Agosto, 2017

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Internacionalização

INTERNACIONALIZAÇÃO

 

      

 

 

A PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona ou, abreviando, Plataforma da Diáspora Lusófona – em virtude do seu próprio ADN, já é de natureza e de pretensão internacional, mundial.

Com efeito, primeiro, a PISCDIL engloba e foi fundada pelas diásporas das nove Comunidades/Estados e pelas comunidades lusófonas espalhadas por todos os recantos do mundo, comunidades entretanto representadas por Goa/Damão/Diu, Macau e Galiza (Academia Galega da Língua Portuguesa).

Para esta internacionalização interna, relativa à Lusofonia, por um lado, estamos a envidar todos os esforços  para o envolvimento político das comunidades lusófonas ou dos Estados interessados; por outro, a internacionalização é representada pelas Instituições Formadoras das comunidades lusófonas atrás referidas, as quais decidiram ser PARCEIRAS tanto em relação aos objetivos fundamentais da PISCDIL como, em especial, em relação ao processo de Formação em Liderança Nacional e Cidad. Primeiro, assinaram PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO com a Academia das Ciências de Lisboa (ACL), no âmbito de Formação Curricular em Liderança Nacional e Cidadania. Segundo, aceitaram ser PARCEIRAS da PISCDIL  no âmbito da Formação Não-Curricular em Liderança Nacional e Cidadania, através da organização de DEBATES em torno de Questões Temáticas ou Ciclos de Questões Temáticas interrelacionadas.

A propósito das referidas PARCERIAS, já assinaram o Protocolo de Cooperação com a Academia das Ciências de Lisboa (ACL), por ordem alfabética: Academia das Ciências de Cabo Verde (ACH-CV), em 18 de Abril de 2017, em Lisboa; Universidade Piaget de Guiné Bissau, através da Internet, em 05 de outubro de 2015; Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe, em 02 de outubro de 2015; Instituto Superior de Filosofia e Teologia D. Jaime Garcia Goulart, Timor Leste/Lorosa’e, em 30 de julho de 2015, na ACL, Lisboa, instituto ao qual se vai juntar, em breve, o Instituto de Ciência e Tecnologia de Aileu (ASTI/INSCTA). Entretanto, a Direção da PISCDIL continua em contatos, através de todos os meios possíveis (email, telefonemas, intermediários diretos e ocasionais, etc.) no sentido da adesão das restantes Comunidades à mesma PARCERIA.

Segundo, a Internacionalização engloba todas as Organizações Mundiais de Diáspora (DWO, OMD, cf. Google) de todas as Nações e Estados e de todas as comunidades humanas, com história e com projeção para o futuro.

 

P’a Direção PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona

Lisboa, 14ago2017

Alberto Araújo

Presidente Direção

 

Macau

MACAU

China

 

 

  • Anexação – 1967. Transferência de soberania – 29dez1999.
  • População – 600.942 (2015).
  • População nadiáspora – ?
  • Área – 30.3 km2.

 

Macau (em chinês tradicional: 澳門; em chinês simplificado: 澳门; pinyin: Àomén, pronunciado: [ɑ̂ʊ̯mə̌n]; em cantonês jyutping: ou3mun4*2, em cantonês Yale: Oumùhn, pronunciado: [ʔōu mǔːn], em Hacá: Au4mun2) é uma das regiões administrativas especiais da República Popular da China desde 20 de dezembro de 1999, sendo a outra Hong Kong. Antes desta data, Macau foi colonizada e administrada por Portugal durante mais de 400 anos e é considerada o primeiro entreposto, bem como a última colónia europeia na Ásia.

Macau é muitas vezes caracterizado como um ponto de encontro, de coexistência harmoniosa e de intercâmbio multicultural (principalmente entre a cultura chinesa e ocidental), e consequentemente, um sítio onde se convergem muitos valores, crenças religiosas, costumes, hábitos, tradições e estilos arquitectónicos.

