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9º Debate à Distância – Cooperação Lusófona no Direito

Debate – centrado na Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania

  • DINAMIZADOR: Pedro Velez, convidado por MIL (Movimento Internacional Lusófono)
  • QUESTÃO: Cooperação Lusófona no Direito
  • DATA: 25 de janeiro de 2020
  • HORA: 11h00
  • LOCAL: (oprtunamente

 

  • SINOPSE: Pretendemos reflectir sobre as linhas estruturais da cooperação lusófona, indicando os seus principais bloqueios e oportunidades no plano do Direito. (Aguardamos detalhes)
  • CURRICULUM:
  • Pedro Rebelo Botelho Alfaro Velez (n. 1979) Licenciado em Direito [média final de 5 (escala 0 a 6) ou 17 valores (0-20)] na FDUNL (2002).
  • Doutor em Direito (Fevereiro de 2014), na especialidade de Ciências Políticas (tese intitulada: Constituição e Transcendência: os casos dos regimes comunitários do entre-guerras), pela FDUNL, tendo sido aprovado, por unanimidade, com a qualificação de distinção e louvor, por unanimidade.
  • Para além da dedicação à investigação no quadro da preparação da dissertação de doutoramento, nos últimos anos, tem tido experiências académicas de diversa índole: na FDUNL, colaborou no ensino da Disciplina de História das Instituições Portuguesas (regência do Professor Doutor Diogo Freitas do Amaral);
  • Leccionou a componente prática da disciplina Direitos Fundamentais, no curso de Direito da UAL (regência do Professor Doutor José Lamego);
  • Ensinou Direito Comunitário no Centro de Estudos Judiciários, no âmbito do curso de preparação de Auditores de Justiça (a regência da disciplina a cargo do Professor Doutor Nuno Piçarra).

 

  • PARCERIAS:
  •                                                        

 

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  • NOTA:
  1. MIL é Parceira da PISCDIL. Está em vigor um Protocolo informal de Cooperação. O Protocolo formal de Cooperação será firmado oportunamente.
  2. Têm um Objetivo Comum: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.
  3. Utilizam a Estratégia de Debates à Distância entre as Comunidades Lusófonas.
  4. A publicação atempada (hoje, 12ago2019) de uma Sinopse detalhada da Temática (Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades) tem como objetivo permitir que o Debate à Distância possa envolver personalidades/especialistas e respetivos textos, obras, enfim, quaisquer publicações em papel ou, preferencialmente, em formato digital.
  5. A participação nos DEBATES pode ser: a) PRESENCIAL. b) À DISTÂNCIA. Para ambas as situações, que os interessados enviem o respetivo contato eletrônico e número de telemóvel, com um breve texto escrito. para: diasporalusofona.nov2015@gmail.com. A empresa do equipamento de Transmissão à Distância – VEEDEEO – enviará oportunamente: um Link e um número de contato. Estarão, assim, presentes na Sala de Debate.
  6. As SESSÕES serão integralmente gravadas em VÍDEO e publicadas através da Internet, juntamente com o “breve texto” atrás solicitado/proposto no Ponto 5.
  7. As SESSÕES serão integralmente gravadas em VÍDEO e publicadas através da Internet, juntamente com o “breve texto” atrás solicitado/proposto no Ponto 5.
  8. A Formação Curricular em Liderança da Nação e Cidadania – “Curso de Formação Avançada em Cidadania e Liderança” – é coordenada por Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE), em Portugal. Nas outras Comunidades-Lusófonas/Estados é coordenada pelas respectivas Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE,

       8,1 – O Curso é de nível de Pós-Graduação.

       8.2 – As Prelecções decorreram de janeiro a junho de 2019. Foram gravadas em    VÍDEO e colocadas na Internet. Só podem ter acesso e fazer download os candidatos inscritos.

       8,3 – A Inscrição no Curso é feita através de: https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

Pela Direcção da PISCDIL – Alberto Araújo, 15ago2019

 

 

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8º Debate à Distância – Cooperação Lusófona nas Infraestruturas

Debate – no âmbito da Formação Náo-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania 

       

  • DINAMIZADOR: Américo Ferreira
  • QUESTÃO: Cooperação Lusófona nas Infraestruturas
  • DATA: 14 de dezembro de 2019
  • 11h00
  • LOCAL: (oportunamente)

 

  • SINOPSE:  Pretendemos reflectir sobre as linhas estruturais da cooperação lusófona, indicando os seus principais bloqueios e oportunidades no plano das Infraestruturas. ( Texto: a seu tempo)

 

 

  • PARCERIAS:

                                                       

 

  • LEGENDA,  por ordem dos Logotipos: Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona; Academia das Ciências de Lisboa; Associação Portuguesa para a Qualidade; Movimento Internacional Lusófono; Publicação Nova Águia; Federação Universal da Paz; Escola Profissional Gustave Eiffel; Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde; Universidade Piaget de Guiné Bissau; Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe; Fundação Atena de São Tomé e Príncipe; Instituto de Ciência Tecnologia de Aileu, Timor L/L.

 

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  • NOTAS:
  1. MIL é Parceira da PISCDIL. Está em vigor um Protocolo informal de Cooperação. O Protocolo formal de Cooperação será firmado oportunamente.
  2. Têm um Objetivo Comum: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.
  3. Utilizam a Estratégia de Debates à Distância entre as Comunidades Lusófonas.
  4. A publicação atempada (hoje, 12ago2019) de uma Sinopse detalhada da Temática (Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades) tem como objetivo permitir que o Debate à Distância possa envolver personalidades/especialistas e respetivos textos, obras, enfim, quaisquer publicações em papel ou, preferencialmente, em formato digital.
  5. A participação nos DEBATES pode ser: a) PRESENCIAL. b) À DISTÂNCIA. Para ambas as situações, que os interessados enviem o respetivo contato eletrônico e número de telemóvel, com um breve texto escrito. para: diasporalusofona.nov2015@gmail.com. A empresa do equipamento de Transmissão à Distância – VEEDEEO – enviará oportunamente: um Link e um número de contato. Estarão, assim, presentes na Sala de Debate.
  6. As SESSÕES serão integralmente gravadas em VÍDEO e publicadas através da Internet, juntamente com o “breve texto” atrás solicitado/proposto no Ponto 5.
  7. As SESSÕES serão integralmente gravadas em VÍDEO e publicadas através da Internet, juntamente com o “breve texto” atrás solicitado/proposto no Ponto 5.
  8. A Formação Curricular em Liderança da Nação e Cidadania – “Curso de Formação Avançada em Cidadania e Liderança” – é coordenada por Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE), em Portugal. Nas outras Comunidades-Lusófonas/Estados é coordenada pelas respectivas Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE.
  9. Pela Direcção da PISCDIL. Alberto Araújo 14ago2019

 

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6º Debate à Distância – Liderança em tempos de Democracia Circular

Debate – no âmbito d Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania

  • DINAMIZADOR: António Castro Mendo Henriques
  • QUESTÃO: Liderança num Tempo de Democracia Circular
  • DATA: 26out2019
  • HORA: 10h00
  • LOCAL: (oportunamente)

 

  • SINOPSE: Pretendemos reflectir sobre as linhas estruturais da questão da Liderança em tempos de democracia circular, indicando os seus principais bloqueios e oportunidades.
  • BIBLIOGRAFIA:  WOOK – https://www.wook.pt/autor/mendo-castro-henriques/2607
  • CURRICULUM (breve; ver Google):
  • – Professor na Universidade Católica Portuguesa e membro da Direção do CEFi.
    – É autor, co-autor e organizador de doze monografias e mais de oitenta artigos nas áreas de filosofia e cidadania, nomeadamente na divulgação em língua portuguesa das obras filosóficas de Eric Voegelin, Bernard Lonergan e Franz Rosenzweig.
    – Tem sido participante e coordenador de conferências científicas e culturais em Alemanha, Angola, Bélgica, Brasil, Chile, Espanha, EUA, França, Grã-Bretanha, Hong-Kong, Itália, Luxemburgo, Macau, Marrocos e Roménia.

