Distância – 11jul2020: Liderança da Nação e “Papel das Mulheres”

Liderança da Nação e “Papel das Mulheres

Ana Parada

 

  • A Sessão é programada com antecedência, tendo como objectivo solicitar aos participante e a todos os interessados  para que:

  • 1. Que se preparem para um participação o mais altamente qualificada possível.

  • 2. Partilhem todo o material que tenham publicado, nomeadamente em formato digital.

  • 3. Partilhem a BIBLIOGRAFIA.

  • 4. Escrevam ARTIGOS, LIVROS, etc. , especialmente em formato digital.

  • 5. Que, a seguir à Sessão, continuem com os pontos 1 a 4.

  • 6. Hora da Sessão: 11h00 de Portugal e Horas correspondentes das comunidades lusófonas e dos países interessados.

  • 7. Local:  A definir oportunamente.

 

Serão introduzidos todos os elementos necessários, logo que possível: dados do Orador/Pivô – Curriculum Vitae; uma fotografia;  um texto/síntese sobre os aspectos a serem abordados; e outros.

 

Pela PISCDIL

Lisboa, 28dez2019

Alberto Araújo