Os macaenses, uma das maiores heranças deixadas pela multissecular administração portuguesa de Macau, têm a sua própria cultura e maneira de viver, distinta quer da dos portugueses quer da dos chineses, bem como o seu próprio crioulo, o patuá macaense, que está actualmente em vias de extinção. Este crioulo é baseado no português e fortemente influenciado pelo cantonês, pelo malaio e por muitas outras línguas.

 

P’a Direção da PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona

Lisboa, 14ago2017

Alberto Araújo

Presidente Direção

Goa/Damão/Diu

GOA/DAMÃO/DIU

 

     

 

  • Anexação – 18-19dez1961; Estados Autónomos.
  • População – Goa: 1.457.723 (2011). Damão: 242.911 (2011). Diu: 21.576 (2011)
  • População na diáspora – ?
  • Área – Goa: 3.702 km2. Damão: 72km2. Diu: 40km2.

 

 

 

 

Goa/Damão/Diu foi território da União da Índia de 19 de dezembro de 1961 a 30 de maio de 1987.

Este território da União é composto, atualmente, pelo Estado de Goa e dois pequenos enclaves de Damão e Diu na costa de Gujarate, que junto com Dadra e Nagar-Aveli, compunham a Índia Portuguesa.

Este território foi incorporado por uma conquista militar dos indianos sobre os portugueses em 1961, mas só reconhecido por Portugal em 1974.

O idioma oficial de Goa é a língua concani. Depois de Portugal ter perdido o controlo sobre Goa, o concani e a língua marata passaram a ser os idiomas mais falados no estado. O concani, no estado, é o idioma primordial; depois, vêm a língua marata e a língua inglesa que são usadas para propósitos educacionais, oficiais e literários. Outras línguas incluem a língua hindi, a língua portuguesa e a língua canaresa.

O guzerate é o idioma maioritário em Damão e Diu; o uso do português está em declínio por não ser ensinado nas escolas, embora ainda seja falado por 10% dos habitantes de Damão. Existem contudo crioulos portugueses em Damão (conhecidos como língua da casa) e Diu (a língua dos velhos); porém, este último está a extinguir-se rapidamente devido à pressão do gujarat

 

P’a Direção da PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona

 

Lisboa, 12ago2017

 

Alberto Araújo

Presidente Direção

 

Galiza

GALIZA

Academia Galega da Língua Portuguesa

 

 

  • Comunidade Autónoma de Espanha.
  • População – 2.762.189 (2015).
  • População na diáspora – ?
  • Área – 29.574 km2.

 

 

A língua galega é a língua própria da Galiza, e assim foi reconhecida legalmente no seu Estatuto de Autonomia, tornando-se uma das suas línguas oficiais. A outra língua oficial é o castelhano. Além disso, em várias comarcas de Leão e Astúrias, que limitam com o oriente da Galiza, comarcas, separadas da Galiza administrativa no século XVIII, fala-se também galego. Estas comarcas são reivindicadas por uma parte do nacionalismo galego como pertencente à nação galega.

 

Disputa linguística

Não existe consenso quanto à relação entre a língua galega e a língua portuguesa. A postura oficial na Galiza afirma a total distinção entre ambas línguas, não havendo nenhuma menção desta semelhança no Estatuto autonômico, o qual prevê apenas a Real Academia Galega como competente para determinar a normativa da “língua própria” da Galiza. Porém, no atual acordo ortográfico (2003) é feita uma referência ao português como critério utilizado à hora de elaborar a norma.

Apesar da aparente apatia do governo local até 2014, quando aprovou a “Lei 1/2014 para o aproveitamento da língua portuguesa e vínculos com a lusofonia”, existe, na Galiza, um movimento reintegracionista que defende a tese de que a língua portuguesa e o galego nunca se separaram realmente, sendo variantes ou dialetos da mesma língua, tal como o português de Portugal e o português brasileiro. Denominam, à variante da Galiza, galego, galego-português, portugalego ou português da Galiza.

Em 2008 foi constituida a Academia Galega da Língua Portuguesa.