    

 

  • PARCERIAS:
  •                                      

 

            

 

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  • NOTA:
    1. Mendo Henriques é membro do MIL.
    2. MIL é Parceiro da PISCDIL. Está em vigor um Protocolo informal de Cooperação. O Protocolo formal de Cooperação será firmado oportunamente.
    3. Têm um Objetivo Comum: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.
    4. Utilizam a Estratégia de Debates à Distância entre as Comunidades Lusófonas.
    5. A publicação atempada (hoje, 12ago2019) de uma Sinopse detalhada da Temática (Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades) tem como objetivo permitir que o Debate à Distância possa envolver personalidades/especialistas e respetivos textos, obras, enfim, quaisquer publicações em papel ou, preferencialmente, em formato digital.
    6. A participação nos DEBATES pode ser: a) PRESENCIAL. b) À DISTÂNCIA. Para ambas as situações, que os interessados enviem o respetivo contato eletrônico e número de telemóvel, com um breve texto escrito. para: diasporalusofona.nov2015@gmail.com. A empresa do equipamento de Transmissão à Distância – VEEDEEO – enviará oportunamente: um Link e um número de contato. Estarão, assim, presentes na Sala de Debate.
    7. As SESSÕES serão integralmente gravadas em VÍDEO e publicadas através da Internet, juntamente com o “breve texto” atrás solicitado/proposto no Ponto 5.
    8. A Formação Curricular em Liderança da Nação e Cidadania – “Curso de Formação Avançada em Cidadania e Liderança” – é coordenada por Academia das Ciências de Lisboa / Instituto de Altos Estudos (ACL/IAE), em Portugal. Nas outras Comunidades-Lusófonas/Estados é coordenada pelas respectivas Instituições Formadoras assinantes de Protocolos de Cooperação com ACL/IAE.
    9. Pela Direcção da PISCDIL – Alberto Araújo. Lisboa, 12ago2019

 

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5º Debate à Distância – Cooperação Lusófona: “Bloqueios e Oportunidades”

Debates à Distância – no âmbito de Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania

             

DINAMIZADOR: Renato Epifânio, MIL – Movimento Internacional Lusófono

QUESTÃO: Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades

DATA: 21 de setembro de 2019

HORA: 10h00

LOCAL: (oportunamente definido)

 

Sinopse: Pretendemos reflectir sobre as linhas estruturais da cooperação lusófona, indicando os seus principais bloqueios e oportunidades.

  • Professor Universitário;
  • Membro do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, da Sociedade da Língua Portuguesa e da Associação Agostinho da Silva;
  • investigador na área da “Filosofia em Portugal”, com dezenas de estudos publicados, desenvolveu um projecto de pós-doutoramento sobre o pensamento de Agostinho da Silva, com o apoio da FCT: Fundação para a Ciência e a Tecnologia, para além de ser responsável pelo Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa: www.bibliografiafilosofica.webnode.com;
  • Licenciatura e Mestrado em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa;
  • doutorou-se, na mesma Faculdade, no dia 14 de Dezembro de 2004, com a dissertação Fundamentos e Firmamentos do pensamento português contemporâneo: uma perspectiva a partir da visão de José Marinho; autor das obras Visões de Agostinho da Silva (2006), Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa (2007), Perspectivas sobre Agostinho da Silva (2008), Via aberta: de Marinho a Pessoa, da Finisterra ao Oriente (2009), A Via Lusófona: um novo horizonte para Portugal (2010), Convergência Lusófona (2012/ 2014/ 2016) e A Via Lusófona II (2015).
  • Dirige a NOVA ÁGUIA: Revista de Cultura para o Século XXI e a Colecção de livros com o mesmo nome (Zéfiro).
  • Preside ao MIL: Movimento Internacional Lusófono desde a sua formalização jurídica (2010).

 

  • NOTA:
  1. MIL é Parceira da PISCDIL. Está em vigor um Protocolo informal de Cooperação. O Protocolo formal de Cooperação será firmado oportunamente.
  2. Têm um Objetivo Comum: Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania.
  3. Utilizam a Estratégia de Debates à Distância entre as Comunidades Lusófonas.
  4. A publicação atempada (hoje, 12ago2019) de uma Sinopse detalhada da Temática (Cooperação Lusófona – Bloqueios e Oportunidades) tem como objetivo permitir que o Debate à Distância possa envolver personalidades/especialistas e respetivos textos, obras, enfim, quaisquer publicações em papel ou, preferencialmente, em formato digital.
  5. A participação nos DEBATES pode ser: a) PRESENCIAL. b) À DISTÂNCIA. Para ambas as situações, que os interessados enviem o respetivo contato eletrônico e número de telemóvel, com um breve texto escrito para: diasporalusofona.nov2015@gmail.com. A empresa do equipamento de Transmissão à Distância – VEEDEEO – enviará oportunamente: um Link e um número de contato. Estarão, assim, presentes na Sala de Debate.
  6. As SESSÕES serão integralmente gravadas em VÍDEO e publicadas através da Internet, juntamente com o “breve texto” atrás solicitado/proposto no Ponto 5.
  7. Pela Direção da PISCDIL – Alberto Araújo
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4º Debate à Distância – Qualidade, Cidadania e Boa Governação

LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA

Eng. António Ramos Pires

  • QUESTÃO: Qualidade, Cidadania e Boa Governação
  • PARTICIPANTES: Debate à Distância com as Comunidades Lusófonas, via Sistema de Transmissão VEEDEEO
  • LOCAL: Biblioteca Orlando Ribeiro, Telheiras, CM Lisboa
  • DATA:28jun2019, 11h00

 

     

 

  1. BIOGRAFIA:

António Ramos Pires é licenciado em Engenharia Electrotécnica (FCTUC), pós graduado em Engenharia da Qualidade (FCTUNL), mestre em Controlo e Garantia da Qualidade (Universidade de Cranfield), e doutor em Engenharia Industrial (FCTUNL). Foi Professor Coordenador no Instituto Politécnico de Setúbal. Na sua atividade académica destaca-se uma vastíssima monografia (mais de uma centena de publicações entre livros, manuais e artigos), a lecionação em mestrados na área da gestão da qualidade e a participação em seminários e congressos nacionais e internacionais. Paralelamente a esta atividade, foi responsável pela implementação de técnicas e métodos de gestão da qualidade num vasto número de organizações em diversos setores da indústria, serviços e administração pública. É assessor da EFQM (European Foundation for Quality Management) desde 1994, Avaliador Coordenador da FUNDIBEQ (Fundação Ibérico Americana para a Gestão da Qualidade) desde 2001, e Auditor Coordenador em Sistemas de gestão desde 1997. Em 1999 e 2000 foi Presidente do Instituto Português da Qualidade. E desde 2012 é Presidente da Direção da APQ (Associação Portuguesa para a Qualidade).