 

Galiza

 

 

P’a Direção da PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona

Lisboa, 14ago2017

Alberto Araújo

Presidente Direção

São Tomé e Príncipe

SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

 

      

 

  • Independência – 18-19dez1961
  • População – 197.541 (2016).
  • População na diáspora – ?
  • Área – 1.001 km2.

 

O português é a língua oficial e de fato a nacional de São Tomé e Príncipe, é falada por cerca de 98,4% da população do país, uma parte significativa dela como sua língua materna.

Variantes reestruturadas de português ou crioulos portugueses também são falados como o forro, o crioulo cabo-verdiano, o angolar e o principense. O francês e inglês são as línguas estrangeiras ensinadas nas escolas.

 

P’a Direção PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona

Lisboa 14ago2017

Alberto Araújo

Presidente Direção

Portugal

PORTUGAL

 

 

  • Independência – 1139-1143-1179.
  • População – 10.32 milhões (2016).
  • População na diáspora – ?
  • Área – 92.212 km2.

 

A língua oficial da República Portuguesa é o português, adotado em 1290 por decreto do rei D. Dinis. Com mais de 210 milhões de falantes nativos, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental, sendo também o idioma oficial de Angola, do Brasil, de Cabo Verde, da Guiné-Bissau, de Moçambique e de São Tomé e Príncipe, e língua oficial a par de outros idiomas também oficiais em Timor-Leste, em Macau e na Guiné Equatorial, sendo também falada na antiga Índia Portuguesa (Goa, Damão, Diu e Dadrá e Nagar-Aveli), além de ter também estatuto oficial na União Europeia, na União de Nações Sul-Americanas (UNASUL), no Mercado Comum do Sul (Mercosul) e na União Africana.[98]

São ainda reconhecidas e protegidas oficialmente a língua gestual portuguesa e o mirandês, protegida oficialmente no concelho de Miranda do Douro, com origem no asturo-leonês, ensinada como segunda língua facultativa em escolas do concelho de Miranda do Douro e parte do concelho de Vimioso. O seu uso, no entanto, é bastante restrito, estando em curso ações que garantam os direitos linguísticos à sua comunidade falante.

 

 

P’a Direção PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona

 

Lisboa, 13ago2017

 

Alberto Araújo

Presidente Dieção

 

Moçambique

MOÇAMBIQUE

 

 

 

  • Independência – 25jun1975
  • População – 28.83 milhões (2016)
  • População na diáspora – ?
  • Área – 801.590 km2

 

O português é a língua oficial e a mais falada do país, usada por pouco mais da metade da população. Cerca de 38%, principalmente a população africana nativa, usam o português como segunda língua e 12,78% falam-no como primeira língua. A maioria dos moçambicanos que vivem nas áreas urbanas usam o português como principal idioma.

As línguas bantas de Moçambique, que são as mais faladas no país, variam muito em seus grupos e, em alguns casos, são bastante mal analisadas e documentadas. Além de ser uma língua franca no norte do país, o suaíli é falado em uma pequena área do litoral próxima à fronteira com a Tanzânia; mais ao sul, naIlha de Moçambique, o mwani, considerado como um dialeto do suaíli, é falado. No interior da área de suaíli, o maconde é o idioma mais falado, separado da área onde ciyao é usado por uma pequena faixa de território de falantes da língua macua. O maconde e o ciyao pertencem a grupos linguísticos diferentes, sendo o ciyao muito próximo da língua mwera da área do planalto Rondo, na Tanzânia. Alguns falantes do nianja são encontrados na costa do lago Malawi, bem como do outro lado do lago na fronteira com o Malawi. Há falantes de emakhuwa, com uma pequena área de língua eKoti no litoral. Em uma área abrangendo o baixo Zambeze, falantes da língua sena, que pertence ao mesmo grupo da língua nianja, são encontrados, com áreas que falam a CiNyungwe rio acima. Uma grande área de língua chona se estende entre a fronteira do Zimbabwe e do mar. Há também grupos falantes da língua tsonga, enquanto o tswa ocorre no litoral e no interior. Esta área de linguagem estende-se até à vizinha África do Sul. Ainda relacionados com estes idiomas, mas diferentes, estão os falantes do chope ao norte da foz do Limpopo e os falantes da língua ronga na região imediatamente ao redor da cidade de Maputo. As línguas deste grupo são, a julgar pelos vocabulários curtos, muito vagamente semelhante ao zulu, mas obviamente não são do mesmo grupo linguístico. Há pequenas comunidades falantes do Swazi e Zulu em áreas de Moçambique, imediatamente ao lado da fronteira com a Suazilândia e com KwaZulu-Natal, na África do Sul.