 

2, TÓPICOS  da Apresentação

“Qualidade, Cidadania e Boa Governação”

  1. Enquadramento: Qualidade, Mitos, Envolvente e Contexto
  2. Qualidade  e Competitividade da Administração Pública
    III. Organização interna
    IV. Inovação e melhoria contínua
    V. Organizações emergentes inovadoras
    VI. Modelos e prémios nacionais da qualidade
    VII. Sistema Nacional da Qualidade

VIII. Política Nacional da Qualidade

A Sessão foi foi gravada integralmente em VÍDEO, que será proximamente publicado através de YOUTUBE

 

3, RESUMO:

  • Desenvolvimento dos Tópicos acima referidos – Ponto 2.

https://mail.google.com/mail/u/2/#search/antonio.pires%40estsetubal.ips.pt+debates+/QgrcJHrnxTcVHsCbmdTLKQhLKLjZSqWMCFL?projector=1&messagePartId=0.1

 

4. POLÍTICA DE QUALIDADE:

  • Boletim Oficial de Cabo Verde, I Série, nº 38, Terça.feira, 23 de junho de 2015, Resolução nº 55/2015: Aprova a Política Nacional da Qualidade. Assinada: Sara Maria Duarte Lopes, Gabinete da Minstra das Infraestruturas e Economia Marítima, aos 15 de junho de 2015 – Ver Google:

https://mail.google.com/mail/u/2/#search/antonio.pires%40estsetubal.ips.pt+debates+/QgrcJHrnxTcVHsCbmdTLKQhLKLjZSqWMCFL?projector=1&messagePartId=0.3

 

5. CURRICULUM:

  • Habilitações Acadêmicas. Qualificações Profissionais. Associações Profissionais. Experiência Profissional irrelevante.  Experiência de Consultoria a nível Nacional. Experiência de Consultoria a nível Internacinal. Auditorias dentro do Sistema Português de Qualidade. Publicações. Outras Actividades técnico-profissionais. Reconhecimentos e Prémios. Ver Google:

https://mail.google.com/mail/u/2/#search/antonio.pires%40estsetubal.ips.pt+debates+/QgrcJHrnxTcVHsCbmdTLKQhLKLjZSqWMCFL?projector=1&messagePartId=0.2

 

6. OBRAS:

  • Obras publicadas. Ver Google:

https://mail.google.com/mail/u/2/#search/antonio.pires%40estsetubal.ips.pt+debates+/QgrcJHrnxTcVHsCbmdTLKQhLKLjZSqWMCFL?projector=1&messagePartId=0.4

 

7. Assinatura de Protocolo de Cooperação entre PISCDIL e  APQ, 28 de abril de 2016 – Arquivo fotográfico

        

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DEBATE À DISTÂNCIA entre Portugueses, Lusófonos e Outros

 

 

 

 

                                                                                                                                   CONVITE

 

Salve concidadão lusófonos e concidadãos do Mundo

Amigos e parceiros da PISCDIL (Plataforma ISC da Diáspora Lusófona)

 

A Direção e os Parceiros da PISCDIL têm o prazer convidar a todos para participar no DEBATE À DISTÂNCIA, tendo como objetivo veiculador: “Formação em Liderança da Nação e Cidadania”.

 

– DINAMIZADOR da sessão: Eng. António Ramos Pires. Curriculum em anexo.

– TEMA: Qualidade, Cidadania e Boa Governação”. Síntese em anexo.

– LOCAL: Biblioteca Municipal da Freguesia de Telheiras – Orlando Ribeiro, Estr. De Telheiras, 146, 1600-598, perto do Metro Telheiras.

– LOCAL DIGITAL: Através da Internet, a partir do sítio onde estiver, individual ou em grupo.

– DATA: 28 de junho de 2019.

– HORA:  11h00 – 13h00.

– CONDIÇÕES PARA PARITCIPAÇÃO:

– Enviar o endereço eletrónico pessoal ou do grupo para: diasporalusofona.nov2015@gmail.com .

– O email será introduzido previamente no Sistema de Transmissão à Distância (VEEDEEO).

– Receberão um Link e um número de telemóvel, através de qualquer dos quais estarão presentes no ecrã do auditório ou sala.

– Tempo de intervenção:

  1. a) Pré-Inscrição, com um texto escrito – 5 minutos.
  2. b) Sem pré-inscrição, tanto os presentes como os não presentes no espaço: 3 minutos.

– O Debate será integralmente gravado em Vídeo e será publicado através da Página Revista do Sítio da PISCDIL e do Dinamizador do evento:  http://plataformadadiasporalusofona.org

 

– O DEBATE representa o ponto de chegada e o ponto de partida. É neste sentido que:

  1. a) enviamos, com a máxima precedência possível, alguns elementos sugestivos;
  2. b) aguardamos a todo o momento os vossos textos e contactos, pelo menos até a próxima sessão mensal.

 

Na expetativa da Vossa presença e participação

As melhores saudações lusófonas

Por uma Lusofonia Potência Mundial

Lisboa, 20 de junho de 2019

Alberto Araújo

Presidente da Direção PISCDIL

diasporalusofona.nov2015@gmail.com;

+ 351 939 224 312 (whatsApp)

+351 214 371 532

http://plataformadadiasporalusofona.org

https://liderancanacionalprofissional.timor-diaspora.org/

 

                  

 

Qualidade (de vida) – Resumo

SÍNTESE: chrome-extension://mhjfbmdgcfjbbpaeojofohoefgiehjai/index.html

Política de Qualidade: chrome-extension://mhjfbmdgcfjbbpaeojofohoefgiehjai/index.html

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LIDERANÇA INDIVIDUAL VS LIDERANÇA COOPERATIVA

Primeiro Debate à Distância (em linha)

Organizado pela Escola Profissional Gustave Eiffel, em parceria com a PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona ou, abreviando,

Plataforma da Diáspora Lusófona).

 

“A Nação (Lusófona ou Mundial) é melhor liderada por profissionais (…), que por amadores (…)) (Vide: http://plataformadadiasporalusofona.org/formacao-nao-curricular-em-lideranca-da-nacao-e-cidadania-programa/

 

Que diga o que vai fazer para a Nação e não apenas o que espera da Nação

 

 

)

 

Alberto Araújo

Lisboa, 19jan2019

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PROCURO PARA AGRADECER

PROCURO PARA AGRADECER

Os Alunos do 6º Ano, Escola D. Pedro IV, Turma F, 1999, Queluz

Procuro, para agradecer, os alunos do 6º Ano, Turma F, de setembro de 1999, da Escola D. Pedro IV, Queluz. Escreveram o seguinte texto, que tenho guardado e guardarei sempre com carinho para com estes companheiros de luta – pré-adolescentes de cerca de 11 anos; hoje terão por volta dos 31 anos. Os cordiais votos dos melhores e maiores sucessos pessoais e profissionais.

Obrigado por terem estado connosco, num momento tão crítico para a  nossa História e também para a História de Portugal. E, juntos, vecémos! Dizíeis: “Timor há-de ser o país do Sol Nascente”. E, na verdade, somos o primeiro país independente do Século XXI. Temos apenas 17 anos de independência nacional  – autênticos bebés na História das Nações e na história da humanidade: somos o Benjamim da Família Lusófona.

Xanana Gusmão disse no Fórum de Lisboa (não me lembro da data, mas os presentes se lembrarão): “A luta foi difícil, mas, mais difícil ainda será a construção da Nação”. E estamos a sentir na carne e no espírito quão difícil é, efectivamente, “a construção da Nação”!

Gostaria/íamos de vos conhecer, repetindo, para agradecer a cada um, pessoalmente, e a todos. E quero agradecer-vos pessoalmente, na qualidade de Membro da Comissão Política do CNRT (Conselho Nacional da Resistência Timorense) e responsável pela Pasta da Educação, até a reentrada em Timor do Presidente Xanana Gusmão, ao lado de um CNRT redefinido e adaptado ao contexto. E, ao agradecer-vos, queremos tornar a testemunhar o nosso profundo reconhecimento para todas as criança, adolescentes, jovens, estudantes, profissionais, políticos, enfim, para todo o povo irmão português, por terem estado sempre connosco, então, hoje e no futuro.

Aqui tendes os nossos contactos: timordiaspora@gmail.com ; diasporalusofona.nov2015@gmail.com ; https://timor-diaspora.org/ ; http://plataformadadiasporalusofona.org

 

Lisboa, 13jan2019

Em Ritual de Umalisan, na Casa Sagrada Laklomantelo, Timor L/L,  ago-set2014

O Texto:

 

 

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Início Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania

Início de Debates à Distância – Formação Não- Curricular em Liderança da Nação e Cidadania

 

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Formação Não-Curricular em Liderança da Nação e Cidadania – Programa

 

FORMAÇÃO EM LIDERANÇA DA NAÇÃO E CIDADANIA

PROGRAMA  – FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR, Formação Contínua

 

SÍNTESE

 

1. O quê é? “Formação em Liderança Nacional e Cidadania” é um processo de formação virtual (e-learning) e representa um SONHO/necessidade/urgência, que, em 2010, começou por ser timorense, mas, a partir de 2013, passou a ser assumido autonomamente pela sociedade civil da diáspora lusófona das nove Comunidades/Estados e de Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza – PISCDIL.

 

A PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona), desde a sua génese, está profundamente convicta de que:

 

“- A Nação é melhor liderada por profissionais, vocacionados e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder.

– Profissionais comprometidos com os Princípios e Valores Universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais; com os Princípios e Valores Regionais, assumidos pelas comunidades lusófonas e inscritos, vg., na Constituição da CPLP; e com os Princípios e Valores Locais, próprios e inalienáveis de cada uma das comunidades.

– Liderança comprometida com uma sociedade civil, consciente e responsável pelos seus deveres e direitos constitucionais.”

 

2. Quem? – Autores e Atores – Os fundadores e dinamizadores são pessoas, a título individual, da sociedade civil das comunidades lusófonas acima referidas, pessoas convictas do mesmo SONHO.

São fundadores, ao lado das entidades públicas e privadas, os que assumirem pessoalmente o mesmo Sonho e o compromisso para a sua concretização.

3. Porquê? Porque a experiência da alta competitividade e da concorrência globalizante em curso assim o exigem, e cada vez mais. Exigem a profissionalização na formação curricular, a profissionalização em exercício, a formação contínua. Exigem a excelência na liderança nacional, que não é a mesma coisa que a liderança partidária, empresarial ou de qualquer grupo humano. Porque o profissional é simplesmente melhor que o amador, na sua área de formação.
4. Para quê – Finalidades – Para assegurar a viabilidade, estabilidade, capacidade e qualidade da autonomia/independência nacional, colocando-a em pé de igualde com aquelas mais bem-sucedidas e exemplares.

– Estas quatro metas serão melhor asseguradas pelo Projeto de Formação em Liderança Nacional e Cidadania, que tem como objetivo fundamental ou fundante a Construção da Paz.

– Em ordem a isto, consolidar a Lusofonia enquanto uma realidade mundial e tornar a Lusofonia uma Potência Mundial.

5. Para quem? – Destinatários – Para a sociedade civil, para cada pessoa, da diáspora e do interior do respetivo país.

– Dos formados na diáspora, alguns irão definitivamente para o interior, enquanto outros ficarão definitivamente no exterior.

– Dos formados no interior, a maior parte ficará no país, enquanto outros virão definitivamente para a diáspora.

– De ambas as estratégias, alguns irão-para-dentro e ouros virão-para-fora, consoante projetos específicos e conjunturais.

6. Onde? – Na diáspora e no interior de cada comunidade lusófona.

– No centro coordenador e na respetiva REDE de Instituições Formadoras da diáspora e do interior.

7. Como? – O processo de Formação de Liderança e Cidadania engloba duas modalidades: Formação Curricular e Formação-Não Curricular.

– A Formação Curricular é da competência das Instituições Formadoras competentes e interessadas, tanto da diáspora como do interior; em Portugal, em virtude da génese histórica do próprio projeto, é coordenada pela Academia das Ciências de Lisboa (ACL).

– Cada uma das Instituições Formadoras das comunidades lusófonas assinará um Protocolo de Cooperação com a ACL, mantendo a sua própria autonomia na parceria.

– A Formação Não-Curricular é coordenada pela PISCDIL, criando parcerias com todas as entidades interessadas na transição da liderança amadora para liderança profissional.

– A Formação Não-Curricular é complementar ou parceira da Formação Curricular, dentro da seguinte ótica: A primeira é do campo afetivo, de sensibilidade e de sabedoria, de natureza de formação contínua; a segunda é do campo cognitivo, científico e tecnológico. Representam dois pilares fundamentais do desenvolvimento sustentável da nação ou do país.

– Adota a estratégia de trabalho em REDE, estratégia implícita no seu próprio Logotipo.

8. Quando – No âmbito da Formação Curricular, já começou, com as pré-inscrições de formandos, sendo, em novembro de 2016, mais de 200 inscritos em Timor Leste/Lorosa’e e por volta de 100 de Guiné Bissau. Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste/Lorosa’e e Cabo Verde já assinaram o Protocolo de Cooperação com a ACL.  O início do processo está condicionado pela busca e pelo compromisso de financiadores do projeto.

– No quadro da Formação Não-Curricular, a PISCDIL está a envidar todos os esforços para o seu lançamento ainda em 2016 ou nos inícios de 2017.

 

(Segue: Apresentação do Programa de Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania, registado na Inspeção Geral de Atividades Culturais – IGAC – SIIGAC/2017/3767, 19-05-2017 )

PROGRAMA DE FORMAÇÃO NÃO-CURRICULAR EM LIDERANÇA NACIONAL E CIDADANIA

 

INTORDUÇÃO

 

  1. (O que é?). Se toda a atividade humana, cada vez mais, exige a formação profissional da parte dos seus cooperadores e parceiros, a fortiori, esta atividade estruturadora/estruturante – A LIDERANÇA NACIONAL.

1.1 – A PISCDIL estabelece distinções entre Liderança Nacional e Liderança Grupal (político partidária, empresarial, etc.). A primeira engloba a segunda, mas não necessariamente a segunda representa a primeira. A Formação Nacional de Liderança pode representar uma bolsa de recursos de liderança, onde as forças grupais poderão ir buscar recursos para completar os seus quadros ou par suprir as suas lacunas.

1.2. A Formação em Liderança Nacional e Cidadania faz parte fundamental dos Objetivos da PISCDIL (Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona), juntamente com a LÍNGUA LUSÓFONA e a EDUCAÇÃO. São objetivos fundamentalmente interligados entre si, onde a Formação, nomeadamente a Formação em Liderança Nacional, representa fator determinante.