Árabes, chineses e indianos falam principalmente português e, alguns, hindi. Indianos provenientes da Índia Portuguesa falam qualquer um dos crioulos portugueses da sua origem, além do português como segunda língua.

 

P’a Direção PISCDIL

 

Lisboa, 13ago2o17

 

Alberto Araújo

Presidente Direção

 

Guiné Equatorial

GUINÉ EQUATORIAL

 

 

  • Independência – 12out1968
  • População – 759.451 (2016).
  • População na diáspora – ?
  • Área – 28.051 km2.

 

 

A Guiné Equatorial é o único país da África de língua oficial castelhana. Os idiomas mais falados na Guiné Equatorial, o fang e o Pidgin Inglês, não são línguas oficiais. Apesar de a Guiné Equatorial ter decretado a língua francesa e, mais recentemente, a língua portuguesa como línguas oficiais, elas não são faladas no território. No entanto, na ilha de Ano Bom, ainda se usa o chamado Fá d’Ambô, ou seja o Falar de Ano Bom, uma língua crioula de base portuguesa que mantém uma semelhança muito grande com o são-tomense falada nas ilhas vizinhas de São Tomé e Príncipe.

O presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, decretou que o português seria uma das línguas oficiais, ao lado do espanhol e do francês. O país deseja ainda o apoio dos oito países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) para difundir o ensino da língua portuguesa no país, para formação profissional e acolhimento dos seus estudantes pelos países da comunidade lusófona.

 

P.a Direção PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona

Lisboa, 13ago2017

Alberto Araújo

Presidente Direção

Guiné Bissau

GUINÉ BISSAU

 

 

  • Independência – 24set1973; reconhecida em 10set1974.
  • População – 1.759.159.
  • População na diáspora – ?
  • Área – 36.125 km2.

 

Apenas 14% da população do país fala a língua oficial, o português, que é o idioma usado pelo governo desde os anos coloniais. Cerca de 44% da população fala kriol, uma língua crioula baseada no português e que é efectivamente a língua nacional de comunicação. O restante fala uma variedade de línguas africanas nativas de suas etnias. A maioria dos portugueses e mestiços falam uma das línguas africanas e o kriol como segunda língua. O francês é ensinado nas escolas, porque o país é cercado por nações de língua francesa, além de ser membro da francofonia.

 

 

P’a Direção PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófona

Lisboa, 13ago2017

Alberto Araújo

Presidente Direção

Cabo Verde

CABO VERDE

 

 

  • Independência – 05julho1975.
  • População – 553.432 (2016)
  • População na diáspora – ?
  • Área – 4.033 km2.

 

A língua oficial é o português, usado nas escolas, na administração pública, na imprensa e nas publicações. A língua nacional de Cabo Verde, a língua do povo, é o crioulo cabo-verdiano (o criol ou kriolu). Cabo Verde é formado por dez ilhas e cada ilha tem a sua variante do crioulo (menos Santa Luzia pois não é habitada). O crioulo está oficialmente em processo de normalização (criação duma norma) e discute-se a sua adopção como segunda língua oficial, ao lado do português.

 

P’a Direção PISCDIL – Plataforma Internacional da Sociedade Civil da Diáspora Lusófoa

Lisboa, 13ago2017

Alberto Araújo

Presidente Direção