1.3 – A Formação em Liderança Nacional e Cidadania começou por ser timorense – Projeto Maubisse – isto é, um projeto acordado entre a Igreja, o Estado e a Sociedade Civil Timorense, nos encontros realizados em Maubisse, nos princípios de 2010, nesta vila ao sopé do Monte Ramelau, o mais alto do antigo Império Ultramarino Português.

1.3.1 – Tendo partido da iniciativa da Igreja, D. Basílio do Nascimento, Bispo de Baucau e Presidente da Conferência Episcopal, em agosto de 2010, solicitou à Associação Apoio à Diocese de Baucau (AADB) e à Associação Timorense (AT) o desenvolvimento do nascente Projeto em Portugal e na diáspora.

1.3.2 – Neste sentido, o Prelado orientou as duas associações no sentido de solicitarem apoio a três personalidades, das mais representativas, às quais tinha apresentado pessoalmente o Projeto.

1.3.3 – O processo teve início em janeiro de 2011, na sequência da aprovação do projeto inicial elaborada pelo Prelado de Baucau.

1.3.4 – Perante as dificuldades sentidas por parte da diáspora timorense em levar a cabo um Primeiro Congresso da Sociedade Civil Timorense na Diáspora, as duas associações, avançaram para contatos com as associações das outras comunidades lusófonas na diáspora, passando a seguir para pessoas singulares, a título individual, representativas, por força das respetivas Constituições Nacionais, das mesmas comunidades.

 

  1. (Quem? – Autores E atores). Em 19 de julho de 2013, o projeto passou de timorense para um projeto assumido em primeira pessoa pelos representantes da sociedade civil da diáspora de cada uma das oito Comunidades/Estados e de Goa/Damão/Diu e Macau, os quais estiveram presentes nesta primeira reunião na Universidade Lusófona de Lisboa, com a Presença da Diretora da DRIE, Dra. Elisabete Lourenço, em representação do Reitor da Instituição Universitária. E, durante os anos 2013 e 2014, as reuniões da nascente Plataforma foram realizadas na UL.

 

2.1 – Em 19-21 de novembro de 2015, as referidas comunidades lusófonas, incluindo já Guiné Equatorial e Galiza e perfazendo o simbólico número de 12 autores e atores, levaram a cabo o Primeiro Congresso da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona (I CDIL), no Salão Nobre da Academia das Ciências de Lisboa. Este Evento teve como objetivo principal a fundação de uma Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona, abreviadamente PISCDIL.

2.2 – A PISCDIL foi registada m Lisboa, em 21 de dezembro de 2015, com NIPC 513799338. Tem como Sede provisória a Sede das Associações Cabo-verdianas, Rua Duque de Palmela, 2 – 8º, Freguesia de Santo António, Lisboa

 

  1. (Porquê?) – Razão de ser da Formação da Liderança Nacional e de Cidadania

3.1 – Questões de passagem de liderança e de testemunho.  A geração das décadas de 40 e 50, que, direta ou indiretamente se tronou protagonista da descolonização na década de 70, ou ainda antes, na fase atual da história está a terminar a sua liderança. Neste sentido, não cremos haver diferença entre aquelas comunidades lusófonas que se tronaram independentes desde a década de 75 e Timor Leste/Lorosa’e, que só conseguiu a sua independência efetivamente democrática em 20 de maio de 2002. O fato da pronta adesão de 100% ao projeto PISCDIL e ao processo de Formação em Liderança e Cidadania, e logo ao primeiro contato, indicia que, de uma forma geral, os referidos protagonistas, durante esta primeira metade da independência nacional não se decidiram sobre a importância da formação da nova geração em Liderança.

3.1.1 – A transição da colonização para independência, nalguns casos, criou ruturas com o passado, concentrando-se no presente, no imediato ou no curto prazo, deixando o futuro de lado e adotando mesmo atitudes de necolonizadores.

3.2 – Os países incipientes e em vias de desenvolvimento podem correr o risco de ameaças internas e externas, aproveitamento oportunista de investidores externos. Ao solicitarem o apoio exterior para a formação dos seus recursos e para o processo de desenvolvimento podem passar a um novo tipo de dependência

3.3 – Desafios da Globalização e perigos de formas de neocolonização.

3.4 –  Competitividade exige alta qualidade de recursos humanos, nomeadamente da liderança, sob pena não conseguir equilibrar finanças nacionais e endividamentos soberanos, que colocam o país sob subjugação externa.

 

  1. Para que? – Finalidade –

4.1 – Garantir a sustentabilidade da viabilidade, estabilidade, capacidade, qualidade da independência nacional das Nações/Estados em construção.

4.1.1 – Viabilidade – A continuidade da independência de um país não está garantida. Fatores imprevistos ou falta de capacidade de previsão podem ocasionar uma crise profunda ou o seu desaparecimento do mapa. Esta possibilidade pode significar uma preocupação real para um pequeno país, que ganhou uma guerra de 25 anos contra a poderosa Indonésia e seus satélites e que tem sido historicamente cobiçado pela Austrália anglo-saxónica.

4.1.2 – A estabilidade a todos os níveis, nomeadamente a estabilidade política, representa condição importante, tanto para o autodesenvolvimento do país como para as relações externas de cooperação, investimentos, etc.

4.1.3 – Capacidade – Tornou-se um lugar-comum que o desenvolvimento do país depende dos seus recursos humanos. Depende do mais alto nível possível da formação dos seus quadros.

4.1.4 – A Qualidade da independência de um país depende da qualidade da sua liderança e dos seus cidadãos conscientes e responsáveis pelos seus deveres e direitos constitucionais.

4.2 – Cidadãos e profissionais capazes de responder a um conjunto de desafios e de questões em face à problemática de globalização.

4.3 – Para que a transição do poder da geração anterior, que conduziu o processo de independência nacional se opere de forma construtiva.

 

  1. (Os destinatários). O destinatário fundamental da Formação em Liderança Nacional e Cidadania é cada cidadão, do interior e da diáspora, das Comunidades dos Povos de Língua Lusófona (CPLL), tendo como objetivo consolidar a Lusofonia como uma realidade mundial e fazer da Lusofonia uma potencia mundial.

5.1 – No interior, os destinatários são os formandos em Liderança e os cidadãos interessados e inscritos no Centro Coordenador e nos núcleos da Rede Interna.

5.2 – Na diáspora lusófona, os destinatários são os formandos em Liderança e os cidadãos inscritos através da PISCDIL e das suas legítimas delegações em todo o mundo.

 

 

  1. (Onde?) A formação é feita simultaneamente na diáspora e no interior.

6.1 – No interior, a Formação Curricular e a Não-Curricular são desenvolvidas no Centro Coordenador e na Rede Interna atrás referidos no Ponto. 5.

6.1.1 – O Centro Coordenador, que assina um Protocolo de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa, é o responsável autónomo pela:

  1. a) Criação da Rede Interior de núcleos de formação.
  2. b) Seleção de Professores.
  3. c) Seleção de formandos.
  4. d) Criação e manutenção de suportes tecnológicos/informáticos e logísticos para o funcionamento da formação.
  5. e) Avaliação de resultados.
  6. f) Avaliação do processo.
  7. g) Proposta de novo Protocolo de Cooperação com a ACL e a PISCDIL.

6.2 – Na diáspora,

6.2.1 – A Formação Curricular é desenvolvida e coordenada pela Academia das Ciências de Lisboa – Instituto de Altos Estudos, englobando as Universidades e os Institutos técnicos Superiores interessados.

6.2.2 – A Formação Não-Curricular é desenvolvida através de Debates, no âmbito do conceito a seguir descrito.

 

  1. (Como?)

A Formação em Liderança Nacional e Cidadania engloba a Formação Curricular e a Formação Não-Curricular e é desenvolvida através de um sistema virtual (e-learning), servindo-se dos melhores recursos informáticos disponíveis, incluindo formação presencial.

7.1 – Envolve as instituições formadoras do exterior e do interior, que assinam protocolos de cooperação, ou outros formatos, com a Academia e a PISCDIL.

7.2 – Envolve as entidades públicas e privadas das comunidades lusófonas, do interior, da diáspora e de todo o mundo.

7.2 – A Formação Curricular é coordenada, em Portugal, pela ACL, e, em cada uma das Comunidades, por aquelas Instituições Formadoras que assinarem Protocolos de Cooperação com ACL.

7.2.1 – O Currículo está pronto desde os finais 2015. Compreende um conjunto de disciplinas veiculares, a cada um dos quais corresponde um conjunto de disciplinas opcionais, sob a responsabilidade de um Coordenador.

7.2.2 – O arranque do processo está a confrontar-se e a ser condicionado pela problemática do financiamento necessário.

7-3 – A Formação Não-Curricular é constituída fundamentalmente por DEBATES e é coordenada pela PISCDIL

7.3.1 – Entendemos por Debates momentos onde a emergência de sinais de liderança nacional poderá oportunamente ser reveladora e onde cada cidadão poderá partilhar o seu ponto de vista e o seu contributo.

7.3.1.1 – Um formado pode possuir um conjunto de diplomas de Licenciatura, Doutoramento, Especialização, etc., mas, se perante uma questão concreta e de interesse nacional, não for capaz de defender uma posição e contributo, de nada serve.

7.3.2 – Para a seleção dos formandos em Liderança Nacional, no projeto inicial em 2010, na nossa ingenuidade e inexperiência, adotámos 18 (dezoito) Indicadores de caraterísticas pessoais.

7.3.2.1 – Os 18 Indicadores constituem Módulos de Formação Não-Curricular e objeto para os DEBATES.

7.3.2.2 – Para cada um dos Indicadores foi feito o levantamento do conjunto de Questões a seguir propostas.

7.3.2.3 – Cada uma das Questões pode constituir, por sua vez, objeto de Módulos de Formação, cuja estrutura, em termos de número e de interesse, dependerá do respetivo Coordenador.

7.2.3.4 – O número tanto dos Indicadores como das suas Questões tende mais a ser multiplicado que diminuído.

7.2.3.5 – Os Indicadores e as Questões de Debates virão especificados a seguir, no Ponto 16 do presente Programa.

 

  1. (Quando?) – Já começou. A PISCDIL, ainda antes de ser oficialmente constituída e registada no Instituto Nacional de Pessoas Coletivas, assumiu o modus operandi de solicitar e desafiar a cooperação/colaboração com obra já iniciada.

8.1 – Protocolo de Cooperação com Associação A Voz do Amor, NIPC 504723995, em 08 de maio de 2008

8.2 – Protocolo de Cooperação com FIDEMA – Associação para Cooperação e Desenvolvimento, NIPC 508193680.

8.3 – Protocolo de Cooperação entre a ACL e o Instituto Superior de Filosofia e Teologia, D. Jaime Garcia Goulart, Dili, Timor Leste/Lorosa’e, NIPC 322/DNRN-MJ/IX/2014, em 30 de julho de 2015.

8.4 – Protocolo de Cooperação entre a Academia das Ciências de Lisboa e Universidade Jean Piaget, Guiné Bissau, NIPC 510017320, em 02 de outubro de 2015.

8.5 – Protocolo de Cooperação com a Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ), fundada em  1969, NIPC 251379383, em 28 de abril de 2016.

8.6 – Protocolo de Cooperação entre a ACL e a Fundação Atena / Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, NIPC 431460, em 02 de outubro de 2016.

8.7 – Protocolo de Cooperação entre a Academia das Ciências de Lisboa e Academia da Ciências e Humanidades de Cabo Verde, em 18 de abril de 2017.

8.8 – Está na agenda a Assinatura de Protocolo de Cooperação com Instituições Formadoras de Moçambique, Brasil e Angola.

 

  1. O projeto PISCDIL Formação e de Liderança Nacional e Cidadania foram apresentados pelo Presidente da Direção da PISCDIL, Alberto Araújo, em audiência oficial em Timor L/L a:
  2. a) Presidente da República de Timor Leste Taur Matan Ruak, em 10 de junho de 2016.
  3. b) Primeiro-Ministro da República de Timor Leste Dr. Rui Maria de Araújo, em 13 de junho de 2016.
  4. c) Ministro de Estado, Coordenador dos Assuntos Sociais e Ministro da Educação, Dr. António da Conceição, em 16 de junho de 2016
  5. d) S. Exa. Reverendíssima o Sr. Bispo de Dili, D. Virgílio do Carmo da Silva, em 16 de junho de 2016.
  6. e) Ministro dos Negócios Estrangeiros da República de Timor L/L, representado pelo seu Vice-Presidente, Dr. Roberto Sarmento de Oliveira Soares, em 17 de junho de 2016.

f)Ministro do Comércio, Indústria e Ambiente, Dr. Constâncio Pinto, em 18 de junho de 2016.

 

  1. O projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania foram apresentados, em Portugal, a:
  2. a) Presidência da República, em 19 de janeiro de 2017.
  3. b) Ministério da Educação, em 02 de março de 2017.
  4. c) Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 20 de abril de 2017.
  5. d) Instituto Camões, em 06 de fevereiro de 2014.
  6. e) Instituto Internacional da Língua Portuguesa, em 10 de fevereiro de 2014.

 

  1. O projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania, enquanto apenas timorense, foram apresentados a:
  2. a) Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Eng. Domingos Simões Pereira, em 19 de outubro de 2011. Serão em breve apresentados à atual (2017) Secretária Executiva da CPLP, Dra. Maria do Carmo Silveira.
  3. b) Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, em 26 de março de 2013.
  4. c) Universidade de Aveiro, em 11, 26-27 de maio de 2012

 

  1. Apresentação do projeto PISCDIL e de Liderança Nacional e Cidadania às universidades portuguesas e institutos superiores:
  2. a) Universidade do Algarve: Solicitação de audiência em 13 de dezembro de 2016 e realização da audiência com a Reitoria em 13 de janeiro de 2017.
  3. b) Nos finais de 2016 e princípios de 2017 a PISCDIL solicitou audiência com as Reitorias de todas as universidades e com as mais altas hierarquias dos institutos superiores portugueses.

 

13.VISÃO

A Visão da PISCDIL:

  1. a) centra-se no SONHO de uma PAZ SUSTENTÁVEL, baseada: nos Princípios e Valores a seguir enunciados no Ponto 12.
  2. b) radica na convicção de que a Lusofonia e o Mundo serão melhor liderados por profissionais, vocacionados e com formação própria, que por amadores, movidos pela vontade do poder ou pelo instinto do poder;

b.1 – profissionais comprometidos com os referidos Princípios e Valores;

b.2- profissionais comprometidos com os cidadãos seus eleitores e fiscalizadores, conscientes e responsáveis pelos seus deveres e direitos constitucionais.

  1. c) é congénita ao seu próprio logótipo PISCDIL, intencionalmente construída para ser pronunciada como sendo uma expressão inglesa – “peace deal”,” peace dealer”, “peace dealing”, onde os seus fundadores e continuadores: assumem um código de paz; são construtores da paz; e comprometem-se com uma contínua dinâmica de construção da paz.

 

  1. MISSÃO

14.1 – Tal como o figurativo Diógenes de Sinope grego, a PISCDIL assume a missão de ir “pelas ruas” e pelo mundo em busca de cidadãos vocacionados para Liderança Nacional.

14.2 – Apoiar a Liderança Nacional na sua formação contínua e na sua atuação.

 

  1. VALORES – A PISCDIL baseia-se e assume como seus:

15.1 – os Princípios e os Valores Universais, protagonizados pela ONU e pelas espiritualidades mundiais.

15.2 – os Princípios e Valores Regionais, praticados pelo conjunto das Comunidades/Estados e pelas comunidades lusófonas espalhadas, crescentemente, por todo o mundo;

15.3 – os Valores Locais, próprios da múltipla identidade de cada uma das Comunidades/Estados e das comunidades lusófonas espalhados por todo o mundo; e inscritos nas respetivas constituições nacionais.

 

 

PRIMEIRO GRUPO DE QUESTÕES PARA FORMAÇÃO/EDUCAÇÃO NÃO-CURRICULAR – DEBATES

 

  1. QUESTÕES PARA DEBATES

Os Indicadores para a seleção dos candidatos à Liderança Nacional e as Questões para Debates constituem Módulos de Formação, que serão realizados e se desenvolverão de acordo com as capacidades dos próprios candidatos da sua REDE de especialistas e de cidadãos.

16.1 – Indicadores – Pessoas dotadas de capacidade inata de liderança

– Questões:

16.1.1 – Genética e Vocacionalidade profissional

16.1.2 -Genética e Liderança

16.1.3 – Fatores não-genéticos na emergência da Liderança

16.1.4 – Identidade genética e outras identidades

16.1.5 – Identidade Nacional vs outras

16.1.6 – Identidade Nacional e Constituição Nacional

16.1.7 – Identidade e História

16.1.8 – Bases genéticas e comportamento

16.1.9 – (Cont.)

 

16.2 – Indicadores – Pessoas dotadas de determinados traços e qualidades que as tornam melhores que as outras

– Questões:

16.2.1 –  Imagem pessoal e reflexos sociais

16.2.2 – Decisão e riscos

16.2.3 – Mudança, inovação e estabilidade

16.2.4 – Emoção e racionalidade

16.2.5 – Sucessos, insucessos e resiliência

16.2.6 – (Cont.)

 

16.3 – Indicadores – Pessoas que sabem descobrir /ver a realidade de fundo nos acontecimentos conjunturais

– Questões:

16.3.1 – Potencialidades e Limitações do País

16.3.2 – Plano Estratégico Nacional de Desenvolvimento – PED, longo, médio e curto prazo, vinculativo em relação ao Parlamento Nacional.

16.3.3 – Memória e Construção do Futuro

16.3.4 – Segurança Nacional e Comunicação

16.3.5 – O visível e o oculto e o ocultado – Os labirintos das relações sociais e políticas

16.3.6 – Gerir e construir factos

16.3.7 – Mudança e inovação, estabilidade e identidade nacional

16.3.8 – (Cont.)

 

16.4 – Indicadores – Pessoas que sabem definir-se e situar-se nas mais heterogéneas situações históricas, sociais, culturais, religiosas, políticas, etc.

Questões:

16.4.1 – Perceção de si e do sentido dos acontecimentos sociais e políticos

16.4.2 – Sentido de identidade nacional e cooperação internacional

16.4.3 – Identidade nacional vs identidade ideológico-partidária

16.4.4 – Estilo próprio de liderança e estilos históricos

16.4.5 – Compromisso e distanciamento

16.4.6 – Características pessoais e contexto

16.4.7 – (Cont.)

 

16.5 – Indicadores – Pessoas que fomentam a participação dos cidadãos nos interesses comunitários

– Questões:

16.5.1 – Amigos, opositores e inimigos

16.5.2 – O cidadão e seus direitos e deveres constitucionais

16.5.3 -Responsabilidade individual do cidadão e fiscalização do Estado

16.5.4 -Formação para participação dos cidadãos nas decisões

16.5.5 – (Cont.)

 

16.6 – Indicadores – Organizam, dinamizam e supervisionam atividades grupais

– Questões:

16.6.1 – O cidadão e o grupo na construção da Nação

16.6.2 – Grupos sociais e a construção da História

16.6.3 -Liderança nacional e liderança partidária

16.6.4 – Redes internas e redes externas

16.6.5 – Migração programada

16.6.6 – Interior e diáspora – Pilares da viabilidade, estabilidade, capacidade e qualidade nacional

16.6.7 – Migração e diáspora – Remessas económico-financeiras. Remessas de Conhecimentos

16.6.8 – Fatores internos e fatores externos no funcionamento do grupo

16.6.9 – Liderança e interação e dinâmica de grupos

16.6.10 – (Cont.)

 

16.7 – Indicadores – Estabelecem rede de conexão entre líderes/chefias e os colaboradores, no sentido de cada um realizar ao máximo o seu potencial pessoal e grupal

– Questões:

16.7.1 – Redes internas de cooperação e desenvolvimento do poder pessoal e grupal

16.7.2 – Formação conjunta e seus reflexos no exercício da liderança

16.7.3 – Redes de liderança intercomunitária lusófona

16.7.4 – Redes de liderança internacional

16.7.5 – (Cont.)

 

16.8 – Indicadores – Pessoas que falam dos sonhos de cada concidadão

– Questões:

16.8.1 – Sonho pessoal e sonho comunitário e nacional

16.8.2 – Visão, Missão e Valores

16.8.3 – O poder do sonho

16.8.4 – O sonho do poder

16.8.5 – O poder da visão

16.8.6 – (Cont.)

 

16.9 – Indicadores – Pessoas que apelam para a competitividade

– Questões:

16.9.1 – Competitividade nacional e globalização

16.9.2 – Competitividade pessoal e sistema educativo

169.3 – Competitividade individual e saídas profissionais

16.9.4 – Competitividade grupal e desenvolvimento comunitário

16.9.5 – Competitividade  e qualidade (Eng. António Ramos Pires, APQ – Associação Portuguesa para Qualidade)

16.9.6 – (Cont.)

 

16.10 – Indicadores – Pessoas que irradiam entusiasmo

– Questões:

16.10.1 – Confiança em si próprio e no seu projeto

16.10.2 – Positividade na crise e celebração do êxito

16.10.3 – Empatia social e momentos de sucessos nacionais

16.10.4 – O poder do entusiasmo individual e nacional

16.10.5 – O poder da ambição

16.10.6 – (Cont.)

 

16.11 – Indicadores – Pessoas que sabem criticar, recebendo daqui o subsequente reconhecimento

– Questões:

16.11.1 – Crítica e reconhecimento do poder

16.11.2 – Reconhecimento pela crítica e inter-relação construtiva

16.11.3 – Crítica social e política e envolvimento do cidadão

16.11.4 – Reconhecimento individual – Fator de motivação

16.11.5 – Luta pelo reconhecimento e direito de cidadania

16.11.6 – A crítica enquanto instrumento do poder

16.11.7 – Cidadania e reconhecimento

16.11.8 – Crítica e democracia

16.11.9 – (Cont.)

 

16.12 – Indicadores – Pessoas que têm um passado harmonioso

– Questões:

16.12.1 – Harmonia – Equilíbrio entre ética e moral

16.12.2 – Harmonia – Relação entre o pessoal e o social

16.12.3 – Reputação e poder

16.12.4 – Entre passado, presente e futuro

16.12.5 – Código de compromisso ético e moral

16.12.6 – (Cont.)

 

16.13 – Indicadores – Pessoas que utilizam os seus conhecimentos para envolver os outros

– Questões:

16.13.1 –  Gestão do conhecimento e motivação para consciência de cidadania

16.13.2 – Dimensão social e política do conhecimento

16.13.3 – Política do conhecimento e política da construção nacional

16.13.4 – Conhecimento e tecnologia numa sociedade competitiva

16.13.5 – Mecanismos de controlo social

16.13.6. – (Cont.)

 

16.14 – Indicadores – Pessoas que geram ideias norteadoras e operacionais

– Questões:

16.14.1 – Inventores de ideias para a reinvenção nacional

16.14.2 – Ideias inovadoras para a competitividade nacional

16.14.3 – Antecipação de acontecimentos

16.14.4 – Realismo político

16.14.5 – Simulação situacional e decisão

16.14.6 – (Cont.)

 

16.15 – Indicadores – Pessoas que sabem identificar quem é vocacionado para desenvolver conhecimentos e ação (conjugando o ser sábio e ter sabedoria)

– Questões:

16.15.1 – Ciência, técnica e sabedoria – Três bases definidores da Liderança

16.15.2 – Equipa de visionários, conselheiros e parceiros da liderança

16.15.3 – O poder da motivação

16.15.4 – O líder e seu sucessor

16.15.5 – Reprodução e continuidade de paradigmas e construção de novos paradigmas

16.15.6 – O poder e delegação do poder

16.15.7 – Auto-formação e Formação da nova geração de líderes

16.15.8 – Liderança nacional e liderança sectorial

16.15.9 – (Cont.)

 

16.16 – Indicadores – Pessoas que são dotadas de capacidade financeira

– Questões:

16.16.1 – Imaginação e criação de condições económicas e financeiras

16.16.2 – Autonomia económico-financeira pessoal e exercício do poder

16.16.3 – Transparência económico-financeira pessoal e anti-corrupção

16.16.4 – Satisfação das necessidades básicas e superiores da pessoa

16.16.5 – Equilíbrio económico e financeiro e justa distribuição de bens

16.16.6 – (Cont.)

 

16.17 – Indicadores – Pessoas que reforçam o seu carisma próprio de liderança e de chefia

– Questões:

16.17.1 – Imagem de si próprio e do mundo

16.17.2 – Liderança carismática

16.17.3 – Entre alternância e antagonismo de modelos de liderança

16.17.4 – Emergência de mudanças e encruzilhada da História

16.17.5 –  Inspiração e desafio para a realização do sonho de cada pessoa

16.17.6 – Poder e autoridade

16.17.7 –  (Cont.)

 

16.18- Indicadores – Pessoas que investem o máximo para o desenvolver a capacidade própria de liderança

– Questões:

16.18.1 – Imagem pessoal e confiança pública

16.18.2 – Auto-controlo e controlo da situação

16.18.3 – Criatividade e originalidade

16.18.4 – Aprendizagem contínua e Dinâmica de liderança

16.18.5 – Auto-afirmação

16.18.6 – Liderança autocrática e liderança democrática.

16.18.7 – (Cont.)

 

16.19 – Os Textos e os Relatório dos DEBATES serão publicados através da BIBLIOTECA VIRTUAL da PISCDIL, a qual constituirá a fonte documental para toda a Liderança e Cidadania das Comunidades Lusófonas.

16.19.1 – Uma síntese dos mesmos documentos, ou os próprios textos integrais, serão enviados através dos respetivos correios eletrónicos (email) para cada uma das Instituições Formadoras que assinaram o Protocolo da Cooperação com a ACL, as quais coordenarão o acesso para cada candidato inscrito na Formação em Liderança Nacional e Cidadania.

 

 

  1. CRONOGRAMA – 2017-2018
Questões Set. Out. Nov. Dez. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Set. Obs.
16.1.1
16.1.2
16.1.6
16.3.2
Outras

17.1 –  Os números desta grelha referem-se à ordem de propostas de Questões para DEBATES.

17.2 –  Dado que Timor L/L já possui um duplo PED (PED 2002/11-30, do Estado; PED 2002-20507/60, da sociedade civil), o esforço por pate dos timorenses centrar-se-á na avaliação da sua execução. Por parte das outras comunidades irmãs, o contributo consistirá na análise e melhoramento de ambos e na interação fraterna e contínua.

17.2.1 – Os dois PEDs: a) PED 2002/11-2030 encontra-se publicado através do Google); b) PED 2002-2050/60 está publicado através de: http://www.timor-diaspora.com

17.3 – O tempo, o espaço e a moldura dos Debates dependerão do consenso entre os operadores sobre a prioridade das questões propostas no Ponto 8 e/ou respetivas alterações ou substituições.

17.4– Locais, ao nível nacional, em Portugal: Serão indicados até aos finais de dezembro/2016 ou na primeira metade de 2017, consoante os acordos ou protocolos a serem, entretanto, realizados.

17.4.1 – Locais, ao nível nacional das Comunidades Lusófonas: da responsabilidade dos respetivos Centros Coordenadores, que assinaram Protocolo de Cooperação com a ACL e acordaram Parceria com a PISCDIL

 

 

  1. ORÇAMENTO

 

Orçamento elaborado/proposto por Prof. Dr. José Águas

 

 

 

  1. AVALIAÇÃO

19.1 – Formação Curricular

19.1.1 – Segue a moldura comum às Universidades e Institutos Superiores Portugueses e aos paradigmas europeus.

19.1.2 – É feita em coordenação entre a ACL e a Instituição Formadora de cada uma das Comunidades/Estados, tomando em consideração a situação das restantes comunidades lusófonas espalhadas por todo o mundo.

19.1.3 – É autenticada através de Diploma ou Certificado.

 

19.2 – Formação Não-Curricular

19.2.1 – É avaliada através de um critério simples inspirado pela sabedoria bíblica: “Pelos frutos conhecereis a árvore…”

19.2.2 – Em termos concretos, será operacionalizado através conjugação dos seguintes critérios e/ou outros a serem definidos:

  1. a) Publicação de escritos e sua qualidade e utilidade nacional e pública.
  2. b) A forma adequada, crítica, construtiva, ou congénere, de participação oral nos Debates.
  3. c) Participação ativa e criativa na organização e dinamização de Debates.

 

  1. REFORMULAÇÃO

O Projeto fundamenta-se numa filosofia de abertura à constante problematização, à oportuna revisibilidade e à consequente reformulação.

 

Lisboa, 07 de dezembro de 2016.

Atualizado em 30 de abril de 2017.

Publicado, em formato digital, através da Inspeção Geral das Atividades Coletivas (IGAC), simbolicamente, em 01 de maio de 2017.

 

P’la Direção da PISCDIL

Alberto Araújo

Presidente da Direção